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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu em outubro de 2011 a respeito de recurso extraordinário proposto por bacharel que questionou a obrigatoriedade da aprovação no exame de ordem para que bacharéis em direito possam exercer a advocacia.

Internet: <http://veja.abril.com.br> (com adaptações).

No que diz respeito à decisão do STF mencionada no fragmento de texto acima, julgue o próximo item.

Os ministros do STF votaram pela constitucionalidade da exigência de aprovação em exame da Ordem dos Advogados do Brasil apenas para bacharéis em direito formados a partir de 2011.

 

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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu em outubro de 2011 a respeito de recurso extraordinário proposto por bacharel que questionou a obrigatoriedade da aprovação no exame de ordem para que bacharéis em direito possam exercer a advocacia.

Internet: <http://veja.abril.com.br> (com adaptações).

No que diz respeito à decisão do STF mencionada no fragmento de texto acima, julgue o próximo item.

Considerando a dificuldade da prova, o STF resolveu que a elaboração do exame de ordem não deverá mais ficar a cargo exclusivo da Ordem dos Advogados do Brasil, devendo incluir representantes dos mais diversos setores da sociedade.

 

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3020866 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPE-PI

Observou-se, ao longo da história, não uma condenação, mas uma espécie de cortina de silêncio iniciada com Platão, cujo veto ao riso atingiu indiretamente o legado de Demócrito (nascido em 460 a.C.), chamado de “o filósofo que ri”. Infelizmente, da lavra de Demócrito pouco restou. O rastilho daquele lampejo que fez o cérebro do filósofo brilhar após a gargalhada apagou-se no mundo medieval. A valorização cristã do sofrimento levou a um desprezo geral pelo riso. Por conta desse renitente veto ao riso, figuras pouco conhecidas foram desaparecendo da sisuda história da filosofia. Com algumas exceções, filósofos sisudos e sérios se esquecem de que os mecanismos de compreensão e recompensa tanto dos conceitos filosóficos quanto das piadas são construídos da mesma matéria. Em uma explanação filosófica ou em uma anedota, o que o ouvinte mais teme é ser enganado. Neste caso, o “quem ri por último ri melhor” é apenas outra versão da frase que diz: “Quem ri por último não entendeu a piada”. A revelação que as piadas ou frases de duplo sentido proporcionam é um dos insights de maior efeito entre as pessoas. O que os filósofos chamam de “iluminação”, os humoristas intitulam “solavanco mental” da anedota.

A capacidade de rir surge inerente ao homem, mas o sentimento do humor é raro, pois envolve a capacidade de a pessoa se distanciar de si mesma. “Eu sempre rio de todo mundo que não riu de si também.” Esse foi o dístico que Friedrich Nietzsche sugeriu escrever em sua porta, em A Gaia Ciência. Frase típica de um filósofo gaiato. Literalmente.

Elias Thomé Saliba. Na cortina de silêncio. In: CartaCapital. Ano XII, n.º 673, 23/11/2011, p. 82-3, (com adaptações).

A respeito das ideias e das estruturas do texto acima, julgue o item subsequente.

Os termos ‘iluminação' e ‘solavanco mental’ exercem a mesma função sintática.

 

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3020865 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPE-PI

Observou-se, ao longo da história, não uma condenação, mas uma espécie de cortina de silêncio iniciada com Platão, cujo veto ao riso atingiu indiretamente o legado de Demócrito (nascido em 460 a.C.), chamado de “o filósofo que ri”. Infelizmente, da lavra de Demócrito pouco restou. O rastilho daquele lampejo que fez o cérebro do filósofo brilhar após a gargalhada apagou-se no mundo medieval. A valorização cristã do sofrimento levou a um desprezo geral pelo riso. Por conta desse renitente veto ao riso, figuras pouco conhecidas foram desaparecendo da sisuda história da filosofia. Com algumas exceções, filósofos sisudos e sérios se esquecem de que os mecanismos de compreensão e recompensa tanto dos conceitos filosóficos quanto das piadas são construídos da mesma matéria. Em uma explanação filosófica ou em uma anedota, o que o ouvinte mais teme é ser enganado. Neste caso, o “quem ri por último ri melhor” é apenas outra versão da frase que diz: “Quem ri por último não entendeu a piada”. A revelação que as piadas ou frases de duplo sentido proporcionam é um dos insights de maior efeito entre as pessoas. O que os filósofos chamam de “iluminação”, os humoristas intitulam “solavanco mental” da anedota.

