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Foram encontradas 100 questões.

1354405 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Sejam !$ ABCD !$ um quadrado e !$ E !$ um ponto sobre !$ \overline{AB} !$. Considere as áreas do quadrado !$ ABCD !$, do trapézio !$ BEDC !$ e do triângulo !$ ADE !$. Sabendo que estas áreas definem, na ordem em que estão apresentadas, uma progressão aritmética cuja soma é !$ 200\,cm^2 !$, a medida do segmento !$ \overline{AE} !$ , em !$ cm !$, é igual a
 

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1354120 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Dado !$ z\,=\,{ \large 1 \over2} (-1\,+\, \sqrt3 i) !$, então !$ \sum_{n=1}^{89} z^n !$ é igual a
 

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1353822 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: ITA
Orgão: ITA
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São Paulo – Não é preciso muito para imaginar o dia em que a moça da rádio nos anunciará, do helicóptero, o colapso final: “A CET!$ ^1 !$ já não registra a extensão do congestionamento urbano. Podemos ver daqui quetodos os carros em todas as ruas estão imobilizados. Ninguém anda, para frente ou para trás. A cidade, enfim, parou. As autoridades pedem calma, muita calma”.
“A autoestrada do Sul” é um conto extraordinário de Julio Cortázar!$ ^2 !$. Está em Todos os fogos o fogo, de 1966 (a Civilização Brasileira traduziu). Narra, com monotonia infernal, um congestionamento entre Fontainebleau e Paris. É a história que inspirou Weekend à francesa (1967), de Godard!$ ^3 !$.
O que no início parece um transtorno corriqueiro vai assumindo contornos absurdos. Os personagens passam horas, mais horas, dias inteiros entalados na estrada.
Quando, sem explicações, o nó desata, os motoristas aceleram “sem que já se soubesse para que tanta pressa, por que essa correria na noite entre automóveis desconhecidos onde ninguém sabia nada sobre os outros, onde todos olhavam para a frente, exclusivamente para a frente”.
Não serve de consolo, mas faz pensar. Seguimos às cegas em frente há quanto tempo? De Prestes Maia aos túneis e viadutos de Maluf, a cidade foi induzida a andar de carro. Nossa urbanização se fez contra o transporte público. O símbolo modernizador da era JK é o pesadelo de agora, mas o fetiche da lata sobre rodas jamais se abalou.
Será ocasional que os carrões dos endinheirados – essas peruas high-tech – se pareçam com tanques de guerra? As pessoas saem de casa dentro de bunkers, literalmente armadas. E, como um dos tipos do conto de Cortázar, veem no engarrafamento uma “afronta pessoal”.
Alguém acredita em soluções sem que haja antes um colapso? Ontem era a crise aérea, amanhã será outra qualquer. A classe média necessita reciclar suas aflições. E sempre haverá algo a lembrá-la –coisa mais chata – de que ainda vivemos no Brasil. (SILVA, Fernando de Barros. Folha de S. Paulo, 17/03/2008.)
(1) CET - Companhia de Engenharia de Tráfego. (2) Julio Cortázar (1914-1984), escritor argentino. (3) Jean-Luc Godard, cineasta francês, nascido em 1930.
NÃO há emprego de metáfora em
 

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1353518 Ano: 2010
Disciplina: Química
Banca: ITA
Orgão: ITA
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A 25 °C, três frascos (I, II e III) contêm, respectivamente, soluções aquosas !$ 0,10 \, mol\, L^{-1} !$em acetato de sódio, em cloreto de sódio e em nitrito de sódio.
Assinale a opção que apresenta a ordem crescente CORRETA de valores de !$ pH_x\,(x=I,II\,e\,III) !$ dessas soluções, sabendo que as constantes de dissociação !$ (K) !$ , a 25 °C, dos ácidos clorídrico !$ (HCl) !$ , nitroso !$ (HNO_2) !$ e acético !$ (CH_3COOH) !$ , apresentam a seguinte relação:
!$ K_{HCl}>K_{HNO_2}>K_{CH_3COOH} !$
 

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1353496 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Um triângulo !$ ABC !$ está inscrito numa circunferência de raio !$ 5\,cm !$. Sabe-se ainda que !$ \overline{AB} !$ é o diâmetro, !$ \overline{BC} !$ mede !$ 6\, cm !$ e a bissetriz do ângulo !$ \hat{ABC} !$ intercepta a circunferência no ponto !$ D !$. Se !$ \alpha !$ é a soma das áreas dos triângulos !$ ABC !$ e !$ ABD !$ e β é a área comum aos dois, o valor de !$ \alpha !$ − 2β, em !$ cm^2 !$, é igual a
 

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1353105 Ano: 2010
Disciplina: Física
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Um prisma regular hexagonal homogêneo com peso de 15 N e aresta da base de 2,0 m é mantido de pé graças ao apoio de um dos seus vértices da base inferior (ver figura) e à ação de uma força vertical de suspensão de 10 N (não mostrada). Nessas condições, o ponto de aplicação da força na base superior do prisma encontra-se
enunciado 2455506-1
 

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1352943 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Véspera de um dos muitos feriados em 2009 e a insana tarefa de mover-se de um bairro a outro em São Paulo para uma reunião de trabalho. Claro que a cidade já tinha travado no meio da tarde. De táxi, pagaria uma fortuna para ficar parada e chegar atrasada, pois até as vias alternativas que os taxistas conhecem estavam entupidas. De ônibus, nem o corredor funcionaria, tomado pela fila dos mastodônticos veículos. Uma dádiva: eu não estava de carro. Com as pernas livres dos pedais do automóvel e um sapato baixo, nada como viver a liberdade de andar a pé. Carro já foi sinônimo de liberdade, mas não contava com o congestionamento.
Liberdade de verdade é trafegar entre os carros, e mesmo sem apostar corrida, observar que o automóvel na rua anda à mesma velocidade média que você na calçada. É quase como flanar. Sei, como motorista, que o mais irritante do trânsito é quando o pedestre naturalmente te ultrapassa. Enquanto você, no carro, gasta dinheiro para encher o ar de poluentes, esquentar o planeta e chegar atrasado às reuniões. E ainda há quem pegue congestionamento para andar de esteira na academia de ginástica.
Do Itaim ao Jardim Paulista, meia horinha de caminhada. Deu para ver que a Avenida Nove de Julho está cheia de mudas crescidas de pau-brasil. E mais uma porção de cenas que só andando a pé se pode observar. Até chegar ao compromisso pontualmente.
Claro que há pedras no meio do caminho dos pedestres, e muitas. Já foram inclusive objeto de teses acadêmicas. Uma delas, Andar a pé: um modo de transporte para a cidade de São Paulo, de Maria Ermelina Brosch Malatesta, sustenta que, apesar de ser a saída maisutilizada pela população nas atuais condições de esgotamento dos sistemas de mobilidade, o modo de transporte a pé é tratado de forma inadequada pelos responsáveis por administrar e planejar o município.
As maiores reclamações de quem usa o mais simples ebarato meio de locomoção são os "obstáculos" que aparecem pelo caminho: bancas de camelôs, bancas de jornal, lixeira, postes. Além das calçadas estreitas, com buracos, degraus, desníveis. E o estacionamento de veículos nas calçadas, mais a entrada e a saída em guias rebaixadas, aponta o estudo.
Sem falar nas estatísticas: atropelamentos correspondem a 14% dos acidentes de trânsito. Se o acidente envolve vítimas fatais, o percentual sobe para nada menos que 50% –o que atesta a falta de investimento público no transporte a pé.
Na Região Metropolitana de São Paulo, as viagens a pé, com extensão mínima de 500 metros, correspondem a 34% do total de viagens. Percentual parecido com o de Londres, de 33%. Somadas aos 32% das viagens realizadas por transporte coletivo,que são iniciadas e concluídas por uma viagem a pé, perfazem o total de 66% das viagens! Um número bem desproporcional ao espaço destinado aos pedestres e ao investimento público destinado a eles, especialmente em uma cidade como São Paulo, onde o transporte individual motorizado tem a primazia.
A locomoção a pé acontece tanto nos locais de maior densidade –caso da área central, com registro de dois milhões de viagens a pé por dia –, como nas regiões mais distantes, onde são maiores as deficiências detransporte motorizado e o perfil de renda é menor. A maior parte das pessoas que andam a pé tem poder aquisitivo mais baixo. Elas buscam alternativas para enfrentar a condução cara, desconfortável ou lotada, o ponto de ônibus ou estação distantes, a demora para a condução passar e a viagem demorada.
Já em bairros nobres, como Moema, Itaim e Jardins, por exemplo, é fácil ver carrões que saem das garagens para ir de uma esquina a outra e disputar improváveis vagas de estacionamento. A ideia é manter-se fechado em shoppings, boutiques, clubes, academias de ginástica, escolas, escritórios, porque o ambiente lá fora – o nosso meio ambiente urbano – dizem que é muito perigoso.
(Amália Safatle. http://terramagazine.terra.com.br, 15/07/2009. Adaptado.)
Assinale a opção em que o termo grifado NÃO indica a circunstância mencionada entre parênteses.
 

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1352936 Ano: 2010
Disciplina: Química
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Em um experimento de laboratório, cloreto de alumínio, cloreto de zinco e carbonato de sódio são dissolvidos, individualmente, em três recipientes separados contendo água neutra aerada com pH = 7. Uma placa de ferro metálico é imersa em cada um dos recipientes, que são mantidos à temperatura de 25 °C.
Admitindo-se as condições experimentais apresentadas acima, são feitas as seguintes afirmações em relação à influência da hidrólise dos sais na velocidade de corrosão das placas metálicas:
I. O cátion alumínio hidratado forma soluções aquosas que aceleram a corrosão do ferro.
II. As soluções aquosas produzidas pela hidrólise do ânion carbonato inibem a corrosão do ferro.
III. A corrosão do ferro é inibida pela solução aquosa formada no processo de hidrólise do cátion zinco hidratado.
Das afirmações acima, está(ão) CORRETA(S) apenas
 

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1352926 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Uma esfera está inscrita em uma pirâmide regular hexagonal cuja altura mede 12 cm e a aresta da base mede !$ { \large 10 \over3}\sqrt3 cm !$. Então o raio da esfera, em !$ cm !$, é igual a
 

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1352888 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Química
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Considere as seguintes afirmações:
I. Um coloide é formado por uma fase dispersa e outra dispersante, ambas no estado gasoso.
II. As ligações químicas em cerâmicas podem ser do tipo covalente ou iônica.
III. Cristal líquido apresenta uma ou mais fases organizadas acima do ponto de fusão do sólido correspondente.
Então, das afirmações acima, está(ão) CORRETA(S)
 

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