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Foram encontradas 226 questões.

1174733 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNRIO
Orgão: MPO
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Com relação à Previdência Social, nos termos da Constituição da República, é correto afirmar:

Questão Desatualizada

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1174697 Ano: 2010
Disciplina: Legislação Federal
Banca: FUNRIO
Orgão: MPO
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Com relação à competência da Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, art. 34 do Anexo I do decreto 6929/2009, é correto afirmar:
Questão Desatualizada

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1174696 Ano: 2010
Disciplina: Legislação Federal
Banca: FUNRIO
Orgão: MPO
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Com relação as competências dos Órgãos de Assistência Direta e Imediata ao Ministro de Estado de Planejamento, Orçamento e Gestão, nos termos do Decreto n. 6929/2009, é correto afirmar:
Questão Desatualizada

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1174695 Ano: 2010
Disciplina: Legislação Federal
Banca: FUNRIO
Orgão: MPO
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Com relação as competências da Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, nos termos do Decreto n. 6929/2009, é correto afirmar que cabe-lhe
Questão Desatualizada

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1174694 Ano: 2010
Disciplina: Legislação Federal
Banca: FUNRIO
Orgão: MPO
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Com relação as competências do Departamento de Incorporação de Imóveis da Secretaria de Patrimônio da União, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, é correto afirmar que cabe-lhe, nos termos do art. 39 do Anexo I, do Decreto n° 6929/2009,
Questão Desatualizada

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1174693 Ano: 2010
Disciplina: Legislação Federal
Banca: FUNRIO
Orgão: MPO
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Constitui órgão específico singular do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, na forma do Decreto 6929/2009.
Questão Desatualizada

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2405366 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNRIO
Orgão: MPO

O art. 7º da Constituição da República trata de questões de ordem trabalhista e assegurar expressamente a todo trabalhador urbano e rural

Questão Anulada e Desatualizada

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2403201 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: MPO
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Texto II
Machado de Assis e a política
(Marcos Vinicios Rodrigues Vilaça)

Pedro II ao partir, sob condições injustas de desprestígio, deixava uma governação de cinqüenta anos de respeito à cultura e de uma certa magnanimidade, mas de pouca atenção ao Nordeste do País. Seu tempo não aponta apenas a maldade da estatística ao revelar que ficara no Brasil uma nobreza de sete marqueses e uma marquesa viúva. Dez condes e dez condessas viúvas. Vinte viscondes e dezoito viscondessas viúvas. Vinte e sete barões e onze baronesas viúvas. Era viúva demais...

Tornou-se consensual que Machado de Assis não se apaixona pela política. Inegavelmente nunca a ignorou como cronista ou romancista. Por isso mesmo, participou também da acesa discussão sobre a transferência da capital do País.

Falava-se em instalar o Governo da República em cidades serranas do Estado do Rio de Janeiro, mas Cruls já batia pernas pelo Planalto Central, cuidando dos instantes seminais do que mais tarde viria a ser Brasília. E Machado opinava:

"Não há dúvida que uma capital é obra dos tempos, filha da História. As novas devemos esperar que serão habitadas logo que sejam habitáveis. O resto virá com os anos".

E ainda:

"A Capital da República, uma vez estabelecida, receberá um nome deveras, em vez deste que ora temos, mero qualificativo. Não sei se viverei até a inauguração. A vida é tão curta e a morte tão incerta, que a inauguração pode fazer-se sem mim, e tão certo é o esquecimento que não darão pela minha falta".

Foi mesmo assim, só que seu nome nunca restou esquecido em Brasília. O Senado da República e os meios acadêmicos nunca o permitiram.

Não se deixam de anotar muitas amostragens do interesse de Machado pela política, não na militância das ruas, mas na consideração do seu papel catalisador.

Brito Broca chama a atenção para o fato de Brás Cubas ter sido deputado. E diz:

"Se temos, pois, em Brás Cubas, uma sublimação do secreto ideal político de Machado de Assis, teremos no sentido satírico desse episódio o reverso do mesmo ideal. No discurso do herói, Machado, segundo o seu método de compensação psicológica, destrói a possível inveja que lhe causariam aqueles que subiam, um dia, os degraus da tribuna parlamentar. O Brás Cubas da barretina reflete toda a descrença e toda a malícia de um Machado de Assis deputado".

