Magna Concursos

Foram encontradas 120 questões.

Julgue os itens a seguir, relativos ao Regime Jurídico dos Policiais Civis da União e do DF (Lei n.º 4.878/1965) e ao Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis do Distrito Federal, das Autarquias e das Fundações Públicas Distritais (Lei Complementar distrital n.º 840/2011).

É dever do servidor público civil distrital atender com presteza aos requerimentos de expedição de certidões para defesa de direito ou de esclarecimento de situações de interesse pessoal, bem como às requisições para a defesa da administração pública.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Julgue os itens a seguir, relativos ao Regime Jurídico dos Policiais Civis da União e do DF (Lei n.º 4.878/1965) e ao Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis do Distrito Federal, das Autarquias e das Fundações Públicas Distritais (Lei Complementar distrital n.º 840/2011).

O policial enfermo, acidentado ou ferido faz jus à assistência médica contínua, dia e noite, caso se encontre hospitalizado, benefício que não se estende a sua família.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Julgue o próximo item, relacionado à lógica proposicional, considerando os símbolos lógicos comuns e as letras maiúsculas como representativas de proposições simples.

Se as primeiras três colunas da tabela-verdade referente à proposição lógica (P → R) ∧ Q são iguais às apresentadas na tabela seguinte, em que F e V correspondem, respectivamente, aos valores falso lógico e verdadeiro lógico, então a última coluna dessa tabela-verdade tem valores V ou F, tomados de cima para baixo, na seguinte sequência: V, F, F, F, V, V, F, F.

P Q R
V V V
V V F
V F V
V F F
F V V
F V F
F F V
F F F
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Duas equipes serão formadas para atuarem em frentes diferentes na investigação de um crime. A primeira equipe terá seis integrantes: dois peritos criminais, um papiloscopista e três agentes de polícia. A segunda equipe terá também seis integrantes: um delegado, três agentes de polícia e dois escrivães. Para a formação das equipes, existem disponíveis 40 delegados (entre esses, exatamente 12 são mulheres), 110 agentes de polícia (entre esses, exatamente 25 são mulheres), 30 escrivães (entre esses, exatamente 9 são mulheres), 15 peritos criminais (todos são homens) e 10 papiloscopistas (todos são homens).

A partir dessas informações, julgue os itens seguintes.

O número de maneiras de se formar a segunda equipe com pelo menos uma escrivã é inferior a 300 milhões.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Duas equipes serão formadas para atuarem em frentes diferentes na investigação de um crime. A primeira equipe terá seis integrantes: dois peritos criminais, um papiloscopista e três agentes de polícia. A segunda equipe terá também seis integrantes: um delegado, três agentes de polícia e dois escrivães. Para a formação das equipes, existem disponíveis 40 delegados (entre esses, exatamente 12 são mulheres), 110 agentes de polícia (entre esses, exatamente 25 são mulheres), 30 escrivães (entre esses, exatamente 9 são mulheres), 15 peritos criminais (todos são homens) e 10 papiloscopistas (todos são homens).

A partir dessas informações, julgue os itens seguintes.

O número de maneiras de se formar a primeira equipe com exatamente três mulheres é superior a um milhão.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

As crianças André (A), Bruno (B), Carlos (C) e Davi (D) criaram o seguinte jogo. Desenharam no chão um quadrado com os vértices identificados pelos números de 1, 2, 3 e 4, inseridos no quadrado nessa sequência e no sentido horário. O jogo inicia com André no vértice 1, Bruno no vértice 2, Carlos no vértice 3 e Davi no vértice 4. As crianças se movimentarão nesse quadrado obedecendo a dois comandos: quando um apito soar, cada criança passará para a posição seguinte em um movimento circular no sentido horário; e quando se ouvirem palmas, a criança que estiver no vértice 3 mudará de lugar com a que estiver no vértice 4. Ficou estipulado que a sequência de comandos começará com um apito seguido de palmas, seguido de um apito, seguido de palmas e assim sucessivamente.

Com base nessas informações, julgue os itens seguintes.

