Foram encontradas 200 questões.
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás
Text LI-I – questions 7 and 8
PETROBRAS became the latest oil group to benefit from
last year’s surge in oil prices when the Brazilian company reported
that net profits in 2000 had more than quadrupled to R$ 9.94 bn
(US$ 4.97 bn) — the highest figure ever recorded by a Brazilian
company.
The rise in net profits was the result of increases in
production and the company’s efforts to scale up bureaucracy.
Under the leadership of Henri Philippe Reichstul, who took
over as president in 1999, PETROBRAS has embarked on a
US$ 33 bn investment plan over five years to virtually double oil
and gas production, clean up the company’s financial affairs and
expand abroad.
In August last year, PETROBRAS boosted its profile in the
international investment community with a successful US$ 4 bn
share offering, the largest made by a Brazilian company.
However, the group’s efforts to modernize its image suffered
a setback in December when the government forced it to abandon
a plan to change its name to “PETROBRAX” which was designed
to reflect its increasing international presence.
Internet: http://news.ft.com/news/worldnews/americas (with adaptations).
From text LI-I, it can be gathered that
in 2000, the relation between dollars and reais was, at least once, one to two, respectively.
Provas
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás
Text LI-I – questions 7 and 8
PETROBRAS became the latest oil group to benefit from
last year’s surge in oil prices when the Brazilian company reported
that net profits in 2000 had more than quadrupled to R$ 9.94 bn
(US$ 4.97 bn) — the highest figure ever recorded by a Brazilian
company.
The rise in net profits was the result of increases in
production and the company’s efforts to scale up bureaucracy.
Under the leadership of Henri Philippe Reichstul, who took
over as president in 1999, PETROBRAS has embarked on a
US$ 33 bn investment plan over five years to virtually double oil
and gas production, clean up the company’s financial affairs and
expand abroad.
In August last year, PETROBRAS boosted its profile in the
international investment community with a successful US$ 4 bn
share offering, the largest made by a Brazilian company.
However, the group’s efforts to modernize its image suffered
a setback in December when the government forced it to abandon
a plan to change its name to “PETROBRAX” which was designed
to reflect its increasing international presence.
Internet: http://news.ft.com/news/worldnews/americas (with adaptations).
From text LI-I, it can be gathered that
it took some time for PETROBRAS to benefit from 2000's increase in oil prices.
Provas
Receitas para sair da crise — opções disponíveis no país, na opinião de líderes empresariais e sindicais
Depoimento I – João Pedro Stédile: Por um outro modelo
O povo brasileiro vive uma grande crise. Só haverá
solução duradoura se as medidas atacarem as verdadeiras causas.
E elas se concentram no modelo econômico historicamente
adotado e nos desatinos da política mais recente, servil, que
subordinou nossa economia aos interesses do capital financeiro
internacional. Para sair da crise e construir uma sociedade mais
justa, em que todos os brasileiros tenham pelo menos trabalho,
moradia digna, terra para trabalhar, escola pública de qualidade
e comida na mesa, será necessário um novo modelo econômico.
Depoimento II – Fernando Xavier Ferreira: Um freio no
consumo
O momento exige cautela nas empresas. É preciso que
todo investimento seja muito bem avaliado. Por cautela, entenda-
se a redução da exposição aos riscos, mas não de maneira
absoluta. O endividamento deve ser o menor possível. O mesmo
raciocínio vale para as pessoas. Não é hora de adotar um modo de
vida absolutamente espartano, mas também não é o momento para
exageros consumistas. Temos de entender que nossa economia é
saudável e que todas essas adversidades de curto prazo não
contaminarão seus fundamentos.
