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As unidades de perícia bem equipadas e com profissionais capacitados e procedimentos padronizados são fundamentais para a produção da prova técnica e, consequentemente, para a qualificação da investigação criminal.
Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça — SENASP. Procedimento Operacional Padrão: perícia criminal. Brasília: Ministério da Justiça, 2013 (com adaptações).
Considerando o previsto nessa afirmativa, assinale a opção correta, acerca dos procedimentos de levantamento de local de crime.
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O documento suspeito de ter sido adulterado que é trazido ao perito, para ser submetido à perícia, recebe o nome de
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Com referência às falsificações de assinaturas, que podem ocorrer de diversas formas e com diferentes características, assinale a opção correta.
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A respeito de perícias grafoscópicas, assinale a opção correta.
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Acerca dos critérios de autenticidade, adequabilidade, contemporaneidade e quantidade, durante a colheita de padrões gráficos, assinale a opção correta.
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Em relação à poroscopia, assinale a opção correta.
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Com relação aos procedimentos de documentação do local de crime, assinale a opção correta.
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Com relação aos vestígios encontrados no local de acidente de trânsito, assinale a opção correta.
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Na cena de crime, peritos criminais buscam vestígios de impressões digitais que possam ser utilizados na determinação de autoria do delito, bem como para compreender a dinâmica dos fatos. Impressões digitais geralmente invisíveis ou parcialmente visíveis, encontradas em casas furtadas, podem ser classificadas como
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Na cabeça do público, ciência forense significa tecnologia de última geração, profissionais bem equipados realizando experiências complexas em laboratórios impecáveis. Na verdade, a história real da ciência forense está repleta de pioneiros excêntricosa e pesquisas perigosas.
Por séculos, cultivou-se a suspeita de que havia muito mais em um crime do que apenas depoimentos: que a cena do crime, a arma de um homicídio ou, ainda, algumas gotas de sangue poderiam ser testemunhasb da verdade. O primeiro registro do uso da ciência forense na solução de um crime vem de um manual chinês para legistas escrito em 1247. Um dos diversos estudos de caso aí contidos acompanha a investigação de um esfaqueamento. O legista examinou os cortes no corpo da vítima, e então testou uma variedade de lâminas no cadáver de uma vaca. Ele concluiu que a arma do crime era uma foice. Apesar de descobrir o que havia causado os ferimentos, ainda havia um longo caminhod até identificar a mão que empunhara a arma, então ele se voltou para os possíveis motivos. De acordo com a viúva, ele não tinha inimigos. A melhor pista veio da revelação de que a vítima fora incapaz de satisfazer o pagamento de uma dívida.
O legista acusou o agiota, que negou o crime. Mas, persistente como qualquer detetive de TV, ele ordenou que todos os adultos da vizinhança se alinhassem, com suas foices a seus pés. Embora não houvesse sinais visíveis de sangue em nenhuma das foices, em questão de segundos uma mosca pousou na foice do agiota. Uma segunda mosca pousou, e então outra. Quando confrontado novamente pelo legista, o agiota confessou. Ele havia tentado limpar sua lâmina, mas os insetos delatoresc, zumbindo silenciosamente a seus pése, frustraram sua tentativa.
Daniel Cruz. A macabra história do crime. Internet: <https://oavcrime.com.br> (com adaptações).
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto CG2A1-I, assinale a opção correta.
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