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3383752 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: MPU

Atenção: A questão refere-se ao texto apresentado abaixo.

As discussões sobre a liberdade assentam necessariamente e em princípio na negação de suas próprias bases possibilitadoras. Quero dizer que o único pressuposto histórico viável para que se possa instaurar a inteireza do entendimento da questão está na ausência de liberdade. Mas isso não no sentido preconizado por um Fichte que, sem estar totalmente desprovido de razão, jogava com a oposição entre o livre e o não-livre, no sentido de que a liberdade se faz a partir do elemento não-livre, da presença de um obstáculo sem o qual nem se poderia conceber o surgimento da liberdade. A tese de Fichte, entretanto, se move dentro do âmbito de uma teoria geral do exercício da liberdade, válida para todos os tempos e todos os lugares, enraizada na existência de um eu puro. No sso ponto de partida é bem outro; claro que a educação para a liberdade deve pressupor a freqüentação de elementos não-livres vistos como o solo em que medra o desenvolvimento da liberdade. Mas entendemos que a tese nada tem a ver com um suposto eu puro, pois ela se mostra essencialmente e antes de tudo em seu caráter histórico: não existe algo como uma liberdade constitutiva da natureza humana considerada em si mesma. Para nós, longe disso, a liberdade revela-se histórica de ponta a ponta, e já no sentido de que o homem em suas origens n ada ostenta que poderia insinuar a presença da liberdade. Um eu puro - mas o que poderia ser isso? Não existe esse eu à espera de sua eclosão a ser provocada por coisas que lhe seriam totalmente estranhas, determinadas por uma exterioridade cega. Portanto, já nesse ponto de partida histórico, parece evidente que as origens situam-se em três níveis principais: um, de ordem propriamente biológica, a confundir-se em suas primícias com os enredos da evolução das espécies; já o segundo aferra-se aos contextos sociais, e a liberdade passa a ser o objetivo de uma longa e laboriosa conquista. Certamente cabe asseverar que aquele elemento biológico integra-se a seu modo nos processos de sociabilização política do homem. E é por aí que deve surgir também, em terceiro lugar, a lenta especificação das concordâncias psicológicas. Por tais caminhos, nem há liberdade, mas liberdades que se vão fazendo; não existe a história de uma liberdade única, e sim a grande diversidade, as histórias das liberdades, sempre no plural.

Obs.: Johann Gottlieb Fichte (1762-1814), filósofo alemão.

(Gerd Bornheim, "As medidas da liberdade", In O avesso da liberdade. Adauto Novaes (Org.). São Paulo: Companhia das Letras, 2002. p. 41-42)

Está corretamente entendida a seguinte expressão do texto:

 

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3383751 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: MPU

Atenção: A questão refere-se ao texto apresentado abaixo.

As discussões sobre a liberdade assentam necessariamente e em princípio na negação de suas próprias bases possibilitadoras. Quero dizer que o único pressuposto histórico viável para que se possa instaurar a inteireza do entendimento da questão está na ausência de liberdade. Mas isso não no sentido preconizado por um Fichte que, sem estar totalmente desprovido de razão, jogava com a oposição entre o livre e o não-livre, no sentido de que a liberdade se faz a partir do elemento não-livre, da presença de um obstáculo sem o qual nem se poderia conceber o surgimento da liberdade. A tese de Fichte, entretanto, se move dentro do âmbito de uma teoria geral do exercício da liberdade, válida para todos os tempos e todos os lugares, enraizada na existência de um eu puro. No sso ponto de partida é bem outro; claro que a educação para a liberdade deve pressupor a freqüentação de elementos não-livres vistos como o solo em que medra o desenvolvimento da liberdade. Mas entendemos que a tese nada tem a ver com um suposto eu puro, pois ela se mostra essencialmente e antes de tudo em seu caráter histórico: não existe algo como uma liberdade constitutiva da natureza humana considerada em si mesma. Para nós, longe disso, a liberdade revela-se histórica de ponta a ponta, e já no sentido de que o homem em suas origens n ada ostenta que poderia insinuar a presença da liberdade. Um eu puro - mas o que poderia ser isso? Não existe esse eu à espera de sua eclosão a ser provocada por coisas que lhe seriam totalmente estranhas, determinadas por uma exterioridade cega. Portanto, já nesse ponto de partida histórico, parece evidente que as origens situam-se em três níveis principais: um, de ordem propriamente biológica, a confundir-se em suas primícias com os enredos da evolução das espécies; já o segundo aferra-se aos contextos sociais, e a liberdade passa a ser o objetivo de uma longa e laboriosa conquista. Certamente cabe asseverar que aquele elemento biológico integra-se a seu modo nos processos de sociabilização política do homem. E é por aí que deve surgir também, em terceiro lugar, a lenta especificação das concordâncias psicológicas. Por tais caminhos, nem há liberdade, mas liberdades que se vão fazendo; não existe a história de uma liberdade única, e sim a grande diversidade, as histórias das liberdades, sempre no plural.

