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TEXTO II

Direito à Segurança

Todo cidadão tem direito à segurança individual, definida na Constituição como garantia de inviolabilidade de domicílio, de propriedade e de sigilo de correspondência. Além disso, há a segurança jurídica, que garante o direito de ser considerado inocente, enquanto não for julgado culpado, e de ser punido de acordo com a lei que estava em vigor, quando o crime foi praticado. Destinada à preservação da ordem pública, da integridade das pessoas e do patrimônio, a segurança jurídica deve ser aplicada com base nas leis que definam os crimes e punições para quem praticá-los. Ninguém pode ser preso sem ser em flagrante ou sem que haja ordem judicial de prisão – a exceção é para os casos de transgressão militar ou crime propriamente militar. Mesmo quando a prisão está dentro da lei, sua realização deve respeitar a inviolabilidade do domicílio – a casa do cidadão está legalmente acima de qualquer violação. Toda pessoa tem o direito de não se manifestar ao ser presa e de ter sua prisão comunicada à autoridade judicial e aos familiares. Caso não tenha meios para contratar um advogado, o Estado deve fornecer defensores gratuitos. A lei reconhece a instituição do júri e a sua competência para julgamentos dos crimes dolosos, isto é, com intenção, contra a vida. O Estado se compromete a indenizar o condenado por erro judiciário, assim como o que ficar preso além do tempo fixado na sentença.

Estes crimes não têm fiança: a prática do racismo, da tortura, o tráfico ilícito de entorpecentes, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, além da ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o estado democrático. A lei garante o respeito à integridade física e moral dos presos. A pena será cumprida em estabelecimentos determinados de acordo com o tipo de crime, a idade e o sexo. Garante também condições para que as presidiárias possam permanecer com os filhos durante a fase de amamentação.

(Guia da Cidadania. Almanaque Abril 2001. P. 8)

A expressão “isto é”, tem a função semântica de:

 

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TEXTO II

Direito à Segurança

Todo cidadão tem direito à segurança(a) individual, definida na Constituição como garantia de inviolabilidade de domicílio, de propriedade(b) e de sigilo de correspondência(c). Além disso, há a segurança jurídica, que garante o direito de ser considerado inocente, enquanto não for julgado culpado, e de ser punido de acordo com a lei que estava em vigor(d), quando o crime foi praticado. Destinada à preservação da ordem pública, da integridade das pessoas e do patrimônio, a segurança jurídica deve ser aplicada com base nas leis que definam os crimes e punições para quem praticá-los. Ninguém pode ser preso sem ser em flagrante ou sem que haja ordem judicial de prisão – a exceção é para os casos de transgressão militar ou crime propriamente militar. Mesmo quando a prisão está dentro da lei, sua realização deve respeitar a inviolabilidade do domicílio(b) – a casa do cidadão está legalmente acima de qualquer violação. Toda pessoa tem o direito de não se manifestar ao ser presa e de ter sua prisão comunicada à autoridade judicial e aos familiares. Caso não tenha meios para contratar um advogado, o Estado deve fornecer defensores gratuitos. A lei reconhece a instituição do júri e a sua competência para julgamentos dos crimes dolosos, isto é, com intenção, contra a vida(d). O Estado se compromete a indenizar o condenado por erro judiciário, assim como o que ficar preso além do tempo fixado na sentença.

Estes crimes não têm fiança: a prática do racismo, da tortura, o tráfico ilícito de entorpecentes, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, além da ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o estado democrático. A lei garante o respeito à integridade física e moral dos presos. A pena será cumprida em estabelecimentos determinados de acordo com o tipo de crime, a idade e o sexo. Garante também condições para que as presidiárias possam permanecer com os filhos(c) durante a fase de amamentação(a).

(Guia da Cidadania. Almanaque Abril 2001. P. 8)

De acordo como foram empregadas no texto, pertencem ao mesmo campo semântico as palavras:

“correspondência”, e “filhos”, linha 50
 

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TEXTO I

Portas Fechadas

A síndrome da insegurança vem causando, há alguns anos, sérios contratempos no cotidiano dos habitantes de Fortaleza, sobretudo na liberdade de ir-e-vir e no empecilho do cumprimento usual de alguns hábitos e obrigações.

