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Foram encontradas 172 questões.

2409795 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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O fim da era espacial

Com a aposentadoria do ônibus espacial, que parte sem deixar sucessor, termina a fase de

aventura da exploração do espaço. E começa a do lucro.

O último voo dos ônibus espaciais já aconteceu. E deixou um gosto amargo na boca dos fãs da exploração espacial. O que acontece agora? Em uma palavra: nada. Todas aquelas ideias de concluir a construção de uma estação espacial e então usá-la como espaçoporto e campo de provas antes do lançamento de tripulações na direção da Lua e Marte, culminando com a efetiva colonização do sistema solar, se esvaíram pelo ralo. Ficaram só na promessa. É o fim da era espacial como a conhecemos.

Discorda? Então responda: qual é o próximo grande projeto da Nasa para seus astronautas agora?

Pois é. Até o ano passado, ainda dava para responder: retomar a exploração tripulada da Lua, com dois foguetes e duas espaçonaves novinhas em folhas. Era o Projeto Constellation, tratado pelo então administrador da Nasa, Mike Griffin com uma nova versão do Projeto Apollo. Acontece que Barack Obama acabou com o Constellation. Uma decisão natural nestes tempos de crise do mundo desenvolvido. O que surpreendeu mesmo foi outra coisa: ninguém ligou para o corte.

Convenhamos: o programa espacial já não atrai tanto a atenção do público como fazia durante a Guerra Fria, em que ser o melhor país no espaço significava ser a maior superpotência. Quando a Nasa anunciou que não haveria Constellation nem retorno à lua, as únicas personalidades notórias a chiar foram alguns astronautas veteranos do Projeto Apollo.

Daqui em diante os ônibus espaciais vão se tornar peças de museu. E todas as fichas da exploração do espaço estarão nas mãos da iniciativa privada. Nas mãos de empresas que já passaram a construir foguetes particulares – a Nasa entra apenas aprovando os trabalhos e comprando as passagens para seus astronautas. Demanda para isso até existe: além de transportar astronautas para a Estação Espacial Internacional, e satélites para a órbita da Terra, esses serviços privados de transporte serviriam ao mercado do turismo espacial. Por isso mesmo, a indústria está correndo para oferecer alternativas, e os primeiros testes dos novos foguetes têm sido um sucesso. Em destaque está a empresa SpaceX, fundada pelo engenheiro Elon Musk (empreendedor que ficou bilionário depois de inventar o Paypal). Ela já demonstrou em voo uma espaçonave que deve levar carga à estação espacial e, lá para 2015, humanos.

O mais interessante é o seguinte: um ônibus espacial não sai do chão por menos de US$600 milhões: enquanto isso, o envio de uma nave da SpaceX sai por US$ 130 milhões – com promessa de queda de preço para o futuro. A eficiência de Musk assustou até os maiores concorrentes dos EUA no espaço: os chineses. Eles admitiram que seus foguetes são incapazes de voar pelo mesmo preço.

Então, no sentido de dominar a órbita terrestre, parece que as coisas vão indo muito bem, obrigado. Essas regiões do espaço próximas à Terra, onde ficam os satélites de GPS e de telecomunicações, continuarão bastante ocupadas. Para sempre. Com ou sem a Nasa.

“(...)”

Se a indústria continuar prosperando e os custos do envio de cargas e pessoas ao espaço continuarem diminuindo, é possível que programas mais arrojados de exploração possam ser implementados no futuro. Isso pode até viabilizar comercialmente a mineração de elementos raros na Lua e asteroides... Seria uma segunda era espacial. Mas, por enquanto, teremos de viver com os pés no chão mesmo.

(Revista Superinteressante – Agosto/2011 – Com adaptações)

“Com a aposentadoria do ônibus espacial, que parte sem deixar sucessor, termina a fase de aventura da exploração do espaço. E começa a do lucro.” O vocábulo, destacado no período marca a elipse do termo

 

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2409731 Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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As fusões entre grandes organizações vêm se tornando uma tendência neste novo século, onde a globalização já é fato confirmado, reordenando o relacionamento com os mercados de forma mais intensa e abrangente. Em meio a este cenário, são fusões realizadas no Brasil, EXCETO:
 

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2409701 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Beatriz, Milena e Isabela fizeram uma prova na qual cada questão valeu 3 pontos. Sabe-se que
  • Milena acertou 3 questões a mais que Beatriz e 3 questões a menos que Isabela.
  • Isabela acertou cinco sextos das questões e Milena acertou dois terços das questões.
Pode-se concluir que
 