Depoimento III – Paulo Pereira da Silva: À espera da mudança
Apesar de ter anunciado um programa de desenvolvimento
que apoiamos, o governo não conseguiu levá-lo adiante. Isso
ocorreu não só por causa dos distúrbios nas economias asiática,
russa e, agora, argentina. Ocorreu porque o governo não elegeu
prioridades e errou ao concentrar esforços unicamente no
necessário ajuste fiscal. Por causa disso, a dívida pública se
elevou, os juros estão nas alturas, e os investimentos, em baixa.
É preciso, principalmente, reformar a previdência social, para
acabar com os privilégios, criar novo sistema tributário e fiscal,
para garantir a competitividade das empresas, e fazer a reforma
política e judiciária, para consolidar a democracia.
Depoimento IV – Manoel Horácio da Silva: Imprevidência
oficial
A crise de energia traz problemas para a economia, mas
provoca também uma conscientização sobre o uso da eletricidade.
Todas as pessoas têm uma contribuição a dar nesse esforço, uma
vez que hoje gastamos mais do que precisamos. Até as empresas
devem aprender a economizar. Alguns setores da indústria usam
a energia como insumo básico e vêm tendo sérios problemas para
alcançar a meta estabelecida pelo governo. Acredito, porém, que
essa situação vai acabar induzindo as indústrias a serem criativas
para superar a adversidade.
Depoimento V – Sérgio Andrade: A lição da sociedade
Creio que o aspecto mais relevante e inesperado do atual
momento é a resposta da sociedade civil à crise energética. Isso
mostra que a capacidade de mobilização do povo diante de um
desafio real é muito maior do que se imaginava. Esse fato nos
enche de esperança, porque pode ser aproveitado pelas lideranças
políticas para promover melhorias nas condições de vida da
população. Afinal, crises comparáveis à de energia elétrica
existem na educação, na saúde, na segurança e no funcionamento
da máquina administrativa do governo.
Época, n.º 165, 16/7/2001, p. 68-78 (com adaptações)
Considerando a manutenção das normas gramaticais, julgue as passagens dos depoimentos do texto LP-II reescritas nos seguintes itens.
Existe crises no setor energético, na educação, na saúde, na segurança, e no funcionamento da máquina administrativa; todavia um fato enche-nos de esperança: as lideranças políticas estão empenhadas com melhorar as condições de vida da população.
Provas
Receitas para sair da crise — opções disponíveis no país, na opinião de líderes empresariais e sindicais
Depoimento I – João Pedro Stédile: Por um outro modelo
O povo brasileiro vive uma grande crise. Só haverá
solução duradoura se as medidas atacarem as verdadeiras causas.
E elas se concentram no modelo econômico historicamente
adotado e nos desatinos da política mais recente, servil, que
subordinou nossa economia aos interesses do capital financeiro
internacional. Para sair da crise e construir uma sociedade mais
justa, em que todos os brasileiros tenham pelo menos trabalho,
moradia digna, terra para trabalhar, escola pública de qualidade
e comida na mesa, será necessário um novo modelo econômico.
Depoimento II – Fernando Xavier Ferreira: Um freio no
consumo
O momento exige cautela nas empresas. É preciso que
todo investimento seja muito bem avaliado. Por cautela, entenda-
se a redução da exposição aos riscos, mas não de maneira
absoluta. O endividamento deve ser o menor possível. O mesmo
raciocínio vale para as pessoas. Não é hora de adotar um modo de
vida absolutamente espartano, mas também não é o momento para
exageros consumistas. Temos de entender que nossa economia é
saudável e que todas essas adversidades de curto prazo não
contaminarão seus fundamentos.
Depoimento III – Paulo Pereira da Silva: À espera da mudança
Apesar de ter anunciado um programa de desenvolvimento
que apoiamos, o governo não conseguiu levá-lo adiante. Isso
ocorreu não só por causa dos distúrbios nas economias asiática,
russa e, agora, argentina. Ocorreu porque o governo não elegeu
prioridades e errou ao concentrar esforços unicamente no
necessário ajuste fiscal. Por causa disso, a dívida pública se
elevou, os juros estão nas alturas, e os investimentos, em baixa.
