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3152366 Ano: 2010
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPU

Em texto publicado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), o professor Aziz Nacib Ab Sáber critica as propostas de modificação do Código Florestal brasileiro e os principais argumentos de seus defensores. Entre as críticas apresentadas pelo professor, listam-se: a proteção da vegetação somente até sete metros e meio da margem de todos os rios do território brasileiro; o plantio de espécies homogêneas, como eucalipto e pínus, em áreas muito desmatadas ou degradadas; a permissão de desmate total para propriedades familiares com até 400 hectares; e a redução, de 80% para 20%, do limite de reserva legal na Amazônia. Reforçando a primeira crítica, Ab Sáber comenta tratar-se de desconhecimento entristecedor sobre a ordem de grandeza das redes hidrográficas do território intertropical brasileiro. A própria comunidade amazônica já reconheceu fatos referentes à tipologia dos rios regionais, denominados, na linguagem local, em ordem crescente, igarapés, riozinhos, rios e parás. Com relação à segunda crítica, o professor argumenta que, ao se arrendarem de incautos proprietários terras para o plantio de eucaliptos ou pínus por 30 anos, sabendo-se que os donos da terra podem morrer quando se completar o prazo, cria-se um grande problema judicial e econômico para os herdeiros, pois o cenário pós-corte dessas árvores impede a posterior reutilização das terras para atividades agrárias. Ab Sáber também prevê que, com a ampliação das áreas desmatáveis nas propriedades rurais, o desmatamento seguirá por rodovias, ramais e sub-ramais. Acerca da redução do limite legal da Amazônia, o professor propõe, aos que defendem que a taxa de proteção interna da vegetação florestal na Amazônia seja de 20%, que analisem o que aconteceu nos espaços ecológicos de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais com a adoção desse percentual. O professor conclui que "seria necessário que os pretensos reformuladores do Código Florestal lançassem sobre o papel os limites de glebas de quinhentos a milhares de hectares e, dentro de cada parcela das glebas, colocassem indicações de 20% correspondentes às florestas ditas preservadas".

Internet: <www.sbpcnet.org.br> (com adaptações).


Considerando os assuntos abordados no texto acima, julgue o item.

Nas regiões de floresta, a redução da largura da área de proteção da vegetação às margens dos rios diminuirá a biodiversidade global, tanto no que se refere a espécies nativas quanto a exóticas invasoras.

 

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3152365 Ano: 2010
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPU

Em texto publicado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), o professor Aziz Nacib Ab Sáber critica as propostas de modificação do Código Florestal brasileiro e os principais argumentos de seus defensores. Entre as críticas apresentadas pelo professor, listam-se: a proteção da vegetação somente até sete metros e meio da margem de todos os rios do território brasileiro; o plantio de espécies homogêneas, como eucalipto e pínus, em áreas muito desmatadas ou degradadas; a permissão de desmate total para propriedades familiares com até 400 hectares; e a redução, de 80% para 20%, do limite de reserva legal na Amazônia. Reforçando a primeira crítica, Ab Sáber comenta tratar-se de desconhecimento entristecedor sobre a ordem de grandeza das redes hidrográficas do território intertropical brasileiro. A própria comunidade amazônica já reconheceu fatos referentes à tipologia dos rios regionais, denominados, na linguagem local, em ordem crescente, igarapés, riozinhos, rios e parás. Com relação à segunda crítica, o professor argumenta que, ao se arrendarem de incautos proprietários terras para o plantio de eucaliptos ou pínus por 30 anos, sabendo-se que os donos da terra podem morrer quando se completar o prazo, cria-se um grande problema judicial e econômico para os herdeiros, pois o cenário pós-corte dessas árvores impede a posterior reutilização das terras para atividades agrárias. Ab Sáber também prevê que, com a ampliação das áreas desmatáveis nas propriedades rurais, o desmatamento seguirá por rodovias, ramais e sub-ramais. Acerca da redução do limite legal da Amazônia, o professor propõe, aos que defendem que a taxa de proteção interna da vegetação florestal na Amazônia seja de 20%, que analisem o que aconteceu nos espaços ecológicos de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais com a adoção desse percentual. O professor conclui que "seria necessário que os pretensos reformuladores do Código Florestal lançassem sobre o papel os limites de glebas de quinhentos a milhares de hectares e, dentro de cada parcela das glebas, colocassem indicações de 20% correspondentes às florestas ditas preservadas".

