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Leia o poema abaixo, “Inscrição na areia”, de Cecília Meireles.
O meu amor não tem
importância nenhuma.
Não tem o peso nem
de uma rosa de espuma!
importância nenhuma.
Não tem o peso nem
de uma rosa de espuma!
Desfolha-se por quem?
Para quem se perfuma?
Para quem se perfuma?
O meu amor não tem
importância nenhuma.
importância nenhuma.
Nesse texto,
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Seja !$ A \in M_{2x2} ( \mathbb{R}) !$uma matriz simétrica e não nula, cujos elementos são tais que !$ a_{11}, a_{12} !$ e !$ a_{22} !$ formam, nesta ordem, uma progressão geométrica de razão !$ q \ne 1 !$ e !$ trA= 5a_{11} !$. Sabendo-se que o sistema !$ AX =X !$ admite solução não nula !$ X \in M_{2x1} (\mathbb{R} ) !$ , pode-se afirmar que !$ a_{11}^{2}+q^2 !$ é igual a
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Diagramas causais servem para representar relações qualitativas de causa e efeito entre duas grandezas de um sistema. Na sua construção, utilizamos figuras como
para indicar que o aumento da grandeza r implica aumento da grandeza s e
para indicar que o aumento da grandeza r implica diminuição da grandeza s. Sendo a a aceleração, v a velocidade e x a posição, qual dos diagramas abaixo melhor representa o modelamento do oscilador harmônico?
para indicar que o aumento da grandeza r implica aumento da grandeza s e
para indicar que o aumento da grandeza r implica diminuição da grandeza s. Sendo a a aceleração, v a velocidade e x a posição, qual dos diagramas abaixo melhor representa o modelamento do oscilador harmônico?Provas
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Considere uma bola de basquete de 600 g a 5 m de altura e, logo acima dela, uma de tênis de 60 g. A seguir, num dado instante, ambas as bolas são deixadas cair. Supondo choques perfeitamente elásticos e ausência de eventuais resistências, e considerando g = 10 m/s2, assinale o valor que mais se aproxima da altura máxima alcançada pela bola de tênis em sua ascenção após o choque.
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Desde os idos de 1930, observações astronômicas indicam a existência da chamada matéria escura. Tal matéria não emite luz, mas a sua presença é inferida pela influência gravitacional que ela exerce sobre o movimento de estrelas no interior de galaxias. Suponha que, numa galáxia, possa ser removida sua matéria escura de massa específica ρ > 0, que se encontra uniformemente distribuída. Suponha também que no centro dessa galáxia haja um buraco negro de massa M, em volta do qual uma estrela de massa m descreve uma 'orbita circular. Considerando 'orbitas de mesmo raio na presença e na ausência de matéria escura, a respeito da força gravitacional resultante !$ \vec{F} !$ exercida sobre a estrela e seu efeito sobre o movimento desta, pode-se afirmar que
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Vou direto ao ponto: estive em Paris. Está dito e precisava ser dito, logo verão por quê. Mas é difícil escapar à impressão de pedantismo ou de exibicionismo, ao dizer isto. Culpa da nossa velha francofilia (já um tanto fora de moda). Ou do complexo de eternos colonizados diante dos países de primeiro mundo. Alguns significantes, como Nova Iorque ou Paris, produzem fascínio instantâneo. Se eu disser “fui a Paris”,o interlocutor responderá sempre: “que luxo!”. E se contar: “fui assaltada em Paris”, ou “fui atropelada em Paris”, é bem provável que escute: “mas que luxo, ser assaltada (atropelada) em Paris!”
O pior é que é verdade. É um verdadeiro luxo, Paris. Não por causa do Louvre, da Place Vêndome ou dos Champs Élisées. Nem pelas mercadorias todas, lindas, chiques, caras, que nem penso em trazer para casa. Meu luxo é andar nas ruas, a qualquer hora da noite ou do dia, sozinha ou acompanhada, a pé, de ônibus ou de metrô (nunca de táxi) e não sentir medo de nada. Melhor: de ninguém. Meu luxo é enfrentar sem medo o corpo a corpo com a cidade, com a multidão.