É preciso, principalmente, reformar a previdência social, para
acabar com os privilégios, criar novo sistema tributário e fiscal,
para garantir a competitividade das empresas, e fazer a reforma
política e judiciária, para consolidar a democracia.
Depoimento IV – Manoel Horácio da Silva: Imprevidência
oficial
A crise de energia traz problemas para a economia, mas
provoca também uma conscientização sobre o uso da eletricidade.
Todas as pessoas têm uma contribuição a dar nesse esforço, uma
vez que hoje gastamos mais do que precisamos. Até as empresas
devem aprender a economizar. Alguns setores da indústria usam
a energia como insumo básico e vêm tendo sérios problemas para
alcançar a meta estabelecida pelo governo. Acredito, porém, que
essa situação vai acabar induzindo as indústrias a serem criativas
para superar a adversidade.
Depoimento V – Sérgio Andrade: A lição da sociedade
Creio que o aspecto mais relevante e inesperado do atual
momento é a resposta da sociedade civil à crise energética. Isso
mostra que a capacidade de mobilização do povo diante de um
desafio real é muito maior do que se imaginava. Esse fato nos
enche de esperança, porque pode ser aproveitado pelas lideranças
políticas para promover melhorias nas condições de vida da
população. Afinal, crises comparáveis à de energia elétrica
existem na educação, na saúde, na segurança e no funcionamento
da máquina administrativa do governo.
Época, n.º 165, 16/7/2001, p. 68-78 (com adaptações)
Considerando a manutenção das normas gramaticais, julgue as passagens dos depoimentos do texto LP-II reescritas nos seguintes itens.
Os depoentes acreditam a despeito de toda a conjuntura nacional, que a situação vai induzir as indústrias, a buscarem soluções criativas para a superação da adversidade.
Provas
Receitas para sair da crise — opções disponíveis no país, na opinião de líderes empresariais e sindicais
Depoimento I – João Pedro Stédile: Por um outro modelo
O povo brasileiro vive uma grande crise. Só haverá
solução duradoura se as medidas atacarem as verdadeiras causas.
E elas se concentram no modelo econômico historicamente
adotado e nos desatinos da política mais recente, servil, que
subordinou nossa economia aos interesses do capital financeiro
internacional. Para sair da crise e construir uma sociedade mais
justa, em que todos os brasileiros tenham pelo menos trabalho,
moradia digna, terra para trabalhar, escola pública de qualidade
e comida na mesa, será necessário um novo modelo econômico.
Depoimento II – Fernando Xavier Ferreira: Um freio no
consumo
O momento exige cautela nas empresas. É preciso que
todo investimento seja muito bem avaliado. Por cautela, entenda-
se a redução da exposição aos riscos, mas não de maneira
absoluta. O endividamento deve ser o menor possível. O mesmo
raciocínio vale para as pessoas. Não é hora de adotar um modo de
vida absolutamente espartano, mas também não é o momento para
exageros consumistas. Temos de entender que nossa economia é
saudável e que todas essas adversidades de curto prazo não
contaminarão seus fundamentos.
Depoimento III – Paulo Pereira da Silva: À espera da mudança
Apesar de ter anunciado um programa de desenvolvimento
que apoiamos, o governo não conseguiu levá-lo adiante. Isso
ocorreu não só por causa dos distúrbios nas economias asiática,
russa e, agora, argentina. Ocorreu porque o governo não elegeu
prioridades e errou ao concentrar esforços unicamente no
necessário ajuste fiscal. Por causa disso, a dívida pública se
elevou, os juros estão nas alturas, e os investimentos, em baixa.
É preciso, principalmente, reformar a previdência social, para
acabar com os privilégios, criar novo sistema tributário e fiscal,
para garantir a competitividade das empresas, e fazer a reforma
política e judiciária, para consolidar a democracia.
