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A primavera chegou, e, enquanto a chuva não se faz presente, nos dois sentidos, muitas brasas andam causando prejuízos em várias zonas de reservas ambientais do país — Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná, só para citar algumas — em cujas matas secas há focos de incêndio. É o lado prejudicial do fogo, que normalmente é percebido como símbolo de vida, de luz, de energia. Devastação e solidariedade, destruição e calor humano, tudo isso faz lembrar uma história envolvendo fogo e brasa que há algum tempo circulou pela Internet.
Chama-se A Brasa Isolada. Conta que o membro de um determinado grupo social, ao qual prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso, deixou de participar das reuniões. Após algumas semanas, o líder do grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante de um brilhante fogo.
Supondo a razão para a visita, o homem deu-lhe boas-vindas, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto esperando. O líder se fez confortável, mas não disse nada. No silêncio sério, contemplou a dança das chamas em torno da lenha ardente.
Após alguns minutos, o líder examinou as brasas, cuidadosamente apanhou uma brasa ardente e deixou-a de lado. Então voltou a sentar-se e permaneceu silencioso e imóvel. O anfitrião prestou atenção a tudo, fascinado e quieto. Então a chama da solitária brasa diminuiu, houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou de vez. Logo estava frio e morto.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o cumprimento inicial. O líder, antes de se preparar para sair, recolheu a brasa fria e inoperante e colocou-a de volta no meio do fogo. Imediatamente começou a incandescer uma vez mais com a luz e o calor dos carvões ardentes em torno dela.
Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse: “Obrigado tanto por sua visita quanto pelo sermão. Eu estou voltando ao convívio do grupo”.
Internet: <http://users.iron.com.br/>. (com adaptações).
Com base nas idéias e na estrutura do texto ao lado, julgue o item a seguir.
Por ser um texto eminentemente dissertativo, pode-se associar a ele o dito popular: Um silêncio vale mais que mil palavras.
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A primavera chegou, e, enquanto a chuva não se faz presente, nos dois sentidos, muitas brasas andam causando prejuízos em várias zonas de reservas ambientais do país — Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná, só para citar algumas — em cujas matas secas há focos de incêndio. É o lado prejudicial do fogo, que normalmente é percebido como símbolo de vida, de luz, de energia. Devastação e solidariedade, destruição e calor humano, tudo isso faz lembrar uma história envolvendo fogo e brasa que há algum tempo circulou pela Internet.
Chama-se A Brasa Isolada. Conta que o membro de um determinado grupo social, ao qual prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso, deixou de participar das reuniões. Após algumas semanas, o líder do grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante de um brilhante fogo.
Supondo a razão para a visita, o homem deu-lhe boas-vindas, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto esperando. O líder se fez confortável, mas não disse nada. No silêncio sério, contemplou a dança das chamas em torno da lenha ardente.
Após alguns minutos, o líder examinou as brasas, cuidadosamente apanhou uma brasa ardente e deixou-a de lado. Então voltou a sentar-se e permaneceu silencioso e imóvel. O anfitrião prestou atenção a tudo, fascinado e quieto. Então a chama da solitária brasa diminuiu, houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou de vez. Logo estava frio e morto.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o cumprimento inicial. O líder, antes de se preparar para sair, recolheu a brasa fria e inoperante e colocou-a de volta no meio do fogo. Imediatamente começou a incandescer uma vez mais com a luz e o calor dos carvões ardentes em torno dela.
Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse: “Obrigado tanto por sua visita quanto pelo sermão. Eu estou voltando ao convívio do grupo”.
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Com base nas idéias e na estrutura do texto ao lado, julgue o item a seguir.
Depreende-se do texto que um indivíduo separado do grupo social, tal qual a brasa sem o fogo, tende a tornar-se mudo, marginalizado, prejudicial e inóspito.
