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528031 Ano: 2011
Disciplina: Educação Física
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Segundo Platonov (2008), a velocidade das reconstruções adaptativas no organismo dos desportistas, suas orientações e o nível atingido dependem do caráter, da grandeza e da orientação das cargas aplicadas. De acordo com o caráter, as cargas são divididas em:

 

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Coloque F (falso) ou V (verdadeiro) nas afirmativas abaixo, citadas por H.M. Deitel e P.J. Deitel (2001), em relação à Linguagem C++, e assinale a opção correta.

( ) Colocar um ponto-e-virgula depois da condição, em estruturas if de seleção única, leva a um erro de SINTAXE. Levará a um erro de LÓGICA caso seja em estruturas if de seleção dupla (se a parte if contiver um comando em seu corpo) .

( ) A palavra-chave while pode ser escrita tanto em maiúscula quanto em minúscula.

( ) Uma tentativa de dividir por zero causa um erro fatal.

( ) Usar o operador de incremento ou decremento em uma expressão que não seja um simples nome de variável, por exemplo, escrever ++(x+1), é uma boa prática de programação.

( ) Usar srand no lugar de rand para gerar números aleatórios é um erro de sintaxe, porque a função srand não retorna um valor.

 

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527094 Ano: 2011
Disciplina: Psicologia
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

"Tudo aquilo que ameace a vida provoca estresse e respostas adaptativas, das quais participa o organismo como um todo". Selye, no livro "Concepção Psicossomática: visão atual", chamou este processo de Síndrome de Adaptação, sendo distinguida em 3 fases sucessivas:

 

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527093 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Escrever

Começa com a gramática e acaba na cama

A estudante perguntou como era essa coisa de escrever. Eu fiz gênero fofo. Moleza, disse.

Primeiro, evite estes coloquialismos de "fofo" e "moleza", passe longe das gírias ainda não dicionarizadas e de todo mais que soe mais falado do que escrito. Isso aqui não é rádio FM. De vez em quando, para não acharem que você mora trancado com o Domingos Paschoal Cegalla ou outro gramático de chicote, aplique uma gíria como se fosse um piparote de leve no cangote do texto, mas, em geral, evite. Fuja dessas rimas bobinhas, desses motes sonoros. O leitor pode se achar diante de um rapper frustrado e dar cambalhotas. Mas, atenção, se soar muito escrito, reescreva.

Quando quiser aplicar um "mas", tome fôlego, ligue para o 0800 do Instituto Fernando Pessoa, peça autorização ao bispo de plantão e, por favor, volte atrás. É um cacoete facilitador. Dele deve ter vindo a expressão "cheio de mas-mas", ou seja, uma pessoa cheia de "não é bem assim", uma chata que usa o truque de afirmar e depois, como se fosse estilo, obtemperar.

Não tergiverse, não diga palavras complicadas, não escreva nas entrelinhas. Seja acima de tudo afirmativo, reto no assunto. Nada de passar páginas descrevendo o clima da estação, esse aborrecimento suportável apenas quando vemos as curvas da Garota do Tempo recortadas contra o chroma-key do "Jornal Nacional".

Abaixo o prólogo com a lente aberta, nada daquelas observações sensíveis sobre a paisagem e, a não ser que você seja Dashiell Hammett ou o Raymond Chandler, esqueça o queixo quadrado do bandido ou a descrição pormenorizada dos personagens. Corte o que for possível. Depois dê uma de Raymond Carver e, nem aí para os pruridos da vaidade, mande o resto para o editor acabar de cortar. Sempre cabe uma linha a menos no texto, é o efeito Rexona aplicado na axila gramatical.

Evite essas metáforas complicadas, passe por cima de expressões como "em geral", como está no primeiro parágrafo, pois elas têm a mesma função-paralelepípedo dos parênteses, dos travessões. Chute para fora da página tudo mais que faça as pessoas tropeçarem na leitura ou darem aquela ré em busca do verdadeiro sentido da frase que passou. Deixe tudo em pratos limpos, sem tamanho lugar-comum. Ouça a voz do flanelinha semântico gritando a chave para o bom texto. "Deixa solto, doutor."

É mais ou menos por aí, eu disse para a menina que me perguntou como é essa coisa de escrever.

Para sinalizar o trânsito das ideias, use apenas o ponto e a vírgula, nunca juntos. Faça com que o primeiro chegue logo, e a outra apareça o mínimo possível. Vista Hemingway, só frases curtas. Ouça João Cabral, nada de perfumar a rosa com adjetivos. Mergulhe Rubem Braga, palavras, de preferência com até três sílabas. "Pormenorizada", vista acima, é palavrão absoluto. Dispense, sem pormenores.

