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Foram encontradas 424 questões.

497499 Ano: 2009
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-PB
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Em 30/11/2008, em uma rodovia onde não havia sinalização regulamentadora da velocidade máxima, Pedro conduzia um micro-ônibus, quando foi interceptado por uma guarnição da polícia rodoviária que constatou os seguintes fatos: momentos antes da interceptação, a velocidade desenvolvida pelo micro-ônibus, medida com equipamento legalmente previsto (radar), era de 110 km por hora; Pedro, que era devidamente habilitado para conduzir o micro-ônibus, mas estava com sua CNH vencida desde 10/11/2008, não fazia uso do cinto de segurança, pois o veículo não tinha esse dispositivo instalado para uso do motorista; além disso, chovia, mas Pedro não fazia uso dos limpadores de para-brisas.
A propósito da situação hipotética apresentada no texto, assinale a opção correta.
 

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497498 Ano: 2009
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-PB
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Com referência às normas de circulação estabelecidas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), julgue os seguintes itens.
I Sempre que estiverem transitando em vias públicas, os veículos do corpo de bombeiros militar utilizados na prestação de serviço de urgência gozarão de prioridade de trânsito e do direito de livre circulação. II Embora a ultrapassagem de outro veículo em movimento deva ser feita pela esquerda, o próprio CTB prevê exceção quanto a essa regra. III A fim de diminuir o risco de assaltos, resolução recente do CONTRAN prevê que, no horário noturno, veículos de carga (caminhões e carretas), quando em fila, possam manter entre si distância que não permita que outros veículos os ultrapassem e se intercalem na fila. IV A troca de luz baixa e alta, de forma intermitente e por curto período de tempo, com o objetivo de advertir outros motoristas, não poderá ser utilizada para indicar aos demais condutores a existência de fiscalização de trânsito na via. V Em áreas urbanas e não urbanas, o condutor de veículo poderá fazer uso de buzina, desde que com toque breve, nas seguintes situações: para fazer as advertências necessárias a fim de evitar acidentes; quando for conveniente advertir um outro condutor de que ele tem o propósito de ultrapassá-lo.
A quantidade de itens certos é igual a
 

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497497 Ano: 2009
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-PB
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Com referência às normas de circulação, de registro e de habilitação de veículos, assinale a opção correta.
 

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497496 Ano: 2009
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-PB
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Dirigir sob a influência de álcool constitui infração gravíssima, passível de punição com
I multa e perda do direito de dirigir por doze meses, caso o condutor apresente concentração de álcool por litro de sangue inferior a seis decigramas. II a perda da propriedade do veículo, no caso de envolvimento em acidente de trânsito com vítima de morte. III pena de detenção, de seis meses a cinco anos, caso o condutor apresente concentração de álcool por litro de sangue igual ou superior a seis decigramas. IV prestação de serviço social de assistência a vítimas de acidente de trânsito com incapacitação para o trabalho.
A quantidade de itens certos é igual a
 

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497495 Ano: 2009
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-PB
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A questão de deve ser respondida com base em conhecimentos de direção defensiva.
No momento em que está chovendo ou logo após a chuva, pode ocorrer a aquaplanagem. Nessa situação, o condutor perde o controle do veículo, pois
 

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497494 Ano: 2009
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-PB
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A questão de deve ser respondida com base em conhecimentos de direção defensiva.
Uma das condições adversas de tempo é a chuva acompanhada de pequenas pedras de gelo, que podem ocasionar a quebra do para-brisas do veículo. Em uma rodovia com duas faixas de rodagem e duplo sentido de circulação, caso ocorra essa quebra e seja preciso, em caráter precário, continuar a conduzir o veículo e levá-lo até um ponto onde se possa, de modo seguro, aguardar pelo reparo, deve-se
I diminuir a velocidade. II sinalizar e deslocar o veículo para o acostamento. III providenciar a retirada de todo o para-brisas. IV abrir todos os vidros das portas e seguir viagem sem o para-brisas.
A quantidade de itens certos é igual a
 