Além do progressivo fechamento das outrora diversificadas opções de lazer existentes no Centro da cidade, como cinemas e parques, ocorreu também o fechamento, por grades, de vários logradouros e edifícios públicos. É um retrato da crescente degeneração social, quando os indivíduos e os grupos são obrigados a se isolar para não se tornarem vítimas da marginalidade.

Por último – e o fato é mais estarrecedor, porque mostra o grau de desrespeito em nível tão perigoso, que toca o próprio sentimento religioso –, vem sendo adotada uma medida preventiva que atinge, de modo direto, os católicos praticantes. A tradicional porta aberta das igrejas e dos templos, imortalizada em antiga canção de grande impacto popular, expressava a permanente disponibilidade do recinto para os fiéis carentes de apoio religioso. Essa imagem ficou retida em algum lugar do passado.

O acesso a algumas igrejas tornou-se quase impraticável, reduzido a horários limitados e escudado por inamistosos paredões e grades. O pior é que estes são levantados sem a menor afinidade com a estética original das edificações destinadas aos cultos e à paz interior dos que a buscam. Além disso, mesmo nos horários de visitação, as pessoas se vêem surpreendidas, por vezes, com uma incômoda vigilância de seus passos, como se eles fossem marginais em potencial.

Antes mesmo do término das cerimônias religiosas, tais como missas de sétimo dia ou casamentos, as portas das igrejas começam a ser cerradas quase sem tempo de proporcionar a retirada digna aos circunstantes. É como se os fiéis não fossem bem-vindos ao local. As pessoas se sentem constrangidas, quando de súbito são interrompidas em meio às suas orações e solicitadas a sair da igreja. Esse não é um procedimento geral, o que demonstra que ele depende muito do temperamento dos párocos ou dos pastores responsáveis. O Santuário de Adoração Perpétua, na Igreja de São Benedito, por exemplo, sempre aberto em qualquer horário, dedica aos seus fiéis uma acolhida fraternal.

Culpa-se a onda de marginalismo e violência por esse recesso forçado de igrejas e templos. Não há a menor dúvida quanto a isso, sobretudo no Centro da cidade. O fato reclama providências impostergáveis, porque a religião funciona também como instrumento eficaz de controle social. A insegurança nos lugares sagrados passa a idéia de desordem e os fiéis se sentem desamparados, provocando até sua desestabilização emocional. Por isso, as autoridades devem viabilizar medidas ostensivas de proteção, para que os fiéis reencontrem, pelo menos em parte, a anterior liberdade de usufruir o necessário aconchego das sedes materiais de cultivo ao espírito cristão

(Jornal Diário do Nordeste. 30 mar. 2003)

Como em “à paz interior”, linha 15, o sinal de crase está corretamente empregado em:

 

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TEXTO I

Portas Fechadas

A síndrome da insegurança vem causando, há alguns anos, sérios contratempos no cotidiano dos habitantes de Fortaleza, sobretudo na liberdade de ir-e-vir e no empecilho do cumprimento usual de alguns hábitos e obrigações.

Além do progressivo fechamento das outrora diversificadas opções de lazer existentes no Centro da cidade, como cinemas e parques, ocorreu também o fechamento, por grades, de vários logradouros e edifícios públicos. É um retrato da crescente degeneração social, quando os indivíduos e os grupos são obrigados a se isolar para não se tornarem vítimas da marginalidade.

Por último – e o fato é mais estarrecedor, porque mostra o grau de desrespeito em nível tão perigoso, que toca o próprio sentimento religioso –, vem sendo adotada uma medida preventiva que atinge, de modo direto, os católicos praticantes. A tradicional porta aberta das igrejas e dos templos, imortalizada em antiga canção de grande impacto popular, expressava a permanente disponibilidade do recinto para os fiéis carentes de apoio religioso. Essa imagem ficou retida em algum lugar do passado.

