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Se quisermos compreender o simbolismo da água, não podemos pensá-la como H2O, mas como elemento fundamental indissociável de suas formas concretas: os mares, os oceanos, os rios, os lagos, os regatos, os riachos, as torrentes, as chuvas, as fontes, as nascentes, as praias, as quedas d’água, as cascatas, o gelo, o orvalho, onde se podem distinguir as águas claras, as águas correntes, as águas primaveris, as águas profundas, as águas dormentes, as águas mortas, as águas compostas, as águas doces, as águas violentas, as lágrimas. Cada uma das culturas humanas reserva um papel privilegiado para a água, em cada uma das suas formas, em cada um de seus modos de ser. Percorrer, mesmo que rapidamente, a riqueza desse material simbólico é impossível aqui. Digamos, muito esquematicamente, que os estudos da dimensão simbólica da água têm ressaltado basicamente três aspectos: a água como fonte de vida, a água como meio de purificação e a água como centro de regeneração.
José Carlos Bruni. A água e a vida. In: Tempo social, v. 5, nov./1994, p. 59 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o item a seguir.
O pronome em “pensá-la” e a oração iniciada por “que” desempenham a mesma função sintática.
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Se quisermos compreender o simbolismo da água, não podemos pensá-la como H2O, mas como elemento fundamental indissociável de suas formas concretas: os mares, os oceanos, os rios, os lagos, os regatos, os riachos, as torrentes, as chuvas, as fontes, as nascentes, as praias, as quedas d’água, as cascatas, o gelo, o orvalho, onde se podem distinguir as águas claras, as águas correntes, as águas primaveris, as águas profundas, as águas dormentes, as águas mortas, as águas compostas, as águas doces, as águas violentas, as lágrimas. Cada uma das culturas humanas reserva um papel privilegiado para a água, em cada uma das suas formas, em cada um de seus modos de ser. Percorrer, mesmo que rapidamente, a riqueza desse material simbólico é impossível aqui. Digamos, muito esquematicamente, que os estudos da dimensão simbólica da água têm ressaltado basicamente três aspectos: a água como fonte de vida, a água como meio de purificação e a água como centro de regeneração.
José Carlos Bruni. A água e a vida. In: Tempo social, v. 5, nov./1994, p. 59 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o item a seguir.
A tese defendida pela argumentação do texto é que compreender o sentido simbólico da água vai além de sua descrição química: é considerar suas formas concretas.
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Hino Nacional Brasileiro
Joaquim Osório Duque Estrada
Parte II
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida no teu seio mais amores.
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
A partir da análise da significação contextual dos vocábulos e das estruturas morfossintáticas empregadas no texto acima, julgue o item a seguir.
A dupla interjeição “Salve!” (v.11), compreendida como manifestação de admiração por parte do poeta, admite a interpretação e a substituição por Sejas louvada!
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Hino Nacional Brasileiro
Joaquim Osório Duque Estrada
Parte II
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida no teu seio mais amores.
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
A partir da análise da significação contextual dos vocábulos e das estruturas morfossintáticas empregadas no texto acima, julgue o item a seguir.
O adjetivo “garrida” (v.5) admite a substituição, no contexto, por guerreira.
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Hino Nacional Brasileiro
Joaquim Osório Duque Estrada
Parte II
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida no teu seio mais amores.
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
A partir da análise da significação contextual dos vocábulos e das estruturas morfossintáticas empregadas no texto acima, julgue o item a seguir.
O verso “Fulguras, ó Brasil, florão da América” (v.3) deve ser compreendido com o sentido de Resplandeces, ó Brasil, como grande ornamento da América.
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Hino Nacional Brasileiro
Joaquim Osório Duque Estrada
Parte II
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida no teu seio mais amores.
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
A partir da análise da significação contextual dos vocábulos e das estruturas morfossintáticas empregadas no texto acima, julgue o item a seguir.
O poeta idealiza um cenário em que todos os brasileiros gozem de permanente igualdade social, em que todos possam descansar em ambientes confortáveis, junto à natureza: “Ao som do mar e à luz do céu” (v.2).
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Salve a natureza
A lenha do teu fogão... vem da natureza...
O trigo que faz teu pão... vem da natureza...