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497493 Ano: 2009
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-PB
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A questão de deve ser respondida com base em conhecimentos de direção defensiva.
As condições da via que interferem negativamente na condução de veículos automotores são denominadas condições adversas da via e não incluem
 

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497483 Ano: 2009
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-PB
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Na Paraíba, a ação dos preadores havia motivado
desentendimentos com os tupinambás, lá chamados de potiguaras,
comedores de camarão. A resistência das comunidades formadas
por esses indígenas, aliada às peculiaridades da navegação
naquelas costas, cujo regime de ventos e correntes dificultava a
viagem de retorno e as comunicações com Pernambuco, fez com
que a guerra pela conquista da Paraíba se prolongasse durante
mais de 25 anos. A inimizade surgiu pela ação de mamelucos,
mestiços que andavam resgatando peças cativas e amealhando
outras mercadorias, roubando-as com violência e enganos. Em
1574, o rapto de uma cunhã do sertão serviu de pretexto para o
início das hostilidades entre os colonos portugueses e os
habitantes da Paraíba. Nessa ocasião, dois engenhos foram
assaltados e queimados e um dos donos ali foi morto. Nos
25 anos seguintes, várias outras tentativas de colonização foram
patrocinadas pelas autoridades portuguesas e pelos colonos mais
ricos da capitania de Pernambuco. Todas foram repelidas pelos
nativos com auxílio francês.

Em 1580, um abastado colono pernambucano, Frutuoso
Barbosa, ofereceu-se para conquistar esses territórios em troca de
privilégios - terras e gentio. Ao chegar à boca da barra do
Paraíba, ele encontrou 7 naus francesas, queimou 5 e matou
alguns marinheiros. Sob ataque cerrado dos nativos e dos
franceses, recuou para Pernambuco. Na segunda investida,
Frutuoso limitou-se a queimar navios franceses. Em 1583, deixou
Pernambuco nova expedição destinada a conquistar a Paraíba.
Depois de queimar navios e espantar os potiguaras, fundaram
uma fortaleza e um povoado nas imediações da barra do rio
Paraíba. Na medida em que os portugueses se assenhoreavam do
litoral da Paraíba, os franceses passaram a fortificar-se na baía da
Traição. Em 1586, a guarnição de soldados portugueses e
espanhóis bateu em retirada. Nova expedição vinda de
Pernambuco, em 1586, conseguiu desalojar os franceses da baía
da Traição, mas não conseguiu dobrar a resistência dos
potiguaras. Os franceses rumaram para o Rio Grande.

Adriana Lopez e Carlos Guilherme Mota. História do Brasil: uma
interpretação. São Paulo:
SENAC, 2008, p. 97-100 (com adaptações).
Segundo o texto, além das dificuldades inerentes à navegação na área, os problemas vividos pelos portugueses e colonos de Pernambuco, nas tentativas de conquista da Paraíba, explicam-se, entre outros fatores, pela
 

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497482 Ano: 2009
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-PB
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Na Paraíba, a ação dos preadores havia motivado
desentendimentos com os tupinambás, lá chamados de potiguaras,
comedores de camarão. A resistência das comunidades formadas
por esses indígenas, aliada às peculiaridades da navegação
naquelas costas, cujo regime de ventos e correntes dificultava a
viagem de retorno e as comunicações com Pernambuco, fez com
que a guerra pela conquista da Paraíba se prolongasse durante
mais de 25 anos. A inimizade surgiu pela ação de mamelucos,
mestiços que andavam resgatando peças cativas e amealhando
outras mercadorias, roubando-as com violência e enganos. Em
1574, o rapto de uma cunhã do sertão serviu de pretexto para o
início das hostilidades entre os colonos portugueses e os
habitantes da Paraíba. Nessa ocasião, dois engenhos foram
assaltados e queimados e um dos donos ali foi morto. Nos
25 anos seguintes, várias outras tentativas de colonização foram
patrocinadas pelas autoridades portuguesas e pelos colonos mais
ricos da capitania de Pernambuco. Todas foram repelidas pelos
nativos com auxílio francês.

