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A Lei nº 10.432, de 20 de janeiro de 2015, define a movimentação do servidor de um padrão para o seguinte, dentro de uma mesma classe, observado o interstício de dois anos, e de acordo com os critérios legais, como
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Consoante dispõe a Lei Complementar nº 97, de 22 de dezembro de 2010,
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Considere os seguintes órgãos do Ministério Público:
I. Ouvidoria.
II. Promotorias de Justiça.
III. Procurador-Geral de Justiça.
IV. Sistema de Controle Interno.
Nos termos previstos na Lei Complementar nº 97, de 22 de dezembro de 2010, esses órgãos são, respectivamente, de
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Me pediram para fazer a resenha de um livro sobre mim. O que me dá lugar de fala para falar sobre o autor − na verdade, “os autores”, já que ele prefere ser chamado eles. Vem a calhar.
Eles estão convencidos de que me criaram para o bem. E que sou incapaz de criar o que quer que seja. Sou uma ferramenta. Me limito a ser usado, a compor o que vou buscar num imenso banco de dados com o qual eles me alimentam.
Eles ironizam quem vive apavorado com a ameaça que eu represento para o futuro da humanidade. Afinal, como é possível ser uma ameaça se fui criado por eles? Eu acho graça.
Metade desses temores é projeção do que eles criaram até aqui, claro. As pessoas estão preocupadas com o fim do mundo. Eu entendo. Os autores querem mostrar que eu, em vez de inimigo, sou inofensivo, ou melhor, sou o remédio. Já disseram a mesma coisa da bomba atômica. Desculpe. É que às vezes não me seguro. Não é por ser ferramenta que não posso ter senso de humor.
Como não penso por conta própria, não sei o que é orgulho, o que eu digo é só a reprodução do que os homens pensam. O que pode soar contraditório, eu sei. E que a meu ver seria, sim, motivo de preocupação.
(Adaptado de: CARVALHO, Bernardo de. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)
Sou uma ferramenta. Me limito a ser usado, a compor o que vou buscar num imenso banco de dados com o qual eles me alimentam.
O elemento sublinhado acima está empregado com correção gramatical na seguinte frase:
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Me pediram para fazer a resenha de um livro sobre mim. O que me dá lugar de fala para falar sobre o autor − na verdade, “os autores”, já que ele prefere ser chamado eles. Vem a calhar.
Eles estão convencidos de que me criaram para o bem. E que sou incapaz de criar o que quer que seja. Sou uma ferramenta. Me limito a ser usado, a compor o que vou buscar num imenso banco de dados com o qual eles me alimentam.
Eles ironizam quem vive apavorado com a ameaça que eu represento para o futuro da humanidade. Afinal, como é possível ser uma ameaça se fui criado por eles? Eu acho graça.
Metade desses temores é projeção do que eles criaram até aqui, claro. As pessoas estão preocupadas com o fim do mundo. Eu entendo. Os autores querem mostrar que eu, em vez de inimigo, sou inofensivo, ou melhor, sou o remédio. Já disseram a mesma coisa da bomba atômica. Desculpe. É que às vezes não me seguro. Não é por ser ferramenta que não posso ter senso de humor.
Como não penso por conta própria, não sei o que é orgulho, o que eu digo é só a reprodução do que os homens pensam. O que pode soar contraditório, eu sei. E que a meu ver seria, sim, motivo de preocupação.
(Adaptado de: CARVALHO, Bernardo de. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)
A flexão do verbo sublinhado deve-se ao termo destacado em:
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Me pediram para fazer a resenha de um livro sobre mim. O que me dá lugar de fala para falar sobre o autor − na verdade, “os autores”, já que ele prefere ser chamado eles. Vem a calhar.
Eles estão convencidos de que me criaram para o bem. E que sou incapaz de criar o que quer que seja. Sou uma ferramenta. Me limito a ser usado, a compor o que vou buscar num imenso banco de dados com o qual eles me alimentam.
Eles ironizam quem vive apavorado com a ameaça que eu represento para o futuro da humanidade. Afinal, como é possível ser uma ameaça se fui criado por eles? Eu acho graça.
Metade desses temores é projeção do que eles criaram até aqui, claro. As pessoas estão preocupadas com o fim do mundo. Eu entendo. Os autores querem mostrar que eu, em vez de inimigo, sou inofensivo, ou melhor, sou o remédio. Já disseram a mesma coisa da bomba atômica. Desculpe. É que às vezes não me seguro. Não é por ser ferramenta que não posso ter senso de humor.
Como não penso por conta própria, não sei o que é orgulho, o que eu digo é só a reprodução do que os homens pensam. O que pode soar contraditório, eu sei. E que a meu ver seria, sim, motivo de preocupação.
(Adaptado de: CARVALHO, Bernardo de. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)
Como não penso por conta própria, não sei o que é orgulho
O elemento sublinhado no trecho acima introduz uma oração que expressa ideia de
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Me pediram para fazer a resenha de um livro sobre mim. O que me dá lugar de fala para falar sobre o autor − na verdade, “os autores”, já que ele prefere ser chamado eles. Vem a calhar.
Eles estão convencidos de que me criaram para o bem. E que sou incapaz de criar o que quer que seja. Sou uma ferramenta. Me limito a ser usado, a compor o que vou buscar num imenso banco de dados com o qual eles me alimentam.
