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Britain’s farmers will need help after Brexit
Britain’s decision to leave the EU poses challenges for many sectors of the economy. Few are likely to feel the heat in the next few years quite as much as the country’s farmers. For decades, the British farming community has been the recipient of generous subsidies under the EU’s Common Agricultural Policy (CAP). Last year CAP payments to the UK totalled about £3bn, making up 55 per cent of farmers’ incomes. Once the UK leaves the bloc, these payments will come to an end, potentially endangering businesses across the country.
Theresa May’s new government is aware of the challenge this poses. Earlier this month, Philip Hammond, the chancellor, announced that the Treasury would replace any shortfall in EU funding to farmers that might arise between now and the end of the decade as Britain redefines its relationship with the EU. However, Mr Hammond is providing no more than a short term stopgap. Farmers remain highly uncertain about their prospects after 2020 and Mrs May and her ministers need to address how British farming support can be reconfigured in a post-CAP age.
Some free market thinkers believe Britain’s departure from the CAP is a golden opportunity to scale back — and even end — agricultural subsidies altogether. They believe the CAP has been hugely distortive because farmers are granted funds according to how much they produce. British farming businesses have therefore been unwilling to innovate, leaving agricultural productivity in the UK lagging well behind that of the US, for example.
Proponents of deep cuts in subsidy also believe they are a sine qua non if Britain is to forge new trade deals with non-EU states. The EU is so heavily committed to agricultural protectionism — imposing tariff barriers on outsiders while subsidising its own farmers — that its ability to sign trade agreements with developing nations has long been restricted. If the UK adopts a different approach, opening up its markets to food exports from, say, Commonwealth nations, it could gain significant new access for UK companies looking to sell services.
(From: The Financial Times August 21, 2016)
Paragraphs 3 and 4 reflect the views of those who advocate
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Ao servidor que tenha exercido a função de adido agrícola, aplica-se a seguinte restrição:
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Assinale a opção que está em desacordo com as afirmações do texto.
A grande exploração agrária — o engenho e a fazenda — é consequência natural e necessária de todas as circunstâncias que concorrem para a ocupação e aproveitamento deste território que havia de ser o Brasil: o caráter tropical da terra, os objetivos que animam os colonizadores, as condições gerais desta nova ordem econômica do mundo que se inaugura com os grandes descobrimentos ultramarinos, e na qual a Europa temperada figurará no centro de um vasto sistema que se estende para os trópicos a fim de ir buscar neles os gêneros que aquele centro reclama e que só eles podem fornecer. São esses, em última análise, os fatores que vão determinar a estrutura agrária do Brasilcolônia. Três caracteres — a grande propriedade, a monocultura e o trabalho escravo — são formas que se combinam e se completam, derivadas diretamente e como consequência necessária daqueles fatores.
(Prado Jr, Caio. Formação do Brasil Contemporâneo,
in Intérpretes do Brasil, Volume III. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2000, páginas 1221 e 1222, com adaptações)
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O Acordo sobre Agricultura (Agreement on Agriculture.) procura aplicar as regras do Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio de 1994 (GATT-94) e das normas da Organização Mundial do Comércio (OMC.) ao setor agrícola entre os países membros. Em relação ao acordo multilateral produzido na rodada Uruguai em 1994 dedicado ao setor agrícola, é incorreto afirmar que:
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A propósito dos deveres do adido agrícola, assinale a opção que
não corresponde ao que está estabelecido no Decreto n. 6.464/2008.
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Assinale a opção em que o trecho foi transcrito com truncamento sintático.
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O Decreto n. 5.741/06 regulamenta o Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária, organiza-o e dá outras providências. Sobre as regras definidas naquele Decreto, assinale a opção correta.
I. O Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária funciona de forma integrada para garantir a sanidade agropecuária, desde o local da produção primária até a colocação do produto final no mercado interno ou na sua destinação para a exportação.
II. As normas complementares de defesa agropecuária decorrentes desse Regulamento serão fundamentadas em conhecimento científico.
III. Os processos de controle sanitário incluirão a rastreabilidade dos produtos de origem animal e vegetal, dos insumos agropecuários e respectivos ingredientes e das matérias-primas, ao longo da cadeia produtiva.