O artigo de luxo que eu traria de Paris para a vida no Brasil, se eu pudesse – artigo que não se globalizou, ao contrário, a cada dia fica mais raro e caro –seria este. O luxo de viver sem medo. Sem medo de quê? De doenças? Da velhice? Da morte, da solidão? Não, estes medos fazem parte da condição humana. Pertencemos a esta espécie desnaturada, a única que sabe deantemão que o coroamento da vida consiste na decadência física, na perda progressiva dos companheiros de geração e, para coroar tudo, na morte. Do medo deste previsível grand finale não se escapa.
O luxo de viver sem medo a que me refiro é bem outro. O de circular na cidade sem temer o semelhante, sem que o fantasma de um encontro violento esteja sempre presente. Não escrevi “viver numa sociedade sem violência”, já que a violência é parte integrante da vida social. Basta que a expectativa da violência não predomine sobre todas as outras. Que a preocupação com a “segurança” (que no Brasil de hoje se traduz nas mais variadas formas de isolamento) não seja o critério principal para definir a qualidade da vida urbana. Não vale dizer que fora do socialismo este problema não tem solução. Há mais conformismo do que parece em apostar todas as fichas da política na utopia. Enquanto a sociedade ideal não vem, estaremos condenados a viver tão mal como vivemos todos por aqui? Temos que nos conformar com a sociabilidade do medo? Mas eu conheço, eu vivi numa cidade diferente desta em que vivo hoje. Esta cidade era São Paulo. Já fiz longas caminhadas a pé pelo centro, de madrugada. Namorando, conversando com amigos, pelo prazer despreocupado da flânerie*. A passagem do ano de 1981 para 82 está viva na minha lembrança. Uma amiga pernambucana quis conhecer a “esquina de Sampa”. Fomos, num grupo de quatro pessoas, até a Ipiranga com a São João. Dali nos empolgamos e seguimos pelo centro velho. Mendigos na rua não causavam medo.Do Paysandu (o Ponto Chic estava aberto, claro!) seguimos pelo Arouche, República, São Luís, Municipal, Patriarca, Sé; o dia primeiro nasceu no Largo São Bento.
Não escrevo movida pelo saudosismo, mas pela esperança. Isso faz tão pouco tempo! Sei lá como os franceses conseguiram preservar seu raro luxo urbano. Talvez o valor do espaço público, entre eles, não tenha sido superado pelo dos privilégios privados. Talvez a lei se proponha, de fato, a valer para todos. Pode ser que a justiça funcione melhor. E que a sociedade não abra mão da aposta nos direitos. Pode ser que a violência necessária se exerça, prioritariamente, no campo da política, e não da criminalidade.
Se for assim, acabo de mudar de idéia. Viver sem medo não é, não pode ser um luxo. É básico; é o grau zero da vida em sociedade. Viver com medo é que é uma grande humilhação. (Maria Rita Kehl. Você tem medo de quê?
Em: http://www.mariaritakehl.psc.br, 2007, adaptado.)
*flânerie (substantivo feminino): passeio sem destino.
Considere as afirmações abaixo:
I. Para a autora, o luxo de Paris não se restringe somente ao aspecto físico da cidade.
II. A autora mostra algumas diferenças entre viver em Paris e em uma cidade brasileira como São Paulo.
III. A autora, tomada pela francofilia, quer mostrar, ao longo do texto, o luxo urbano raro de Paris.
II. A autora mostra algumas diferenças entre viver em Paris e em uma cidade brasileira como São Paulo.
III. A autora, tomada pela francofilia, quer mostrar, ao longo do texto, o luxo urbano raro de Paris.
De acordo com o texto, está(ão) correta(s)
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O conto “A terceira margem do rio”, que faz parte do livro Primeiras estórias, de Guimarães Rosa, é um dos textos mais célebres e complexos do autor. Acerca desse conto, é correto afirmar que
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O acidente nuclear ocorrido em Chernobyl (Ucrânia), em abril de 1986, provocou a emissão radioativa predominantemente de Iodo-131 e Césio-137. Assinale a opção CORRETA que melhor apresenta os respectivos períodos de tempo para que a radioatividade provocada por esses dois elementos radioativos decaia para 1% dos seus respectivos valores iniciais. Considere o tempo de meia-vida do Iodo-131 igual a 8,1 dias e do Césio-137 igual a 30 anos. Dados: ln 100 = 4,6 ; ln 2 = 0,69.
