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No artigo “Percepção de cuidadores de pré-escolares com TEA sobre seu
comportamento e desempenho ocupacional durante a pandemia da Covid-19” (Silva et al., 2024),
foram utilizados três instrumentos de avaliação clínica: Sistema de Classificação de Funcionalidade no
Autismo: Comunicação Social (ACSF:SC); Inventário de Avaliação Pediátrica de Incapacidade – Teste
Adaptativo de Computador (PEDI-CAT); e Perfil Sensorial 2 (SP-2). O Sistema de Classificação de
Funcionalidade no Autismo: Comunicação Social (ACSF:SC) foi aplicado para classificar a comunicação
social de pré-escolares com TEA em cinco níveis. Com base no referido artigo, relacione a Coluna 1 à
Coluna 2, associando cada nível à característica que o representa.
Coluna 1
1. Nível I. 2. Nível II. 3. Nível III. 4. Nível IV. 5. Nível V.
Coluna 2
( ) A comunicação é compreendida apenas pelos principais cuidadores.
( ) Inicia e responde com objetivos sociais, expressa interesses, mas tem dificuldades para mudar de assunto.
( ) Inicia e sustenta a interação, expande além de seus interesses, mas tem dificuldade para mudar de assunto.
( ) Tenta responder às pessoas que conhece, mas pode não responder a desconhecidos.
( ) Responde a perguntas simples, mas não sustenta a comunicação.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Coluna 1
1. Nível I. 2. Nível II. 3. Nível III. 4. Nível IV. 5. Nível V.
Coluna 2
( ) A comunicação é compreendida apenas pelos principais cuidadores.
( ) Inicia e responde com objetivos sociais, expressa interesses, mas tem dificuldades para mudar de assunto.
( ) Inicia e sustenta a interação, expande além de seus interesses, mas tem dificuldade para mudar de assunto.
( ) Tenta responder às pessoas que conhece, mas pode não responder a desconhecidos.
( ) Responde a perguntas simples, mas não sustenta a comunicação.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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O Gross Motor Function Classification System (GMFCS), que pode ser traduzido como
“sistema de classificação da função motora grossa”, é um sistema padronizado para diferenciar
_______________ com diagnóstico de _______________ por níveis de mobilidade funcional, em
resposta às necessidades de uma classificação para discriminar a severidade da disfunção do
____________ (Ministério da Saúde, 2013).
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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“A desordem motora na paralisia cerebral pode, frequentemente, vir acompanhada
por distúrbios sensoriais, perceptivos, cognitivos, de comunicação e comportamental; epilepsia e
problemas musculoesqueléticos secundários” (Rosenbaum et al., 2007 apud Ministério da Saúde,
2013). Dessa forma, é correto afirmar que:
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De acordo com as Diretrizes de Atenção à Pessoa com Paralisia Cerebral, “a paralisia
cerebral descreve um grupo de desordens permanentes do desenvolvimento do movimento e postura
atribuído a um distúrbio não progressivo que ocorre durante o desenvolvimento do cérebro fetal ou
infantil, podendo contribuir para limitações no perfil de funcionalidade da pessoa. As pessoas com
paralisia cerebral podem ser classificadas, de acordo com a característica clínica mais dominante, em
espástico, discinético e atáxico” (Ministério da Saúde, 2013). Sobre o tema, analise as assertivas
abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A paralisia cerebral espástica é caracterizada pela presença de tônus elevado.
( ) A espasticidade é predominante quando a paralisia cerebral é consequente do nascimento a termo, enquanto as formas discinética e atáxica são frequentes nas crianças nascidas pré-termo.
( ) A paralisia cerebral discinética caracteriza-se por movimentos atípicos mais evidentes quando o paciente inicia um movimento voluntário, produzindo movimentos e posturas atípicos.
( ) A paralisia cerebral atáxica caracteriza-se por um distúrbio da coordenação dos movimentos em razão da dissinergia e usualmente apresenta uma marcha com aumento da base de sustentação e tremor intencional.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) A paralisia cerebral espástica é caracterizada pela presença de tônus elevado.
( ) A espasticidade é predominante quando a paralisia cerebral é consequente do nascimento a termo, enquanto as formas discinética e atáxica são frequentes nas crianças nascidas pré-termo.