A capacidade de rir surge inerente ao homem, mas o sentimento do humor é raro, pois envolve a capacidade de a pessoa se distanciar de si mesma. “Eu sempre rio de todo mundo que não riu de si também.” Esse foi o dístico que Friedrich Nietzsche sugeriu escrever em sua porta, em A Gaia Ciência. Frase típica de um filósofo gaiato. Literalmente.

Elias Thomé Saliba. Na cortina de silêncio. In: CartaCapital. Ano XII, n.º 673, 23/11/2011, p. 82-3, (com adaptações).

A respeito das ideias e das estruturas do texto acima, julgue o item subsequente.

Seria mantida a correção gramatical do período caso a preposição “de”, em “chamado de ‘o filósofo que ri’”, fosse omitida.

 

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3020864 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPE-PI

Observou-se, ao longo da história, não uma condenação, mas uma espécie de cortina de silêncio iniciada com Platão, cujo veto ao riso atingiu indiretamente o legado de Demócrito (nascido em 460 a.C.), chamado de “o filósofo que ri”. Infelizmente, da lavra de Demócrito pouco restou. O rastilho daquele lampejo que fez o cérebro do filósofo brilhar após a gargalhada apagou-se no mundo medieval. A valorização cristã do sofrimento levou a um desprezo geral pelo riso. Por conta desse renitente veto ao riso, figuras pouco conhecidas foram desaparecendo da sisuda história da filosofia. Com algumas exceções, filósofos sisudos e sérios se esquecem de que os mecanismos de compreensão e recompensa tanto dos conceitos filosóficos quanto das piadas são construídos da mesma matéria. Em uma explanação filosófica ou em uma anedota, o que o ouvinte mais teme é ser enganado. Neste caso, o “quem ri por último ri melhor” é apenas outra versão da frase que diz: “Quem ri por último não entendeu a piada”. A revelação que as piadas ou frases de duplo sentido proporcionam é um dos insights de maior efeito entre as pessoas. O que os filósofos chamam de “iluminação”, os humoristas intitulam “solavanco mental” da anedota.

A capacidade de rir surge inerente ao homem, mas o sentimento do humor é raro, pois envolve a capacidade de a pessoa se distanciar de si mesma. “Eu sempre rio de todo mundo que não riu de si também.” Esse foi o dístico que Friedrich Nietzsche sugeriu escrever em sua porta, em A Gaia Ciência. Frase típica de um filósofo gaiato. Literalmente.

Elias Thomé Saliba. Na cortina de silêncio. In: CartaCapital. Ano XII, n.º 673, 23/11/2011, p. 82-3, (com adaptações).

A respeito das ideias e das estruturas do texto acima, julgue o item subsequente.

O autor utiliza a frase de Nietzsche ‘Eu sempre rio de todo mundo que não riu de si também’ como argumento a favor da ideia de que a capacidade de rir é inerente ao homem.

 

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3020863 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPE-PI

Observou-se, ao longo da história, não uma condenação, mas uma espécie de cortina de silêncio iniciada com Platão, cujo veto ao riso atingiu indiretamente o legado de Demócrito (nascido em 460 a.C.), chamado de “o filósofo que ri”. Infelizmente, da lavra de Demócrito pouco restou. O rastilho daquele lampejo que fez o cérebro do filósofo brilhar após a gargalhada apagou-se no mundo medieval. A valorização cristã do sofrimento levou a um desprezo geral pelo riso. Por conta desse renitente veto ao riso, figuras pouco conhecidas foram desaparecendo da sisuda história da filosofia. Com algumas exceções, filósofos sisudos e sérios se esquecem de que os mecanismos de compreensão e recompensa tanto dos conceitos filosóficos quanto das piadas são construídos da mesma matéria. Em uma explanação filosófica ou em uma anedota, o que o ouvinte mais teme é ser enganado. Neste caso, o “quem ri por último ri melhor” é apenas outra versão da frase que diz: “Quem ri por último não entendeu a piada”. A revelação que as piadas ou frases de duplo sentido proporcionam é um dos insights de maior efeito entre as pessoas. O que os filósofos chamam de “iluminação”, os humoristas intitulam “solavanco mental” da anedota.

A capacidade de rir surge inerente ao homem, mas o sentimento do humor é raro, pois envolve a capacidade de a pessoa se distanciar de si mesma. “Eu sempre rio de todo mundo que não riu de si também.” Esse foi o dístico que Friedrich Nietzsche sugeriu escrever em sua porta, em A Gaia Ciência. Frase típica de um filósofo gaiato. Literalmente.

