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Em uma sala quadrada ABCD foi instalado um espelho plano vertical de forma que cada uma de suas laterais tocam as metades das paredes AB e AD. Um observador O encontra-se no meio da parede BC, conforme mostra a figura.

Dentre os pontos B, C, D e F da figura, o observador O pode enxergar por reflexão no espelho
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ONE DAY I WILL WRITE ABOUT THIS PLACE
A Memoir
By Binyavanga Wainaina
256 pp. Graywolf Press. $24.
By Binyavanga Wainaina
256 pp. Graywolf Press. $24.
Dear reader, I’ll save you precious time: skip this review and head directly to the bookstore for Binyavanga Wainaina’s stand-upand- cheer coming-of-age memoir, “One Day I Will Write About This Place.” [CONNECTIVE] written by an East African and set in East and Southern Africa, Wainaina’s book is not just for Afrophiles or lovers of post-colonial literature. This is a book for anyone who still finds the nourishment of a well-written tale preferable to the empty-calorie jolt of a celebrity confessional or Swedish mystery.
Not that Wainaina is likely to judge [PRONOUN] taste in books. In fact, at its heart, this is a story about how Wainaina was almost [TO EAT] alive by his addiction to reading anything available. “I am starting to read storybooks,” he says of his 11-year-old self, growing up in Nakuru, Kenya. “If words, in English, arranged on the page have the power to control my body in this world, this sound and language can close its folds, like a fan, and I will slide into its world, where things are arranged differently.”
As he leaves childhood [ADVERB 1] − “My nose sweats a lot these days, and my armpits smell, and I wake [ADVERB 2] a lot at night all wriggly and hot, like Congo rumba music” − Wainaina retreats further from the confusing realities of politics and adolescence and his big multinational family (his father a Kenyan businessman and farm owner, his mother a Ugandan salon owner) and deeper into a world of words. At school he is told, and believes, that he is supposed to become a doctor or a lawyer, an engineer or a scientist. But Wainaina seems constitutionally incapable of absorbing anything that would further a career in these fields.
By the time Wainaina leaves Kenya to attend university in South Africa, a country smoldering with the last poisonous fumes of apartheid, his addiction to books is complete. He drops out of school to pursue more completely a life of reading.
(Adapted from http://www.nytimes.com/2011/08/14/books/review/one-day-i-will-write-about-this-place-by-binyavanga-wainaina-book-review. html?pagewanted=all)
The missing [ADVERB 1] is
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Se a. b e c são soluções do sistema !$ \begin{cases} a + 2b = 7 \\ 2a - c = - 3 \\ a + 3b - 2c = 0\end{cases} !$, então soma (a + b + c) vale
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A questão baseia-se no texto apresentado a seguir.
Texto I − O rádio, esse mistério
Modéstia à parte, também tenho lá a minha experiência em rádio. Quando era menino, em Belo Horizonte, fui locutor do programa "Gurilândia" da Rádio Guarani. Não me pagavam nada, a Rádio Guarani não passando de pretexto para namorar uma menina que morava nas imediações. Mas ainda assim, bem que eu deitava no ar a minha eloquência cheia de efes e erres, como era moda na época. Quase me iniciei nas transmissões esportivas, incitado pelo saudoso Babaró, que era o grande mestre de então, mas não deu pé: eu não conseguia guardar o nome dos jogadores.
Em compensação, minha irmã Berenice me estimulando a inspiração, usei e abusei do direito de escrever besteiras, mandando crônicas sobre assuntos radiofônicos para a revista "Carioca". "O que pensam os rádio-ouvintes" era o nome do concurso permanente. Com o quê, tornei-me entendido em Orlando Silva, Carmen Miranda, César Ladeira, Sílvio Caldas, Bando da Lua, Assis Valente, Ary Barroso, e tudo quanto era cantor, locutor ou compositor de sucesso naquele tempo.