O acesso a algumas igrejas tornou-se quase impraticável, reduzido a horários limitados e escudado por inamistosos paredões e grades. O pior é que estes são levantados sem a menor afinidade com a estética original das edificações destinadas aos cultos e à paz interior dos que a buscam. Além disso, mesmo nos horários de visitação, as pessoas se vêem surpreendidas, por vezes, com uma incômoda vigilância de seus passos, como se eles fossem marginais em potencial.

Antes mesmo do término das cerimônias religiosas, tais como missas de sétimo dia ou casamentos, as portas das igrejas começam a ser cerradas quase sem tempo de proporcionar a retirada digna aos circunstantes. É como se os fiéis não fossem bem-vindos ao local. As pessoas se sentem constrangidas, quando de súbito são interrompidas em meio às suas orações e solicitadas a sair da igreja. Esse não é um procedimento geral, o que demonstra que ele depende muito do temperamento dos párocos ou dos pastores responsáveis. O Santuário de Adoração Perpétua, na Igreja de São Benedito, por exemplo, sempre aberto em qualquer horário, dedica aos seus fiéis uma acolhida fraternal.

Culpa-se a onda de marginalismo e violência por esse recesso forçado de igrejas e templos. Não há a menor dúvida quanto a isso, sobretudo no Centro da cidade. O fato reclama providências impostergáveis, porque a religião funciona também como instrumento eficaz de controle social. A insegurança nos lugares sagrados passa a idéia de desordem e os fiéis se sentem desamparados, provocando até sua desestabilização emocional. Por isso, as autoridades devem viabilizar medidas ostensivas de proteção, para que os fiéis reencontrem, pelo menos em parte, a anterior liberdade de usufruir o necessário aconchego das sedes materiais de cultivo ao espírito cristão

(Jornal Diário do Nordeste. 30 mar. 2003)

Acerca das classes, há uma palavra que tem o mesmo valor do “quando". Ela está na frase da opção:

 

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TEXTO I

Portas Fechadas

A síndrome da insegurança vem causando, há alguns anos, sérios contratempos no cotidiano dos habitantes de Fortaleza, sobretudo na liberdade de ir-e-vir e no empecilho do cumprimento usual de alguns hábitos e obrigações.

Além do progressivo fechamento das outrora diversificadas opções de lazer existentes no Centro da cidade, como cinemas e parques, ocorreu também o fechamento, por grades, de vários logradouros e edifícios públicos. É um retrato da crescente degeneração social, quando os indivíduos e os grupos são obrigados a se isolar para não se tornarem vítimas da marginalidade.

Por último – e o fato é mais estarrecedor, porque mostra o grau de desrespeito em nível tão perigoso, que toca o próprio sentimento religioso –, vem sendo adotada uma medida preventiva que atinge, de modo direto, os católicos praticantes. A tradicional porta aberta das igrejas e dos templos, imortalizada em antiga canção de grande impacto popular, expressava a permanente disponibilidade do recinto para os fiéis carentes de apoio religioso. Essa imagem ficou retida em algum lugar do passado.

O acesso a algumas igrejas tornou-se quase impraticável, reduzido a horários limitados e escudado por inamistosos paredões e grades. O pior é que estes são levantados sem a menor afinidade com a estética original das edificações destinadas aos cultos e à paz interior dos que a buscam. Além disso, mesmo nos horários de visitação, as pessoas se vêem surpreendidas, por vezes, com uma incômoda vigilância de seus passos, como se eles fossem marginais em potencial.

Antes mesmo do término das cerimônias religiosas, tais como missas de sétimo dia ou casamentos, as portas das igrejas começam a ser cerradas quase sem tempo de proporcionar a retirada digna aos circunstantes. É como se os fiéis não fossem bem-vindos ao local. As pessoas se sentem constrangidas, quando de súbito são interrompidas em meio às suas orações e solicitadas a sair da igreja. Esse não é um procedimento geral, o que demonstra que ele depende muito do temperamento dos párocos ou dos pastores responsáveis. O Santuário de Adoração Perpétua, na Igreja de São Benedito, por exemplo, sempre aberto em qualquer horário, dedica aos seus fiéis uma acolhida fraternal.