Elias Thomé Saliba. Na cortina de silêncio. In: CartaCapital. Ano XII, n.º 673, 23/11/2011, p. 82-3, (com adaptações).

A respeito das ideias e das estruturas do texto acima, julgue o item subsequente.

Depreende-se do texto que a habilidade necessária para compreender desde a mais complexa explanação filosófica até a mais simples piada é a mesma.

 

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3020862 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPE-PI

Observou-se, ao longo da história, não uma condenação, mas uma espécie de cortina de silêncio iniciada com Platão, cujo veto ao riso atingiu indiretamente o legado de Demócrito (nascido em 460 a.C.), chamado de “o filósofo que ri”. Infelizmente, da lavra de Demócrito pouco restou. O rastilho daquele lampejo que fez o cérebro do filósofo brilhar após a gargalhada apagou-se no mundo medieval. A valorização cristã do sofrimento levou a um desprezo geral pelo riso. Por conta desse renitente veto ao riso, figuras pouco conhecidas foram desaparecendo da sisuda história da filosofia. Com algumas exceções, filósofos sisudos e sérios se esquecem de que os mecanismos de compreensão e recompensa tanto dos conceitos filosóficos quanto das piadas são construídos da mesma matéria. Em uma explanação filosófica ou em uma anedota, o que o ouvinte mais teme é ser enganado. Neste caso, o “quem ri por último ri melhor” é apenas outra versão da frase que diz: “Quem ri por último não entendeu a piada”. A revelação que as piadas ou frases de duplo sentido proporcionam é um dos insights de maior efeito entre as pessoas. O que os filósofos chamam de “iluminação”, os humoristas intitulam “solavanco mental” da anedota.

A capacidade de rir surge inerente ao homem, mas o sentimento do humor é raro, pois envolve a capacidade de a pessoa se distanciar de si mesma. “Eu sempre rio de todo mundo que não riu de si também.” Esse foi o dístico que Friedrich Nietzsche sugeriu escrever em sua porta, em A Gaia Ciência. Frase típica de um filósofo gaiato. Literalmente.

Elias Thomé Saliba. Na cortina de silêncio. In: CartaCapital. Ano XII, n.º 673, 23/11/2011, p. 82-3, (com adaptações).

A respeito das ideias e das estruturas do texto acima, julgue o item subsequente.

Segundo o texto, a frase ‘quem ri por último ri melhor’ tem o mesmo sentido quando aplicada tanto a explanações filosóficas quanto a anedotas.

 

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3020861 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPE-PI

Os filósofos do Iluminismo observavam um preceito simples, mas obviamente muito poderoso. Quanto mais formos capazes de compreender racionalmente o mundo, e a nós mesmos, mais poderemos moldar a história para nossos próprios propósitos. Temos de nos libertar dos hábitos e preconceitos do passado a fim de controlar o futuro.

Segundo essa concepção, com o maior desenvolvimento da ciência e da tecnologia, o mundo iria se tornar mais estável e ordenado. O romancista George Orwell, por exemplo, anteviu uma sociedade com excessiva estabilidade e previsibilidade — em que nos tornaríamos todos minúsculos dentes de engrenagem de uma vasta máquina social e econômica.

O mundo em que nos encontramos hoje, no entanto, não se parece muito com o que eles previram. Em vez de estar cada vez mais sob nosso comando, parece um mundo em descontrole. Além disso, algumas das influências que, supunha-se antes, iriam tornar a vida mais segura e previsível para nós, entre elas o progresso da ciência e da tecnologia, tiveram muitas vezes o efeito totalmente oposto. A mudança do clima global e os riscos que a acompanham, por exemplo, resultam provavelmente de nossa intervenção no ambiente. Não são fenômenos naturais. A ciência e a tecnologia estão inevitavelmente envolvidas em nossas tentativas de fazer face a esses riscos, mas também contribuíram para criá-los.

Deparamo-nos com situações de risco que ninguém teve de enfrentar na história passada — das quais o aquecimento global é apenas uma. Muitos de novos riscos e incertezas nos afetam onde quer que vivamos, não importa quão privilegiados ou carentes sejamos. Eles estão inextricavelmente ligados à globalização. A ciência e a tecnologia tornaram-se elas próprias globalizadas.

Anthony Giddens. Mundo em descontrole. Rio de Janeiro: Record, 2005, p. 13-4 (com adaptações).