Imediatamente após o oitavo comando, André e Bruno estarão respectivamente nos vértices 2 e 4 do quadrado.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

As crianças André (A), Bruno (B), Carlos (C) e Davi (D) criaram o seguinte jogo. Desenharam no chão um quadrado com os vértices identificados pelos números de 1, 2, 3 e 4, inseridos no quadrado nessa sequência e no sentido horário. O jogo inicia com André no vértice 1, Bruno no vértice 2, Carlos no vértice 3 e Davi no vértice 4. As crianças se movimentarão nesse quadrado obedecendo a dois comandos: quando um apito soar, cada criança passará para a posição seguinte em um movimento circular no sentido horário; e quando se ouvirem palmas, a criança que estiver no vértice 3 mudará de lugar com a que estiver no vértice 4. Ficou estipulado que a sequência de comandos começará com um apito seguido de palmas, seguido de um apito, seguido de palmas e assim sucessivamente. Com base nessas informações, julgue os itens seguintes.

Imediatamente após o quinto comando, Carlos estará no vértice 2 do quadrado.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto CB1A1

O renomado linguista e filósofo Noam Chomsky e outros dois especialistas em linguística, Ian Roberts e Jeffrey Watumull, escreveram um artigo para o jornal The New York Times, em março de 2023, compartilhando sua visão sobre os avanços que vêm ocorrendo no campo da inteligência artificial (IA).

Para os intelectuais, os avanços “supostamente revolucionários” apresentados pelos desenvolvedores da IA são motivo “tanto para otimismo como para preocupação”.

No primeiro caso, porque as ferramentas de IA podem ser úteis para resolver certas problemáticas, ao passo que, no segundo, “tememos que a variedade mais popular e em voga da inteligência artificial (aprendizado automático) degrade nossa ciência e deprecie nossa ética ao incorporar à tecnologia uma concepção fundamentalmente errônea da linguagem e do conhecimento”.

Embora os linguistas reconheçam que as IA são eficazes na tarefa de armazenar imensas quantidades de informação, que não necessariamente são verídicas, elas não possuem uma “inteligência” como a das pessoas. “Por mais úteis que esses programas possam ser em alguns campos específicos (como na programação de computadores, por exemplo, ou na sugestão de rimas para versos rápidos), sabemos, pela ciência da língua e pela filosofia do conhecimento, que diferem profundamente do modo como os seres humanos raciocinam e utilizam a linguagem”, alertaram. “Essas diferenças impõem limitações significativas ao que podem fazer, que pode ser codificado com falhas inerradicáveis”.

Nesse sentido, os autores detalharam que, diferentemente de mecanismos de aplicativos como o ChatGPT, que operam com base na coleta de inúmeros dados, a mente humana pode funcionar com pequenas quantidades de informação, por meio das quais “não busca inferir correlações abruptas entre pontos (...), mas, sim, criar explicações”.

Nessa linha, manifestam que esses aplicativos não são realmente “inteligentes”, pois carecem de capacidade crítica. Embora possam descrever e prever “o que é”, “o que foi” e “o que será”, não são capazes de explicar “o que não é” e “o que não poderia ser”.

Internet: <ihu.unisinos.br> (com adaptações).

Julgue os itens subsecutivos, relativos ao vocabulário empregado no texto CB1A1.

O sentido da palavra ‘inerradicáveis’ (final do quarto parágrafo) é o mesmo de inarredáveis.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto CB1A1

O renomado linguista e filósofo Noam Chomsky e outros dois especialistas em linguística, Ian Roberts e Jeffrey Watumull, escreveram um artigo para o jornal The New York Times, em março de 2023, compartilhando sua visão sobre os avanços que vêm ocorrendo no campo da inteligência artificial (IA).

Para os intelectuais, os avanços “supostamente revolucionários” apresentados pelos desenvolvedores da IA são motivo “tanto para otimismo como para preocupação”.