Culpa-se a onda de marginalismo e violência por esse recesso forçado de igrejas e templos. Não há a menor dúvida quanto a isso, sobretudo no Centro da cidade. O fato reclama providências impostergáveis, porque a religião funciona também como instrumento eficaz de controle social. A insegurança nos lugares sagrados passa a idéia de desordem e os fiéis se sentem desamparados, provocando até sua desestabilização emocional. Por isso, as autoridades devem viabilizar medidas ostensivas de proteção, para que os fiéis reencontrem, pelo menos em parte, a anterior liberdade de usufruir o necessário aconchego das sedes materiais de cultivo ao espírito cristão

(Jornal Diário do Nordeste. 30 mar. 2003)

Como “empecilho”, as palavras estão grafadas conforme a ortografia oficial em:

 

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TEXTO I

Portas Fechadas

A síndrome da insegurança vem causando, há alguns anos, sérios contratempos(a) no cotidiano dos habitantes de Fortaleza, sobretudo na liberdade de ir-e-vir e no empecilho do cumprimento usual de alguns hábitos e obrigações.

Além do progressivo fechamento das outrora diversificadas opções de lazer existentes no Centro da cidade, como cinemas e parques, ocorreu também o fechamento, por grades, de vários logradouros e edifícios públicos. É um retrato da crescente degeneração social, quando os indivíduos e os grupos são obrigados a se isolar para não se tornarem vítimas da marginalidade(b).

Por último – e o fato é mais estarrecedor, porque mostra o grau de desrespeito em nível tão perigoso, que toca o próprio sentimento religioso –, vem sendo adotada uma medida preventiva(c) que atinge, de modo direto, os católicos praticantes. A tradicional porta aberta das igrejas e dos templos, imortalizada em antiga canção de grande impacto popular, expressava a permanente disponibilidade do recinto para os fiéis carentes de apoio religioso. Essa imagem ficou retida em algum lugar do passado.

O acesso a algumas igrejas tornou-se quase impraticável, reduzido a horários limitados e escudado por inamistosos paredões e grades. O pior é que estes são levantados sem a menor afinidade com a estética original das edificações destinadas aos cultos e à paz interior dos que a buscam. Além disso, mesmo nos horários de visitação, as pessoas se vêem surpreendidas, por vezes, com uma incômoda vigilância de seus passos, como se eles fossem marginais em potencial.

Antes mesmo do término das cerimônias religiosas, tais como missas de sétimo dia ou casamentos, as portas das igrejas começam a ser cerradas quase sem tempo de proporcionar a retirada digna aos circunstantes. É como se os fiéis não fossem bem-vindos ao local. As pessoas se sentem constrangidas, quando de súbito são interrompidas em meio às suas orações e solicitadas a sair da igreja. Esse não é um procedimento geral, o que demonstra que ele depende muito do temperamento dos párocos ou dos pastores responsáveis. O Santuário de Adoração Perpétua, na Igreja de São Benedito, por exemplo, sempre aberto em qualquer horário, dedica aos seus fiéis uma acolhida fraternal.

Culpa-se a onda de marginalismo e violência por esse recesso forçado de igrejas e templos. Não há a menor dúvida quanto a isso, sobretudo no Centro da cidade. O fato reclama providências impostergáveis(d), porque a religião funciona também como instrumento eficaz de controle social. A insegurança nos lugares sagrados passa a idéia de desordem e os fiéis se sentem desamparados, provocando até sua desestabilização emocional. Por isso, as autoridades devem viabilizar medidas ostensivas de proteção, para que os fiéis reencontrem, pelo menos em parte, a anterior liberdade de usufruir o necessário aconchego das sedes materiais de cultivo ao espírito cristão

(Jornal Diário do Nordeste. 30 mar. 2003)

Funciona sintaticamente como sujeito:

“sérios contratempos”,
“vítimas da marginalidade”,
“uma medida preventiva”,
 

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TEXTO I

Portas Fechadas

A síndrome da insegurança vem causando, há alguns anos, sérios contratempos no cotidiano dos habitantes de Fortaleza, sobretudo na liberdade de ir-e-vir(a) e no empecilho do cumprimento usual de alguns hábitos e obrigações.

