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Foram encontradas 100 questões.

938500 Ano: 2008
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Quando comparamos a ficção romântica de José de Alencar com as obras realistas de Machado de Assis, é possível diferenciá-las em muitos pontos, tais como:
I. A ficção romântica, em geral, termina com a união do casal no casamento (como em Senhora, em que a união do casal só se realiza no fim do livro), ao passo que a narrativa realista costuma terminar com a dissolução do casamento (como em Dom Casmurro).
II. Na ficção romântica, é visível que tudo gira em torno do sentimento amoroso (como em Senhora), mas na ficção realista o que se percebe é muito mais erotismo que amor (como em Memórias póstumas de Brás Cubas, em que há o envolvimento adúltero de Virgília e Brás Cubas).
III. Os protagonistas das obras românticas são muito virtuosos (como Peri em O Guarani), já os protagonistas das obras realistas são comuns (como em Dom Casmurro).
IV. As obras românticas são sempre localizadas no passado histórico (como em O Guarani), enquanto as realistas são invariavelmente localizadas no presente (como em Quincas Borba).
Está(ão) correta(s)
 

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816160 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: ITA
Orgão: ITA
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O diagrama temperatura (T) versus volume (V) representa hipoteticamente as transformações pelas quais um gás ideal no estado 1 pode atingir o estado 3. Sendo !$ \triangle U !$ variação de energia interna e q a quantidade de calor trocado com a vizinhança, assinale a opção com a afirmação ERRADA em relação às transformações termodinâmicas representadas no diagrama.
 

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639850 Ano: 2008
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: ITA
Orgão: ITA
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A questão refere-se à seguinte reprodução de uma página da web:
enunciado 2217749-1
http://web.mit.edu/engineering, em 19/09/2008 (adapted).
Dentre as notícias da página, somente
I. duas são de interesse para a área médica.
II. duas estão relacionadas à área de transporte.
III. uma trata de projetos sociais.
Está(ão) correta(s)
 

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638199 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Vou direto ao ponto: estive em Paris. Está dito e precisava ser dito, logo verão por quê. Mas é difícil escapar à impressão de pedantismo ou de exibicionismo, ao dizer isto. Culpa da nossa velha francofilia (já um tanto fora de moda). Ou do complexo de eternos colonizados diante dos países de primeiro mundo. Alguns significantes, como Nova Iorque ou Paris, produzem fascínio instantâneo. Se eu disser “fui a Paris”,o interlocutor responderá sempre: “que luxo!”. E se contar: “fui assaltada em Paris”, ou “fui atropelada em Paris”, é bem provável que escute: “mas que luxo, ser assaltada (atropelada) em Paris!”
O pior é que é verdade. É um verdadeiro luxo, Paris. Não por causa do Louvre, da Place Vêndome ou dos Champs Élisées. Nem pelas mercadorias todas, lindas, chiques, caras, que nem penso em trazer para casa. Meu luxo é andar nas ruas, a qualquer hora da noite ou do dia, sozinha ou acompanhada, a pé, de ônibus ou de metrô (nunca de táxi) e não sentir medo de nada. Melhor: de ninguém. Meu luxo é enfrentar sem medo o corpo a corpo com a cidade, com a multidão.
O artigo de luxo que eu traria de Paris para a vida no Brasil, se eu pudesse – artigo que não se globalizou, ao contrário, a cada dia fica mais raro e caro –seria este. O luxo de viver sem medo. Sem medo de quê? De doenças? Da velhice? Da morte, da solidão? Não, estes medos fazem parte da condição humana. Pertencemos a esta espécie desnaturada, a única que sabe deantemão que o coroamento da vida consiste na decadência física, na perda progressiva dos companheiros de geração e, para coroar tudo, na morte. Do medo deste previsível grand finale não se escapa.
O luxo de viver sem medo a que me refiro é bem outro. O de circular na cidade sem temer o semelhante, sem que o fantasma de um encontro violento esteja sempre presente. Não escrevi “viver numa sociedade sem violência”, já que a violência é parte integrante da vida social. Basta que a expectativa da violência não predomine sobre todas as outras. Que a preocupação com a “segurança” (que no Brasil de hoje se traduz nas mais variadas formas de isolamento) não seja o critério principal para definir a qualidade da vida urbana. Não vale dizer que fora do socialismo este problema não tem solução. Há mais conformismo do que parece em apostar todas as fichas da política na utopia. Enquanto a sociedade ideal não vem, estaremos condenados a viver tão mal como vivemos todos por aqui? Temos que nos conformar com a sociabilidade do medo? Mas eu conheço, eu vivi numa cidade diferente desta em que vivo hoje. Esta cidade era São Paulo. Já fiz longas caminhadas a pé pelo centro, de madrugada. Namorando, conversando com amigos, pelo prazer despreocupado da flânerie*. A passagem do ano de 1981 para 82 está viva na minha lembrança. Uma amiga pernambucana quis conhecer a “esquina de Sampa”. Fomos, num grupo de quatro pessoas, até a Ipiranga com a São João. Dali nos empolgamos e seguimos pelo centro velho. Mendigos na rua não causavam medo.Do Paysandu (o Ponto Chic estava aberto, claro!) seguimos pelo Arouche, República, São Luís, Municipal, Patriarca, Sé; o dia primeiro nasceu no Largo São Bento.
Não escrevo movida pelo saudosismo, mas pela esperança. Isso faz tão pouco tempo! Sei lá como os franceses conseguiram preservar seu raro luxo urbano. Talvez o valor do espaço público, entre eles, não tenha sido superado pelo dos privilégios privados. Talvez a lei se proponha, de fato, a valer para todos. Pode ser que a justiça funcione melhor. E que a sociedade não abra mão da aposta nos direitos. Pode ser que a violência necessária se exerça, prioritariamente, no campo da política, e não da criminalidade.
Se for assim, acabo de mudar de idéia. Viver sem medo não é, não pode ser um luxo. É básico; é o grau zero da vida em sociedade. Viver com medo é que é uma grande humilhação. (Maria Rita Kehl. Você tem medo de quê?
Em: http://www.mariaritakehl.psc.br, 2007, adaptado.)
*flânerie (substantivo feminino): passeio sem destino.
Da leitura do texto, pode-se inferir que
 