Rádio é mesmo uma coisa misteriosa. Começou fazendo sucesso na sala de visitas, acabou na cozinha. Cedeu lugar à televisão, que já vai pelo mesmo caminho. Ninguém que se preze [...] tem coragem de se dizer ouvinte de rádio − a não ser de pilha, colado ao ouvido, quando apanhado na rua em dia de futebol. Mas a verdade é que tem quem ouça. Ainda me lembro que Francisco Alves morreu num fim de semana, sem que a notícia de sua morte apanhasse nenhum jornal antes do enterro; bastou ser divulgada pelo rádio, e foi aquela apoteose que se viu.
Todo mundo afirma que jamais ouve rádio, e põe a culpa no vizinho, embora reconhecendo que deve ter uma grande penetração, "principalmente no interior". Os ouvintes, é claro, são sempre os outros.
Mas hoje estou pensando no mistério que é o rádio, porque de repente me ocorreu ter vivido uma experiência para cujas consequências não encontro a menor explicação, e que foram as de não ter consequência nenhuma.
Todo mundo sabe que a BBC de Londres é uma das mais poderosas e bem organizadas estações radiofônicas do mundo. [...] Ao longo de dois anos e meio, chovesse ou nevasse, fizesse frio ou gelasse, compareci semanalmente aos estúdios do austero edifício da Bush House em Aldwich, para gravar uma crônica, transmitida toda terça-feira, exatamente às 8 e 15 da noite, hora de Brasília, ou zero hora e quinze de
quarta-feira, conforme o Big Ben. Eram em torno de 10 minutos de texto que eu recitava como Deus é servido, seguro de estar sendo ouvido por todo o Brasil, "principalmente no interior". E imaginava minha voz chegando a cada cidade, a cada fazenda, a cada lugarejo perdido na vastidão da pátria amada. [...]
Pois bem − e aí está o mistério que me intriga: sei de fonte limpa que os programas da BBC têm no Brasil esses milhares de ouvintes. No entanto, nunca encontrei ninguém que me tivesse escutado: nem um comentário, uma palavra, uma carta, ainda que desfavorável − nada. A impressão é de que passei todo esse tempo falando literalmente para o éter, sem que nenhum ouvido humano me escutasse. [...]
(Fernando Sabino. Deixa o Alfredo falar! Rio de Janeiro: Record, 6.ed. 1976. pp. 36-37)
Quanto à repetição da expressão "principalmente no interior", isolada por aspas, é correto afirmar que se trata de
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Uma fonte de força eletromotriz 16 V e resistência interna de 2,0 !$ Ω !$ forma um circuito elétrico simples com um resistor de resistência 30 !$ Ω !$. Neste caso, a potência elétrica dissipada internamente na fonte é, em watts, de
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Saving energy: i t starts at home
We already know the fastest, expensive way to slow climate change: use less energy. With a little effort, and not money, most of us could reduce our energy diets by 25 percent or more − the Earth a favor while also helping our pocketbooks. So what’s holding us back?
Scientists have reported recently that the world is heating up even faster predicted only a few years , and that the consequences could be severe if we don’t reducing emission of carbon dioxide and other greenhouse gases that are trapping heat in our atmosphere. But what can we about it as individuals? Will our efforts really any difference?
(Extracted from the National Geographic Magazine, March 2009)
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- Organização e Administração de ArquivosArquivamento e Ordenação de DocumentosMétodos de Arquivamento (Ordenação de Documentos)
No ato de matrícula, os alunos de uma escola recebem números conforme a ordem em que se apresentam:
1. Mário Dias da Silva
2. Silvana Dias
3. José Silveira
4. Sílvio Dias da Silva
5. Mário Silveira Dias
6. Maria Silva
A escola determina, no entanto, que seus prontuários sejam organizados alfabeticamente.
Se a base da organização for o último sobrenome, a ordem correta dos prontuários será
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Para responder a questão, considere os dois textos seguintes e também o Texto I.