Além do progressivo fechamento das outrora diversificadas opções de lazer existentes no Centro da cidade, como cinemas e parques, ocorreu também o fechamento, por grades, de vários logradouros e edifícios públicos. É um retrato da crescente degeneração social, quando os indivíduos e os grupos são obrigados a se isolar para não se tornarem vítimas da marginalidade.

Por último – e o fato é mais estarrecedor, porque mostra o grau de desrespeito em nível tão perigoso, que toca o próprio sentimento religioso –, vem sendo adotada uma medida preventiva que atinge, de modo direto, os católicos praticantes. A tradicional porta aberta das igrejas e dos templos, imortalizada em antiga canção de grande impacto popular, expressava a permanente disponibilidade do recinto para os fiéis carentes de apoio religioso. Essa imagem ficou retida em algum lugar do passado.

O acesso a algumas igrejas tornou-se quase impraticável, reduzido a horários limitados e escudado por inamistosos paredões e grades. O pior é que estes são levantados sem a menor afinidade com a estética original das edificações destinadas aos cultos e à paz interior dos que a buscam(b). Além disso, mesmo nos horários de visitação, as pessoas se vêem surpreendidas, por vezes, com uma incômoda vigilância de seus passos, como se eles fossem marginais em potencial.

Antes mesmo do término das cerimônias religiosas, tais como missas de sétimo dia ou casamentos, as portas das igrejas começam a ser cerradas quase sem tempo de proporcionar a retirada digna aos circunstantes(c). É como se os fiéis não fossem bem-vindos ao local. As pessoas se sentem constrangidas, quando de súbito são interrompidas em meio às suas orações e solicitadas a sair da igreja. Esse não é um procedimento geral, o que demonstra que ele depende muito do temperamento dos párocos ou dos pastores responsáveis. O Santuário de Adoração Perpétua, na Igreja de São Benedito, por exemplo, sempre aberto em qualquer horário, dedica aos seus fiéis uma acolhida fraternal.

Culpa-se a onda de marginalismo e violência por esse recesso forçado de igrejas e templos. Não há a menor dúvida quanto a isso, sobretudo no Centro da cidade. O fato reclama providências impostergáveis, porque a religião funciona também como instrumento eficaz de controle social(d). A insegurança nos lugares sagrados passa a idéia de desordem e os fiéis se sentem desamparados, provocando até sua desestabilização emocional. Por isso, as autoridades devem viabilizar medidas ostensivas de proteção, para que os fiéis reencontrem, pelo menos em parte, a anterior liberdade de usufruir o necessário aconchego das sedes materiais de cultivo ao espírito cristão

(Jornal Diário do Nordeste. 30 mar. 2003)

Foi empregado como pronome demonstrativo um vocábulo da passagem:

“sobretudo na liberdade de ir-e-vir”,

 

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94850 Ano: 2002
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: PEFOCE
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TEXTO I

Comportamento Anti-Social: a Agressão

Deixando de lado preocupações estritamente numéricas, poderíamos iniciar nossa abordagem da agressão de forma bastante trivial. Se quiséssemos, por exemplo, eleger um assunto que ocupasse, atualmente, um lugar especial nas conversas cotidianas entre as pessoas, em casa, entre amigos, nos espaços públicos ou no trabalho, poderíamos apontar, sem medo de errar, a agressão e a violência humanas. Chega mesmo a ser surpreendente a “disputa” entre os interlocutores para ver quem mais acumula experiências pessoais, como vítimas ou espectadores, de assaltos, sequestros, ofensas, brigas, atos de vandalismo, crimes e assim por diante. Os casos se sucedem quase sempre acompanhados por uma descrição minuciosa da extraordinária capacidade do homem em causar danos e maus-tratos em seus semelhantes, de forma gratuita, deliberada ou vingativa, e com requintes de crueldade, frieza ou destempero. Quantos de nós não se sentem atraídos por essas histórias e avidamente interessados em ver de perto esses incidentes? Fala-se até que as próprias crianças, hoje em dia, não mais demonstram qualquer perplexidade como testemunhas de cenas reais ou de ficção, que exibem atrocidades sem limites. E, pior ainda, são elas, muitas vezes, os próprios protagonistas dessas cenas de violência.