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633705 Ano: 2008
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: ITA
Orgão: ITA
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A questão refere-se à seguinte reprodução de uma página da web:
enunciado 2618786-1
http://web.mit.edu/engineering, em 19/09/2008 (adaptd)
Indique o link que o leitor deverá escolher para obter informações sobre um determinado equipamento de segurança.
 

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510286 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: ITA
Orgão: ITA
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No plano, considere !$ S !$ o lugar geométrico dos pontos cuja soma dos quadrados de suas distâncias à reta !$ t: x = 1 !$ e ao ponto !$ A = (3,2) !$ é igual a 4. Então, !$ S !$ é
 

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483101 Ano: 2008
Disciplina: Química
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Assinale a afirmação CORRETA a respeito do ponto de ebulição normal (PE) de algumas substâncias.
 

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370875 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Sejam !$ A !$ e !$ B !$ subconjuntos do conjunto universo !$ U = { \begin{Bmatrix} a,b,c,d,e,f,g,h \end{Bmatrix}} !$. Sabendo que !$ (B^C \cup A)^C = \{ f, \, g, \, h \} !$, !$ B^C \cap A = \{a, \, b \} !$ e !$ A^C \backslash B =\{ d, \, e\} !$ , então !$ n\,( P ( A \cap B )) !$ é igual a
 

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367236 Ano: 2008
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Leia o poema abaixo, “Na contramão”, de Chacal.
ela ali tão sem
eu aqui sem chão
nós assim ninguém
cada um na mão
Acerca desse poema, considere as seguintes afirmações:
I. Ele possui uma das marcas mais típicas da poesia contemporânea, que é a brevidade.
II. É notória a informalidade da linguagem, que afasta o poema da tradição culta e erudita.
III. Há um sentimentalismo contemporâneo que filtra os excessos da expressão sentimental.
IV. Existe a persistência do tema do desencontro amoroso (tradicional na literatura).
Está(ão) correta(s)
 

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188747 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: ITA
Orgão: ITA
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A questão refere-se ao texto seguinte:
A vegetação do cerrado é influenciada pelas características do solo e do clima, bem como pela freqüência de incêndios. O excesso de alumínio provoca uma alta acidez no solo, o que diminui a disponibilidade de nutrientes e o torna tóxico para plantas não adaptadas. A hipótese do escleromorfismo oligotrófico defende que a elevada toxicidade do solo e a baixa fertilidade das plantas levariam ao nanismo e à tortuosidade da vegetação.
Além disso, a variação do clima nas diferentes estações (sazonalidade) tem efeito sobre a quantidade de nutrientes e o nível tóxico do solo. Com baixa umidade, a toxicidade se eleva e a disponibilidade de nutrientes diminui, influenciando o crescimento das plantas.
Já outra hipótese propõe que o formato tortuoso das árvores do cerrado se deve à ocorrência de incêndios. Após a passagem do fogo, as folhas e gemas (aglomerados de células que dão origem a novos galhos) sofrem necrose e morrem. As gemas que ficam nas extremidades dos galhos são substituídas por gemas internas, que nascem em outros locais, quebrando a linearidade do crescimento.
Quando a freqüência de incêndios é muito elevada, a parte aérea (galhos e folhas) do vegetal pode não se desenvolver e ele se torna uma planta anã. Pode-se dizer, então, que a combinação entre sazonalidade, deficiência nutricional dos solos e ocorrência de incêndios determina as características da vegetação do cerrado.
(André Stella e Isabel Figueiredo. Ciência hoje, março/2008, adaptado.)
Os parênteses nos trechos abaixo são usados para inserir
I. uma síntese, em “a variação do clima nas diferentes estações (sazonalidade)”
II. uma explicação, em “as folhas e gemas (aglomerados de células que dão origem a novos galhos)”
III. uma explicação, em “a parte aérea (galhos e folhas)”
Está(ão) correta(s)
 

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