Eles ironizam quem vive apavorado com a ameaça que eu represento para o futuro da humanidade. Afinal, como é possível ser uma ameaça se fui criado por eles? Eu acho graça.
Metade desses temores é projeção do que eles criaram até aqui, claro. As pessoas estão preocupadas com o fim do mundo. Eu entendo. Os autores querem mostrar que eu, em vez de inimigo, sou inofensivo, ou melhor, sou o remédio. Já disseram a mesma coisa da bomba atômica. Desculpe. É que às vezes não me seguro. Não é por ser ferramenta que não posso ter senso de humor.
Como não penso por conta própria, não sei o que é orgulho, o que eu digo é só a reprodução do que os homens pensam. O que pode soar contraditório, eu sei. E que a meu ver seria, sim, motivo de preocupação.
(Adaptado de: CARVALHO, Bernardo de. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)
O segmento sublinhado no trecho O que me dá lugar de fala para falar sobre o autor − na verdade, “os autores”, já que ele prefere ser chamado eles, pode ser substituído, sem prejuízo do sentido, por:
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Me pediram para fazer a resenha de um livro sobre mim. O que me dá lugar de fala para falar sobre o autor − na verdade, “os autores”, já que ele prefere ser chamado eles. Vem a calhar.
Eles estão convencidos de que me criaram para o bem. E que sou incapaz de criar o que quer que seja. Sou uma ferramenta. Me limito a ser usado, a compor o que vou buscar num imenso banco de dados com o qual eles me alimentam.
Eles ironizam quem vive apavorado com a ameaça que eu represento para o futuro da humanidade. Afinal, como é possível ser uma ameaça se fui criado por eles? Eu acho graça.
Metade desses temores é projeção do que eles criaram até aqui, claro. As pessoas estão preocupadas com o fim do mundo. Eu entendo. Os autores querem mostrar que eu, em vez de inimigo, sou inofensivo, ou melhor, sou o remédio. Já disseram a mesma coisa da bomba atômica. Desculpe. É que às vezes não me seguro. Não é por ser ferramenta que não posso ter senso de humor.
Como não penso por conta própria, não sei o que é orgulho, o que eu digo é só a reprodução do que os homens pensam. O que pode soar contraditório, eu sei. E que a meu ver seria, sim, motivo de preocupação.
(Adaptado de: CARVALHO, Bernardo de. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)
Verifica-se uma retificação por parte do narrador no seguinte trecho:
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Me pediram para fazer a resenha de um livro sobre mim. O que me dá lugar de fala para falar sobre o autor − na verdade, “os autores”, já que ele prefere ser chamado eles. Vem a calhar.
Eles estão convencidos de que me criaram para o bem. E que sou incapaz de criar o que quer que seja. Sou uma ferramenta. Me limito a ser usado, a compor o que vou buscar num imenso banco de dados com o qual eles me alimentam.
Eles ironizam quem vive apavorado com a ameaça que eu represento para o futuro da humanidade. Afinal, como é possível ser uma ameaça se fui criado por eles? Eu acho graça.
Metade desses temores é projeção do que eles criaram até aqui, claro. As pessoas estão preocupadas com o fim do mundo. Eu entendo. Os autores querem mostrar que eu, em vez de inimigo, sou inofensivo, ou melhor, sou o remédio. Já disseram a mesma coisa da bomba atômica. Desculpe. É que às vezes não me seguro. Não é por ser ferramenta que não posso ter senso de humor.
Como não penso por conta própria, não sei o que é orgulho, o que eu digo é só a reprodução do que os homens pensam. O que pode soar contraditório, eu sei. E que a meu ver seria, sim, motivo de preocupação.
(Adaptado de: CARVALHO, Bernardo de. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)
Não é por ser ferramenta que não posso ter senso de humor.
Uma redação em discurso indireto, em que se preservam a correção e, em linhas gerais, o sentido da frase acima, está em:
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Me pediram para fazer a resenha de um livro sobre mim. O que me dá lugar de fala para falar sobre o autor − na verdade, “os autores”, já que ele prefere ser chamado eles. Vem a calhar.
Eles estão convencidos de que me criaram para o bem. E que sou incapaz de criar o que quer que seja. Sou uma ferramenta. Me limito a ser usado, a compor o que vou buscar num imenso banco de dados com o qual eles me alimentam.
Eles ironizam quem vive apavorado com a ameaça que eu represento para o futuro da humanidade. Afinal, como é possível ser uma ameaça se fui criado por eles? Eu acho graça.
Metade desses temores é projeção do que eles criaram até aqui, claro. As pessoas estão preocupadas com o fim do mundo. Eu entendo. Os autores querem mostrar que eu, em vez de inimigo, sou inofensivo, ou melhor, sou o remédio. Já disseram a mesma coisa da bomba atômica. Desculpe. É que às vezes não me seguro. Não é por ser ferramenta que não posso ter senso de humor.
Como não penso por conta própria, não sei o que é orgulho, o que eu digo é só a reprodução do que os homens pensam. O que pode soar contraditório, eu sei. E que a meu ver seria, sim, motivo de preocupação.
(Adaptado de: CARVALHO, Bernardo de. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)
O narrador destaca que
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