Depoimento IV – Manoel Horácio da Silva: Imprevidência
oficial
A crise de energia traz problemas para a economia, mas
provoca também uma conscientização sobre o uso da eletricidade.
Todas as pessoas têm uma contribuição a dar nesse esforço, uma
vez que hoje gastamos mais do que precisamos. Até as empresas
devem aprender a economizar. Alguns setores da indústria usam
a energia como insumo básico e vêm tendo sérios problemas para
alcançar a meta estabelecida pelo governo. Acredito, porém, que
essa situação vai acabar induzindo as indústrias a serem criativas
para superar a adversidade.
Depoimento V – Sérgio Andrade: A lição da sociedade
Creio que o aspecto mais relevante e inesperado do atual
momento é a resposta da sociedade civil à crise energética. Isso
mostra que a capacidade de mobilização do povo diante de um
desafio real é muito maior do que se imaginava. Esse fato nos
enche de esperança, porque pode ser aproveitado pelas lideranças
políticas para promover melhorias nas condições de vida da
população. Afinal, crises comparáveis à de energia elétrica
existem na educação, na saúde, na segurança e no funcionamento
da máquina administrativa do governo.
Época, n.º 165, 16/7/2001, p. 68-78 (com adaptações)
Considerando a manutenção das normas gramaticais, julgue as passagens dos depoimentos do texto LP-II reescritas nos seguintes itens.
As pessoas e até as empresas tem uma contribuição a esse esforço, haja visto, que hoje gastamos mais que precisamos, urge aprender a economizar.
Provas
Receitas para sair da crise — opções disponíveis no país, na opinião de líderes empresariais e sindicais
Depoimento I – João Pedro Stédile: Por um outro modelo
O povo brasileiro vive uma grande crise. Só haverá
solução duradoura se as medidas atacarem as verdadeiras causas.
E elas se concentram no modelo econômico historicamente
adotado e nos desatinos da política mais recente, servil, que
subordinou nossa economia aos interesses do capital financeiro
internacional. Para sair da crise e construir uma sociedade mais
justa, em que todos os brasileiros tenham pelo menos trabalho,
moradia digna, terra para trabalhar, escola pública de qualidade
e comida na mesa, será necessário um novo modelo econômico.
Depoimento II – Fernando Xavier Ferreira: Um freio no
consumo
O momento exige cautela nas empresas. É preciso que
todo investimento seja muito bem avaliado. Por cautela, entenda-
se a redução da exposição aos riscos, mas não de maneira
absoluta. O endividamento deve ser o menor possível. O mesmo
raciocínio vale para as pessoas. Não é hora de adotar um modo de
vida absolutamente espartano, mas também não é o momento para
exageros consumistas. Temos de entender que nossa economia é
saudável e que todas essas adversidades de curto prazo não
contaminarão seus fundamentos.
Depoimento III – Paulo Pereira da Silva: À espera da mudança
Apesar de ter anunciado um programa de desenvolvimento
que apoiamos, o governo não conseguiu levá-lo adiante. Isso
ocorreu não só por causa dos distúrbios nas economias asiática,
russa e, agora, argentina. Ocorreu porque o governo não elegeu
prioridades e errou ao concentrar esforços unicamente no
necessário ajuste fiscal. Por causa disso, a dívida pública se
elevou, os juros estão nas alturas, e os investimentos, em baixa.
É preciso, principalmente, reformar a previdência social, para
acabar com os privilégios, criar novo sistema tributário e fiscal,
para garantir a competitividade das empresas, e fazer a reforma
política e judiciária, para consolidar a democracia.
Depoimento IV – Manoel Horácio da Silva: Imprevidência
oficial
A crise de energia traz problemas para a economia, mas
provoca também uma conscientização sobre o uso da eletricidade.