IV. Os participantes da cadeia produtiva estão obrigados a cientificar à autoridade competente, na forma por ela requerida, a ocorrência de alterações de condições sanitárias e fitossanitárias registrada em seus estabelecimentos.
V. A exportação de animais e vegetais, de produtos de origem animal e vegetal é dispensada de respeitar as disposições deste Regulamento, pois os requisitos são de responsabilidade dos países importadores.
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More productive African farms could help
both people and planet
both people and planet
SINCE the 1960s farm production has risen fourfold in Africa. But the continent still lags far behind the gains seen in South America and Asia. The extra food has appeared largely because more land has been planted or grazed, rather than because crop yields have improved. Instead, poor farming methods progressively deplete nutrients from soils; almost all arable land in Africa lacks irrigation, for example. This is a particular problem in a continent whose population is set to double by 2050 and which faces regular droughts, floods and heatwaves. Even if temperature rise is successfully limited to 2°C, African crop yields could slump by a fifth.
Morocco is a prime place to discuss such issues. It is one of the world’s largest producers of phosphorus (a raw material used to make fertiliser). This is particularly important given that according to the UN’s Food and Agriculture Organisation, 124kg of artificial fertiliser is used worldwide per hectare of farmland on average each year, while in Africa the amount used is just 15kg. Getting hold of the stuff is a challenge throughout the continent, especially when crooked officials pocket subsidies for it. But high transport costs along bumpy roads also help make fertiliser up to 50% more expensive in Tanzania and 80% more expensive in Mali than in Thailand.
Fertiliser is fantastically important. Boosting the productivity of Africa’s lands is not only necessary for feeding larger populations, but also a possible means of reducing emissions. Currently vast areas are cleared for new fields because too little grows in existing ones. But reducing deforestation in Africa by just a tenth would be equivalent to cutting a year’s worth of Brazil’s emissions. Well-nourished soils are better at absorbing carbon dioxide rather than allowing it to enter the atmosphere. But the continent’s over-grazed, over-used soil currently means Africa only stores 175 gigatonnes of carboneach year of the 1,500 gigatonnes stored in the world’s soils.
Smarter farming could change all that. But as is so often the case in Africa, the road to modernisation is full of potholes.
From: The Economist October 15th 2016 (adapted.)
Since 1960, Africa has
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Diante da necessidade de apresentar uma proposta do MAPA sobre um tema sanitário, para efeito de negociação de acordo bilateral com outro país, indique a afirmativa correta, em conformidade com o Decreto n. 8.852/16, que dispõe sobre as competências das Secretarias do MAPA.
I. A proposta em questão deve ser formulada e negociada pela Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA.) com sua contraparte no país em questão.
II. A proposta deve ser formulada pela SDA, mas cabe à Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio coordenar a participação do MAPA na negociação do acordo com o país em questão.
III. A proposta deve ser formulada pela SDA, mas sob coordenação superior da Secretaria- Executiva do MAPA.
IV. A SDA formula a proposta, mas não participa da negociação com o outro país.
V. O ministro do MAPA decide sobre qual Secretaria coordenará as negociações com o outro país.
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O Relatório de Atividades do adido agrícola do Brasil em Bruxelas (período 2010-2014), em comentários sobre suas atividades como adido agrícola, registra afirmativas interessantes para a atuação dos adidos. Com base no citado relatório, indique a opção
correta.
I. Propriedade Intelectual é tema importante nas negociações com a União Europeia.
II. No período em que exerceu a função (2010 a 2014), o Brasil foi o país fora da UE que mais recebeu missões do FVO – Food and Veterinary Office.
III. A União Europeia exerce papel de liderança em organizações internacionais relacionadas aos temas sanitários e fitossanitários, como o Codex Alimentarius, a Organização Mundial de Saúde Animal e a Convenção Internacional para a Proteção dos Vegetais.
IV. A organização e a participação em reuniões e eventos faz parte da rotina do adido agrícola. Todavia, quando não for possível ir a algum evento considerado relevante, o adido deve indicar alguém do setor privado interessado no assunto para representá-lo.
V. A assincronia na aprovação de organismos geneticamente modificados – OGM da UE em relação ao Brasil aumenta os riscos de interrupção no fluxo do comércio de grãos.
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