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A primavera chegou, e, enquanto a chuva não se faz presente, nos dois sentidos, muitas brasas andam causando prejuízos em várias zonas de reservas ambientais do país — Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná, só para citar algumas — em cujas matas secas há focos de incêndio. É o lado prejudicial do fogo, que normalmente é percebido como símbolo de vida, de luz, de energia. Devastação e solidariedade, destruição e calor humano, tudo isso faz lembrar uma história envolvendo fogo e brasa que há algum tempo circulou pela Internet.
Chama-se A Brasa Isolada. Conta que o membro de um determinado grupo social, ao qual prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso, deixou de participar das reuniões. Após algumas semanas, o líder do grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante de um brilhante fogo.
Supondo a razão para a visita, o homem deu-lhe boas-vindas, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto esperando. O líder se fez confortável, mas não disse nada. No silêncio sério, contemplou a dança das chamas em torno da lenha ardente.
Após alguns minutos, o líder examinou as brasas, cuidadosamente apanhou uma brasa ardente e deixou-a de lado. Então voltou a sentar-se e permaneceu silencioso e imóvel. O anfitrião prestou atenção a tudo, fascinado e quieto. Então a chama da solitária brasa diminuiu, houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou de vez. Logo estava frio e morto.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o cumprimento inicial. O líder, antes de se preparar para sair, recolheu a brasa fria e inoperante e colocou-a de volta no meio do fogo. Imediatamente começou a incandescer uma vez mais com a luz e o calor dos carvões ardentes em torno dela.
Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse: “Obrigado tanto por sua visita quanto pelo sermão. Eu estou voltando ao convívio do grupo”.
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Com base nas idéias e na estrutura do texto ao lado, julgue o item a seguir.
Há, na descrição do ambiente e na narração da cena, aproximação de opostos: frieza e calor, solidão e companheirismo, vida e morte.
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A primavera chegou, e, enquanto a chuva não se faz presente, nos dois sentidos, muitas brasas andam causando prejuízos em várias zonas de reservas ambientais do país — Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná, só para citar algumas — em cujas matas secas há focos de incêndio. É o lado prejudicial do fogo, que normalmente é percebido como símbolo de vida, de luz, de energia. Devastação e solidariedade, destruição e calor humano, tudo isso faz lembrar uma história envolvendo fogo e brasa que há algum tempo circulou pela Internet.
Chama-se A Brasa Isolada. Conta que o membro de um determinado grupo social, ao qual prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso, deixou de participar das reuniões. Após algumas semanas, o líder do grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante de um brilhante fogo.
Supondo a razão para a visita, o homem deu-lhe boas-vindas, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto esperando. O líder se fez confortável, mas não disse nada. No silêncio sério, contemplou a dança das chamas em torno da lenha ardente.
Após alguns minutos, o líder examinou as brasas, cuidadosamente apanhou uma brasa ardente e deixou-a de lado. Então voltou a sentar-se e permaneceu silencioso e imóvel. O anfitrião prestou atenção a tudo, fascinado e quieto. Então a chama da solitária brasa diminuiu, houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou de vez. Logo estava frio e morto.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o cumprimento inicial. O líder, antes de se preparar para sair, recolheu a brasa fria e inoperante e colocou-a de volta no meio do fogo. Imediatamente começou a incandescer uma vez mais com a luz e o calor dos carvões ardentes em torno dela.
Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse: “Obrigado tanto por sua visita quanto pelo sermão. Eu estou voltando ao convívio do grupo”.
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Com base nas idéias e na estrutura do texto ao lado, julgue o item a seguir.
A falta de entendimento ou de um interesse comum entre os dois protagonistas impediu que a comunicação entre eles se estabelecesse, o que é destacado pela ironia da última fala.
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A primavera chegou, e, enquanto a chuva não se faz presente, nos dois sentidos, muitas brasas andam causando prejuízos em várias zonas de reservas ambientais do país — Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná, só para citar algumas — em cujas matas secas há focos de incêndio. É o lado prejudicial do fogo, que normalmente é percebido como símbolo de vida, de luz, de energia. Devastação e solidariedade, destruição e calor humano, tudo isso faz lembrar uma história envolvendo fogo e brasa que há algum tempo circulou pela Internet.