Todas as pessoas têm uma contribuição a dar nesse esforço, uma
vez que hoje gastamos mais do que precisamos. Até as empresas
devem aprender a economizar. Alguns setores da indústria usam
a energia como insumo básico e vêm tendo sérios problemas para
alcançar a meta estabelecida pelo governo. Acredito, porém, que
essa situação vai acabar induzindo as indústrias a serem criativas
para superar a adversidade.
Depoimento V – Sérgio Andrade: A lição da sociedade
Creio que o aspecto mais relevante e inesperado do atual
momento é a resposta da sociedade civil à crise energética. Isso
mostra que a capacidade de mobilização do povo diante de um
desafio real é muito maior do que se imaginava. Esse fato nos
enche de esperança, porque pode ser aproveitado pelas lideranças
políticas para promover melhorias nas condições de vida da
população. Afinal, crises comparáveis à de energia elétrica
existem na educação, na saúde, na segurança e no funcionamento
da máquina administrativa do governo.
Época, n.º 165, 16/7/2001, p. 68-78 (com adaptações)
Considerando a manutenção das normas gramaticais, julgue as passagens dos depoimentos do texto LP-II reescritas nos seguintes itens.
Principalmente é preciso: 1) reformar a previdência social, para acabar com os privilégios; 2) criar novo sistema tributário e fiscal, para garantir a competitividade das empresas; 3) fazer as reformas política e judiciária, para consolidar a democracia.
Provas
Receitas para sair da crise — opções disponíveis no país, na opinião de líderes empresariais e sindicais
Depoimento I – João Pedro Stédile: Por um outro modelo
O povo brasileiro vive uma grande crise. Só haverá
solução duradoura se as medidas atacarem as verdadeiras causas.
E elas se concentram no modelo econômico historicamente
adotado e nos desatinos da política mais recente, servil, que
subordinou nossa economia aos interesses do capital financeiro
internacional. Para sair da crise e construir uma sociedade mais
justa, em que todos os brasileiros tenham pelo menos trabalho,
moradia digna, terra para trabalhar, escola pública de qualidade
e comida na mesa, será necessário um novo modelo econômico.
Depoimento II – Fernando Xavier Ferreira: Um freio no
consumo
O momento exige cautela nas empresas. É preciso que
todo investimento seja muito bem avaliado. Por cautela, entenda-
se a redução da exposição aos riscos, mas não de maneira
absoluta. O endividamento deve ser o menor possível. O mesmo
raciocínio vale para as pessoas. Não é hora de adotar um modo de
vida absolutamente espartano, mas também não é o momento para
exageros consumistas. Temos de entender que nossa economia é
saudável e que todas essas adversidades de curto prazo não
contaminarão seus fundamentos.
Depoimento III – Paulo Pereira da Silva: À espera da mudança
Apesar de ter anunciado um programa de desenvolvimento
que apoiamos, o governo não conseguiu levá-lo adiante. Isso
ocorreu não só por causa dos distúrbios nas economias asiática,
russa e, agora, argentina. Ocorreu porque o governo não elegeu
prioridades e errou ao concentrar esforços unicamente no
necessário ajuste fiscal. Por causa disso, a dívida pública se
elevou, os juros estão nas alturas, e os investimentos, em baixa.
É preciso, principalmente, reformar a previdência social, para
acabar com os privilégios, criar novo sistema tributário e fiscal,
para garantir a competitividade das empresas, e fazer a reforma
política e judiciária, para consolidar a democracia.
Depoimento IV – Manoel Horácio da Silva: Imprevidência
oficial
A crise de energia traz problemas para a economia, mas
provoca também uma conscientização sobre o uso da eletricidade.
Todas as pessoas têm uma contribuição a dar nesse esforço, uma
vez que hoje gastamos mais do que precisamos. Até as empresas
devem aprender a economizar. Alguns setores da indústria usam
a energia como insumo básico e vêm tendo sérios problemas para
alcançar a meta estabelecida pelo governo. Acredito, porém, que
essa situação vai acabar induzindo as indústrias a serem criativas
para superar a adversidade.