Um pedaço do céu ficou aqui
Beija-flor fez morada no jardim
Temos água da fonte pra beber
De manhã tem café com aipim
No roçado tem milho pra colher
Na moenda tem cana pra tirar
A doçura que faz a rapadura
E a pinga que abre o paladar, viu!
A luz do teu lampião viu... vem da natureza...
A água que molha o chão, viu... vem da natureza...
E quem sabe o que é bom não sai daqui
Meu amor, chega mais, vou te contar
Do meu sonho maior eu desisti
Na cidade não dá pra se morar
A fumaça escurece o céu de anil
Tem favela pra tudo que é lugar
Desemprego causando a violência
E o verde perdendo o seu lugar, viu!
Bebeto di São João, Gigio e Marquinhos PQD.
Internet: <http://www.mvhp.com.br>. Acesso em 21/9/2003 (com adaptações).
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
Deduz-se do texto que o poeta abdicou do seu grande sonho de morar na cidade devido a três fatores: a poluição atmosférica, a grande presença de favelados e a violência gerada pelo desemprego.
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Salve a natureza
A lenha do teu fogão... vem da natureza...
O trigo que faz teu pão... vem da natureza...
Um pedaço do céu ficou aqui
Beija-flor fez morada no jardim
Temos água da fonte pra beber
De manhã tem café com aipim
No roçado tem milho pra colher
Na moenda tem cana pra tirar
A doçura que faz a rapadura
E a pinga que abre o paladar, viu!
A luz do teu lampião viu... vem da natureza...
A água que molha o chão, viu... vem da natureza...
E quem sabe o que é bom não sai daqui
Meu amor, chega mais, vou te contar
Do meu sonho maior eu desisti
Na cidade não dá pra se morar
A fumaça escurece o céu de anil
Tem favela pra tudo que é lugar
Desemprego causando a violência
E o verde perdendo o seu lugar, viu!
Bebeto di São João, Gigio e Marquinhos PQD.
Internet: <http://www.mvhp.com.br>. Acesso em 21/9/2003 (com adaptações).
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
Os versos 9 e 10 apresentam dois complementos sintáticos diretamente ligados à forma verbal “tirar” (v.8).
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Salve a natureza
A lenha do teu fogão... vem da natureza...
O trigo que faz teu pão... vem da natureza...
Um pedaço do céu ficou aqui
Beija-flor fez morada no jardim
Temos água da fonte pra beber
De manhã tem café com aipim
No roçado tem milho pra colher
Na moenda tem cana pra tirar
A doçura que faz a rapadura
E a pinga que abre o paladar, viu!
A luz do teu lampião viu... vem da natureza...
A água que molha o chão, viu... vem da natureza...
E quem sabe o que é bom não sai daqui
Meu amor, chega mais, vou te contar
Do meu sonho maior eu desisti
Na cidade não dá pra se morar
A fumaça escurece o céu de anil
Tem favela pra tudo que é lugar
Desemprego causando a violência
E o verde perdendo o seu lugar, viu!
Bebeto di São João, Gigio e Marquinhos PQD.
Internet: <http://www.mvhp.com.br>. Acesso em 21/9/2003 (com adaptações).
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
Entre os versos da primeira estrofe do poema, predominam estruturas sintáticas coordenadas.
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Salve a natureza
A lenha do teu fogão... vem da natureza...
O trigo que faz teu pão... vem da natureza...
Um pedaço do céu ficou aqui
Beija-flor fez morada no jardim
Temos água da fonte pra beber
De manhã tem café com aipim
No roçado tem milho pra colher
Na moenda tem cana pra tirar
A doçura que faz a rapadura
E a pinga que abre o paladar, viu!
A luz do teu lampião viu... vem da natureza...
A água que molha o chão, viu... vem da natureza...
E quem sabe o que é bom não sai daqui
Meu amor, chega mais, vou te contar
Do meu sonho maior eu desisti
Na cidade não dá pra se morar
A fumaça escurece o céu de anil
Tem favela pra tudo que é lugar
Desemprego causando a violência
E o verde perdendo o seu lugar, viu!
Bebeto di São João, Gigio e Marquinhos PQD.
Internet: <http://www.mvhp.com.br>. Acesso em 21/9/2003 (com adaptações).
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
Pelo emprego do advérbio “aqui” nos versos 3 e 13, verifica-se que o poeta se encontra na cidade grande, mas desejoso de voltar para o lugar idealizado junto à natureza.
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