Internet: <www.sbpcnet.org.br> (com adaptações).


Considerando os assuntos abordados no texto acima, julgue o item.

Se as propriedades produtoras com até 400 hectares forem totalmente desmatadas, espera-se que a distância média entre fragmentos de vegetação permaneça estável e o tamanho dos fragmentos diminua.

 

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3152364 Ano: 2010
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPU

Em texto publicado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), o professor Aziz Nacib Ab Sáber critica as propostas de modificação do Código Florestal brasileiro e os principais argumentos de seus defensores. Entre as críticas apresentadas pelo professor, listam-se: a proteção da vegetação somente até sete metros e meio da margem de todos os rios do território brasileiro; o plantio de espécies homogêneas, como eucalipto e pínus, em áreas muito desmatadas ou degradadas; a permissão de desmate total para propriedades familiares com até 400 hectares; e a redução, de 80% para 20%, do limite de reserva legal na Amazônia. Reforçando a primeira crítica, Ab Sáber comenta tratar-se de desconhecimento entristecedor sobre a ordem de grandeza das redes hidrográficas do território intertropical brasileiro. A própria comunidade amazônica já reconheceu fatos referentes à tipologia dos rios regionais, denominados, na linguagem local, em ordem crescente, igarapés, riozinhos, rios e parás. Com relação à segunda crítica, o professor argumenta que, ao se arrendarem de incautos proprietários terras para o plantio de eucaliptos ou pínus por 30 anos, sabendo-se que os donos da terra podem morrer quando se completar o prazo, cria-se um grande problema judicial e econômico para os herdeiros, pois o cenário pós-corte dessas árvores impede a posterior reutilização das terras para atividades agrárias. Ab Sáber também prevê que, com a ampliação das áreas desmatáveis nas propriedades rurais, o desmatamento seguirá por rodovias, ramais e sub-ramais. Acerca da redução do limite legal da Amazônia, o professor propõe, aos que defendem que a taxa de proteção interna da vegetação florestal na Amazônia seja de 20%, que analisem o que aconteceu nos espaços ecológicos de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais com a adoção desse percentual. O professor conclui que "seria necessário que os pretensos reformuladores do Código Florestal lançassem sobre o papel os limites de glebas de quinhentos a milhares de hectares e, dentro de cada parcela das glebas, colocassem indicações de 20% correspondentes às florestas ditas preservadas".

Internet: <www.sbpcnet.org.br> (com adaptações).


Considerando os assuntos abordados no texto acima, julgue o item.

A crítica do professor à diminuição do limite de reserva legal na Amazônia para 20% não se sustenta com base no conceito de percolação nem com base em argumentos científicos, visto que, mesmo na Amazônia, um índice de proteção de 25% atende os interesses econômicos, dos legisladores e dos ambientalistas.

 

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3152363 Ano: 2010
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPU

Em texto publicado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), o professor Aziz Nacib Ab Sáber critica as propostas de modificação do Código Florestal brasileiro e os principais argumentos de seus defensores. Entre as críticas apresentadas pelo professor, listam-se: a proteção da vegetação somente até sete metros e meio da margem de todos os rios do território brasileiro; o plantio de espécies homogêneas, como eucalipto e pínus, em áreas muito desmatadas ou degradadas; a permissão de desmate total para propriedades familiares com até 400 hectares; e a redução, de 80% para 20%, do limite de reserva legal na Amazônia. Reforçando a primeira crítica, Ab Sáber comenta tratar-se de desconhecimento entristecedor sobre a ordem de grandeza das redes hidrográficas do território intertropical brasileiro. A própria comunidade amazônica já reconheceu fatos referentes à tipologia dos rios regionais, denominados, na linguagem local, em ordem crescente, igarapés, riozinhos, rios e parás. Com relação à segunda crítica, o professor argumenta que, ao se arrendarem de incautos proprietários terras para o plantio de eucaliptos ou pínus por 30 anos, sabendo-se que os donos da terra podem morrer quando se completar o prazo, cria-se um grande problema judicial e econômico para os herdeiros, pois o cenário pós-corte dessas árvores impede a posterior reutilização das terras para atividades agrárias. Ab Sáber também prevê que, com a ampliação das áreas desmatáveis nas propriedades rurais, o desmatamento seguirá por rodovias, ramais e sub-ramais. Acerca da redução do limite legal da Amazônia, o professor propõe, aos que defendem que a taxa de proteção interna da vegetação florestal na Amazônia seja de 20%, que analisem o que aconteceu nos espaços ecológicos de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais com a adoção desse percentual. O professor conclui que "seria necessário que os pretensos reformuladores do Código Florestal lançassem sobre o papel os limites de glebas de quinhentos a milhares de hectares e, dentro de cada parcela das glebas, colocassem indicações de 20% correspondentes às florestas ditas preservadas".

Internet: <www.sbpcnet.org.br> (com adaptações).


Considerando os assuntos abordados no texto acima, julgue o item.

A permissão para o desmate total para propriedades de até 400 hectares provavelmente desencadeará um aumento da razão entre o número de propriedades de até 400 hectares e o de propriedades de maior extensão.

 

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3152362 Ano: 2010
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPU

Em texto publicado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), o professor Aziz Nacib Ab Sáber critica as propostas de modificação do Código Florestal brasileiro e os principais argumentos de seus defensores. Entre as críticas apresentadas pelo professor, listam-se: a proteção da vegetação somente até sete metros e meio da margem de todos os rios do território brasileiro; o plantio de espécies homogêneas, como eucalipto e pínus, em áreas muito desmatadas ou degradadas; a permissão de desmate total para propriedades familiares com até 400 hectares; e a redução, de 80% para 20%, do limite de reserva legal na Amazônia. Reforçando a primeira crítica, Ab Sáber comenta tratar-se de desconhecimento entristecedor sobre a ordem de grandeza das redes hidrográficas do território intertropical brasileiro. A própria comunidade amazônica já reconheceu fatos referentes à tipologia dos rios regionais, denominados, na linguagem local, em ordem crescente, igarapés, riozinhos, rios e parás. Com relação à segunda crítica, o professor argumenta que, ao se arrendarem de incautos proprietários terras para o plantio de eucaliptos ou pínus por 30 anos, sabendo-se que os donos da terra podem morrer quando se completar o prazo, cria-se um grande problema judicial e econômico para os herdeiros, pois o cenário pós-corte dessas árvores impede a posterior reutilização das terras para atividades agrárias. Ab Sáber também prevê que, com a ampliação das áreas desmatáveis nas propriedades rurais, o desmatamento seguirá por rodovias, ramais e sub-ramais. Acerca da redução do limite legal da Amazônia, o professor propõe, aos que defendem que a taxa de proteção interna da vegetação florestal na Amazônia seja de 20%, que analisem o que aconteceu nos espaços ecológicos de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais com a adoção desse percentual. O professor conclui que "seria necessário que os pretensos reformuladores do Código Florestal lançassem sobre o papel os limites de glebas de quinhentos a milhares de hectares e, dentro de cada parcela das glebas, colocassem indicações de 20% correspondentes às florestas ditas preservadas".

Internet: <www.sbpcnet.org.br> (com adaptações).


Considerando os assuntos abordados no texto acima, julgue o item.