Texto I − O rádio, esse mistério
Modéstia à parte, também tenho lá a minha experiência em rádio. Quando era menino, em Belo Horizonte, fui locutor do programa "Gurilândia" da Rádio Guarani. Não me pagavam nada, a Rádio Guarani não passando de pretexto para namorar uma menina que morava nas imediações. Mas ainda assim, bem que eu deitava no ar a minha eloquência cheia de efes e erres, como era moda na época. Quase me iniciei nas transmissões esportivas, incitado pelo saudoso Babaró, que era o grande mestre de então, mas não deu pé: eu não conseguia guardar o nome dos jogadores.
Em compensação, minha irmã Berenice me estimulando a inspiração, usei e abusei do direito de escrever besteiras, mandando crônicas sobre assuntos radiofônicos para a revista "Carioca". "O que pensam os rádio-ouvintes" era o nome do concurso permanente. Com o quê, tornei-me entendido em Orlando Silva, Carmen Miranda, César Ladeira, Sílvio Caldas, Bando da Lua, Assis Valente, Ary Barroso, e tudo quanto era cantor, locutor ou compositor de sucesso naquele tempo.
Rádio é mesmo uma coisa misteriosa. Começou fazendo sucesso na sala de visitas, acabou na cozinha. Cedeu lugar à televisão, que já vai pelo mesmo caminho. Ninguém que se preze [...] tem coragem de se dizer ouvinte de rádio − a não ser de pilha, colado ao ouvido, quando apanhado na rua em dia de futebol. Mas a verdade é que tem quem ouça. Ainda me lembro que Francisco Alves morreu num fim de semana, sem que a notícia de sua morte apanhasse nenhum jornal antes do enterro; bastou ser divulgada pelo rádio, e foi aquela apoteose que se viu.
Todo mundo afirma que jamais ouve rádio, e põe a culpa no vizinho, embora reconhecendo que deve ter uma grande penetração, "principalmente no interior". Os ouvintes, é claro, são sempre os outros.
Mas hoje estou pensando no mistério que é o rádio, porque de repente me ocorreu ter vivido uma experiência para cujas consequências não encontro a menor explicação, e que foram as de não ter consequência nenhuma.
Todo mundo sabe que a BBC de Londres é uma das mais poderosas e bem organizadas estações radiofônicas do mundo. [...] Ao longo de dois anos e meio, chovesse ou nevasse, fizesse frio ou gelasse, compareci semanalmente aos estúdios do austero edifício da Bush House em Aldwich, para gravar uma crônica, transmitida toda terça-feira, exatamente às 8 e 15 da noite, hora de Brasília, ou zero hora e quinze de
quarta-feira, conforme o Big Ben. Eram em torno de 10 minutos de texto que eu recitava como Deus é servido, seguro de estar sendo ouvido por todo o Brasil, "principalmente no interior". E imaginava minha voz chegando a cada cidade, a cada fazenda, a cada lugarejo perdido na vastidão da pátria amada. [...]
Pois bem − e aí está o mistério que me intriga: sei de fonte limpa que os programas da BBC têm no Brasil esses milhares de ouvintes. No entanto, nunca encontrei ninguém que me tivesse escutado: nem um comentário, uma palavra, uma carta, ainda que desfavorável − nada. A impressão é de que passei todo esse tempo falando literalmente para o éter, sem que nenhum ouvido humano me escutasse. [...]
(Fernando Sabino. Deixa o Alfredo falar! Rio de Janeiro: Record, 6.ed. 1976. pp. 36-37)
Texto II − A era do rádio e dos compositores
Televisão, internet, telefone celular − esta é sem dúvida a era da comunicação. Estamos nela. É difícil para o homem do século XXI compreender o impacto do primeiro veículo de comunicação de massa do mundo, ainda na década de 1930: o rádio, que cumpriu um destacado papel social tanto na vida privada como na vida pública [...]