Depoimento V – Sérgio Andrade: A lição da sociedade
Creio que o aspecto mais relevante e inesperado do atual
momento é a resposta da sociedade civil à crise energética. Isso
mostra que a capacidade de mobilização do povo diante de um
desafio real é muito maior do que se imaginava. Esse fato nos
enche de esperança, porque pode ser aproveitado pelas lideranças
políticas para promover melhorias nas condições de vida da
população. Afinal, crises comparáveis à de energia elétrica
existem na educação, na saúde, na segurança e no funcionamento
da máquina administrativa do governo.
Época, n.º 165, 16/7/2001, p. 68-78 (com adaptações)
Considerando a manutenção das normas gramaticais, julgue as passagens dos depoimentos do texto LP-II reescritas nos seguintes itens.
Entre as "Receitas para sair da crise", nomeadas pelo título da reportagem, encontram-se opções disponíveis no país, na opinião de líderes empresariais e sindicais.
Provas
Receitas para sair da crise — opções disponíveis no
país, na opinião de líderes empresariais e sindicais
Depoimento I – João Pedro Stédile: Por um outro modelo
O povo brasileiro vive uma grande crise. Só haverá solução duradoura se as medidas atacarem as verdadeiras causas. E elas se concentram no modelo econômico historicamente adotado e nos desatinos da política mais recente, servil, que subordinou nossa economia aos interesses do capital financeiro internacional. Para sair da crise e construir uma sociedade mais justa, em que todos os brasileiros tenham pelo menos trabalho, moradia digna, terra para trabalhar, escola pública de qualidade e comida na mesa, será necessário um novo modelo econômico.
Depoimento II – Fernando Xavier Ferreira: Um freio no consumo
O momento exige cautela nas empresas. É preciso que todo investimento seja muito bem avaliado. Por cautela, entenda-se a redução da exposição aos riscos, mas não de maneira absoluta. O endividamento deve ser o menor possível. O mesmo raciocínio vale para as pessoas. Não é hora de adotar um modo de vida absolutamente espartano, mas também não é o momento para exageros consumistas. Temos de entender que nossa economia é saudável e que todas essas adversidades de curto prazo não contaminarão seus fundamentos.
Depoimento III – Paulo Pereira da Silva: À espera da mudança
Apesar de ter anunciado um programa de desenvolvimento que apoiamos, o governo não conseguiu levá-lo adiante. Isso ocorreu não só por causa dos distúrbios nas economias asiática, russa e, agora, argentina. Ocorreu porque o governo não elegeu prioridades e errou ao concentrar esforços unicamente no necessário ajuste fiscal. Por causa disso, a dívida pública se elevou, os juros estão nas alturas, e os investimentos, em baixa. É preciso, principalmente, reformar a previdência social, para acabar com os privilégios, criar novo sistema tributário e fiscal, para garantir a competitividade das empresas, e fazer a reforma política e judiciária, para consolidar a democracia.
Depoimento IV – Manoel Horácio da Silva: Imprevidência oficial
A crise de energia traz problemas para a economia, mas provoca também uma conscientização sobre o uso da eletricidade. Todas as pessoas têm uma contribuição a dar nesse esforço, uma vez que hoje gastamos mais do que precisamos. Até as empresas devem aprender a economizar. Alguns setores da indústria usam a energia como insumo básico e vêm tendo sérios problemas para alcançar a meta estabelecida pelo governo. Acredito, porém, que essa situação vai acabar induzindo as indústrias a serem criativas para superar a adversidade.
Depoimento V – Sérgio Andrade: A lição da sociedade
Creio que o aspecto mais relevante e inesperado do atual momento é a resposta da sociedade civil à crise energética. Isso mostra que a capacidade de mobilização do povo diante de um desafio real é muito maior do que se imaginava. Esse fato nos enche de esperança, porque pode ser aproveitado pelas lideranças políticas para promover melhorias nas condições de vida da população. Afinal, crises comparáveis à de energia elétrica existem na educação, na saúde, na segurança e no funcionamento da máquina administrativa do governo.