Visto em escala regional, o modelo de progressão de desmatamento a que o professor se refere no texto assume a forma de uma espinha de peixe.

 

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3152361 Ano: 2010
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPU

Em texto publicado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), o professor Aziz Nacib Ab Sáber critica as propostas de modificação do Código Florestal brasileiro e os principais argumentos de seus defensores. Entre as críticas apresentadas pelo professor, listam-se: a proteção da vegetação somente até sete metros e meio da margem de todos os rios do território brasileiro; o plantio de espécies homogêneas, como eucalipto e pínus, em áreas muito desmatadas ou degradadas; a permissão de desmate total para propriedades familiares com até 400 hectares; e a redução, de 80% para 20%, do limite de reserva legal na Amazônia. Reforçando a primeira crítica, Ab Sáber comenta tratar-se de desconhecimento entristecedor sobre a ordem de grandeza das redes hidrográficas do território intertropical brasileiro. A própria comunidade amazônica já reconheceu fatos referentes à tipologia dos rios regionais, denominados, na linguagem local, em ordem crescente, igarapés, riozinhos, rios e parás. Com relação à segunda crítica, o professor argumenta que, ao se arrendarem de incautos proprietários terras para o plantio de eucaliptos ou pínus por 30 anos, sabendo-se que os donos da terra podem morrer quando se completar o prazo, cria-se um grande problema judicial e econômico para os herdeiros, pois o cenário pós-corte dessas árvores impede a posterior reutilização das terras para atividades agrárias. Ab Sáber também prevê que, com a ampliação das áreas desmatáveis nas propriedades rurais, o desmatamento seguirá por rodovias, ramais e sub-ramais. Acerca da redução do limite legal da Amazônia, o professor propõe, aos que defendem que a taxa de proteção interna da vegetação florestal na Amazônia seja de 20%, que analisem o que aconteceu nos espaços ecológicos de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais com a adoção desse percentual. O professor conclui que "seria necessário que os pretensos reformuladores do Código Florestal lançassem sobre o papel os limites de glebas de quinhentos a milhares de hectares e, dentro de cada parcela das glebas, colocassem indicações de 20% correspondentes às florestas ditas preservadas".

Internet: <www.sbpcnet.org.br> (com adaptações).


Considerando os assuntos abordados no texto acima, julgue o item.

A reprodução do modelo de progressão do desmatamento, em uma estrutura de grade de células, não comporta um atenuador temporal, ou seja, não permite um retardamento na expressão da transformação.

 

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3152360 Ano: 2010
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPU

Em texto publicado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), o professor Aziz Nacib Ab Sáber critica as propostas de modificação do Código Florestal brasileiro e os principais argumentos de seus defensores. Entre as críticas apresentadas pelo professor, listam-se: a proteção da vegetação somente até sete metros e meio da margem de todos os rios do território brasileiro; o plantio de espécies homogêneas, como eucalipto e pínus, em áreas muito desmatadas ou degradadas; a permissão de desmate total para propriedades familiares com até 400 hectares; e a redução, de 80% para 20%, do limite de reserva legal na Amazônia. Reforçando a primeira crítica, Ab Sáber comenta tratar-se de desconhecimento entristecedor sobre a ordem de grandeza das redes hidrográficas do território intertropical brasileiro. A própria comunidade amazônica já reconheceu fatos referentes à tipologia dos rios regionais, denominados, na linguagem local, em ordem crescente, igarapés, riozinhos, rios e parás. Com relação à segunda crítica, o professor argumenta que, ao se arrendarem de incautos proprietários terras para o plantio de eucaliptos ou pínus por 30 anos, sabendo-se que os donos da terra podem morrer quando se completar o prazo, cria-se um grande problema judicial e econômico para os herdeiros, pois o cenário pós-corte dessas árvores impede a posterior reutilização das terras para atividades agrárias. Ab Sáber também prevê que, com a ampliação das áreas desmatáveis nas propriedades rurais, o desmatamento seguirá por rodovias, ramais e sub-ramais. Acerca da redução do limite legal da Amazônia, o professor propõe, aos que defendem que a taxa de proteção interna da vegetação florestal na Amazônia seja de 20%, que analisem o que aconteceu nos espaços ecológicos de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais com a adoção desse percentual. O professor conclui que "seria necessário que os pretensos reformuladores do Código Florestal lançassem sobre o papel os limites de glebas de quinhentos a milhares de hectares e, dentro de cada parcela das glebas, colocassem indicações de 20% correspondentes às florestas ditas preservadas".