Julgue o próximo item, relativo às ideias do texto acima e às estruturas nele empregadas.

O autor desenvolve raciocínio indutivo para defender tese acerca dos riscos que o aquecimento global representa para o mundo atualmente.

 

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3020860 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPE-PI

Os filósofos do Iluminismo observavam um preceito simples, mas obviamente muito poderoso. Quanto mais formos capazes de compreender racionalmente o mundo, e a nós mesmos, mais poderemos moldar a história para nossos próprios propósitos. Temos de nos libertar dos hábitos e preconceitos do passado a fim de controlar o futuro.

Segundo essa concepção, com o maior desenvolvimento da ciência e da tecnologia, o mundo iria se tornar mais estável e ordenado. O romancista George Orwell, por exemplo, anteviu uma sociedade com excessiva estabilidade e previsibilidade — em que nos tornaríamos todos minúsculos dentes de engrenagem de uma vasta máquina social e econômica.

O mundo em que nos encontramos hoje, no entanto, não se parece muito com o que eles previram. Em vez de estar cada vez mais sob nosso comando, parece um mundo em descontrole. Além disso, algumas das influências que, supunha-se antes, iriam tornar a vida mais segura e previsível para nós, entre elas o progresso da ciência e da tecnologia, tiveram muitas vezes o efeito totalmente oposto. A mudança do clima global e os riscos que a acompanham, por exemplo, resultam provavelmente de nossa intervenção no ambiente. Não são fenômenos naturais. A ciência e a tecnologia estão inevitavelmente envolvidas em nossas tentativas de fazer face a esses riscos, mas também contribuíram para criá-los.

Deparamo-nos com situações de risco que ninguém teve de enfrentar na história passada — das quais o aquecimento global é apenas uma. Muitos de novos riscos e incertezas nos afetam onde quer que vivamos, não importa quão privilegiados ou carentes sejamos. Eles estão inextricavelmente ligados à globalização. A ciência e a tecnologia tornaram-se elas próprias globalizadas.

Anthony Giddens. Mundo em descontrole. Rio de Janeiro: Record, 2005, p. 13-4 (com adaptações).

Julgue o próximo item, relativo às ideias do texto acima e às estruturas nele empregadas.

Em “não se parece muito com o que eles previram” o pronome “que” tem como antecedente o pronome “o”, que se refere a “mundo”.

 

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3020859 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPE-PI

Os filósofos do Iluminismo observavam um preceito simples, mas obviamente muito poderoso. Quanto mais formos capazes de compreender racionalmente o mundo, e a nós mesmos, mais poderemos moldar a história para nossos próprios propósitos. Temos de nos libertar dos hábitos e preconceitos do passado a fim de controlar o futuro.

Segundo essa concepção, com o maior desenvolvimento da ciência e da tecnologia, o mundo iria se tornar mais estável e ordenado. O romancista George Orwell, por exemplo, anteviu uma sociedade com excessiva estabilidade e previsibilidade — em que nos tornaríamos todos minúsculos dentes de engrenagem de uma vasta máquina social e econômica.

O mundo em que nos encontramos hoje, no entanto, não se parece muito com o que eles previram. Em vez de estar cada vez mais sob nosso comando, parece um mundo em descontrole. Além disso, algumas das influências que, supunha-se antes, iriam tornar a vida mais segura e previsível para nós, entre elas o progresso da ciência e da tecnologia, tiveram muitas vezes o efeito totalmente oposto. A mudança do clima global e os riscos que a acompanham, por exemplo, resultam provavelmente de nossa intervenção no ambiente. Não são fenômenos naturais. A ciência e a tecnologia estão inevitavelmente envolvidas em nossas tentativas de fazer face a esses riscos, mas também contribuíram para criá-los.

Deparamo-nos com situações de risco que ninguém teve de enfrentar na história passada — das quais o aquecimento global é apenas uma. Muitos de novos riscos e incertezas nos afetam onde quer que vivamos, não importa quão privilegiados ou carentes sejamos. Eles estão inextricavelmente ligados à globalização. A ciência e a tecnologia tornaram-se elas próprias globalizadas.

Anthony Giddens. Mundo em descontrole. Rio de Janeiro: Record, 2005, p. 13-4 (com adaptações).

Julgue o próximo item, relativo às ideias do texto acima e às estruturas nele empregadas.

O emprego do futuro do pretérito em “iria se tornar” e “nos tornaríamos” justifica-se por terem as previsões dos filósofos iluministas se concretizado.

 

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