Obs.: Johann Gottlieb Fichte (1762-1814), filósofo alemão.

(Gerd Bornheim, "As medidas da liberdade", In O avesso da liberdade. Adauto Novaes (Org.). São Paulo: Companhia das Letras, 2002. p. 41-42)

Por tais caminhos, nem há liberdade, mas liberdades que se vão fazendo; não existe a história de uma liberdade única, e sim a grande diversidade, as histórias das liberdades, sempre no plural.

Sobre o período acima é correto afirmar:

 

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3383750 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: MPU

Atenção: A questão refere-se ao texto apresentado abaixo.

As discussões sobre a liberdade assentam necessariamente e em princípio na negação de suas próprias bases possibilitadoras. Quero dizer que o único pressuposto histórico viável para que se possa instaurar a inteireza do entendimento da questão está na ausência de liberdade. Mas isso não no sentido preconizado por um Fichte que, sem estar totalmente desprovido de razão, jogava com a oposição entre o livre e o não-livre, no sentido de que a liberdade se faz a partir do elemento não-livre, da presença de um obstáculo sem o qual nem se poderia conceber o surgimento da liberdade. A tese de Fichte, entretanto, se move dentro do âmbito de uma teoria geral do exercício da liberdade, válida para todos os tempos e todos os lugares, enraizada na existência de um eu puro. Nosso ponto de partida é bem outro; claro que a educação para a liberdade deve pressupor a freqüentação de elementos não-livres vistos como o solo em que medra o desenvolvimento da liberdade. Mas entendemos que a tese nada tem a ver com um suposto eu puro, pois ela se mostra essencialmente e antes de tudo em seu caráter histórico: não existe algo como uma liberdade constitutiva da natureza humana considerada em si mesma. Para nós, longe disso, a liberdade revela-se histórica de ponta a ponta, e já no sentido de que o homem em suas origens n ada ostenta que poderia insinuar a presença da liberdade. Um eu puro - mas o que poderia ser isso? Não existe esse eu à espera de sua eclosão a ser provocada por coisas que lhe seriam totalmente estranhas, determinadas por uma exterioridade cega. Portanto, já nesse ponto de partida histórico, parece evidente que as origens situam-se em três níveis principais: um, de ordem propriamente biológica, a confundir-se em suas primícias com os enredos da evolução das espécies; já o segundo aferra-se aos contextos sociais, e a liberdade passa a ser o objetivo de uma longa e laboriosa conquista. Certamente cabe asseverar que aquele elemento biológico integra-se a seu modo nos processos de sociabilização política do homem. E é por aí que deve surgir também, em terceiro lugar, a lenta especificação das concordâncias psicológicas. Por tais caminhos, nem há liberdade, mas liberdades que se vão fazendo; não existe a história de uma liberdade única, e sim a grande diversidade, as histórias das liberdades, sempre no plural.

Obs.: Johann Gottlieb Fichte (1762-1814), filósofo alemão.

(Gerd Bornheim, "As medidas da liberdade", In O avesso da liberdade. Adauto Novaes (Org.). São Paulo: Companhia das Letras, 2002. p. 41-42)

Considere as linhas finais do texto, em vermelho, o contexto e as afirmações que seguem.

I. O segmento já nesse ponto de partida histórico expressa uma hipótese que, caso fosse acatada pelo autor, permitiria o entendimento do período iniciado com Portanto como uma conclusão, fato que não ocorre, como o comprova o uso de parece.

II. Dos três níveis principais citados pelo autor, apenas um é caracterizado como de natureza essencialmente individual, tornando inadmissível qualquer possibilidade de vínculo entre ele e os demais.

III. A frase a liberdade passa a ser o objetivo de uma longa e laboriosa conquista expressa noção de conseqüência.

Está correto o que se afirma SOMENTE em

 

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3383749 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: MPU

Atenção: A questão refere-se ao texto apresentado abaixo.

