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Nas últimas décadas, os sentimentos de medo e de insegurança diante da violência e do crime, no Brasil, agravaram-se durante a transição para o regime democrático, com o aumento da violência urbana. A escalada dessa violência não se limitou às metrópoles brasileiras, verificando-se também nas pequenas e médias cidades do interior do país. Nesse período, houve uma rápida expansão da riqueza, pública e privada, o que provocou uma série de mudanças. Alterou-se profundamente a infraestrutura urbana, com a dinamização do comércio local, a expansão dos serviços ligados às novas tecnologias da informação e da comunicação e a construção de novas rotas ligando os diferentes estados e facilitando o trânsito entre os países. Ocorreram, ainda, mudanças importantes na composição da população, provocadas pela oferta de trabalho em outras cidades e(ou) estados e pela rápida diversificação da estrutura social, com a expansão da escolarização média e superior e da profissionalização.
Essas tendências da urbanização produziram inumeráveis consequências que agravaram o ciclo de crescimento da violência. Ao lado da diversificação das estruturas sociais e das mudanças na composição social da população, houve aumento da mobilidade social, transformaram-se os estilos de vida, assim como se diversificaram os contatos interpessoais. Paralelamente a esses avanços e essas conquistas, foram desenvolvidos os “bolsões” de pobreza urbana, enclaves no seio dos centros urbanos ou na periferia das cidades, constituídos onde a precariedade dos serviços urbanos avançou pari passu a uma baixa oferta de trabalho, à escolarização deficiente e à precarização do suporte social e institucional às famílias.
Sérgio Adorno e Camila Dias. Monopólio estatal da violência.
In: Renato S. de Lima, José L. Ratton e Rodrigo G. Azevedo (Org.). Crime, polícia e justiça no Brasil. São Paulo: Contexto, 2014 (com adaptações).
O primeiro parágrafo do texto CG2A1-II
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Nas últimas décadas, os sentimentos de medo e de insegurança diante da violência e do crime, no Brasil, agravaram-se durante a transição para o regime democrático, com o aumento da violência urbana. A escalada dessa violência não se limitou às metrópoles brasileiras, verificando-se também nas pequenas e médias cidades do interior do país. Nesse período, houve uma rápida expansão da riqueza, pública e privada, o que provocou uma série de mudanças. Alterou-se profundamente a infraestrutura urbana, com a dinamização do comércio local, a expansão dos serviços ligados às novas tecnologias da informação e da comunicação e a construção de novas rotas ligando os diferentes estados e facilitando o trânsito entre os países. Ocorreram, ainda, mudanças importantes na composição da população, provocadas pela oferta de trabalho em outras cidades e(ou) estados e pela rápida diversificação da estrutura social, com a expansão da escolarização média e superior e da profissionalização.
Essas tendências da urbanização produziram inumeráveis consequências que agravaram o ciclo de crescimento da violência. Ao lado da diversificação das estruturas sociais e das mudanças na composição social da população, houve aumento da mobilidade social, transformaram-se os estilos de vida, assim como se diversificaram os contatos interpessoais. Paralelamente a esses avanços e essas conquistas, foram desenvolvidos os “bolsões” de pobreza urbana, enclaves no seio dos centros urbanos ou na periferia das cidades, constituídos onde a precariedade dos serviços urbanos avançou pari passu a uma baixa oferta de trabalho, à escolarização deficiente e à precarização do suporte social e institucional às famílias.
Sérgio Adorno e Camila Dias. Monopólio estatal da violência.
In: Renato S. de Lima, José L. Ratton e Rodrigo G. Azevedo (Org.). Crime, polícia e justiça no Brasil. São Paulo: Contexto, 2014 (com adaptações).
Cada uma das opções a seguir apresenta uma proposta de reescrita do segundo período do primeiro parágrafo do texto CG2A1-II. Assinale a opção em que a proposta apresentada mantém os sentidos e a correção gramatical do período.
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-PB
O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) visa à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, ao realizar a antecipação, o reconhecimento, a avaliação e o consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes. Nesse contexto, conforme a NR 9 do Ministério do Trabalho e Emprego, no PPRA, no reconhecimento dos riscos ambientais, devem constar
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Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-PB
- Protocolos e ServiçosAutenticação e SegurançaTLS: Transport Layer Security
- Segurança de RedesAutenticação de Rede
Nas redes sem fio, o EAP caracterizado por fornecer autenticação mútua e embasada em certificados digitais dispostos do lado do cliente e do lado do servidor é o do tipo
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Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-PB
A rede de computadores que se caracteriza por permitir acesso restrito, comunicação instantânea, compartilhamento de dados e rede local é do tipo
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De acordo com o conceito e a classificação de local de crime, assinale a opção correta.
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Os exames que podem ser realizados em armas de fogo e em sua munição são numerosos. Dependendo do caso concreto, vários poderão servir para esclarecimento de circunstâncias relativas a determinado fato, comprovação de como ocorreram e quem foi o autor. Nesse sentido, assinale a opção correta acerca de exames balísticos.
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Ao realizar exame perinecroscópico em um cadáver em local de homicídio, o perito constatou uma ferida produzida por projétil expelido por arma de fogo, O corpo do cadáver apresentava um orifício (O1) na região abdominal e um orifício (O2) nas costas. O orifício O1 tinha bordas evertidas e formato irregular. O orifício O2 tinha bordas invertidas, formato elíptico e era circundado por diversas incrustações na pele, formando ferimentos puntiformes resistentes a limpeza.
Considerando essa situação hipotética bem como a descrição e interpretação dos vestígios apresentada pelo perito criminal, assinale a opção correta.
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Peritos da Polícia Civil realizaram a reprodução simulada do crime que terminou com a morte de Fabiano, de 25 anos de idade, após briga durante a madrugada de sábado em uma boate em João Pessoa-PB. O indiciado por ter cometido o crime afirmou que agiu em legítima defesa depois de ter sido agredido pela vítima. No entanto, testemunhas informaram que a vítima havia sido covardemente agredida até cair desacordada e falecer no local. Considerando essa situação hipotética, assinale a opção correta, acerca de reprodução simulada.
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Uma equipe pericial foi acionada para realizar exame de local de crime contra o patrimônio envolvendo violência e grave ameaça em uma residência. Posteriormente, a perícia foi também acionada para realizar exame em um veículo localizado que fora objeto de roubo na mesma ocorrência policial. Considerando a situação hipotética apresentada, assinale a opção correta, acerca de postulados e princípios da doutrina criminalística.
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