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Cadáver de jovem do sexo feminino com congestão e cianose facial, protusão de língua, fratura da cartilagem tireoide, presença de sulco transversal contínuo na região cervical, livores de hipóstase em dorso e panturrilhas. Considerando essa situação hipotética, o diagnóstico provável de morte é asfixia por
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Assinale a opção que apresenta a sequência correta das fases da putrefação.
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Texto 6A1-I

O gráfico a seguir mostra o comportamento da energia cinética, Ec (J), em função da distância x, em cm, para um sistema massa-mola idealizado cuja massa é de 320 g.
Assinale a opção que mostra o gráfico que representa o comportamento da energia potencial, U (J), para o sistema referido no texto 6A1-I.
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A figura a seguir representa esquematicamente uma ampola evacuada; no seu interior, há um capacitor de placas paralelas, quadradas, de aresta x0 = 10,66 cm, separadas por uma distância d = 1 cm, e conectadas a uma fonte de tensão de 10 V, através de um resistor de resistência R = 1 × 106 Ω. Na ampola, também existe uma fonte de emissão termiônica de elétrons, cujo potencial Va é utilizado para acelerar elétrons até atingirem uma velocidade v constante. Cada elétron, com velocidade v, penetra a região no centro das placas (y = 0), onde há um campo elétrico, e se desloca até atingir o anteparo fosforescente da ampola na borda das placas do capacitor.

Desconsidere os efeitos de bordas do campo elétrico nas placas do capacitor e considere 8,8 × 10-12 F/m como o valor da permitividade do vácuo e 1,75 × 1011 C/kg como a razão carga- massa do elétron.
Com base no texto 6A1-III, assinale a opção que mostra graficamente a diferença de potencial entre as placas do capacitor em função do tempo, após a fonte de tensão ser ligada e antes de a fonte termiônica ser ligada.
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Precisa-se obter uma série temporal de imagens de satélite com 10 metros de resolução espacial e periodicidade de 10 dias. Essas especificações são atendidas pelo satélite
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Para a aquisição de imagens de satélite em áreas com cobertura persistente de nuvens, recomenda-se o uso de dados obtidos por
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Índices de vegetação correspondem a uma das técnicas mais utilizadas, conforme literatura, para o monitoramento de cobertura vegetal por meio de imagens de satélite. As duas bandas espectrais mais utilizadas para a geração desses índices situam-se nas faixas espectrais do
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Na cabeça do público, ciência forense significa tecnologia de última geração, profissionais bem equipados realizando experiências complexas em laboratórios impecáveis. Na verdade, a história real da ciência forense está repleta de pioneiros excêntricosa e pesquisas perigosas.
Por séculos, cultivou-se a suspeita de que havia muito mais em um crime do que apenas depoimentos: que a cena do crime, a arma de um homicídio ou, ainda, algumas gotas de sangue poderiam ser testemunhasb da verdade. O primeiro registro do uso da ciência forense na solução de um crime vem de um manual chinês para legistas escrito em 1247. Um dos diversos estudos de caso aí contidos acompanha a investigação de um esfaqueamento. O legista examinou os cortes no corpo da vítima, e então testou uma variedade de lâminas no cadáver de uma vaca. Ele concluiu que a arma do crime era uma foice. Apesar de descobrir o que havia causado os ferimentos, ainda havia um longo caminhod até identificar a mão que empunhara a arma, então ele se voltou para os possíveis motivos. De acordo com a viúva, ele não tinha inimigos. A melhor pista veio da revelação de que a vítima fora incapaz de satisfazer o pagamento de uma dívida.
O legista acusou o agiota, que negou o crime. Mas, persistente como qualquer detetive de TV, ele ordenou que todos os adultos da vizinhança se alinhassem, com suas foices a seus pés. Embora não houvesse sinais visíveis de sangue em nenhuma das foices, em questão de segundos uma mosca pousou na foice do agiota. Uma segunda mosca pousou, e então outra. Quando confrontado novamente pelo legista, o agiota confessou. Ele havia tentado limpar sua lâmina, mas os insetos delatoresc, zumbindo silenciosamente a seus pése, frustraram sua tentativa.
