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Foram encontradas 47 questões.

2515575 Ano: 2016
Disciplina: História
Banca: MPE-GO
Orgão: MPE-GO

Com relação à ditadura militar brasileira, que teve início em 1964, e a redemocratização no Brasil pós - ditadura, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras(V) ou falsas(F):

( ) A publicação dos atos institucionais foi um forma de legitimar rapidamente as medidas do governo. Entre os atos publicados no período, o AI-5 concedia ao presidente da República plenos poderes, como o direito de cassar mandados.

( ) O período foi marcado por significativo desenvolvimento econômico, que ficou conhecido como "milagre brasileiro".

( ) Em meia a manifestações de artistas e estudantes contrários ao regime, os operários conseguiram manter um diálogo contínua com o governa, devido à importância dessa classe trabalhadora para a economia do país.

( ) Uma das ações que marcou o processo de redemocratização foi a campanha pelas eleições diretas para a presidência da República, que ficou conhecida como "Diretas já".

( ) O bipartidarismo foi uma das marcas do período pós-ditadura, motiva pelo qual a ARENA e o MDB foram os únicos partidos políticos autorizados a funcionar na período

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo

 

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2514609 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: MPE-GO
Orgão: MPE-GO
TEXTO I
Amor é um fogo que arde sem se ver, É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente, É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que ganha em se perder É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence o vencedor; É ter com quem nos mata lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade, Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
(Luís de Camões. Sonetos de Camões. São Paulo: Ateliê, 2001)
TEXTO II
Definição do Amor
(fragmento)
O Amor é finalmente
um embaraço de pernas,
uma união de barrigas,
um breve tremor de artérias.
Uma confusão de bocas,
uma batalha de veias,
um
rebuliço de ancas,
quem diz outra coisa,
é besta.
(Gregório de Matos. In: Obra poética. Rio de Janeiro: Record , 1992.)
No verso ''uma batalha de veias", a palavra batalha sugere, semanticamente, uma
 