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2409484 Ano: 2011
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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A Lei Complementar nº. 101/2000 traz algumas disposições que devem ser observadas na elaboração do projeto de lei orçamentária anual. Analise-as.
I. É vedado consignar na lei orçamentária débito com finalidade imprecisa ou com dotação limitada.
II. Deve conter reserva de contingência, que pode ser calculada, utilizando-se percentual sobre a receita corrente líquida, destinada ao atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos.
III. O refinanciamento da dívida pública constará separadamente na lei orçamentária e nas de crédito adicional.
IV. Todas as despesas relativas à dívida pública, mobiliária ou contratual, e as receitas que as atenderão, constarão da lei orçamentária anual, exceto as receitas provenientes de investimento em empresas privadas.
V. Será acompanhado de demonstrativo do efeito sobre as receitas e despesas, decorrentes de isenções, anistias, remissões, subsídios e benefícios de natureza financeira, tributária e creditícia, bem como das medidas de compensação à renúncia de receitas e ao aumento de despesas obrigatórias de caráter continuado.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
 

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2409465 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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O fim da era espacial

Com a aposentadoria do ônibus espacial, que parte sem deixar sucessor, termina a fase de

aventura da exploração do espaço. E começa a do lucro.

O último voo dos ônibus espaciais já aconteceu. E deixou um gosto amargo na boca dos fãs da exploração espacial. O que acontece agora? Em uma palavra: nada. Todas aquelas ideias de concluir a construção de uma estação espacial e então usá-la como espaçoporto e campo de provas antes do lançamento de tripulações na direção da Lua e Marte, culminando com a efetiva colonização do sistema solar, se esvaíram pelo ralo. Ficaram só na promessa. É o fim da era espacial como a conhecemos.

Discorda? Então responda: qual é o próximo grande projeto da Nasa para seus astronautas agora?

Pois é. Até o ano passado, ainda dava para responder: retomar a exploração tripulada da Lua, com dois foguetes e duas espaçonaves novinhas em folhas. Era o Projeto Constellation, tratado pelo então administrador da Nasa, Mike Griffin com uma nova versão do Projeto Apollo. Acontece que Barack Obama acabou com o Constellation. Uma decisão natural nestes tempos de crise do mundo desenvolvido. O que surpreendeu mesmo foi outra coisa: ninguém ligou para o corte.

Convenhamos: o programa espacial já não atrai tanto a atenção do público como fazia durante a Guerra Fria, em que ser o melhor país no espaço significava ser a maior superpotência. Quando a Nasa anunciou que não haveria Constellation nem retorno à lua, as únicas personalidades notórias a chiar foram alguns astronautas veteranos do Projeto Apollo.

Daqui em diante os ônibus espaciais vão se tornar peças de museu. E todas as fichas da exploração do espaço estarão nas mãos da iniciativa privada. Nas mãos de empresas que já passaram a construir foguetes particulares – a Nasa entra apenas aprovando os trabalhos e comprando as passagens para seus astronautas. Demanda para isso até existe: além de transportar astronautas para a Estação Espacial Internacional, e satélites para a órbita da Terra, esses serviços privados de transporte serviriam ao mercado do turismo espacial. Por isso mesmo, a indústria está correndo para oferecer alternativas, e os primeiros testes dos novos foguetes têm sido um sucesso. Em destaque está a empresa SpaceX, fundada pelo engenheiro Elon Musk (empreendedor que ficou bilionário depois de inventar o Paypal). Ela já demonstrou em voo uma espaçonave que deve levar carga à estação espacial e, lá para 2015, humanos.

O mais interessante é o seguinte: um ônibus espacial não sai do chão por menos de US$600 milhões: enquanto isso, o envio de uma nave da SpaceX sai por US$ 130 milhões – com promessa de queda de preço para o futuro. A eficiência de Musk assustou até os maiores concorrentes dos EUA no espaço: os chineses. Eles admitiram que seus foguetes são incapazes de voar pelo mesmo preço.

Então, no sentido de dominar a órbita terrestre, parece que as coisas vão indo muito bem, obrigado. Essas regiões do espaço próximas à Terra, onde ficam os satélites de GPS e de telecomunicações, continuarão bastante ocupadas. Para sempre. Com ou sem a Nasa.

“(...)”

Se a indústria continuar prosperando e os custos do envio de cargas e pessoas ao espaço continuarem diminuindo, é possível que programas mais arrojados de exploração possam ser implementados no futuro. Isso pode até viabilizar comercialmente a mineração de elementos raros na Lua e asteroides... Seria uma segunda era espacial. Mas, por enquanto, teremos de viver com os pés no chão mesmo.

(Revista Superinteressante – Agosto/2011 – Com adaptações)

“Por causa da crise do mundo desenvolvido as viagens espaciais que os EUA .” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmação anterior.

 

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2409442 Ano: 2011
Disciplina: Psicologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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A questão esta baseada na reportagem transcrita a seguir.
Mães solteiras da região enfrentam o preconceito
Crianças são chamadas de “filhos do Rodoanel”; assunto atrai desconfiança e ironia na periferia de São Bernardo do Campo, o tema é tabu; moradores relatam aumento de brigas e prostituição DE SÃO PAULO. CRISTINA MORENO DE CASTRO “Filha do Rodoanel!” – da janela da manicure de 35 anos dava para ouvir uma vizinha gritando, em referência à criança de um ano e nove meses que ela teve com um mestre de obras da via. “Preconceito existe. Fazem piadinha falando que somos ‘mães do Rodoanel’, mas tenho que focar na vida daqui pra frente”, diz. O tema é tabu no Parque Los Angeles, periferia de São Bernardo do Campo, onde mora a manicure. Falar sobre grávidas e Rodoanel ali geralmente resulta em silêncio, desconfiança, evasivas, negativas ou risadinhas. “O povo não gosta de falar sobre a gente porque é coisa íntima, eles têm medo de que a gente ache ruim”, diz a empregada doméstica Gizele Cerqueira, 30, que afirma não sofrer preconceito. Ela sabe que o pai de sua filha, de dois anos e meio, é de Alagoas, mas ignora seu paradeiro. A criança não foi registrada e ele sumiu quando ela tinha 15 dias de vida. A autônoma Alcione Amaro, 30, do Parque Los Angeles, teve mais sorte. Seu namorado da época, topógrafo mineiro, foi embora quando ela estava grávida de dois meses, deixando apenas um telefone. “Eu ligava todo dia, fiquei desesperada porque não conseguia contato.” Oito meses depois, já com o bebê nascido, ela conseguiu. Desde então, ele paga a pensão do menino.
Os moradores também falam da presença de meninas, de 12 a 17 anos, que iam para os alojamentos, de mochila e tudo, direto da aula.
(Folha de São Paulo, caderno Cotidiano, São Paulo, domingo, 24 de julho de 2011)
A reportagem apresenta situação que cabe a presença da Psicologia Social Sócio-Histórica como possibilidade de estudo e intervenção nas relações vividas e, consequentemente, na transformação dos sujeitos e das histórias. Pode-se afirmar que, a perspectiva da Psicologia Social Sócio-Histórica concebe o sujeito,
 

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2409409 Ano: 2011
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Para que o orçamento seja o reflexo do programa de um governo, é necessário e indispensável que obedeça a determinados princípios. O princípio que procura consolidar uma salutar política econômico-financeira que produza a igualdade entre valores de receita e despesa, evitando desta forma déficits espirais, é o princípio de
 

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2409404 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG

Nesta trajetória, em parte minha, em parte de minhas ficções – já escritas ou ainda nem definidas – ficou-me a certeza de que o bem supremo não é a vida mas uma vida digna; o bem maior não é o amor mas um amor que dê alegria e paz – e que, mesmo se terminar, continuará nos aquecendo na memória.

E que há sempre, em algum lugar talvez inesperado, a possibilidade de música e voo.

Não há fase da vida para ser paciente e virtuoso; não há idade para ser belo, amoroso e sensual.

De todos os meus livros, este é especialmente uma série de reflexões, em prosa e em poesia, sobre os medos e alegrias, ganhos e perdas que nos traz o amor em suas várias formas. Ele nos faz melhores se tiver sido bom; nos ajuda a aceitar a transformação se tiver sido terno; nos ensina a respeitar a liberdade se tiver sido sagrado. E se for tudo isso, certamente será um amor demorado, um amor delicado, um digno amor; mesmo doente vestirá seu traje de baile para não perturbar a calma de quem é amado; mesmo solitário porá a máscara da festa para não inquietar quem precisa partir.