No primeiro caso, porque as ferramentas de IA podem ser úteis para resolver certas problemáticas, ao passo que, no segundo, “tememos que a variedade mais popular e em voga da inteligência artificial (aprendizado automático) degrade nossa ciência e deprecie nossa ética ao incorporar à tecnologia uma concepção fundamentalmente errônea da linguagem e do conhecimento”.

Embora os linguistas reconheçam que as IA são eficazes na tarefa de armazenar imensas quantidades de informação, que não necessariamente são verídicas, elas não possuem uma “inteligência” como a das pessoas. “Por mais úteis que esses programas possam ser em alguns campos específicos (como na programação de computadores, por exemplo, ou na sugestão de rimas para versos rápidos), sabemos, pela ciência da língua e pela filosofia do conhecimento, que diferem profundamente do modo como os seres humanos raciocinam e utilizam a linguagem”, alertaram. “Essas diferenças impõem limitações significativas ao que podem fazer, que pode ser codificado com falhas inerradicáveis”.

Nesse sentido, os autores detalharam que, diferentemente de mecanismos de aplicativos como o ChatGPT, que operam com base na coleta de inúmeros dados, a mente humana pode funcionar com pequenas quantidades de informação, por meio das quais “não busca inferir correlações abruptas entre pontos (...), mas, sim, criar explicações”.

Nessa linha, manifestam que esses aplicativos não são realmente “inteligentes”, pois carecem de capacidade crítica. Embora possam descrever e prever “o que é”, “o que foi” e “o que será”, não são capazes de explicar “o que não é” e “o que não poderia ser”.

Internet: <ihu.unisinos.br> (com adaptações).

Julgue os itens subsecutivos, relativos ao vocabulário empregado no texto CB1A1.

A substituição da conjunção “Embora” (início do quarto parágrafo) por Conquanto manteria a correção e o sentido do texto.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto CB1A1

O renomado linguista e filósofo Noam Chomsky e outros dois especialistas em linguística, Ian Roberts e Jeffrey Watumull, escreveram um artigo para o jornal The New York Times, em março de 2023, compartilhando sua visão sobre os avanços que vêm ocorrendo no campo da inteligência artificial (IA).

Para os intelectuais, os avanços “supostamente revolucionários” apresentados pelos desenvolvedores da IA são motivo “tanto para otimismo como para preocupação”.

No primeiro caso, porque as ferramentas de IA podem ser úteis para resolver certas problemáticas, ao passo que, no segundo, “tememos que a variedade mais popular e em voga da inteligência artificial (aprendizado automático) degrade nossa ciência e deprecie nossa ética ao incorporar à tecnologia uma concepção fundamentalmente errônea da linguagem e do conhecimento”.

Embora os linguistas reconheçam que as IA são eficazes na tarefa de armazenar imensas quantidades de informação, que não necessariamente são verídicas, elas não possuem uma “inteligência” como a das pessoas. “Por mais úteis que esses programas possam ser em alguns campos específicos (como na programação de computadores, por exemplo, ou na sugestão de rimas para versos rápidos), sabemos, pela ciência da língua e pela filosofia do conhecimento, que diferem profundamente do modo como os seres humanos raciocinam e utilizam a linguagem”, alertaram. “Essas diferenças impõem limitações significativas ao que podem fazer, que pode ser codificado com falhas inerradicáveis”.

Nesse sentido, os autores detalharam que, diferentemente de mecanismos de aplicativos como o ChatGPT, que operam com base na coleta de inúmeros dados, a mente humana pode funcionar com pequenas quantidades de informação, por meio das quais “não busca inferir correlações abruptas entre pontos (...), mas, sim, criar explicações”.

Nessa linha, manifestam que esses aplicativos não são realmente “inteligentes”, pois carecem de capacidade crítica. Embora possam descrever e prever “o que é”, “o que foi” e “o que será”, não são capazes de explicar “o que não é” e “o que não poderia ser”.

Internet: <ihu.unisinos.br> (com adaptações).

Julgue os itens subsecutivos, relativos ao vocabulário empregado no texto CB1A1.

A expressão ‘em voga’ (terceiro parágrafo) significa na moda.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas