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A determinação do número de aquaviários necessários ao exercício das funções a serem desempenhadas no passadiço baseia-se na análise dos seguintes fatores, EXCETO:

 

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529002 Ano: 2011
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica são processados e julgados, originariamente

 

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528554 Ano: 2011
Disciplina: Psicologia
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Segundo Bleger, uma das defesas institucionais frente ao conflito é denominada:

 

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528126 Ano: 2011
Disciplina: Psicologia
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Existem crescentes evidências de que os eventos do ciclo de vida possuem um efeito continuado sobre o desenvolvimento familiar durante um longo período de tempo. Assinale a opção que corresponde ao fluxo de ansiedade produzida pelos estresses na família, conforme ela avança no tempo, lidando com as mudanças e transições no ciclo de vida familiar.

 

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528110 Ano: 2011
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

No que refere-se à Ordem Econômica e Financeira, é correto afirmar que:

 

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528109 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Escrever

Começa com a gramática e acaba na cama

A estudante perguntou como era essa coisa de escrever. Eu fiz gênero fofo. Moleza, disse.

Primeiro, evite estes coloquialismos de "fofo" e "moleza", passe longe das gírias ainda não dicionarizadas e de todo mais que soe mais falado do que escrito. Isso aqui não é rádio FM. De vez em quando, para não acharem que você mora trancado com o Domingos Paschoal Cegalla ou outro gramático de chicote, aplique uma gíria como se fosse um piparote de leve no cangote do texto, mas, em geral, evite. Fuja dessas rimas bobinhas, desses motes sonoros. O leitor pode se achar diante de um rapper frustrado e dar cambalhotas. Mas, atenção, se soar muito escrito, reescreva.

Quando quiser aplicar um "mas", tome fôlego, ligue para o 0800 do Instituto Fernando Pessoa, peça autorização ao bispo de plantão e, por favor, volte atrás. É um cacoete facilitador. Dele deve ter vindo a expressão "cheio de mas-mas", ou seja, uma pessoa cheia de "não é bem assim", uma chata que usa o truque de afirmar e depois, como se fosse estilo, obtemperar.

Não tergiverse, não diga palavras complicadas, não escreva nas entrelinhas. Seja acima de tudo afirmativo, reto no assunto. Nada de passar páginas descrevendo o clima da estação, esse aborrecimento suportável apenas quando vemos as curvas da Garota do Tempo recortadas contra o chroma-key do "Jornal Nacional".

Abaixo o prólogo com a lente aberta, nada daquelas observações sensíveis sobre a paisagem e, a não ser que você seja Dashiell Hammett ou o Raymond Chandler, esqueça o queixo quadrado do bandido ou a descrição pormenorizada dos personagens. Corte o que for possível. Depois dê uma de Raymond Carver e, nem aí para os pruridos da vaidade, mande o resto para o editor acabar de cortar. Sempre cabe uma linha a menos no texto, é o efeito Rexona aplicado na axila gramatical.

Evite essas metáforas complicadas, passe por cima de expressões como "em geral", como está no primeiro parágrafo, pois elas têm a mesma função-paralelepípedo dos parênteses, dos travessões. Chute para fora da página tudo mais que faça as pessoas tropeçarem na leitura ou darem aquela ré em busca do verdadeiro sentido da frase que passou. Deixe tudo em pratos limpos, sem tamanho lugar-comum. Ouça a voz do flanelinha semântico gritando a chave para o bom texto. "Deixa solto, doutor."

É mais ou menos por aí, eu disse para a menina que me perguntou como é essa coisa de escrever.

Para sinalizar o trânsito das ideias, use apenas o ponto e a vírgula, nunca juntos. Faça com que o primeiro chegue logo, e a outra apareça o mínimo possível. Vista Hemingway, só frases curtas. Ouça João Cabral, nada de perfumar a rosa com adjetivos. Mergulhe Rubem Braga, palavras, de preferência com até três sílabas. "Pormenorizada", vista acima, é palavrão absoluto. Dispense, sem pormenores.

O texto deve correr sem obstáculos, interjeições, dois pontos, reticências e sinais que só confundem o passageiro que quer chegar logo ao ponto final. Cuidado com o "que quer" da frase anterior, pois da plateia um gaiato pode ecoar um "quequerequé" e estará coberto de razão quando lhe aparecer um clichê desses pela frente.

Você já se livrou do "mas", agora vai cuidar do "que" e em breve ficará livre da tentação de sofisticar o texto com uma expressão estrangeira. É out. Escreva em português. Aproveite e diga ao diagramador para colocar o título da matéria na horizontal e não de cabeça para baixo, como está na moda, como se estivesse num jornal japonês.

Pode-se escrever baixinho, como faz o Veríssimo, que ouviu muito Mario Reis para chegar àquela perfeição de texto de câmara. Outra opção é desabafar pelos cinco mil alto-falantes o que lhe vai na pena da alma, como faz o Xico Sá, que aprendeu a escrever com o Waldick Soriano. Escreva com a sonoridade que lhe aprouver, nunca com cacófatos assim ou verbos que façam o leitor perguntar para o vizinho do lado que maluquice é essa de "aprouver". Fuja da voz passiva, da forma negativa, do gerundismo e principalmente da voz dos

outros. Se falo fino, se falo grosso, ninguém tem nada com isso. O orgulho do próprio "falo", e fazê-lo firme e com charme, é uma das chaves do ofício.

De vez em quando, abra um parágrafo para o leitor respirar. Alguns deles têm mania de pegar o bonde no meio do caminho e, com mais parágrafos abertos, mais possibilidades de ele embarcar na viagem que o texto oferece. Escrever é dar carona.

Eu disse isso e outro tanto do mesmo para a menina. Jamais afirmei, jamais expliquei, jamais contei ou usei qualquer outro verbo de carregação da frase que não fosse o dizer. Evitei também qualquer advérbio em seguida, como "enfaticamente", "seriamente" ou "bem-humoradamente". Antes do ponto final, eu disse para a menina que tantas regras, e outras tantas a serem ditas num próximo encontro, serviam apenas de lençol. Elas forram o texto, deixam tudo limpo e dão conforto. Escrever é desarrumar a cama.

(SANTOS, Joaquim Ferreira dos. O Globo, Segundo Caderno, 10

jan., 2011. p. 10)

Essencialmente, segundo o autor, escrever é

 

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528095 Ano: 2011
Disciplina: História
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Na Idade Moderna, as crescentes despesas do Estado para administrar a justiça, garantir a segurança dos súditos e realizar a guerra impunham que se desenvolvessem um conjunto de doutrinas para otimizar a administração econômica do Estado. Neste contexto, surgiu a pergunta: como se podem fazer crescer as riquezas de um Estado?

Examine as três respostas abaixo, encontradas no período moderno.

I - A riqueza não está no acúmulo de metais preciosos, mas no desenvolvimento de um grande e variado número de iniciativas individuais. O valor de uma mercadoria deriva basicamente da quantidade de trabalho que ela contém, assim, o trabalho é o que agrega valor às mercadorias e, logo, cria riqueza.

II - A riqueza do Estado depende de um forte intervencionismo estatal visando monopolizar as rotas comerciais mais importantes, regulamentar a produção e circulação de bens estratégicos e estabelecer tarifas protecionistas.

III - O setor estratégico é o primário, que deve ser deixado livre de qualquer vínculo do Estado, sendo apenas submetido à ação das forças do mercado. A natureza equilibra oferta e procura sozinha: uma carestia no norte de uma região pode corresponder a um excedente em outra região, assim, o melhor a fazer é adotar o princípio do Laissez faire, laissez passer.

As afirmações acima correspondem, respectivamente:

 

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528078 Ano: 2011
Disciplina: Educação Física
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Uma pessoa com 600 N de peso corporal sobe correndo um lance de escadas com 40 degraus, cada um com 25 cm de altura, durante 20 s. Segundo Hall (2009), qual será a potência mecânica gerada nessa situação?

 

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528064 Ano: 2011
Disciplina: Estatística
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Um estudo pretende avaliar se a temperatura mínima registrada na estação A está linearmente relacionada com a temperatura mínima registrada na estação B. Para isso pretende-se construir um modelo de regressão !$ \hat y = a +bx !$, onde a variável dependente (y) representa as temperaturas mínimas na estação A e a variável independente (x) as temperaturas mínimas na estação B. Os resultados são apresentados na tabela a seguir:

Fontes de

Variação

Graus de

Liberdade

(DF)

Soma dos

quadrados (SQ)

Quadrados

médios

(QM)

F
Regressão 1 SQReg = 1985,798 1985,798 168,57
Resíduo 29 SQRes = 341,622 11,780
Total 30 SQTot = 2327,419

A reta de regressão obtida foi: !$ T_A = 12, 46 + 0,597T_B !$ onde:

  • TA são as temperaturas mínimas em Fahrenheit (ºF) registradas na estação A; e
  • TB são as temperaturas mínimas em Fahrenheit (ºF) registradas na estação B.

Considerando os resultados da tabela ANOVA acima, é correto afirmar que:

 

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No exercício das funções de Controle Externo, NÃO compete ao TCU:

 

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