Chama-se A Brasa Isolada. Conta que o membro de um determinado grupo social, ao qual prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso, deixou de participar das reuniões. Após algumas semanas, o líder do grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante de um brilhante fogo.
Supondo a razão para a visita, o homem deu-lhe boas-vindas, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto esperando. O líder se fez confortável, mas não disse nada. No silêncio sério, contemplou a dança das chamas em torno da lenha ardente.
Após alguns minutos, o líder examinou as brasas, cuidadosamente apanhou uma brasa ardente e deixou-a de lado. Então voltou a sentar-se e permaneceu silencioso e imóvel. O anfitrião prestou atenção a tudo, fascinado e quieto. Então a chama da solitária brasa diminuiu, houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou de vez. Logo estava frio e morto.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o cumprimento inicial. O líder, antes de se preparar para sair, recolheu a brasa fria e inoperante e colocou-a de volta no meio do fogo. Imediatamente começou a incandescer uma vez mais com a luz e o calor dos carvões ardentes em torno dela.
Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse: “Obrigado tanto por sua visita quanto pelo sermão. Eu estou voltando ao convívio do grupo”.
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Com base nas idéias e na estrutura do texto ao lado, julgue o item a seguir.
A personagem que recebeu o colega em sua casa, porque anteviu a razão da visita, respeitou a atitude do visitante e evidenciou, verbalmente, a compreensão da lição ensinada.
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Chama-se A Brasa Isolada. Conta que o membro de um determinado grupo social, ao qual prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso, deixou de participar das reuniões. Após algumas semanas, o líder do grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante de um brilhante fogo.
Supondo a razão para a visita, o homem deu-lhe boas-vindas, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto esperando. O líder se fez confortável, mas não disse nada. No silêncio sério, contemplou a dança das chamas em torno da lenha ardente.
Após alguns minutos, o líder examinou as brasas, cuidadosamente apanhou uma brasa ardente e deixou-a de lado. Então voltou a sentar-se e permaneceu silencioso e imóvel. O anfitrião prestou atenção a tudo, fascinado e quieto. Então a chama da solitária brasa diminuiu, houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou de vez. Logo estava frio e morto.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o cumprimento inicial. O líder, antes de se preparar para sair, recolheu a brasa fria e inoperante e colocou-a de volta no meio do fogo. Imediatamente começou a incandescer uma vez mais com a luz e o calor dos carvões ardentes em torno dela.
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“A Brasa Isolada” é o título da história que narra o encontro de duas personagens atuantes em uma mesma comunidade, embora exercendo funções distintas.
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Chama-se A Brasa Isolada. Conta que o membro de um determinado grupo social, ao qual prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso, deixou de participar das reuniões. Após algumas semanas, o líder do grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante de um brilhante fogo.
Supondo a razão para a visita, o homem deu-lhe boas-vindas, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto esperando. O líder se fez confortável, mas não disse nada. No silêncio sério, contemplou a dança das chamas em torno da lenha ardente.
Após alguns minutos, o líder examinou as brasas, cuidadosamente apanhou uma brasa ardente e deixou-a de lado. Então voltou a sentar-se e permaneceu silencioso e imóvel. O anfitrião prestou atenção a tudo, fascinado e quieto. Então a chama da solitária brasa diminuiu, houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou de vez. Logo estava frio e morto.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o cumprimento inicial. O líder, antes de se preparar para sair, recolheu a brasa fria e inoperante e colocou-a de volta no meio do fogo. Imediatamente começou a incandescer uma vez mais com a luz e o calor dos carvões ardentes em torno dela.
Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse: “Obrigado tanto por sua visita quanto pelo sermão. Eu estou voltando ao convívio do grupo”.
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Deduz-se, do trecho “Devastação (...) Internet”, que as redes de televisão, assim como a Internet, veiculam informações que destacam principalmente os malefícios provocados pelo fogo, em campanhas voltadas à preservação do ambiente natural.