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2514241 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: MPE-GO
Orgão: MPE-GO
TEXTO I.
Comida é pasto
Mostrando 'que com comida não se "brinca, o jornalista norte-americano Michael Pollan vem à Flip* defender que voltar à cozinha é um. ato político.
"A geladeira de Michael Pollan não tem Coca-Cola, margarina nem leite de amêndoas, nova mania das dietas americanas. Tem saquinhos de plástico com verduras e frutas, potes com feijão e restos do jantar anterior, além de iogurte e leite de caixinha.
Algumas coisas vêm da própria horta, montada na frente de sua casa em Berkeley, na Califórnia. No centro da pequena plantação, rodeada por pés de tomate, abóbora e manjericão, há uma grelha onde ele costuma preparar um porco inteiro uma vez por ano.
[...]
Michael Pollan é um jornalista americano de 59 anos que virou guru da vida saudável ao passar os últimos 15 anos escrevendo reportagens e livros sobre os exageros da indústria alimentícia e alertando sobre nossos excessos à mesa. "
Coma comida, não muita, sobretudo vegetais", diz seu mantra, explicado no livro "Em Defesa da Comida" (2008), que critica as dietas ocidentais focadas em nutrientes e não em alimentos de verdade.
Ele também lançou o manual "Regras da Comida" (2009), com 64 dicas bem práticas e cheias de bom senso como: "Não coma nada que sua avó não reconheceria como comida" ou "Compre pratos e copos menores".
No livro mais recente, "Cozinhar - Uma História Natural da Transformação" ed. Intrínseca, lançado em 2013 nos EUA e agora no Brasil, ele vai além e pede um comprometimento maior em nome da saúde. Diz que devemos todos voltar à cozinha. Para quem cresceu longe do fogão, parece ser seu conselho mais difícil.
"Cozinhar sua própria comida é um ato político muito importante", diz Michael, um homem alto e charmoso, de fala mansa e risada fácil. "Tem a ver com independência e autonomia. Abrimos mão de muito poder ao deixar as grandes corporações cozinharem para nós porque elas decidem quais fazendas vão apoiar e, normalmente, 'são bem aquelas que fazem um tipo de agricultura que certamente você desaprovaria", diz, fazendo referência a práticas como confinamento cruel de animais e monoculturas gigantescas.
TEXTO II
Ovos, um bom começo
Digo a ele que eu não cozinho, nem minha mãe, e ele quer saber como fui alimentada. Empregadas domésticas que também fazem comida são comuns no Brasil, afirmo. "Pelo menos, era um humano cozinhando para você, isso é bom: Pena que nem todos têm esse privilégio", diz. "Ovos são um bom começo", ele elogia, quando conto que sei fazer omelete.
Um dos problemas de cozinhar, acredita o jornalista, é a lembrança dos velhos arranjos sexistas de poder dentro de casa. Para ele, foi justamente quando homem e mulher começavam a pensar em negociar a divisão de tarefas domésticas que a indústria do fast-food apareceu para resolver o embate. A " liberação feminina" virou tema de propaganda de frango frito nos EUA.
"Se vamos reviver a cultura da cozinha, não podemos voltar ao passado. Precisa ser uma cultura diferente, algo a ser compartilhado por homens, mulheres e crianças", diz o autor de "O Dilema do Onívoro" (2006), seu primeiro livro sobre a indústria alimentícia, que o lançou como um novo pensador dos hábitos alimentares.
O livro veio depois de uma série de artigos sobre agricultura, como um publicado pelo "New York Times", no final dos anos 1990, sobre sua visita a uma plantação de batatas geneticamente modificadas. Tudo era controlado por computador porque um dos , elementos químicos usados para combater manchas escuras era tão tóxico que o fazendeiro precisava ficar longe do campo por três dias.
As manchas só apareciam nas batatas daquela variedade, a única que a rede McDonald's aceitava comprar, já que as batatas fritas da rede precisam ser iguais no mundo todo. "É fácil culpar o fazendeiro , mas nós demandamos um certo tipo de produto. Somos cúmplices."
[...]
Quando nos encontramos, ele estava animado com sua primeira viagem ao Brasil. Pretendia passar alguns dias em Salvador antes de ir ao Rio e a Paraty para a Flip·. Estava feliz com o encontro que tinha marcado com o médico brasileiro Carlos Augusto Monteiro, professor titular da Faculdade de Saúde Pública da USP que desenvolve pesquisas comparando comidas pelo seu grau de processamento e não apenas pelos nutrientes.
Está curioso para conhecer as churrascarias: "O gado ainda pasta ao ar livre?", indaga. Michael é daqueles que, antes de pedir, quer saber a origem da carne. "Comer é complicado."
*Flip Feira Literária Internacional de Paraty Revista Serafina / Folha de São Paulo, agosto/20l4. Comida é pasto, por Fernanda Ezabella. (firagmentos).Disponível em <http://fo!ha.uo!.com.br/fsp/ilustrada>
Ao considerar que cozinhar "é um ato político ", o jornalista Michael Pollan compreende um conjunto de ações conduzidas pelo princípio segundo o qual
 