O texto deve correr sem obstáculos, interjeições, dois pontos, reticências e sinais que só confundem o passageiro que quer chegar logo ao ponto final. Cuidado com o "que quer" da frase anterior, pois da plateia um gaiato pode ecoar um "quequerequé" e estará coberto de razão quando lhe aparecer um clichê desses pela frente.

Você já se livrou do "mas", agora vai cuidar do "que" e em breve ficará livre da tentação de sofisticar o texto com uma expressão estrangeira. É out. Escreva em português. Aproveite e diga ao diagramador para colocar o título da matéria na horizontal e não de cabeça para baixo, como está na moda, como se estivesse num jornal japonês.

Pode-se escrever baixinho, como faz o Veríssimo, que ouviu muito Mario Reis para chegar àquela perfeição de texto de câmara. Outra opção é desabafar pelos cinco mil alto-falantes o que lhe vai na pena da alma, como faz o Xico Sá, que aprendeu a escrever com o Waldick Soriano. Escreva com a sonoridade que lhe aprouver, nunca com cacófatos assim ou verbos que façam o leitor perguntar para o vizinho do lado que maluquice é essa de "aprouver". Fuja da voz passiva, da forma negativa, do gerundismo e principalmente da voz dos

outros. Se falo fino, se falo grosso, ninguém tem nada com isso. O orgulho do próprio "falo", e fazê-lo firme e com charme, é uma das chaves do ofício.

De vez em quando, abra um parágrafo para o leitor respirar. Alguns deles têm mania de pegar o bonde no meio do caminho e, com mais parágrafos abertos, mais possibilidades de ele embarcar na viagem que o texto oferece. Escrever é dar carona.

Eu disse isso e outro tanto do mesmo para a menina. Jamais afirmei, jamais expliquei, jamais contei ou usei qualquer outro verbo de carregação da frase que não fosse o dizer. Evitei também qualquer advérbio em seguida, como "enfaticamente", "seriamente" ou "bem-humoradamente". Antes do ponto final, eu disse para a menina que tantas regras, e outras tantas a serem ditas num próximo encontro, serviam apenas de lençol. Elas forram o texto, deixam tudo limpo e dão conforto. Escrever é desarrumar a cama.

(SANTOS, Joaquim Ferreira dos. O Globo, Segundo Caderno, 10

jan., 2011. p. 10)

"O texto deve correr sem obstáculos, interjeições, dois pontos, reticências e sinais que só confundem o passageiro que quer chegar logo ao ponto final." (9º §). Em que opção a classificação apresentada está correta?

 

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526731 Ano: 2011
Disciplina: História
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Nos anos de 1580 a 1640, ocorreu a União das Coroas Ibéricas, em que Portugal viveu sob a tutela da Espanha, só recuperando sua autonomia pela revolução restauradora que permitiu a subida ao trono da dinastia de Bragança. Qual das opções abaixo representa o quadro da situação em que Portugal se encontrava no momento da restauração?

 

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526394 Ano: 2011
Disciplina: Estatística
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Assinale a opção que apresenta o tamanho de amostra necessário para produzir um intervalo de 95% de confiança, para a verdadeira média das notas de alunos de um centro de instrução, com erro médio de 2,0 pontos em qualquer dos sentidos, considerando o desvio-padrão da população igual a 21,2 e arredondando a resposta para o próximo inteiro superior.

 

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De acordo com a Lei Federal nº 8.069, de 13 de julho de 1990, Estatuto da Criança e do Adolescente, é INCORRETO considerar como um direito fundamental da criança e do adolescente o direito à

 

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522236 Ano: 2011
Disciplina: Educação Física
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Segundo Hall (2009), como se denomina a relação entre o braço de força e o braço de resistência para uma determinada alavanca?

 

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518108 Ano: 2011
Disciplina: Educação Física
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

Segundo Monteiro & Lopes (2009), assinale a opção que NÃO apresenta uma das vantagens do modelo em Bloco (modelo contemporâneo de periodização desportiva).

 

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517623 Ano: 2011
Disciplina: Serviço Social
Banca: Marinha
Orgão: Marinha

De acordo com o livro Avaliação de Projetos Sociais (2004), os três objetivos de um diagnóstico elaborado para a avaliação (e formulação) de um projeto social são:

 

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