Em 1580, um abastado colono pernambucano, Frutuoso
Barbosa, ofereceu-se para conquistar esses territórios em troca de
privilégios - terras e gentio. Ao chegar à boca da barra do
Paraíba, ele encontrou 7 naus francesas, queimou 5 e matou
alguns marinheiros. Sob ataque cerrado dos nativos e dos
franceses, recuou para Pernambuco. Na segunda investida,
Frutuoso limitou-se a queimar navios franceses. Em 1583, deixou
Pernambuco nova expedição destinada a conquistar a Paraíba.
Depois de queimar navios e espantar os potiguaras, fundaram
uma fortaleza e um povoado nas imediações da barra do rio
Paraíba. Na medida em que os portugueses se assenhoreavam do
litoral da Paraíba, os franceses passaram a fortificar-se na baía da
Traição. Em 1586, a guarnição de soldados portugueses e
espanhóis bateu em retirada. Nova expedição vinda de
Pernambuco, em 1586, conseguiu desalojar os franceses da baía
da Traição, mas não conseguiu dobrar a resistência dos
potiguaras. Os franceses rumaram para o Rio Grande.

Adriana Lopez e Carlos Guilherme Mota. História do Brasil: uma
interpretação. São Paulo:
SENAC, 2008, p. 97-100 (com adaptações).
Quanto ao processo de conquista do território paraibano, ainda no primeiro século da colonização portuguesa no Brasil, assinale a opção incorreta.
 

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497481 Ano: 2009
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-PB
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Na Paraíba, a ação dos preadores havia motivado
desentendimentos com os tupinambás, lá chamados de potiguaras,
comedores de camarão. A resistência das comunidades formadas
por esses indígenas, aliada às peculiaridades da navegação
naquelas costas, cujo regime de ventos e correntes dificultava a
viagem de retorno e as comunicações com Pernambuco, fez com
que a guerra pela conquista da Paraíba se prolongasse durante
mais de 25 anos. A inimizade surgiu pela ação de mamelucos,
mestiços que andavam resgatando peças cativas e amealhando
outras mercadorias, roubando-as com violência e enganos. Em
1574, o rapto de uma cunhã do sertão serviu de pretexto para o
início das hostilidades entre os colonos portugueses e os
habitantes da Paraíba. Nessa ocasião, dois engenhos foram
assaltados e queimados e um dos donos ali foi morto. Nos
25 anos seguintes, várias outras tentativas de colonização foram
patrocinadas pelas autoridades portuguesas e pelos colonos mais
ricos da capitania de Pernambuco. Todas foram repelidas pelos
nativos com auxílio francês.

Em 1580, um abastado colono pernambucano, Frutuoso
Barbosa, ofereceu-se para conquistar esses territórios em troca de
privilégios - terras e gentio. Ao chegar à boca da barra do
Paraíba, ele encontrou 7 naus francesas, queimou 5 e matou
alguns marinheiros. Sob ataque cerrado dos nativos e dos
franceses, recuou para Pernambuco. Na segunda investida,
Frutuoso limitou-se a queimar navios franceses. Em 1583, deixou
Pernambuco nova expedição destinada a conquistar a Paraíba.
Depois de queimar navios e espantar os potiguaras, fundaram
uma fortaleza e um povoado nas imediações da barra do rio
Paraíba. Na medida em que os portugueses se assenhoreavam do
litoral da Paraíba, os franceses passaram a fortificar-se na baía da
Traição. Em 1586, a guarnição de soldados portugueses e
espanhóis bateu em retirada. Nova expedição vinda de
Pernambuco, em 1586, conseguiu desalojar os franceses da baía
da Traição, mas não conseguiu dobrar a resistência dos
potiguaras. Os franceses rumaram para o Rio Grande.

Adriana Lopez e Carlos Guilherme Mota. História do Brasil: uma
interpretação. São Paulo:
SENAC, 2008, p. 97-100 (com adaptações).
Infere-se do texto que o processo de ocupação e conquista da Paraíba, como, de resto, de quase todo o Brasil, por parte dos luso-brasileiros, foi também marcado pelas disputas entre países europeus pela posse das terras e das riquezas americanas. Isso se confirma no texto, que enfatiza
 

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