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Chama-se A Brasa Isolada. Conta que o membro de um determinado grupo social, ao qual prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso, deixou de participar das reuniões. Após algumas semanas, o líder do grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante de um brilhante fogo.
Supondo a razão para a visita, o homem deu-lhe boas-vindas, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto esperando. O líder se fez confortável, mas não disse nada. No silêncio sério, contemplou a dança das chamas em torno da lenha ardente.
Após alguns minutos, o líder examinou as brasas, cuidadosamente apanhou uma brasa ardente e deixou-a de lado. Então voltou a sentar-se e permaneceu silencioso e imóvel. O anfitrião prestou atenção a tudo, fascinado e quieto. Então a chama da solitária brasa diminuiu, houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou de vez. Logo estava frio e morto.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o cumprimento inicial. O líder, antes de se preparar para sair, recolheu a brasa fria e inoperante e colocou-a de volta no meio do fogo. Imediatamente começou a incandescer uma vez mais com a luz e o calor dos carvões ardentes em torno dela.
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De acordo com o trecho “em várias (...) incêndio”, nos estados de Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso e Paraná, entre outros, existem zonas de matas que deveriam estar preservadas e que estão sendo destruídas pela ação danosa do fogo.
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Chama-se A Brasa Isolada. Conta que o membro de um determinado grupo social, ao qual prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso, deixou de participar das reuniões. Após algumas semanas, o líder do grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante de um brilhante fogo.
Supondo a razão para a visita, o homem deu-lhe boas-vindas, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto esperando. O líder se fez confortável, mas não disse nada. No silêncio sério, contemplou a dança das chamas em torno da lenha ardente.
Após alguns minutos, o líder examinou as brasas, cuidadosamente apanhou uma brasa ardente e deixou-a de lado. Então voltou a sentar-se e permaneceu silencioso e imóvel. O anfitrião prestou atenção a tudo, fascinado e quieto. Então a chama da solitária brasa diminuiu, houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou de vez. Logo estava frio e morto.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o cumprimento inicial. O líder, antes de se preparar para sair, recolheu a brasa fria e inoperante e colocou-a de volta no meio do fogo. Imediatamente começou a incandescer uma vez mais com a luz e o calor dos carvões ardentes em torno dela.
Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse: “Obrigado tanto por sua visita quanto pelo sermão. Eu estou voltando ao convívio do grupo”.
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Os “dois sentidos” da passagem “a chuva não se faz presente” comportam as seguintes interpretações: a chuva não chegou, não está presente; a chuva é um presente da natureza.
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Chama-se A Brasa Isolada. Conta que o membro de um determinado grupo social, ao qual prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso, deixou de participar das reuniões. Após algumas semanas, o líder do grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante de um brilhante fogo.
Supondo a razão para a visita, o homem deu-lhe boas-vindas, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto esperando. O líder se fez confortável, mas não disse nada. No silêncio sério, contemplou a dança das chamas em torno da lenha ardente.
Após alguns minutos, o líder examinou as brasas, cuidadosamente apanhou uma brasa ardente e deixou-a de lado. Então voltou a sentar-se e permaneceu silencioso e imóvel. O anfitrião prestou atenção a tudo, fascinado e quieto. Então a chama da solitária brasa diminuiu, houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou de vez. Logo estava frio e morto.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o cumprimento inicial. O líder, antes de se preparar para sair, recolheu a brasa fria e inoperante e colocou-a de volta no meio do fogo. Imediatamente começou a incandescer uma vez mais com a luz e o calor dos carvões ardentes em torno dela.
Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse: “Obrigado tanto por sua visita quanto pelo sermão. Eu estou voltando ao convívio do grupo”.
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O primeiro parágrafo apresenta, de forma expositiva, o tema predominante do texto: os malefícios causados pelo fogo nas zonas de reservas naturais brasileiras.
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