As discussões sobre a liberdade assentam necessariamente e em princípio na negação de suas próprias bases possibilitadoras. Quero dizer que o único pressuposto histórico viável para que se possa instaurar a inteireza do entendimento da questão está na ausência de liberdade. Mas isso não no sentido preconizado por um Fichte que, sem estar totalmente desprovido de razão, jogava com a oposição entre o livre e o não-livre, no sentido de que a liberdade se faz a partir do elemento não-livre, da presença de um obstáculo sem o qual nem se poderia conceber o surgimento da liberdade. A tese de Fichte, entretanto, se move dentro do âmbito de uma teoria geral do exercício da liberdade, válida para todos os tempos e todos os lugares, enraizada na existência de um eu puro. Nosso ponto de partida é bem outro; claro que a educação para a liberdade deve pressupor a freqüentação de elementos não-livres vistos como o solo em que medra o desenvolvimento da liberdade. Mas entendemos que a tese nada tem a ver com um suposto eu puro, pois ela se mostra essencialmente e antes de tudo em seu caráter histórico: não existe algo como uma liberdade constitutiva da natureza humana considerada em si mesma. Para nós, longe disso, a liberdade revela-se histórica de ponta a ponta, e já no sentido de que o homem em suas origens n ada ostenta que poderia insinuar a presença da liberdade. Um eu puro - mas o que poderia ser isso? Não existe esse eu à espera de sua eclosão a ser provocada por coisas que lhe seriam totalmente estranhas, determinadas por uma exterioridade cega. Portanto, já nesse ponto de partida histórico, parece evidente que as origens situam-se em três níveis principais: um, de ordem propriamente biológica, a confundir-se em suas primícias com os enredos da evolução das espécies; já o segundo aferra-se aos contextos sociais, e a liberdade passa a ser o objetivo de uma longa e laboriosa conquista. Certamente cabe asseverar que aquele elemento biológico integra-se a seu modo nos processos de sociabilização política do homem. E é por aí que deve surgir também, em terceiro lugar, a lenta especificação das concordâncias psicológicas. Por tais caminhos, nem há liberdade, mas liberdades que se vão fazendo; não existe a história de uma liberdade única, e sim a grande diversidade, as histórias das liberdades, sempre no plural.

Obs.: Johann Gottlieb Fichte (1762-1814), filósofo alemão.

(Gerd Bornheim, "As medidas da liberdade", In O avesso da liberdade. Adauto Novaes (Org.). São Paulo: Companhia das Letras, 2002. p. 41-42)

A argumentação do autor revela

 

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3383748 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: MPU

Atenção: A questão refere-se ao texto apresentado abaixo.

As discussões sobre a liberdade assentam necessariamente e em princípio na negação de suas próprias bases possibilitadoras. Quero dizer que o único pressuposto histórico viável para que se possa instaurar a inteireza do entendimento da questão está na ausência de liberdade. Mas isso não no sentido preconizado por um Fichte que, sem estar totalmente desprovido de razão, jogava com a oposição entre o livre e o não-livre, no sentido de que a liberdade se faz a partir do elemento não-livre, da presença de um obstáculo sem o qual nem se poderia conceber o surgimento da liberdade. A tese de Fichte, entretanto, se move dentro do âmbito de uma teoria geral do exercício da liberdade, válida para todos os tempos e todos os lugares, enraizada na existência de um eu puro. Nosso ponto de partida é bem outro; claro que a educação para a liberdade deve pressupor a freqüentação de elementos não-livres vistos como o solo em que medra o desenvolvimento da liberdade. Mas entendemos que a tese nada tem a ver com um suposto eu puro, pois ela se mostra essencialmente e antes de tudo em seu caráter histórico: não existe algo como uma liberdade constitutiva da natureza humana considerada em si mesma. Para nós, longe disso, a liberdade revela-se histórica de ponta a ponta, e já no sentido de que o homem em suas origens nada ostenta que poderia insinuar a presença da liberdade. Um eu puro - mas o que poderia ser isso? Não existe esse eu à espera de sua eclosão a ser provocada por coisas que lhe seriam totalmente estranhas, determinadas por uma exterioridade cega. Portanto, já nesse ponto de partida histórico, parece evidente que as origens situam-se em três níveis principais: um, de ordem propriamente biológica, a confundir-se em suas primícias com os enredos da evolução das espécies; já o segundo aferra-se aos contextos sociais, e a liberdade passa a ser o objetivo de uma longa e laboriosa conquista. Certamente cabe asseverar que aquele elemento biológico integra-se a seu modo nos processos de sociabilização política do homem. E é por aí que deve surgir também, em terceiro lugar, a lenta especificação das concordâncias psicológicas. Por tais caminhos, nem há liberdade, mas liberdades que se vão fazendo; não existe a história de uma liberdade única, e sim a grande diversidade, as histórias das liberdades, sempre no plural.

Obs.: Johann Gottlieb Fichte (1762-1814), filósofo alemão.

