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A educação, quando apreendida no plano das determinações e relações sociais, e, portanto, ela mesma constituída e constituinte destas relações, apresenta-se, historicamente, como um campo de disputa hegemônica. Essa disputa dá-se na perspectiva de articular as concepções, a organização dos processos e dos conteúdos educativos na escola e, mais amplamente, nas diferentes esferas da vida social, aos interesses de classe. Gaudêncio Frigotto. Educação e crise do capitalismo real.

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Do ponto de vista da classe trabalhadora, é necessário subordinar a função social da educação aos interesses da economia, para responder às demandas do capital.
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A educação, quando apreendida no plano das determinações e relações sociais, e, portanto, ela mesma constituída e constituinte destas relações, apresenta-se, historicamente, como um campo de disputa hegemônica. Essa disputa dá-se na perspectiva de articular as concepções, a organização dos processos e dos conteúdos educativos na escola e, mais amplamente, nas diferentes esferas da vida social, aos interesses de classe. Gaudêncio Frigotto. Educação e crise do capitalismo real.

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O complexo sistema educacional da sociedade é responsável tanto pela reprodução, em uma escala ampliada, das múltiplas habilidades produtivas, como pela produção e reprodução da estrutura de valores, dentro da qual os indivíduos definem seus próprios objetivos e fins específicos.
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A escola da interação simbólica reporta-se, em origem, aos clássicos das ciências sociais do fim do século XIX, embora o termo interacionismo simbólico tenha sido cunhado por Herbert Blumer em 1937. G. Mead, o fundador do movimento, não publicou uma obra completa sobre sua teoria. Seu sistema de psicologia social, entretanto, é apresentado de forma completa em Mind, Self and Society, em que o autor explora não somente a complexa relação entre a sociedade e o indivíduo, como expõe a gênese do self e o desenvolvimento dos símbolos significantes.

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Segundo o interacionismo simbólico, todas as pessoas têm tendência a se conformar às regras da vida cotidiana. Interiorizadas, essas regras passam a constituir-se em reguladores interiores das ações.
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A escola da interação simbólica reporta-se, em origem, aos clássicos das ciências sociais do fim do século XIX, embora o termo interacionismo simbólico tenha sido cunhado por Herbert Blumer em 1937. G. Mead, o fundador do movimento, não publicou uma obra completa sobre sua teoria. Seu sistema de psicologia social, entretanto, é apresentado de forma completa em Mind, Self and Society, em que o autor explora não somente a complexa relação entre a sociedade e o indivíduo, como expõe a gênese do self e o desenvolvimento dos símbolos significantes.

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Da perspectiva do interacionismo, as instituições representam uma rede que funciona porque pessoas, em momentos diferentes, fazem alguma coisa, como resultado da forma como definem situações nas quais atuam.
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A escola da interação simbólica reporta-se, em origem, aos clássicos das ciências sociais do fim do século XIX, embora o termo interacionismo simbólico tenha sido cunhado por Herbert Blumer em 1937. G. Mead, o fundador do movimento, não publicou uma obra completa sobre sua teoria. Seu sistema de psicologia social, entretanto, é apresentado de forma completa em Mind, Self and Society, em que o autor explora não somente a complexa relação entre a sociedade e o indivíduo, como expõe a gênese do self e o desenvolvimento dos símbolos significantes.

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O interacionismo simbólico considera que as ações dos indivíduos resultam de regras interiorizadas durante o processo de socialização.
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A escola da interação simbólica reporta-se, em origem, aos clássicos das ciências sociais do fim do século XIX, embora o termo interacionismo simbólico tenha sido cunhado por Herbert Blumer em 1937. G. Mead, o fundador do movimento, não publicou uma obra completa sobre sua teoria. Seu sistema de psicologia social, entretanto, é apresentado de forma completa em Mind, Self and Society, em que o autor explora não somente a complexa relação entre a sociedade e o indivíduo, como expõe a gênese do self e o desenvolvimento dos símbolos significantes.

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Da perspectiva do interacionismo simbólico, na interação social, a interpretação é um processo formativo, e não uma aplicação sistemática de sentidos estabelecidos.
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A escola da interação simbólica reporta-se, em origem, aos clássicos das ciências sociais do fim do século XIX, embora o termo interacionismo simbólico tenha sido cunhado por Herbert Blumer em 1937. G. Mead, o fundador do movimento, não publicou uma obra completa sobre sua teoria. Seu sistema de psicologia social, entretanto, é apresentado de forma completa em Mind, Self and Society, em que o autor explora não somente a complexa relação entre a sociedade e o indivíduo, como expõe a gênese do self e o desenvolvimento dos símbolos significantes.

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De acordo com G. Mead, o comportamento humano constitui uma resposta direta às atividades dos outros.
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A estrutura social e o Estado nascem continuamente do processo vital de indivíduos determinados, mas não são idênticos às representações que estes indivíduos, ou outros, deles se façam; antes, são idênticos à sua existência real, pela qual agem, produzem materialmente, pela qual são ativos em limites, pressuposições e condições materiais determinados, independentemente de seu livre arbítrio. As representações que se fazem esses indivíduos são relativas, seja à sua conexão com a natureza, seja às suas vinculações mútuas, ou à sua própria constituição. É evidente que, nesses casos todos, as representações são expressão consciente — real ou ilusória — de suas ligações reais e a confirmação de sua produção, de seu comércio, de sua atitude social e política. A suposição contrária somente é possível se considerarmos, além do espírito dos indivíduos reais e materialmente condicionados, ainda, outro espírito especial. Se a expressão consciente das condições reais desses indivíduos é ilusória, se a realidade comparece em suas representações de maneira invertida, isso é uma conseqüência de suas atividades limitadas e da situação social limitada que daí decorre. Karl Marx. A ideologia em geral.

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Segundo a visão crítica de Karl Marx, para os idealistas, a história é uma ação imaginária de indivíduos imaginários.
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A estrutura social e o Estado nascem continuamente do processo vital de indivíduos determinados, mas não são idênticos às representações que estes indivíduos, ou outros, deles se façam; antes, são idênticos à sua existência real, pela qual agem, produzem materialmente, pela qual são ativos em limites, pressuposições e condições materiais determinados, independentemente de seu livre arbítrio. As representações que se fazem esses indivíduos são relativas, seja à sua conexão com a natureza, seja às suas vinculações mútuas, ou à sua própria constituição. É evidente que, nesses casos todos, as representações são expressão consciente — real ou ilusória — de suas ligações reais e a confirmação de sua produção, de seu comércio, de sua atitude social e política. A suposição contrária somente é possível se considerarmos, além do espírito dos indivíduos reais e materialmente condicionados, ainda, outro espírito especial. Se a expressão consciente das condições reais desses indivíduos é ilusória, se a realidade comparece em suas representações de maneira invertida, isso é uma conseqüência de suas atividades limitadas e da situação social limitada que daí decorre. Karl Marx. A ideologia em geral.

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Na sociedade, a moral, a religião, a metafísica e qualquer outra ideologia, e as formas de consciência correspondentes a elas, se desenvolvem de forma autônoma.
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A estrutura social e o Estado nascem continuamente do processo vital de indivíduos determinados, mas não são idênticos às representações que estes indivíduos, ou outros, deles se façam; antes, são idênticos à sua existência real, pela qual agem, produzem materialmente, pela qual são ativos em limites, pressuposições e condições materiais determinados, independentemente de seu livre arbítrio. As representações que se fazem esses indivíduos são relativas, seja à sua conexão com a natureza, seja às suas vinculações mútuas, ou à sua própria constituição. É evidente que, nesses casos todos, as representações são expressão consciente — real ou ilusória — de suas ligações reais e a confirmação de sua produção, de seu comércio, de sua atitude social e política. A suposição contrária somente é possível se considerarmos, além do espírito dos indivíduos reais e materialmente condicionados, ainda, outro espírito especial. Se a expressão consciente das condições reais desses indivíduos é ilusória, se a realidade comparece em suas representações de maneira invertida, isso é uma conseqüência de suas atividades limitadas e da situação social limitada que daí decorre. Karl Marx. A ideologia em geral.

Tendo o texto de Karl Marx acima como referência inicial, julgue os itens a seguir.
Do ponto de vista de Marx, a produção de idéias e representações da consciência está, em primeira linha, intimamente ligada à atividade intelectual dos homens.
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