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Considere a reação de dissociação do !$ N_2 O_4 (g) !$ representada pela seguinte equação:
!$ N_2O_4 (g) \rightleftharpoons 2 NO_2(g) !$
Assinale a opção com a equação CORRETA que relaciona a fração percentual !$ ( \alpha ) !$ de !$ N_2O_4 (g) !$ dissociado com a pressão total do sistema !$ ( P) !$ e com a constante de equilíbrio em termos de pressão !$ (K_p) !$
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TEXTILES
Smarter Clothes. Europe wants to own the market for fabrics that can monitor you and your environment
SALLY MCGRANE/PAVIA
AT THE EUCENTRE, A RESEARCH SITE cofounded by the Italian Civil Protection Department in Pavia, Italy, a young engineer dons a firefighter’s uniform that has been in testing for six months. The first prototype of the Proetex project, the ordinary looking navy blue jacket and pants contain high-tech fabrics that can keep track of a firefighter’s vital signs, warn him if the fire is too hot up ahead, provide GPS readings of his position and alert the command center if he has passed out. (...)
Though the technology was pioneered in the U.S., the Europeans have taken the reins in a bid to revitalize their traditional-textile industry, which has been hammered by Asian competition. “We want to develop state-of-the-art know-how that can’t be found in Asia,” says Andreas Lymberis, a scientific officer with the European Commission who has championed smart textiles. “Our purpose is to create a new market.”
Bringing industry partners like Philips and traditional clothing and textile companies together with university researchers from across the E.U. and Switzerland, Commission-funded teams have already produced prototypes with limited commercial availability, such as a tank top that wirelessly monitors cardiac patients and sports clothes that keep track of breathing. Other projects include fabrics that look and feel normal but are embedded with microcomputers, solar panels and energy-harvesting systems, as well as fabrics that measure blood oxygen levels and track biochemicals in sweat and bedsheets that monitor depression.
The world market for smart textiles is still small – about $ 550 million in revenue in 2008 – but that could double by 2010, according to Massachusetts-based venture Development Corp. The challenge is to fit applications to the market, says Lutz Walter, R&D manager at Euratex, a group representing the $ 326 billion European clothing-and-textile industry. “In the medical field, there’s high value added. But to be approved as devices takes 10 years,” says Walter. “In other areas, it’s price: How much are consumers going to be willing to pay for a smart jogging shirt or for a baby suit that detects sudden death syndrome?” (...)
The development of these technologies is currently taking place largely in the biomedical and safety fields, but Annalisa Bonfiglio, a professor of electrical and electronic engineering at the University of Cagliari who coordinates the Proetex project, thinks sports could be the sector where the most potential lies. “Sportswear is an extremely powerful means for promoting the acceptance of these new technologies by common people,” says Bonfiglio, noting that the technology Proetex develops for rescue workers could easily be used later for sports applications.
At the Spaulding Rehabilitation Hospital in Boston, researchers are testing a glove made by Smartex, an Italian smart-materials company, that tracks motor functions in poststroke patients.
Smartex founder and University of Pisa biomedical-engineering professor Danilo De Rossi says there is no way of knowing if Europe will maintain its edge. “Right now we are leading in this field,” he says, since Europe tends to be concerned with medicine, social welfare and the elderly, whereas the U.S. tends to focus on military technology. That could change. But in a business driven by technology rather than price, the Europeans would still have a fighting chance.
Time, July 14, 2008 (adapded)
Considere as seguintes frases extraídas do texto e as respectivas reescritas.
I. ... a young engineer dons a firefighter’s uniform that has been in testing for six months.
... a firefighter’s uniform that has been in testing for six months is donned by a young engineer.
... a firefighter’s uniform that has been in testing for six months is donned by a young engineer.
II. ... Commission-funded teams have already produced prototypes with limited commercial availability...
... prototypes with limited commercial availability have already produced by Commission-funded teams.
III. ... researchers are testing a glove made by Smartex, an Italian smart-materials company, ...
... a glove made by Smartex, an Italian smart-materials company, has been tested by researchers.
III. ... researchers are testing a glove made by Smartex, an Italian smart-materials company, ...
... a glove made by Smartex, an Italian smart-materials company, has been tested by researchers.
Está(ão) correta(s)
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Cadernos
Caderno Container