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Existem relatos de pequenos vazamentos de petróleo ocorridos no Brasil, no ano de 1955, quando se fazia, em São Sebastião, o transbordo desse material dos navios maiores para os menores (ship to ship), estes com melhores condições de calado para adentrarem no Porto de Santos. O primeiro grande episódio conhecido ocorreu em agosto de 1974, quando o petroleiro Takimyia Maru chocou-se com uma rocha no Canal de São Sebastião, litoral norte de São Paulo, causando o vazamento de, aproximadamente, 6.000 toneladas de petróleo. No ano seguinte, em março de 1975, no Rio de Janeiro, ocorreu o acidente com o navio Tarik Ibn Zyiad, tendo sido derramado o mesmo volume de óleo na Baía de Guanabara. Mas o primeiro caso registrado oficialmente pela CETESB foi em janeiro de 1978, quando um acidente com o petroleiro Brazilian Marina provocou grande vazamento no mesmo local, afetando seriamente o litoral norte de São Paulo. Como a CETESB e o governo federal não tinham experiência em lidar com casos dessa gravidade, foi solicitada a colaboração de especialistas da Agência de Proteção Ambiental (EPA) e da Guarda Costeira, ambos dos Estados Unidos da América.
Internet: <www.cetesb.sp.gov.br> (com adaptações).
Considerando as informações do texto acima, julgue o próximo item.
Dada a inevitabilidade das operações ship to ship em qualquer projeto portuário, a análise do processo de licenciamento restringe-se à previsão de medidas mitigadoras.
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Existem relatos de pequenos vazamentos de petróleo ocorridos no Brasil, no ano de 1955, quando se fazia, em São Sebastião, o transbordo desse material dos navios maiores para os menores (ship to ship), estes com melhores condições de calado para adentrarem no Porto de Santos. O primeiro grande episódio conhecido ocorreu em agosto de 1974, quando o petroleiro Takimyia Maru chocou-se com uma rocha no Canal de São Sebastião, litoral norte de São Paulo, causando o vazamento de, aproximadamente, 6.000 toneladas de petróleo. No ano seguinte, em março de 1975, no Rio de Janeiro, ocorreu o acidente com o navio Tarik Ibn Zyiad, tendo sido derramado o mesmo volume de óleo na Baía de Guanabara. Mas o primeiro caso registrado oficialmente pela CETESB foi em janeiro de 1978, quando um acidente com o petroleiro Brazilian Marina provocou grande vazamento no mesmo local, afetando seriamente o litoral norte de São Paulo. Como a CETESB e o governo federal não tinham experiência em lidar com casos dessa gravidade, foi solicitada a colaboração de especialistas da Agência de Proteção Ambiental (EPA) e da Guarda Costeira, ambos dos Estados Unidos da América.
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Considerando as informações do texto acima, julgue o próximo item.
O fato motivador da operação ship to ship, descrita no texto, deve integrar os estudos de impacto ambiental para a construção de novos portos.
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Os javalis Sus scrofa scrofa, originários do norte da África e sudoeste da Ásia, são mamíferos artiodátilos, agressivos e resistentes, que vivem em bandos, são robustos, muito corpulentos e cobertos por pelos grossos, podendo atingir até 200 kg de massa. São normalmente menores que suínos domésticos. Esse suídeo, classificado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) como uma das cem piores espécies exóticas invasoras, causa danos em culturas agrícolas, ataca animais de criação, transmite doenças, dispersa plantas daninhas e altera processos ecológicos por meio do forrageio, sobretudo o de regeneração natural.
Internet: <www.redeprofauna.pr.gov.br> (com adaptações).
Com relação ao assunto abordado no texto acima, julgue o item.
Para recuperação de áreas degradadas por alcateias de javalis, é suficiente o plantio de mudas de espécies nativas feito com espaçamento regular, dispensando-se formas de contenção física dos animais.
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Os javalis Sus scrofa scrofa, originários do norte da África e sudoeste da Ásia, são mamíferos artiodátilos, agressivos e resistentes, que vivem em bandos, são robustos, muito corpulentos e cobertos por pelos grossos, podendo atingir até 200 kg de massa. São normalmente menores que suínos domésticos. Esse suídeo, classificado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) como uma das cem piores espécies exóticas invasoras, causa danos em culturas agrícolas, ataca animais de criação, transmite doenças, dispersa plantas daninhas e altera processos ecológicos por meio do forrageio, sobretudo o de regeneração natural.