Internet: <www.sbpcnet.org.br> (com adaptações).


Considerando os assuntos abordados no texto acima, julgue o item.

A reprodução do modelo de progressão do desmatamento para certa localidade requer que, em sucessivas gerações, o valor numérico de uma célula seja definido em relação ao valor numérico da célula vizinha.

 

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3152359 Ano: 2010
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPU

Em texto publicado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), o professor Aziz Nacib Ab Sáber critica as propostas de modificação do Código Florestal brasileiro e os principais argumentos de seus defensores. Entre as críticas apresentadas pelo professor, listam-se: a proteção da vegetação somente até sete metros e meio da margem de todos os rios do território brasileiro; o plantio de espécies homogêneas, como eucalipto e pínus, em áreas muito desmatadas ou degradadas; a permissão de desmate total para propriedades familiares com até 400 hectares; e a redução, de 80% para 20%, do limite de reserva legal na Amazônia. Reforçando a primeira crítica, Ab Sáber comenta tratar-se de desconhecimento entristecedor sobre a ordem de grandeza das redes hidrográficas do território intertropical brasileiro. A própria comunidade amazônica já reconheceu fatos referentes à tipologia dos rios regionais, denominados, na linguagem local, em ordem crescente, igarapés, riozinhos, rios e parás. Com relação à segunda crítica, o professor argumenta que, ao se arrendarem de incautos proprietários terras para o plantio de eucaliptos ou pínus por 30 anos, sabendo-se que os donos da terra podem morrer quando se completar o prazo, cria-se um grande problema judicial e econômico para os herdeiros, pois o cenário pós-corte dessas árvores impede a posterior reutilização das terras para atividades agrárias. Ab Sáber também prevê que, com a ampliação das áreas desmatáveis nas propriedades rurais, o desmatamento seguirá por rodovias, ramais e sub-ramais. Acerca da redução do limite legal da Amazônia, o professor propõe, aos que defendem que a taxa de proteção interna da vegetação florestal na Amazônia seja de 20%, que analisem o que aconteceu nos espaços ecológicos de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais com a adoção desse percentual. O professor conclui que "seria necessário que os pretensos reformuladores do Código Florestal lançassem sobre o papel os limites de glebas de quinhentos a milhares de hectares e, dentro de cada parcela das glebas, colocassem indicações de 20% correspondentes às florestas ditas preservadas".

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Considerando os assuntos abordados no texto acima, julgue o item.

Considerando-se a mesma área total de plantio, para que as monoculturas atuem efetivamente como barreiras, deve-se promover o cultivo em áreas lineares de pequena largura, e não em áreas circulares.

 

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3152358 Ano: 2010
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPU

Em texto publicado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), o professor Aziz Nacib Ab Sáber critica as propostas de modificação do Código Florestal brasileiro e os principais argumentos de seus defensores. Entre as críticas apresentadas pelo professor, listam-se: a proteção da vegetação somente até sete metros e meio da margem de todos os rios do território brasileiro; o plantio de espécies homogêneas, como eucalipto e pínus, em áreas muito desmatadas ou degradadas; a permissão de desmate total para propriedades familiares com até 400 hectares; e a redução, de 80% para 20%, do limite de reserva legal na Amazônia. Reforçando a primeira crítica, Ab Sáber comenta tratar-se de desconhecimento entristecedor sobre a ordem de grandeza das redes hidrográficas do território intertropical brasileiro. A própria comunidade amazônica já reconheceu fatos referentes à tipologia dos rios regionais, denominados, na linguagem local, em ordem crescente, igarapés, riozinhos, rios e parás. Com relação à segunda crítica, o professor argumenta que, ao se arrendarem de incautos proprietários terras para o plantio de eucaliptos ou pínus por 30 anos, sabendo-se que os donos da terra podem morrer quando se completar o prazo, cria-se um grande problema judicial e econômico para os herdeiros, pois o cenário pós-corte dessas árvores impede a posterior reutilização das terras para atividades agrárias. Ab Sáber também prevê que, com a ampliação das áreas desmatáveis nas propriedades rurais, o desmatamento seguirá por rodovias, ramais e sub-ramais. Acerca da redução do limite legal da Amazônia, o professor propõe, aos que defendem que a taxa de proteção interna da vegetação florestal na Amazônia seja de 20%, que analisem o que aconteceu nos espaços ecológicos de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais com a adoção desse percentual. O professor conclui que "seria necessário que os pretensos reformuladores do Código Florestal lançassem sobre o papel os limites de glebas de quinhentos a milhares de hectares e, dentro de cada parcela das glebas, colocassem indicações de 20% correspondentes às florestas ditas preservadas".

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Considerando os assuntos abordados no texto acima, julgue o item.

Do ponto de vista matemático, é correto afirmar que o índice de diversidade da paisagem aumenta se as monoculturas promoverem maior diversificação da matriz da paisagem.

 

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3152357 Ano: 2010
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Em texto publicado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), o professor Aziz Nacib Ab Sáber critica as propostas de modificação do Código Florestal brasileiro e os principais argumentos de seus defensores. Entre as críticas apresentadas pelo professor, listam-se: a proteção da vegetação somente até sete metros e meio da margem de todos os rios do território brasileiro; o plantio de espécies homogêneas, como eucalipto e pínus, em áreas muito desmatadas ou degradadas; a permissão de desmate total para propriedades familiares com até 400 hectares; e a redução, de 80% para 20%, do limite de reserva legal na Amazônia. Reforçando a primeira crítica, Ab Sáber comenta tratar-se de desconhecimento entristecedor sobre a ordem de grandeza das redes hidrográficas do território intertropical brasileiro. A própria comunidade amazônica já reconheceu fatos referentes à tipologia dos rios regionais, denominados, na linguagem local, em ordem crescente, igarapés, riozinhos, rios e parás. Com relação à segunda crítica, o professor argumenta que, ao se arrendarem de incautos proprietários terras para o plantio de eucaliptos ou pínus por 30 anos, sabendo-se que os donos da terra podem morrer quando se completar o prazo, cria-se um grande problema judicial e econômico para os herdeiros, pois o cenário pós-corte dessas árvores impede a posterior reutilização das terras para atividades agrárias. Ab Sáber também prevê que, com a ampliação das áreas desmatáveis nas propriedades rurais, o desmatamento seguirá por rodovias, ramais e sub-ramais. Acerca da redução do limite legal da Amazônia, o professor propõe, aos que defendem que a taxa de proteção interna da vegetação florestal na Amazônia seja de 20%, que analisem o que aconteceu nos espaços ecológicos de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais com a adoção desse percentual. O professor conclui que "seria necessário que os pretensos reformuladores do Código Florestal lançassem sobre o papel os limites de glebas de quinhentos a milhares de hectares e, dentro de cada parcela das glebas, colocassem indicações de 20% correspondentes às florestas ditas preservadas".

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A área de proteção da vegetação a que se refere o professor é, de fato, irrelevante do ponto de vista físico e no que diz respeito à direção perpendicular ao rio, em face da maior importância da biodiversidade e da direção longitudinal da faixa.

 

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