Se ampliássemos nossa curiosidade e quiséssemos saber que tópico mais absorve as manchetes de jornais e revistas, os programas de televisão, os filmes e livros de sucesso, teríamos seguramente a mesma resposta. O mundo moderno e globalizado nos permite afirmar que se trata, lamentavelmente, de uma tendência quase universal, as exceções ficando por conta de comunidades restritas e isoladas do alcance da tecnologia e do progresso.

Vivemos, então, numa era de violência e agressão ímpares na história da humanidade? Certamente, a violência não é um fenômeno recente, já que ela se faz presente na história da humanidade, em todas as épocas e em todos os lugares. E seriam esses fenômenos irreversíveis em sua marcha, mesmo diante do altíssimo nível de desenvolvimento jamais alcançado pelo homem? Seria desnecessário dizer, mas nem todo progresso é para melhor nem todos os seus benefícios revertem em prol do ser humano. Algumas investidas que se fazem contra o próprio homem, “em nome desse progresso”, nos levam a descrer, em certos momentos, da capacidade humana em discernir entre atos “inteligentes” e atos “primitivos”.

A exacerbada “espetacularização” do fenômeno da agressão na mídia em geral e a iminência de sua “naturalização” – denunciam os estudiosos dessa problemática – obscurecem as perspectivas de convívio social satisfatório pela incontrolabilidade de sua ocorrência e de seus efeitos nefastos e destrutivos. Filósofos, juristas, cientistas políticos, sociólogos e psicólogos debruçam-se, já há algum tempo, sobre o estudo do comportamento agressivo na tentativa de decifrá-lo e, assim, impedir sua progressão e suas consequências. No entanto, a despeito do avanço do conhecimento em tantos setores, com pouco ainda se pode contar, nessa área específica, que possa ser aplicado com sucesso para deter o ritmo vertiginoso da escalada da violência.

(Aroldo Rodrigues e outros. Psicologia Social. P. 204-5)

A expressão “a despeito do avanço do conhecimento em tantos setores”, tem o sentido preservado em:

 

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94849 Ano: 2002
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: PEFOCE
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TEXTO I

Comportamento Anti-Social: a Agressão

Deixando de lado preocupações estritamente numéricas, poderíamos iniciar nossa abordagem da agressão de forma bastante trivial. Se quiséssemos, por exemplo, eleger um assunto que ocupasse, atualmente, um lugar especial nas conversas cotidianas entre as pessoas, em casa, entre amigos, nos espaços públicos ou no trabalho, poderíamos apontar, sem medo de errar, a agressão e a violência humanas. Chega mesmo a ser surpreendente a “disputa” entre os interlocutores para ver quem mais acumula experiências pessoais, como vítimas ou espectadores, de assaltos, sequestros, ofensas, brigas, atos de vandalismo, crimes e assim por diante. Os casos se sucedem quase sempre acompanhados por uma descrição minuciosa da extraordinária capacidade do homem em causar danos e maus-tratos em seus semelhantes, de forma gratuita, deliberada ou vingativa, e com requintes de crueldade, frieza ou destempero. Quantos de nós não se sentem atraídos por essas histórias e avidamente interessados em ver de perto esses incidentes? Fala-se até que as próprias crianças, hoje em dia, não mais demonstram qualquer perplexidade como testemunhas de cenas reais ou de ficção, que exibem atrocidades sem limites. E, pior ainda, são elas, muitas vezes, os próprios protagonistas dessas cenas de violência.