(Gerd Bornheim, "As medidas da liberdade", In O avesso da liberdade. Adauto Novaes (Org.). São Paulo: Companhia das Letras, 2002. p. 41-42)

O autor do texto, nas primeiras 9 linhas,

 

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3383747 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: MPU

Atenção: A questão refere-se ao texto apresentado abaixo.

As discussões sobre a liberdade assentam necessariamente e em princípio na negação de suas próprias bases possibilitadoras. Quero dizer que o único pressuposto histórico viável para que se possa instaurar a inteireza do entendimento da questão está na ausência de liberdade. Mas isso não no sentido preconizado por um Fichte que, sem estar totalmente desprovido de razão, jogava com a oposição entre o livre e o não-livre, no sentido de que a liberdade se faz a partir do elemento não-livre, da presença de um obstáculo sem o qual nem se poderia conceber o surgimento da liberdade. A tese de Fichte, entretanto, se move dentro do âmbito de uma teoria geral do exercício da liberdade, válida para todos os tempos e todos os lugares, enraizada na existência de um eu puro. Nosso ponto de partida é bem outro; claro que a educação para a liberdade deve pressupor a freqüentação de elementos não-livres vistos como o solo em que medra o desenvolvimento da liberdade. Mas entendemos que a tese nada tem a ver com um suposto eu puro, pois ela se mostra essencialmente e antes de tudo em seu caráter histórico: não existe algo como uma liberdade constitutiva da natureza humana considerada em si mesma. Para nós, longe disso, a liberdade revela-se histórica de ponta a ponta, e já no sentido de que o homem em suas origens nada ostenta que poderia insinuar a presença da liberdade. Um eu puro - mas o que poderia ser isso? Não existe esse eu à espera de sua eclosão a ser provocada por coisas que lhe seriam totalmente estranhas, determinadas por uma exterioridade cega. Portanto, já nesse ponto de partida histórico, parece evidente que as origens situam-se em três níveis principais: um, de ordem propriamente biológica, a confundir-se em suas primícias com os enredos da evolução das espécies; já o segundo aferra-se aos contextos sociais, e a liberdade passa a ser o objetivo de uma longa e laboriosa conquista. Certamente cabe asseverar que aquele elemento biológico integra-se a seu modo nos processos de sociabilização política do homem. E é por aí que deve surgir também, em terceiro lugar, a lenta especificação das concordâncias psicológicas. Por tais caminhos, nem há liberdade, mas liberdades que se vão fazendo; não existe a história de uma liberdade única, e sim a grande diversidade, as histórias das liberdades, sempre no plural.

Obs.: Johann Gottlieb Fichte (1762-1814), filósofo alemão.

(Gerd Bornheim, "As medidas da liberdade", In O avesso da liberdade. Adauto Novaes (Org.). São Paulo: Companhia das Letras, 2002. p. 41-42)

As discussões sobre a liberdade assentam necessariamente e em princípio na negação de suas próprias bases possibilitadoras.

Considerado o contexto, a frase acima está corretamente entendida em:

 

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3383746 Ano: 2007
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FCC
Orgão: MPU
Considere as seguintes informações relativas à Cia. Industrial Araraquara (em R$):
Receita Bruta de Vendas ..........................................................300.000,00
Vendas Canceladas ................................................................ 20.000,00
Despesas financeiras na aquisição de materiais diretos................8.000,00
Custo dos Produtos Vendidos....................................................110.000,00
Impostos incidentes sobre Vendas..............................................30.000,00
O lucro bruto da companhia nesse exercício correspondeu, em R$, a
 

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3383744 Ano: 2007
Disciplina: Informática
Banca: FCC
Orgão: MPU

Instruções: Para responder à questão, considere as informações abaixo.

OBJETIVO:


O Ministério Público do Governo Federal de um país deseja modernizar seu ambiente tecnológico de informática. Para tanto adquirirá equipamentos de computação eletrônica avançados e redefinirá seus sistemas de computação a fim de agilizar seus processos internos e também melhorar seu relacionamento com a sociedade.


REQUISITOS PARA ATENDER AO OBJETIVO:


§ 1º - Todo processo interno deverá ser feito por trâmite eletrônico com a mesma tecnologia usada na rede mundial de computadores (Web), porém restrita ao ambiente do Ministério Público.

§ 2º - Os textos deverão ser digitados e para isto serão usados editores de textos eletrônicos. Depois de prontos, editados e verificados do ponto de vista sintático e ortográfico, os textos deverão ser copiados para o local exato da tela de controle de processos para encaminhamento e parecer da próxima instância, a qual será enviado todo o processo.