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Com relação ao assunto abordado no texto acima, julgue o item.
A presença, nos javalis, de variantes sorológicas da Leptospira interrogans, responsáveis pelos casos de leptospirose em seres humanos, é pouco preocupante, devido à distância taxonômica, que impede a transmissão de doenças, não sendo, portanto, necessárias medidas de biossegurança no trato de exemplares desse animal trazidos a zoológicos.
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Os javalis Sus scrofa scrofa, originários do norte da África e sudoeste da Ásia, são mamíferos artiodátilos, agressivos e resistentes, que vivem em bandos, são robustos, muito corpulentos e cobertos por pelos grossos, podendo atingir até 200 kg de massa. São normalmente menores que suínos domésticos. Esse suídeo, classificado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) como uma das cem piores espécies exóticas invasoras, causa danos em culturas agrícolas, ataca animais de criação, transmite doenças, dispersa plantas daninhas e altera processos ecológicos por meio do forrageio, sobretudo o de regeneração natural.
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Com relação ao assunto abordado no texto acima, julgue o item.
Os dados apresentados no texto são suficientes para se distinguir a classe, a ordem, a família, o gênero e a espécie do animal descrito.
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Os javalis Sus scrofa scrofa, originários do norte da África e sudoeste da Ásia, são mamíferos artiodátilos, agressivos e resistentes, que vivem em bandos, são robustos, muito corpulentos e cobertos por pelos grossos, podendo atingir até 200 kg de massa. São normalmente menores que suínos domésticos. Esse suídeo, classificado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) como uma das cem piores espécies exóticas invasoras, causa danos em culturas agrícolas, ataca animais de criação, transmite doenças, dispersa plantas daninhas e altera processos ecológicos por meio do forrageio, sobretudo o de regeneração natural.
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Com relação ao assunto abordado no texto acima, julgue o item.
Além das características já apontadas, o javali apresenta alto potencial reprodutivo.
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Os javalis Sus scrofa scrofa, originários do norte da África e sudoeste da Ásia, são mamíferos artiodátilos, agressivos e resistentes, que vivem em bandos, são robustos, muito corpulentos e cobertos por pelos grossos, podendo atingir até 200 kg de massa. São normalmente menores que suínos domésticos. Esse suídeo, classificado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) como uma das cem piores espécies exóticas invasoras, causa danos em culturas agrícolas, ataca animais de criação, transmite doenças, dispersa plantas daninhas e altera processos ecológicos por meio do forrageio, sobretudo o de regeneração natural.
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Com relação ao assunto abordado no texto acima, julgue o item.
Entre as formas adequadas de se evitar a presença do javali, inclui-se, além da utilização de substâncias gustativas repelentes, o plantio, nas bordas dos plantios principais, de cultivares menos atrativos a esse animal.
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Os javalis Sus scrofa scrofa, originários do norte da África e sudoeste da Ásia, são mamíferos artiodátilos, agressivos e resistentes, que vivem em bandos, são robustos, muito corpulentos e cobertos por pelos grossos, podendo atingir até 200 kg de massa. São normalmente menores que suínos domésticos. Esse suídeo, classificado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) como uma das cem piores espécies exóticas invasoras, causa danos em culturas agrícolas, ataca animais de criação, transmite doenças, dispersa plantas daninhas e altera processos ecológicos por meio do forrageio, sobretudo o de regeneração natural.
Internet: <www.redeprofauna.pr.gov.br> (com adaptações).
Com relação ao assunto abordado no texto acima, julgue o item.
Considerando-se um plano de controle de javalis, é cabível o mapeamento de áreas de ocorrência em simpatria com pecarídeos silvestres (cateto e queixada).
