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De acordo com os termos do Decreto n. 8.420/2015 e suas alterações, responda a questão a seguir.
Nos termos do art. 13, a Controladoria-Geral da União possuí, no âmbito do Poder Executivo federal, competência:
I- concorrente para instaurar e julgar PAR;
II- exclusiva para avocar os processos instaurados para exame de sua regularidade ou para corrigir-lhes o andamento, inclusive promovendo a aplicação da penalidade administrativa cabível.
Após a análise das afirmativas, marque a alternativa correta:
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De acordo com os termos do Decreto n. 8.420/2015 e suas alterações, responda a questão a seguir.
Sobre o acompanhamento do PAR pela pessoa jurídica, apenas não se pode afirmar:
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A diretoria de uma empresa de exportação pretende otimizar as movimentações em seu galpão adquirindo novas empilhadeiras. Para isso, um estudo foi realizado e constatou-se que as 10 empilhadeiras já existentes realizavam 500 carregamentos em 4 dias. Admitindo que todas as empilhadeiras possuem a mesma eficiência, quantas empilhadeiras serão necessárias adquirir para conseguir realizar 1200 carregamentos em apenas 6 dias?
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Em uma rede de supermercados, um certo produto é comercializado em 2 tamanhos diferentes, são eles: Tamanho Pequeno (200 gramas) e Tamanho Grande (500 gramas). Sabe-se que um cliente comprou 2 produtos do Tamanho Grande e 3 do Tamanho Pequeno e pagou um total de R$ 82,50 por essas mercadorias e que outro cliente comprou 3 produtos Tamanho Grande e 2 Tamanho Pequeno pagando um total de R$ 92,50. Com base nessas afirmações, é correto afirmar que:
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Uma empresa aplicou uma certa quantia sob o regime de juros simples a uma taxa de 5% ao mês durante 5 meses e, em seguida, aplicou o montante acumulado durante mais 7 meses a juros compostos de 7% ao mês. No final desses 12 meses, o montante acumulado foi de R$ 3.800,00. Qual o valor da quantia aplicada inicialmente? (Dados: (1 07)7 =1 6)
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Uma empresa de pequeno porte criada por 3 sócios, João, Paulo e Renato, conseguiu ao longo do último ano um faturamento líquido de R$ 385.000,00. Considere que para abrirem a empresa, João investiu R$ 11.000,00, Paulo R$ 18.000,00 e Renato R$ 21.000,00. Em relação ao valor recebido por cada um dos sócios do lucro, é correto afirmar que:
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Uma empresa portuária possui 3 sedes no litoral brasileiro: 1 no Nordeste, 1 uma no Sudeste e a outra no Sul. Ao final de cada ano, essa empresa realiza uma convenção para integrar e compartilhar as melhores práticas na atuação de cada sede. Para a convenção, a empresa deverá formar a maior quantidade possível de equipes para representar cada uma dessas sedes e todas as equipes devem ter a mesma quantidade de pessoas. Sabe-se que a sede do Nordeste possui 96 funcionários, a do Sudeste possui 84 funcionários e a do Sul apenas 60. Quantas equipes serão formadas na sede do Nordeste?
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O filósofo Sócrates, ateniense, fez a seguinte reflexão: "Se somos contra o Estado, somos apátridas. Se fazemos o bem, somos inimigos. Se falamos a verdade, somos perigosos. Somos tudo, menos o que eles querem!"
Depreende-se da frase do filósofo:
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O filósofo Sócrates, ateniense, fez a seguinte reflexão: "Se somos contra o Estado, somos apátridas. Se fazemos o bem, somos inimigos. Se falamos a verdade, somos perigosos. Somos tudo, menos o que eles querem!"
A análise do período falhou em:
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EU ME SENTIA INVISÍVEL
A administradora Maha Mamo passou 28 de seus 33 anos sem pátria nem documentos, até virar brasileira.
