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Em relação ao ecocardiograma transesofágico (ETE), o diagnóstico diferencial de vegetações provenientes da endocardite infecciosa (EI) ocorre em estruturas naturais, como o espessamento, a degeneração e a cordoalha valvar, e em estruturas nodulares, encontradas sobretudo em valva aórtica nativa, como as excrescências de Lambl e os nódulos de Arantius. Dificuldade maior encontra-se na diferenciação morfológica de pequenas vegetações e de fios de sutura cirúrgica ou de estruturas denominadas filamentos de fibrina.
Segundo a Sociedade Americana de Ecocardiografia, o ecocardiograma transesofágico seria o exame de imagem cardiovascular de escolha na avaliação de paciente portador de cardioversor/desfibrilador implantável com febre persistente sem etiologia aparente.
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Em relação ao ecocardiograma transesofágico (ETE), o diagnóstico diferencial de vegetações provenientes da endocardite infecciosa (EI) ocorre em estruturas naturais, como o espessamento, a degeneração e a cordoalha valvar, e em estruturas nodulares, encontradas sobretudo em valva aórtica nativa, como as excrescências de Lambl e os nódulos de Arantius. Dificuldade maior encontra-se na diferenciação morfológica de pequenas vegetações e de fios de sutura cirúrgica ou de estruturas denominadas filamentos de fibrina.
As recentes diretrizes sobre EI da SEC, baseadas em dados derivados de um número limitado de estudos, recomendam a realização de novo ETE em um período de 7 a 10 dias, para o diagnóstico da EI, nos pacientes que permanecem com alta probabilidade clínica de EI, quando o primeiro ETE de boa qualidade foi negativo. Adicionalmente, na suspeita de infecção por Staphilococcus aureus, orienta-se a realização do ETE em um intervalo de tempo inferior.
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Em relação ao ecocardiograma transesofágico (ETE), o diagnóstico diferencial de vegetações provenientes da endocardite infecciosa (EI) ocorre em estruturas naturais, como o espessamento, a degeneração e a cordoalha valvar, e em estruturas nodulares, encontradas sobretudo em valva aórtica nativa, como as excrescências de Lambl e os nódulos de Arantius. Dificuldade maior encontra-se na diferenciação morfológica de pequenas vegetações e de fios de sutura cirúrgica ou de estruturas denominadas filamentos de fibrina.
Segundo a American Heart Association e a SEC, não é recomendado o acompanhamento ecocardiográfico do paciente com diagnóstico de EI após tratamento clínico, com o intuito de avaliar a função cardíaca, a morfologia e a função valvar.
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Em relação ao ecocardiograma transesofágico (ETE), o diagnóstico diferencial de vegetações provenientes da endocardite infecciosa (EI) ocorre em estruturas naturais, como o espessamento, a degeneração e a cordoalha valvar, e em estruturas nodulares, encontradas sobretudo em valva aórtica nativa, como as excrescências de Lambl e os nódulos de Arantius. Dificuldade maior encontra-se na diferenciação morfológica de pequenas vegetações e de fios de sutura cirúrgica ou de estruturas denominadas filamentos de fibrina.
A sensibilidade do ecocardiograma transtorácico para o diagnóstico de EI varia de 40% a 63%. Desse modo, as diretrizes sobre a EI, publicadas pela Sociedade Europeia de Cardiologia (SEC), sustentam que a realização do ETE para o diagnóstico da EI é aceitável, efetiva e clinicamente útil, mesmo em pacientes de baixa probabilidade clínica e com o acompanhamento ecocardiográfico de boa qualidade e negativo.
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Em relação ao ecocardiograma transesofágico (ETE), o diagnóstico diferencial de vegetações provenientes da endocardite infecciosa (EI) ocorre em estruturas naturais, como o espessamento, a degeneração e a cordoalha valvar, e em estruturas nodulares, encontradas sobretudo em valva aórtica nativa, como as excrescências de Lambl e os nódulos de Arantius. Dificuldade maior encontra-se na diferenciação morfológica de pequenas vegetações e de fios de sutura cirúrgica ou de estruturas denominadas filamentos de fibrina.
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Com relação ao uso da ecocardiografia transesofágica e da transtorácica na avaliação das próteses valvares, julgue os itens subsequentes.
Segundo recomendações da Sociedade Americana de Ecocardiografia para avaliação ecocardiográfica das próteses valvares, é muito importante o diagnóstico diferencial entre trombo e pannus na avaliação das complicações tardias das próteses valvares. Do ponto de vista ecocardiográfico, quando comparados com os trombos, os pannus geralmente são maiores e apresentam uma densidade mais suave no ultrassom, similar à do miocárdio. Caracteristicamente, os pannus estão mais associados às próteses aórticas e estendem-se para além do anel valvar. As obstruções em homoenxertos aórticos são mais frequentes por pannus do que por trombos.
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Com relação ao uso da ecocardiografia transesofágica e da transtorácica na avaliação das próteses valvares, julgue os itens subsequentes.
Segundo a Sociedade Americana de Ecocardiografia, um espessamento protético leve é geralmente o primeiro sinal de disfunção de uma válvula biológica. Isso indica que o paciente deve ser acompanhado com mais rigor.
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A respeito do uso da ecocardiografia transesofágica na pesquisa de fontes emboligênicas, julgue os itens seguintes.
Recomendação da Sociedade Americana de Ecocardiografia afirma que, para pesquisa de trombo ou contraste espontâneo, a realização de ecocardiograma transesofágico dispensa a realização prévia de ecocardiograma transtorácico na avaliação de paciente com fibrilação atrial que será submetido a ablação por radiofrequência.
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A respeito do uso da ecocardiografia transesofágica na pesquisa de fontes emboligênicas, julgue os itens seguintes.
Considere a seguinte situação hipotética. Uma paciente de 62 anos de idade apresenta subitamente, diminuição da força em membro superior e inferior esquerdos com desvio de rima à direita e duração de trinta minutos. Ela é dislipidêmica, hipertensa, não aderente à terapêutica e sem antecedente de doença cardiovascular. Ao chegar ao hospital, 60 minutos após o início dos sintomas, exibe pressão arterial de 170 mmHg × 80 mmHg. A paciente está lúcida e se orienta no tempo e no espaço. Os demais dados do exame físico e neurológico não apresentam alterações significativas. A tomografia de crânio sem contraste, o ecocardiograma transtorácico e o eletrocardiograma estão normais. Nessa situação, a realização de um ecocardiograma transesofágico seria imprescindível para a pesquisa da etiologia, bem como para dirigir o tratamento.
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A respeito do uso da ecocardiografia transesofágica na pesquisa de fontes emboligênicas, julgue os itens seguintes.
Considere a seguinte situação hipotética. Para um paciente com fibrilação atrial permanente, com duas tentativas prévias e de sucesso de cardioversão, mas com recidiva recente da arritmia, decidiu-se instituir anticoagulação oral e controle da frequência cardíaca em vez de nova cardioversão. Nessa situação, o mais razoável e aceitável seria a realização de ecocardiograma transesofágico para a pesquisa de trombo ou contraste espontâneo.
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