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2511755 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: MPE-GO
Orgão: MPE-GO
TEXTO I.
Comida é pasto
Mostrando 'que com comida não se "brinca, o jornalista norte-americano Michael Pollan vem à Flip* defender que voltar à cozinha é um. ato político.
"A geladeira de Michael Pollan não tem Coca-Cola, margarina nem leite de amêndoas, nova mania das dietas americanas. Tem saquinhos de plástico com verduras e frutas, potes com feijão e restos do jantar anterior, além de iogurte e leite de caixinha.
Algumas coisas vêm da própria horta, montada na frente de sua casa em Berkeley, na Califórnia. No centro da pequena plantação, rodeada por pés de tomate, abóbora e manjericão, há uma grelha onde ele costuma preparar um porco inteiro uma vez por ano.
[...]
Michael Pollan é um jornalista americano de 59 anos que virou guru da vida saudável ao passar os últimos 15 anos escrevendo reportagens e livros sobre os exageros da indústria alimentícia e alertando sobre nossos excessos à mesa. "
Coma comida, não muita, sobretudo vegetais", diz seu mantra, explicado no livro "Em Defesa da Comida" (2008), que critica as dietas ocidentais focadas em nutrientes e não em alimentos de verdade.
Ele também lançou o manual "Regras da Comida" (2009), com 64 dicas bem práticas e cheias de bom senso como: "Não coma nada que sua avó não reconheceria como comida" ou "Compre pratos e copos menores".
No livro mais recente, "Cozinhar - Uma História Natural da Transformação" ed. Intrínseca, lançado em 2013 nos EUA e agora no Brasil, ele vai além e pede um comprometimento maior em nome da saúde. Diz que devemos todos voltar à cozinha. Para quem cresceu longe do fogão, parece ser seu conselho mais difícil.
"Cozinhar sua própria comida é um ato político muito importante", diz Michael, um homem alto e charmoso, de fala mansa e risada fácil. "Tem a ver com independência e autonomia. Abrimos mão de muito poder ao deixar as grandes corporações cozinharem para nós porque elas decidem quais fazendas vão apoiar e, normalmente, 'são bem aquelas que fazem um tipo de agricultura que certamente você desaprovaria", diz, fazendo referência a práticas como confinamento cruel de animais e monoculturas gigantescas.
TEXTO II
Ovos, um bom começo
Digo a ele que eu não cozinho, nem minha mãe, e ele quer saber como fui alimentada. Empregadas domésticas que também fazem comida são comuns no Brasil, afirmo. "Pelo menos, era um humano cozinhando para você, isso é bom: Pena que nem todos têm esse privilégio", diz. "Ovos são um bom começo", ele elogia, quando conto que sei fazer omelete.
Um dos problemas de cozinhar, acredita o jornalista, é a lembrança dos velhos arranjos sexistas de poder dentro de casa. Para ele, foi justamente quando homem e mulher começavam a pensar em negociar a divisão de tarefas domésticas que a indústria do fast-food apareceu para resolver o embate. A " liberação feminina" virou tema de propaganda de frango frito nos EUA.
"Se vamos reviver a cultura da cozinha, não podemos voltar ao passado. Precisa ser uma cultura diferente, algo a ser compartilhado por homens, mulheres e crianças", diz o autor de "O Dilema do Onívoro" (2006), seu primeiro livro sobre a indústria alimentícia, que o lançou como um novo pensador dos hábitos alimentares.
O livro veio depois de uma série de artigos sobre agricultura, como um publicado pelo "New York Times", no final dos anos 1990, sobre sua visita a uma plantação de batatas geneticamente modificadas. Tudo era controlado por computador porque um dos , elementos químicos usados para combater manchas escuras era tão tóxico que o fazendeiro precisava ficar longe do campo por três dias.
As manchas só apareciam nas batatas daquela variedade, a única que a rede McDonald's aceitava comprar, já que as batatas fritas da rede precisam ser iguais no mundo todo. "É fácil culpar o fazendeiro , mas nós demandamos um certo tipo de produto. Somos cúmplices."
[...]
Quando nos encontramos, ele estava animado com sua primeira viagem ao Brasil. Pretendia passar alguns dias em Salvador antes de ir ao Rio e a Paraty para a Flip·. Estava feliz com o encontro que tinha marcado com o médico brasileiro Carlos Augusto Monteiro, professor titular da Faculdade de Saúde Pública da USP que desenvolve pesquisas comparando comidas pelo seu grau de processamento e não apenas pelos nutrientes.
Está curioso para conhecer as churrascarias: "O gado ainda pasta ao ar livre?", indaga. Michael é daqueles que, antes de pedir, quer saber a origem da carne. "Comer é complicado."
*Flip Feira Literária Internacional de Paraty Revista Serafina / Folha de São Paulo, agosto/20l4. Comida é pasto, por Fernanda Ezabella. (firagmentos).Disponível em <http://fo!ha.uo!.com.br/fsp/ilustrada>
Afirmando que "não podemos voltar ao passado", para que se possa revitalizar o hábito de preparar a própria comida, Michael Pollan refere-se à
 

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O Corregedor-Geral do Ministério Público:
Questão Anulada

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2534142 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: MPE-GO
Orgão: MPE-GO
Para se ter acesso a um arquivo de computador, é necessário que o usuário digite uma senha de 5 caracteres, na qual os três primeiros são algarismos distintos, escolhidos de 1 a 9, e os dois últimos caracteres são duas letras, distintas ou não, escolhidas dentre as 26 do alfabeto. Assim, o número de senhas diferentes, possíveis de serem obtidas por esse processo, é
Questão Anulada

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Sobre a Lei n. 10.460, de 22 de fevereiro de 1988, que estabelece o estatuto dos funcionários públicos civis do estado de Goiás e de suas autarquias, assinale a alternativa que contempla transgressão disciplinar que não é punida com pena de repreensão:
Questão Desatualizada

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