O desfile de perfis políticos está mesmo nas crônicas de A Semana, entre elas o texto clássico "O Velho Senado", mas há nos romances políticos como Lobo Neves, supersticioso e fátuo; Camacho, cabo eleitoral típico; Teófilo, ansioso por se tornar ministro; Brotero, o das aventuras amorosas e não podemos esquecer o brasileiro Tristão, a naturalizar-se português para se eleger deputado por lá. Também o deputado Clodovil a viajar pela Europa.

O entorno de amigos de Machado estava farto de políticos: Alencar, Francisco Otaviano, Bocaiúva, Joaquim Serra e o maior deles: Joaquim Nabuco.

Quero testemunhar algo muito em particular. Sou, como ele de certa forma o foi, membro de uma Corte de Contas, já centenária, o que no Brasil conta muito. Machado de Assis foi por 41 anos modelar funcionário público e apetecia a ele tarefas que hoje são nomeadas como de Controle Interno.

Exerceu, entre outras tantas bem diversificadas, funções dessa natureza no Ministério de Obras Públicas. Não era esse o nome. Mas vá lá que seja para simplificar. É bom ver em papéis antigos o servidor público Machado de Assis desempenhar-se metodicamente do controle de contas dos que adquiriram lápis grafite, réguas de ébano, pó da Pérsia, cânfora, papel para embrulho, envelope para cartas.

Na obra machadiana, o funcionário público sempre comparece sob a sua mordacidade, como mediocrão, relapso, incompetente, preguiçoso, exatamente o contrário do que ele foi. Rascunhava despachos antes de pô-los no papel, impugnava contas inadequadas, conteve gastos sem previsão orçamentária.

Não se poupou de caturrices, como conta Josué Montello:

Quando o Império enfardelou os trapos e a República chegou, é aconselhado a retirar da parede da repartição onde trabalhava o retrato do Imperador. Machado, solenemente esclarece:

"O retrato chegou aqui com uma portaria e só sai com outra portaria".

Em certa crônica na Gazeta de Notícias, numa fase de altas turbulências, apelou à esperança dizendo: "Supunha o mundo perdido em meio de tantas guerras e calamidades, quando respirei aliviado: encerravam-se em Londres, com grande brilho, as festas de Shakespeare".

Pois bem, também brilharam no mês passado, as festas da "Semana Machado de Assis", na mesma Londres, abrindo as comemorações do seu centenário.

(Diário de Pernambuco (PE) 17/7/2007. Disponível em: http://www.academia.org.br/ )

Com base na leitura do texto II, resolva a questão.

A palavra que no texto II apresenta sentido conotativo é

Questão Anulada e Desatualizada

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2392940 Ano: 2010
Disciplina: Direito Empresarial (Comercial)
Banca: FUNRIO
Orgão: MPO
Com base na lei das S.A. (Lei 6404/76), indique a resposta correta.
Questão Anulada e Desatualizada

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2389705 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNRIO
Orgão: MPO

As afirmações abaixo dizem respeito ao regramento dos direitos políticos na Constituição Federal de 1988.

I. O alistamento eleitoral e o voto são facultativos para os analfabetos, maiores de setenta anos e jovens maiores de dezesseis e menores de dezoito anos.

II. São condições de elegibilidade previstas na Constituição, dentre outras, a nacionalidade brasileira, o pleno exercício dos direitos políticos, o domicílio eleitoral na circunscrição e a filiação partidária.

III. O Presidente da República, os Governadores e os Prefeitos podem concorrer à reeleição para um único período subseqüente, devendo para tanto renunciar aos respectivos mandatos até seis meses antes do pleito.

IV. A idade mínima para concorrer aos cargos de Presidente e Vice-Presidente da República e Senador é de trinta e cinco anos.

Sobre essas quatro afirmações, pode-se dizer que apenas estão corretas as de número

Questão Anulada e Desatualizada

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