( ) A paralisia cerebral discinética caracteriza-se por movimentos atípicos mais evidentes quando o paciente inicia um movimento voluntário, produzindo movimentos e posturas atípicos.
( ) A paralisia cerebral atáxica caracteriza-se por um distúrbio da coordenação dos movimentos em razão da dissinergia e usualmente apresenta uma marcha com aumento da base de sustentação e tremor intencional.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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A tabela de órteses, próteses e materiais especiais do SUS disponibiliza um grande
repertório de cadeiras de rodas, que reúnem atributos para atender a todas as necessidades de quem
precisa desse tipo de equipamento. A prescrição precisa ser realizada por uma equipe multiprofissional
habilitada e com conhecimentos aprofundados sobre a patologia, a anatomia e a fisiologia do paciente
e sobre os modelos disponíveis e suas características (Ministério da Saúde, 2019). Nesse sentido,
relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os principais modelos de cadeiras de rodas previstos na
referida tabela às suas respectivas características.
Coluna 1
1. Cadeira de rodas com estruturas em X. 2. Cadeira de rodas com estrutura em monobloco. 3. Cadeira de rodas tipo carrinho. 4. Cadeira de rodas motorizada.
Coluna 2
( ) Sua estrutura tem um sistema de fechamento que facilita seu armazenamento e transporte em porta-malas. Normalmente tem apoios de pés rebatíveis, o que em alguns casos facilita a transferência. Esse tipo de estrutura deixa a cadeira mais pesada, o que dificulta a propulsão para pacientes com pouca força muscular em membros superiores; portanto, é indicada para idosos que a utilizam para longas distâncias, pacientes com tetraplegias que não têm bom controle de tronco e pacientes cuja propulsão é feita por cuidadores.
( ) Sua estrutura em bloco tem rodas com aro menor e assento e encosto encaixados na estrutura. Possui sistema de reclíneo “Tilt”. Algumas têm também o sistema de reclíneo de encosto, independente do assento da poltrona. É indicada para crianças e adolescentes que necessitam de maior suporte corporal, não têm controle de tronco e de cabeça e necessitam de rápida mudança de posição em algumas atividades ou episódios epilépticos. Não é indicada para crianças com prognóstico de independência na propulsão da cadeira.
( ) Sua estrutura é mais pesada, com sistema de propulsão motorizada e controle através de joystick. É indicada para pacientes sem prognóstico funcional para propulsão manual, que apresentem ausência de controle de tronco, diminuição da força muscular ou fatigabilidade anormal de membros superiores que impossibilite a tração manual. Também é indicada para pacientes sem membros superiores ou rigidez articular que impeça a realização ativa de propulsão.
( ) Sua estrutura em bloco permite somente o abaixamento do encosto no assento, porém é uma cadeira mais resistente. É mais leve de ser propulsionada, tem apoios de pés em plataforma, o que não permite a retirada. É indicada para pessoas com perda de autonomia e/ou alteração grave na marcha, que mantenham controle de tronco e habilidade e força capazes de impulsioná-la de forma independente por ser mais leve, portátil e com mecânica mais favorável à propulsão e manobras, permite maior independência do usuário na transferência e transporte, menor gasto energético para conduzi-la e prevenção de lesões por sobrecarga nos membros superiores.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Coluna 1
1. Cadeira de rodas com estruturas em X. 2. Cadeira de rodas com estrutura em monobloco. 3. Cadeira de rodas tipo carrinho. 4. Cadeira de rodas motorizada.
Coluna 2
( ) Sua estrutura tem um sistema de fechamento que facilita seu armazenamento e transporte em porta-malas. Normalmente tem apoios de pés rebatíveis, o que em alguns casos facilita a transferência. Esse tipo de estrutura deixa a cadeira mais pesada, o que dificulta a propulsão para pacientes com pouca força muscular em membros superiores; portanto, é indicada para idosos que a utilizam para longas distâncias, pacientes com tetraplegias que não têm bom controle de tronco e pacientes cuja propulsão é feita por cuidadores.
( ) Sua estrutura em bloco tem rodas com aro menor e assento e encosto encaixados na estrutura. Possui sistema de reclíneo “Tilt”. Algumas têm também o sistema de reclíneo de encosto, independente do assento da poltrona. É indicada para crianças e adolescentes que necessitam de maior suporte corporal, não têm controle de tronco e de cabeça e necessitam de rápida mudança de posição em algumas atividades ou episódios epilépticos. Não é indicada para crianças com prognóstico de independência na propulsão da cadeira.
( ) Sua estrutura é mais pesada, com sistema de propulsão motorizada e controle através de joystick. É indicada para pacientes sem prognóstico funcional para propulsão manual, que apresentem ausência de controle de tronco, diminuição da força muscular ou fatigabilidade anormal de membros superiores que impossibilite a tração manual. Também é indicada para pacientes sem membros superiores ou rigidez articular que impeça a realização ativa de propulsão.
( ) Sua estrutura em bloco permite somente o abaixamento do encosto no assento, porém é uma cadeira mais resistente. É mais leve de ser propulsionada, tem apoios de pés em plataforma, o que não permite a retirada. É indicada para pessoas com perda de autonomia e/ou alteração grave na marcha, que mantenham controle de tronco e habilidade e força capazes de impulsioná-la de forma independente por ser mais leve, portátil e com mecânica mais favorável à propulsão e manobras, permite maior independência do usuário na transferência e transporte, menor gasto energético para conduzi-la e prevenção de lesões por sobrecarga nos membros superiores.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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O objetivo da pesquisa realizada por Rodrigues e Mieto (2022) foi desenvolver um
modelo teórico representativo da experiência dos terapeutas ocupacionais atuantes nos Centros de
Atenção Psicossocial Infantojuvenis (CAPSij) que identificam os significados atribuídos ao brincar em
sua prática profissional. Diante dos dados obtidos, foi possível identificar dois fenômenos que
compõem a experiência: “Tendo um saber da Terapia Ocupacional sobre o brincar” e “Identificando
forças contrárias à sustentação do brincar”. O primeiro fenômeno é composto pelas categorias
descritas a seguir:
I. Compreendendo a criança através do seu brincar.
II. Identificando a importância do brincar no cotidiano da prática.
III. Constatando a desqualificação do brincar pela família.
IV. Articulando ações para que o brincar aconteça na prática clínica.
Quais estão corretas?
I. Compreendendo a criança através do seu brincar.
II. Identificando a importância do brincar no cotidiano da prática.
III. Constatando a desqualificação do brincar pela família.
IV. Articulando ações para que o brincar aconteça na prática clínica.
Quais estão corretas?
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Entre as classificações disponíveis para descrever as características das órteses de
membros superiores, destacam-se as que agrupam os equipamentos por tipo, finalidade e modelo.
No que se refere à órtese dinâmica, “seu objetivo principal é o de promover forças constantes durante
longos períodos de tempo. Para tanto, como todo sistema de forças, esse tipo de equipamento está
sujeito aos princípios da mecânica, sendo os quatro fundamentais: somatório de forças,
transmissibilidade de forças, equilíbrio e ação e reação” (Ministério da Saúde, 2019). Sobre a
transmissibilidade de forças, assinale a alternativa correta.
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O Comprometimento da Memória Associado à Idade (CMAI) refere-se a sintomas
leves de declínio cognitivo, que ocorrem como parte do processo de envelhecimento (Levy, 2017 apud
Katz, 2017). Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta um exemplo de CMAI.
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Segundo Katz (2017), as intervenções da Terapia Ocupacional vislumbram melhorar
a participação de pessoas com incapacidades cognitivas. Esses modelos podem ser classificados em
abordagens cognitivas compensatórias e ambientais funcionais. Sobre esses modelos de intervenção
em Terapia Ocupacional, é INCORRETO afirmar que:
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A especialidade de Terapia Ocupacional em “contextos hospitalares” foi reconhecida
e disciplinada pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) por meio da
Resolução nº 429/2013, que define três áreas de atuação e competências: atenção intra-hospitalar,
atenção extra-hospitalar oferecida pelo hospital e atenção em cuidados paliativos (De Carlo; Kudo,
2018). Sobre a atenção extra-hospitalar oferecida pelo hospital, é correto afirmar que:
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