O aparecimento do rádio mudou a relação dos indivíduos com a notícia, que passou a ser mais veloz e abrangente. Homens e mulheres, analfabetos e letrados, eram ouvintes das mesmas informações, compartilhando um repertório de questões a serem discutidas. O país ganhava mais uma fonte de integração nacional.
(André Diniz. Almanaque do samba. Rio de Janeiro: Zahar, 2006. p. 53)
Texto III
A novidade da radiodifusão criou uma relação privilegiada entre artista e público. Pela primeira vez na história, a arte do canto tinha uma massa crescente de ouvintes. Na verdade, grande parte dos cantores apareceu para o público através dos programas de calouros que agitaram a vida artística do rádio de 1930 até meados da década de 1950. [...]
Muitos foram os jovens que se apresentavam nos programas sonhando ser famosos cantores de rádio, cortejados e admirados pelos fãs. Para eles, geralmente advindos das camadas mais simples da sociedade, mal-remunerados, representantes de um país com grandes disparidades sociais, ser cantor de rádio representava, sobretudo, ascensão social. Poucos conseguiram um espaço no competitivo mercado. Pouquíssimos se tornaram ícones da voz. [...]
A onipresença desses cantores na Era do Rádio ofuscou a participação de outros intérpretes do nosso cancioneiro. É como se as vozes de Francisco Alves, Mário Reis, Orlando Silva, Sílvio Caldas e Ciro Monteiro equacionassem a síncope, a bossa e a malandragem do samba urbano. Seus peculiares e diversificados estilos moldaram toda uma era.
(André Diniz. Almanaque do samba. Rio de Janeiro: Zahar, 2006, pp. 51-52)
Para eles, (...) ser cantor de rádio representava, sobretudo, ascensão social. (Texto III, 2º parágrafo)
O sentido da afirmativa acima pode ser corretamente relacionado com a seguinte frase:
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Atente para estes dois textos, que constam das páginas iniciais de dois grandes romances brasileiros:
I. Antes de iniciar este livro, imaginei construí-lo pela divisão de trabalho. Dirigi-me a alguns amigos e quase todos consentiram em contribuir para o desenvolvimento das letras nacionais. Padre Silvestre ficaria com a parte moral e as citações latinas; João Nogueira aceitou a pontuação, a ortografia e a sintaxe; para a composição literária convidei Lúcio Gomes de Azevedo Gondim, redator e diretor do Cruzeiro. (...)
Abandonei a empresa e iniciei a composição de repente, valendo-me de meus próprios recursos e sem indagar se isto me traz qualquer vantagem, direta ou indireta.
(Graciliano Ramos. S. Bernardo. S. Paulo: Martins, 1970, 12. ed.)
II. Como começar pelo início, se as coisas acontecem antes de acontecer? (...) A história – determino com falso livre arbítrio – vai ter uns sete personagens e eu sou um dos mais importantes deles, é claro. Eu, Rodrigo S. M. Relato antigo, este, pois não quero ser modernoso e inventar modismos à guisa de originalidade.
(Clarice Lispector. A hora da estrela. Rio de Janeiro: José Olympio, 4. ed., 1978)
S. Bernardo e A hora da estrela – os dois romances a que pertencem esses textos – são exemplos, respectivamente,
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Saving energy: i t starts at home
We already know the fastest, expensive way to slow climate change: use less energy. With a little effort, and not money, most of us could reduce our energy diets by 25 percent or more − the Earth a favor while also helping our pocketbooks. So what’s holding us back?
Scientists have reported recently that the world is heating up even faster predicted only a few years , and that the consequences could be severe if we don’t reducing emission of carbon dioxide and other greenhouse gases that are trapping heat in our atmosphere. But what can we about it as individuals? Will our efforts really any difference?
(Extracted from the National Geographic Magazine, March 2009)
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