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Em texto publicado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), o professor Aziz Nacib Ab Sáber critica as propostas de modificação do Código Florestal brasileiro e os principais argumentos de seus defensores. Entre as críticas apresentadas pelo professor, listam-se: a proteção da vegetação somente até sete metros e meio da margem de todos os rios do território brasileiro; o plantio de espécies homogêneas, como eucalipto e pínus, em áreas muito desmatadas ou degradadas; a permissão de desmate total para propriedades familiares com até 400 hectares; e a redução, de 80% para 20%, do limite de reserva legal na Amazônia. Reforçando a primeira crítica, Ab Sáber comenta tratar-se de desconhecimento entristecedor sobre a ordem de grandeza das redes hidrográficas do território intertropical brasileiro. A própria comunidade amazônica já reconheceu fatos referentes à tipologia dos rios regionais, denominados, na linguagem local, em ordem crescente, igarapés, riozinhos, rios e parás. Com relação à segunda crítica, o professor argumenta que, ao se arrendarem de incautos proprietários terras para o plantio de eucaliptos ou pínus por 30 anos, sabendo-se que os donos da terra podem morrer quando se completar o prazo, cria-se um grande problema judicial e econômico para os herdeiros, pois o cenário pós-corte dessas árvores impede a posterior reutilização das terras para atividades agrárias. Ab Sáber também prevê que, com a ampliação das áreas desmatáveis nas propriedades rurais, o desmatamento seguirá por rodovias, ramais e sub-ramais. Acerca da redução do limite legal da Amazônia, o professor propõe, aos que defendem que a taxa de proteção interna da vegetação florestal na Amazônia seja de 20%, que analisem o que aconteceu nos espaços ecológicos de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais com a adoção desse percentual. O professor conclui que "seria necessário que os pretensos reformuladores do Código Florestal lançassem sobre o papel os limites de glebas de quinhentos a milhares de hectares e, dentro de cada parcela das glebas, colocassem indicações de 20% correspondentes às florestas ditas preservadas".
Internet: <www.sbpcnet.org.br> (com adaptações).
Considerando os assuntos abordados no texto acima, julgue o item.
De acordo com a teoria do rio contínuo, espera-se que os igarapés tenham baixa produtividade primária líquida.
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Em texto publicado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), o professor Aziz Nacib Ab Sáber critica as propostas de modificação do Código Florestal brasileiro e os principais argumentos de seus defensores. Entre as críticas apresentadas pelo professor, listam-se: a proteção da vegetação somente até sete metros e meio da margem de todos os rios do território brasileiro; o plantio de espécies homogêneas, como eucalipto e pínus, em áreas muito desmatadas ou degradadas; a permissão de desmate total para propriedades familiares com até 400 hectares; e a redução, de 80% para 20%, do limite de reserva legal na Amazônia. Reforçando a primeira crítica, Ab Sáber comenta tratar-se de desconhecimento entristecedor sobre a ordem de grandeza das redes hidrográficas do território intertropical brasileiro. A própria comunidade amazônica já reconheceu fatos referentes à tipologia dos rios regionais, denominados, na linguagem local, em ordem crescente, igarapés, riozinhos, rios e parás. Com relação à segunda crítica, o professor argumenta que, ao se arrendarem de incautos proprietários terras para o plantio de eucaliptos ou pínus por 30 anos, sabendo-se que os donos da terra podem morrer quando se completar o prazo, cria-se um grande problema judicial e econômico para os herdeiros, pois o cenário pós-corte dessas árvores impede a posterior reutilização das terras para atividades agrárias. Ab Sáber também prevê que, com a ampliação das áreas desmatáveis nas propriedades rurais, o desmatamento seguirá por rodovias, ramais e sub-ramais. Acerca da redução do limite legal da Amazônia, o professor propõe, aos que defendem que a taxa de proteção interna da vegetação florestal na Amazônia seja de 20%, que analisem o que aconteceu nos espaços ecológicos de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais com a adoção desse percentual. O professor conclui que "seria necessário que os pretensos reformuladores do Código Florestal lançassem sobre o papel os limites de glebas de quinhentos a milhares de hectares e, dentro de cada parcela das glebas, colocassem indicações de 20% correspondentes às florestas ditas preservadas".
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Considerando os assuntos abordados no texto acima, julgue o item.
Segundo a classificação de Strahler, os parás correspondem a rios de primeira ordem.
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