Não sei se fui capaz dele ou se o mereci, mas esse amor – cuja duração nem sempre importa – vale muitas vidas e não nos pertence. Foi colocado em nós como um aroma num frasco, guiado por outra mão que não a do mero acaso. Tem em si uma luz que a maturidade torna mais vibrante e espalhada – e, apesar das dores, muito mais enternecida.

(Lya Luft)

Infere-se do texto de Lya Luft que

 

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2409379 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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O fim da era espacial

Com a aposentadoria do ônibus espacial, que parte sem deixar sucessor, termina a fase de

aventura da exploração do espaço. E começa a do lucro.

O último voo dos ônibus espaciais já aconteceu. E deixou um gosto amargo na boca dos fãs da exploração espacial. O que acontece agora? Em uma palavra: nada. Todas aquelas ideias de concluir a construção de uma estação espacial e então usá-la como espaçoporto e campo de provas antes do lançamento de tripulações na direção da Lua e Marte, culminando com a efetiva colonização do sistema solar, se esvaíram pelo ralo. Ficaram só na promessa. É o fim da era espacial como a conhecemos.

Discorda? Então responda: qual é o próximo grande projeto da Nasa para seus astronautas agora?

Pois é. Até o ano passado, ainda dava para responder: retomar a exploração tripulada da Lua, com dois foguetes e duas espaçonaves novinhas em folhas. Era o Projeto Constellation, tratado pelo então administrador da Nasa, Mike Griffin com uma nova versão do Projeto Apollo. Acontece que Barack Obama acabou com o Constellation. Uma decisão natural nestes tempos de crise do mundo desenvolvido. O que surpreendeu mesmo foi outra coisa: ninguém ligou para o corte.

Convenhamos: o programa espacial já não atrai tanto a atenção do público como fazia durante a Guerra Fria, em que ser o melhor país no espaço significava ser a maior superpotência. Quando a Nasa anunciou que não haveria Constellation nem retorno à lua, as únicas personalidades notórias a chiar foram alguns astronautas veteranos do Projeto Apollo.

Daqui em diante os ônibus espaciais vão se tornar peças de museu. E todas as fichas da exploração do espaço estarão nas mãos da iniciativa privada. Nas mãos de empresas que já passaram a construir foguetes particulares – a Nasa entra apenas aprovando os trabalhos e comprando as passagens para seus astronautas. Demanda para isso até existe: além de transportar astronautas para a Estação Espacial Internacional, e satélites para a órbita da Terra, esses serviços privados de transporte serviriam ao mercado do turismo espacial. Por isso mesmo, a indústria está correndo para oferecer alternativas, e os primeiros testes dos novos foguetes têm sido um sucesso. Em destaque está a empresa SpaceX, fundada pelo engenheiro Elon Musk (empreendedor que ficou bilionário depois de inventar o Paypal). Ela já demonstrou em voo uma espaçonave que deve levar carga à estação espacial e, lá para 2015, humanos.

O mais interessante é o seguinte: um ônibus espacial não sai do chão por menos de US$600 milhões: enquanto isso, o envio de uma nave da SpaceX sai por US$ 130 milhões – com promessa de queda de preço para o futuro. A eficiência de Musk assustou até os maiores concorrentes dos EUA no espaço: os chineses. Eles admitiram que seus foguetes são incapazes de voar pelo mesmo preço.

Então, no sentido de dominar a órbita terrestre, parece que as coisas vão indo muito bem, obrigado. Essas regiões do espaço próximas à Terra, onde ficam os satélites de GPS e de telecomunicações, continuarão bastante ocupadas. Para sempre. Com ou sem a Nasa.

“(...)”

Se a indústria continuar prosperando e os custos do envio de cargas e pessoas ao espaço continuarem diminuindo, é possível que programas mais arrojados de exploração possam ser implementados no futuro. Isso pode até viabilizar comercialmente a mineração de elementos raros na Lua e asteroides... Seria uma segunda era espacial. Mas, por enquanto, teremos de viver com os pés no chão mesmo.

(Revista Superinteressante – Agosto/2011 – Com adaptações)

A oração “... como fazia durante a Guerra Fria...” (4º§) do texto, tem valor de

 

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2409350 Ano: 2011
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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A escola que, durante o processo de ensino-aprendizagem, utiliza uma abordagem sócio-cultural deverá
 

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