§ 3º - Todos os arquivos produzidos deverão ser:

I. gravados e identificados por ordem de assunto, data de modificação (ou de gravação quando da produção inicial) e emitente, para facilitar sua localização nos computadores;

II. protegidos contra acesso não autorizado;

III. passíveis de recuperação em caso de perda;

IV. passíveis de serem encaminhados por meio de mensagens via internet.

§ 4º - Os documentos oficiais deverão ser impressos com timbre governamental e, para tanto, um arquivo digital de imagem do timbre deverá estar disponível para uso de todos os produtores de documentos. Nesse sentido, existe uma tecnologia específica para obter o timbre do papel e convertê-lo em imagem digital em um formato que possa ser inserido nos textos eletrônicos em geral.

§ 5º - Todos os cálculos serão feitos por meio do uso de planilhas eletrônicas, cujos arquivos produzidos deverão atender ao estipulado no §3º.

§ 6º - Dispositivos periféricos em geral deverão ser usados para as cópias de arquivos.

§ 7º - Os funcionários deverão ser estimulados ao uso de browser internet para:

I. diálogo eletrônico instantâneo;

II. pesquisa por palavra-chave de assuntos de interesse do Ministério.

Atendendo ao requisito do § 5º, considere os seguintes dados nas células:

Enunciado 3806186-1


Se a fórmula em C1 for propagada para C2, o resultado em C2 será
 

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3383743 Ano: 2007
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: FCC
Orgão: MPU
Instruções: Para responder à questão, considere as informações abaixo.

OBJETIVO:


O Ministério Público do Governo Federal de um país deseja modernizar seu ambiente tecnológico de informática. Para tanto adquirirá equipamentos de computação eletrônica avançados e redefinirá seus sistemas de computação a fim de agilizar seus processos internos e também melhorar seu relacionamento com a sociedade.


REQUISITOS PARA ATENDER AO OBJETIVO:


§ 1º - Todo processo interno deverá ser feito por trâmite eletrônico com a mesma tecnologia usada na rede mundial de computadores (Web), porém restrita ao ambiente do Ministério Público.

§ 2º - Os textos deverão ser digitados e para isto serão usados editores de textos eletrônicos. Depois de prontos, editados e verificados do ponto de vista sintático e ortográfico, os textos deverão ser copiados para o local exato da tela de controle de processos para encaminhamento e parecer da próxima instância, a qual será enviado todo o processo.

§ 3º - Todos os arquivos produzidos deverão ser:

I. gravados e identificados por ordem de assunto, data de modificação (ou de gravação quando da produção inicial) e emitente, para facilitar sua localização nos computadores;

II. protegidos contra acesso não autorizado;

III. passíveis de recuperação em caso de perda;

IV. passíveis de serem encaminhados por meio de mensagens via internet.


Para atender ao requisito do item I do § 3o é possível usar

 

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Questão presente nas seguintes provas
3383742 Ano: 2007
Disciplina: Informática
Banca: FCC
Orgão: MPU
Instruções: Para responder à questão, considere as informações abaixo.

OBJETIVO:


O Ministério Público do Governo Federal de um país deseja modernizar seu ambiente tecnológico de informática. Para tanto adquirirá equipamentos de computação eletrônica avançados e redefinirá seus sistemas de computação a fim de agilizar seus processos internos e também melhorar seu relacionamento com a sociedade.


REQUISITOS PARA ATENDER AO OBJETIVO:


§ 1º - Todo processo interno deverá ser feito por trâmite eletrônico com a mesma tecnologia usada na rede mundial de computadores (Web), porém restrita ao ambiente do Ministério Público.

§ 2º - Os textos deverão ser digitados e para isto serão usados editores de textos eletrônicos. Depois de prontos, editados e verificados do ponto de vista sintático e ortográfico, os textos deverão ser copiados para o local exato da tela de controle de processos para encaminhamento e parecer da próxima instância, a qual será enviado todo o processo.

§ 3º - Todos os arquivos produzidos deverão ser:

I. gravados e identificados por ordem de assunto, data de modificação (ou de gravação quando da produção inicial) e emitente, para facilitar sua localização nos computadores;

II. protegidos contra acesso não autorizado;

III. passíveis de recuperação em caso de perda;

IV. passíveis de serem encaminhados por meio de mensagens via internet.


Na questão tecnológica, o § 1º define o requisito de uso de ..I.. enquanto que no § 2º fica claro que, na passagem dos textos para a tela, devem ser usadas as operações de ..II.. e ..III.. .


I, II e III devem ser substituídos, respectivamente, por:
 

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