Se ampliássemos nossa curiosidade e quiséssemos saber que tópico mais absorve as manchetes de jornais e revistas, os programas de televisão, os filmes e livros de sucesso, teríamos seguramente a mesma resposta. O mundo moderno e globalizado nos permite afirmar que se trata, lamentavelmente, de uma tendência quase universal, as exceções ficando por conta de comunidades restritas e isoladas do alcance da tecnologia e do progresso.

Vivemos, então, numa era de violência e agressão ímpares na história da humanidade? Certamente, a violência não é um fenômeno recente, já que ela se faz presente na história da humanidade, em todas as épocas e em todos os lugares. E seriam esses fenômenos irreversíveis em sua marcha, mesmo diante do altíssimo nível de desenvolvimento jamais alcançado pelo homem? Seria desnecessário dizer, mas nem todo progresso é para melhor nem todos os seus benefícios revertem em prol do ser humano. Algumas investidas que se fazem contra o próprio homem, “em nome desse progresso”, nos levam a descrer, em certos momentos, da capacidade humana em discernir entre atos “inteligentes” e atos “primitivos”.

A exacerbada “espetacularização” do fenômeno da agressão na mídia em geral e a iminência de sua “naturalização” – denunciam os estudiosos dessa problemática – obscurecem as perspectivas de convívio social satisfatório pela incontrolabilidade de sua ocorrência e de seus efeitos nefastos e destrutivos. Filósofos, juristas, cientistas políticos, sociólogos e psicólogos debruçam-se, já há algum tempo, sobre o estudo do comportamento agressivo na tentativa de decifrá-lo e, assim, impedir sua progressão e suas consequências. No entanto, a despeito do avanço do conhecimento em tantos setores, com pouco ainda se pode contar, nessa área específica, que possa ser aplicado com sucesso para deter o ritmo vertiginoso da escalada da violência.

(Aroldo Rodrigues e outros. Psicologia Social. P. 204-5)

Com relação à sintaxe da oração, o período iniciado na linha 13 e concluído na linha 15 possui:

 

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94848 Ano: 2002
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: PEFOCE

TEXTO I

Violência contra a Criança

A agressão doméstica é apontada como a principal causa das denúncias de violência contra a criança no país, segundo informações de ONGs brasileiras. Estima-se que ocorram cerca de 500 mil agressões por ano contra criança de até 14 anos, ou seja, quase uma por minuto(a). Uma em cada três crianças espancadas tem até cinco anos e muitas delas são recém-nascidas(b). Em 90% dos casos a violência acontece dentro de casa.

Segundo o Ministério da Justiça, o Brasil registra cerca de 50 mil casos de violência sexual por ano, contra crianças e adolescentes. Mas, de acordo com especialistas, os índices oficiais representam apenas 10% do total de ocorrências.(c)

Em 1999, de acordo com pesquisa realizada pelo Laboratório de Estudos da Criança (Lacri), do Departamento de Psicologia da Universidade de São Paulo, 78 ONGs de 16 estados brasileiros recebem um total de 6,7 mil denúncias de maus-tratos infantis, número 13 vezes maior que o registrado em 1996.

Relatório da Anistia Internacional de 2000 aponta que crianças brasileiras continuam sendo vítimas de execuções por parte da polícia e de esquadrões da morte em alguns estados, como Acre, Amazonas, Bahia, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte.

Quanto aos adolescentes infratores, grande parte está detida em condições que violam o Estatuto da Criança e do Adolescente, como revela relatório sobre a Fundação Estadual do Bem- Estar do Menor (Febem) de São Paulo, elaborado em 2000 pelo Centro de Justiça Global, Movimento Nacional de Direitos Humanos, pela Ação dos Cristãos para a Abolição da Tortura e pela Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa de São Paulo. O documento estima que mais de 700 internos sofreram agressões cometidas por funcionários da Febem entre novembro de 1999 e maio de 2000(d). Em média, três internos são espancados ou torturados por dia nas dependências da instituição.

(Guia da Cidadania. Almanaque Abril 2001. P. 31)

Existem duas palavras ou expressões denotativas de aproximação em:

 

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