Época, n.º 165, 16/7/2001, p. 68-78 (com adaptações).
Considerando os aspectos sintáticos e semânticos dos depoimentos apresentados no texto LP-II, julgue o item que se segue.
No depoimento III, as duas orações coordenadas contidas no trecho “Ocorreu porque o governo não elegeu prioridades e errou ao concentrar esforços unicamente no necessário ajuste fiscal” exercem idêntica circunstância de causa, relativa à forma verbal “Ocorreu”.
Provas
Receitas para sair da crise — opções disponíveis no
país, na opinião de líderes empresariais e sindicais
Depoimento I – João Pedro Stédile: Por um outro modelo
O povo brasileiro vive uma grande crise. Só haverá solução duradoura se as medidas atacarem as verdadeiras causas. E elas se concentram no modelo econômico historicamente adotado e nos desatinos da política mais recente, servil, que subordinou nossa economia aos interesses do capital financeiro internacional. Para sair da crise e construir uma sociedade mais justa, em que todos os brasileiros tenham pelo menos trabalho, moradia digna, terra para trabalhar, escola pública de qualidade e comida na mesa, será necessário um novo modelo econômico.
Depoimento II – Fernando Xavier Ferreira: Um freio no consumo
O momento exige cautela nas empresas. É preciso que todo investimento seja muito bem avaliado. Por cautela, entenda-se a redução da exposição aos riscos, mas não de maneira absoluta. O endividamento deve ser o menor possível. O mesmo raciocínio vale para as pessoas. Não é hora de adotar um modo de vida absolutamente espartano, mas também não é o momento para exageros consumistas. Temos de entender que nossa economia é saudável e que todas essas adversidades de curto prazo não contaminarão seus fundamentos.
Depoimento III – Paulo Pereira da Silva: À espera da mudança
Apesar de ter anunciado um programa de desenvolvimento que apoiamos, o governo não conseguiu levá-lo adiante. Isso ocorreu não só por causa dos distúrbios nas economias asiática, russa e, agora, argentina. Ocorreu porque o governo não elegeu prioridades e errou ao concentrar esforços unicamente no necessário ajuste fiscal. Por causa disso, a dívida pública se elevou, os juros estão nas alturas, e os investimentos, em baixa. É preciso, principalmente, reformar a previdência social, para acabar com os privilégios, criar novo sistema tributário e fiscal, para garantir a competitividade das empresas, e fazer a reforma política e judiciária, para consolidar a democracia.
Depoimento IV – Manoel Horácio da Silva: Imprevidência oficial
A crise de energia traz problemas para a economia, mas provoca também uma conscientização sobre o uso da eletricidade. Todas as pessoas têm uma contribuição a dar nesse esforço, uma vez que hoje gastamos mais do que precisamos. Até as empresas devem aprender a economizar. Alguns setores da indústria usam a energia como insumo básico e vêm tendo sérios problemas para alcançar a meta estabelecida pelo governo. Acredito, porém, que essa situação vai acabar induzindo as indústrias a serem criativas para superar a adversidade.
Depoimento V – Sérgio Andrade: A lição da sociedade
Creio que o aspecto mais relevante e inesperado do atual momento é a resposta da sociedade civil à crise energética. Isso mostra que a capacidade de mobilização do povo diante de um desafio real é muito maior do que se imaginava. Esse fato nos enche de esperança, porque pode ser aproveitado pelas lideranças políticas para promover melhorias nas condições de vida da população. Afinal, crises comparáveis à de energia elétrica existem na educação, na saúde, na segurança e no funcionamento da máquina administrativa do governo.
Época, n.º 165, 16/7/2001, p. 68-78 (com adaptações).
Considerando os aspectos sintáticos e semânticos dos depoimentos apresentados no texto LP-II, julgue o item que se segue.
O primeiro período do depoimento III apresenta uma estrutura sintática que favorece o entendimento de que o governo é subordinado ao programa de desenvolvimento que ele próprio formula.
Provas
Receitas para sair da crise — opções disponíveis no
país, na opinião de líderes empresariais e sindicais
Depoimento I – João Pedro Stédile: Por um outro modelo
O povo brasileiro vive uma grande crise. Só haverá solução duradoura se as medidas atacarem as verdadeiras causas. E elas se concentram no modelo econômico historicamente adotado e nos desatinos da política mais recente, servil, que subordinou nossa economia aos interesses do capital financeiro internacional. Para sair da crise e construir uma sociedade mais justa, em que todos os brasileiros tenham pelo menos trabalho, moradia digna, terra para trabalhar, escola pública de qualidade e comida na mesa, será necessário um novo modelo econômico.
Depoimento II – Fernando Xavier Ferreira: Um freio no consumo
O momento exige cautela nas empresas. É preciso que todo investimento seja muito bem avaliado. Por cautela, entenda-se a redução da exposição aos riscos, mas não de maneira absoluta. O endividamento deve ser o menor possível. O mesmo raciocínio vale para as pessoas. Não é hora de adotar um modo de vida absolutamente espartano, mas também não é o momento para exageros consumistas. Temos de entender que nossa economia é saudável e que todas essas adversidades de curto prazo não contaminarão seus fundamentos.
Depoimento III – Paulo Pereira da Silva: À espera da mudança
Apesar de ter anunciado um programa de desenvolvimento que apoiamos, o governo não conseguiu levá-lo adiante. Isso ocorreu não só por causa dos distúrbios nas economias asiática, russa e, agora, argentina. Ocorreu porque o governo não elegeu prioridades e errou ao concentrar esforços unicamente no necessário ajuste fiscal. Por causa disso, a dívida pública se elevou, os juros estão nas alturas, e os investimentos, em baixa. É preciso, principalmente, reformar a previdência social, para acabar com os privilégios, criar novo sistema tributário e fiscal, para garantir a competitividade das empresas, e fazer a reforma política e judiciária, para consolidar a democracia.
Depoimento IV – Manoel Horácio da Silva: Imprevidência oficial
A crise de energia traz problemas para a economia, mas provoca também uma conscientização sobre o uso da eletricidade. Todas as pessoas têm uma contribuição a dar nesse esforço, uma vez que hoje gastamos mais do que precisamos. Até as empresas devem aprender a economizar. Alguns setores da indústria usam a energia como insumo básico e vêm tendo sérios problemas para alcançar a meta estabelecida pelo governo. Acredito, porém, que essa situação vai acabar induzindo as indústrias a serem criativas para superar a adversidade.
Depoimento V – Sérgio Andrade: A lição da sociedade
Creio que o aspecto mais relevante e inesperado do atual momento é a resposta da sociedade civil à crise energética. Isso mostra que a capacidade de mobilização do povo diante de um desafio real é muito maior do que se imaginava. Esse fato nos enche de esperança, porque pode ser aproveitado pelas lideranças políticas para promover melhorias nas condições de vida da população. Afinal, crises comparáveis à de energia elétrica existem na educação, na saúde, na segurança e no funcionamento da máquina administrativa do governo.
Época, n.º 165, 16/7/2001, p. 68-78 (com adaptações).
Considerando os aspectos sintáticos e semânticos dos depoimentos apresentados no texto LP-II, julgue o item que se segue.
No depoimento II, a passagem “Não é hora de adotar um modo de vida absolutamente espartano, mas também não é o momento para exageros consumistas” apresenta uma construção adversativa que, contextualmente, opõe “espartano” a consumista.
Provas
Caderno Container