Daniel Cruz. A macabra história do crime. Internet: <https://oavcrime.com.br> (com adaptações).
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto CG2A1-I, assinale a opção correta.
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Na cabeça do público, ciência forense significa tecnologia de última geração, profissionais bem equipados realizando experiências complexas em laboratórios impecáveis. Na verdade, a história real da ciência forense está repleta de pioneiros excêntricos e pesquisas perigosas.
Por séculos, cultivou-se a suspeita de que havia muito mais em um crime do que apenas depoimentos: que a cena do crime, a arma de um homicídio ou, ainda, algumas gotas de sangue poderiam ser testemunhas da verdade. O primeiro registro do uso da ciência forense na solução de um crime vem de um manual chinês para legistas escrito em 1247. Um dos diversos estudos de caso aí contidos acompanha a investigação de um esfaqueamento. O legista examinou os cortes no corpo da vítima, e então testou uma variedade de lâminas no cadáver de uma vacaa. Ele concluiu que a arma do crime era uma foice. Apesar de descobrir o que havia causado os ferimentos, ainda havia um longo caminho até identificar a mão que empunhara a armab, então ele se voltou para os possíveis motivos. De acordo com a viúva, ele não tinha inimigos. A melhor pista veio da revelação de que a vítima fora incapaz de satisfazer o pagamento de uma dívida.
O legista acusou o agiota, que negou o crime. Mas, persistente como qualquer detetive de TV, ele ordenou que todos os adultos da vizinhança se alinhassem, com suas foices a seus pés. Embora não houvesse sinais visíveis de sangue em nenhuma das foices, em questão de segundos uma mosca pousou na foice do agiotae. Uma segunda mosca pousou, e então outra. Quando confrontado novamente pelo legista, o agiota confessoud. Ele havia tentado limpar sua lâmina, mas os insetos delatores, zumbindo silenciosamente a seus pés, frustraram sua tentativa.
Daniel Cruz. A macabra história do crime. Internet: <https://oavcrime.com.br> (com adaptações).
Considerando os aspectos linguísticos do texto CG2A1-I, assinale a opção correta.
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Na cabeça do público, ciência forense significa tecnologia de última geração, profissionais bem equipados realizando experiências complexas em laboratórios impecáveis. Na verdade, a história real da ciência forense está repleta de pioneiros excêntricos e pesquisas perigosas.
Por séculos, cultivou-se a suspeita de que havia muito mais em um crime do que apenas depoimentos: que a cena do crime, a arma de um homicídio ou, ainda, algumas gotas de sangue poderiam ser testemunhas da verdade. O primeiro registro do uso da ciência forense na solução de um crime vem de um manual chinês para legistas escrito em 1247. Um dos diversos estudos de caso aí contidos acompanha a investigação de um esfaqueamento. O legista examinou os cortes no corpo da vítima, e então testou uma variedade de lâminas no cadáver de uma vaca. Ele concluiu que a arma do crime era uma foice. Apesar de descobrir o que havia causado os ferimentos, ainda havia um longo caminho até identificar a mão que empunhara a arma, então ele se voltou para os possíveis motivos. De acordo com a viúva, ele não tinha inimigos. A melhor pista veio da revelação de que a vítima fora incapaz de satisfazer o pagamento de uma dívida.
O legista acusou o agiota, que negou o crime. Mas, persistente como qualquer detetive de TV, ele ordenou que todos os adultos da vizinhança se alinhassem, com suas foices a seus pés. Embora não houvesse sinais visíveis de sangue em nenhuma das foices, em questão de segundos uma mosca pousou na foice do agiota. Uma segunda mosca pousou, e então outra. Quando confrontado novamente pelo legista, o agiota confessou. Ele havia tentado limpar sua lâmina, mas os insetos delatores, zumbindo silenciosamente a seus pés, frustraram sua tentativa.
Daniel Cruz. A macabra história do crime. Internet: <https://oavcrime.com.br> (com adaptações).
Com referência ao texto CG2A1-I, é correto afirmar que seriam mantidos os sentidos e a correção gramatical do
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