Nasci no Líbano, em 1988, fruto de um relacionamento entre uma muçulmana e um cristão de famílias tradicionais da Síria. Meus pais haviam se conhecido em sua terra natal, mas foram alvo de feroz preconceito por romperem as barreiras que separavam suas religiões. Aí resolveram se mudar para Beirute e ali formarem uma família, com meus dois irmãos e eu. Nunca imaginaram, porém, que viveriam como apátridas, sem ser reconhecidos oficialmente como cidadãos em nenhum país. De um lado, o Líbano não concedia nacionalidade a crianças de pais estrangeiros. De outro, os cartórios sírios não reconheciam casamentos inter-religiosos, como o dos meus pais. E assim passei toda minha infância e adolescência, até os 28 anos de idade, sem nenhum registro nem documento, sentindo-me inferior aos olhos da sociedade.
Foi um suplício encontrar uma escola que nos aceitasse sem que tivéssemos um número de identidade. Acabamos contando com a boa vontade de um colégio e, desse modo, pudemos estudar. Certos hospitais se recusavam a nos atender, mesmo em caso de emergência. Uma vez, no meio de uma crise alérgica grave, precisei ser internada às pressas. Só me atenderam depois de uma amiga subornar os médicos para que me registrassem com o nome dela. E muitos outros obstáculos iam surgindo. Fui impedida de integrar uma equipe profissional de basquete e de viajar com meus colegas. Sem passaporte, não podia sair do país. O mais doído foi deixar de lado o sonho de cursar medicina. Nenhuma faculdade no Líbano permitia minha matrícula. Com muito custo e insistência, aos 22, fiz a graduação em sistemas de informação e o mestrado em administração. Mas, mesmo qualificada e falando quatro idiomas, virei assistente em uma construtora. Sempre ganhei menos do que os meus colegas, por não ser registrada.
Uma existência sem documento é envolta em medo. Vivia com um pavor que só bandidos têm: ser parada no meio da rua pela polícia. Pois apenas o fato de estar ali já seria ilegal. Aos 16 anos, comecei a me mexer para tentar mudar essa situação e escrevi para todas as embaixadas em Beirute que encontrei no Google. Foram dezenas de e-mail contando minha longa história e pedindo ajuda. Fui ignorada por dez anos, até que, em 2014, o governo brasileiro me ofereceu um documento especial para viajar ao Brasil e ser registrada como refugiada. Tudo o que tinha escutado sobre o Brasil se resumia a futebol, Carnaval e violência. Aos 26 anos, embarquei para Belo Horizonte com meus irmãos de 24 e 28. Moramos na casa de uma família que generosamente nos acolheu. E aí, finalmente, recebi um número de CPF e uma carteira de trabalho, o início do processo de meu reconhecimento como cidadã. No meio do caminho, meu irmão acabou morrendo de forma estúpida, em um assalto, ainda sem sua nacionalidade, o que só fez acender em mim a necessidade de seguir em frente.
Por todo o barulho que fiz em torno da minha história, um dia fui convidada pela ONU para ser um dos rostos da campanha | BELONG (Eu pertenço). Rodei dezenas de cidades e países e recentemente escrevi uma biografia (Maha Mamo: a Luta de uma Apátrida pelo Direito de Existir, em coautoria com Darcio Oliveira). Em 2017, o Brasil aprovou em sua legislação imigratória o reconhecimento da chamada apatridia, um dos pioneiros no mundo. Um ano depois, eu e minha irmã nos tornamos as primeiras reconhecidas aqui segundo essa lei, o dia mais pleno da minha vida, sem exagero. Ganhei RG, passaporte, o direito de ter uma casa em meu nome e de me casar no papel. Se tiver filhos, serão brasileiros, com muito orgulho. Demorou, mas hoje posso dizer, com todas as letras, que não me sinto mais invisível.
FONTE: Depoimento dado a Julia Braun. Veja,14 de abril de 2021.
Pode-se perceber na estrutura: “Sempre ganhei menos do que os meus colegas, por não ser registrada.”, respectivamente, ideias de:
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