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Sobre o Conselho de Disciplina da Polícia Militar é INCORRETO afirmar:
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Leia o TEXTO I, abaixo, para responder a questão.
Delegada admite que alertou advogado sobre busca na casa de suspeito de pedofilia
A delegada Rosana da Silva Vanni admitiu ontem, em interrogatório à CPI da Pedofilia, ter cometido “falha grave” ao avisar o advogado de um dos suspeitos de integrar rede de pedofilia em Catanduva (SP) sobre a busca de um computador na residência de luxo apontada por parte das crianças como cenário de alguns abusos. Até segunda-feira, ela presidia o inquérito sobre uma rede que abusou de cerca de 40 crianças, segundo as investigações.
A CPU sumiu quando a delegada chegou à casa do suspeito, em 18 de fevereiro, embora modem, monitor e estabilizador ainda estivessem ligados. A delegada pediu intervenção do advogado para entrar na casa porque não tinha mandado.
Advogado e delegada foram em carros diferentes para a casa. “Ele poderia ter feito o contato por telefone celular [com o suspeito]. Reconheço o erro, até infantil”, afirmou.
No primeiro dia de interrogatórios feitos pelos senadores da CPI, na Câmara, as falhas da polícia, Justiça e Conselho Tutelar locais ficaram em evidência. Pelo menos dez delas foram identificadas, entre elas o sumiço de uma caixa com fotografias e vídeos apreendida pela polícia na casa do borracheiro José Barra Nova de Melo, 46, primeiro preso pelo caso. A apreensão foi negada pela delegada à frente do caso na época, Maria Cecília Sanches. A CPI questionou também se a mesma delegada teria tentado acobertar alguns suspeitos.
(...)
(Folha de São Paulo – Quinta –feira, 19 de março de 2009.)
A palavra “apreendida” , concorda, em número, no texto, com:
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Leia o TEXTO I, abaixo, para responder a questão.
OS BAD BOYS
Eles são personagens fáceis em noticiários, muito conhecidos nas escolas e, na maior parte das vezes, os queridinhos de papai e mamãe. Rebeldes e sem noções de limites, os jovens que praticam atos violentos e agressivos estão no foco das atenções, não somente por serem tema de discussão no horário nobre da televisão, mas também pelo grande número de adolescentes que estão pegando essa onda.
Como é fácil constatar, o mais prejudicado nessa situação é o próprio adolescente, que muitas vezes segue em um rumo difícil de trilhar. “O que mais me intriga é perceber que essas pessoas gostam de fazer isso. Ou seja, eles batem em pessoas que nem conhecem direito simplesmente porque acham bom! Só o que eles não percebem é que só a turminha deles acha isso legal”, afirma o estudante Ludgero Marques, de 16 anos.
É claro que muita gente, ao ouvir falar desse tipo de pessoa, logo faz referência aos jovens de classe média (os famosos playboys e patricinhas), mas também há uma grande incidência desse tipo de comportamento em adolescentes menos abastados, mas com modos e locais de ação um pouco diferentes.
De acordo com a psicopedagoga Aderlane Neves Maia esse comportamento ainda está associado ao chamado Bullying, a violência nas escolas que antes estava restrita somente aos alunos, que passou a afligir também professores e que agora rompeu os limites das escolas. “A origem dessa agressividade está na falta de família, de educação por parte dos pais. A grande questão de hoje em dia é que os pais estão meio perdidos e os filhos se aproveitam disso”, detalha.
(...)
(Francisco Lima – Jornal Meio Norte, Teresina- quinta-feira, 19 de março de 2009)
Na seqüência, “A origem dessa agressividade está na falta de família,...”, o segmento em negrito nos remete à idéia de que os jovens rebeldes e agressivos:
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Sobre inviolabilidade de domicílio é INCORRETO afirmar:
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São deveres dos policiais militares, EXCETO:
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- Organização do EstadoAdministração PúblicaMilitares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios
Constituem prerrogativas ou direitos assegurados aos policiais militares, EXCETO:
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Leia o TEXTO I, abaixo, para responder a questão.
OS BAD BOYS
Eles são personagens fáceis em noticiários, muito conhecidos nas escolas e, na maior parte das vezes, os queridinhos de papai e mamãe. Rebeldes e sem noções de limites, os jovens que praticam atos violentos e agressivos estão no foco das atenções, não somente por serem tema de discussão no horário nobre da televisão, mas também pelo grande número de adolescentes que estão pegando essa onda.
Como é fácil constatar, o mais prejudicado nessa situação é o próprio adolescente, que muitas vezes segue em um rumo difícil de trilhar. “O que mais me intriga é perceber que essas pessoas gostam de fazer isso. Ou seja, eles batem em pessoas que nem conhecem direito simplesmente porque acham bom! Só o que eles não percebem é que só a turminha deles acha isso legal”, afirma o estudante Ludgero Marques, de 16 anos.
É claro que muita gente, ao ouvir falar desse tipo de pessoa, logo faz referência aos jovens de classe média (os famosos playboys e patricinhas), mas também há uma grande incidência desse tipo de comportamento em adolescentes menos abastados, mas com modos e locais de ação um pouco diferentes.
De acordo com a psicopedagoga Aderlane Neves Maia esse comportamento ainda está associado ao chamado Bullying, a violência nas escolas que antes estava restrita somente aos alunos, que passou a afligir também professores e que agora rompeu os limites das escolas. “A origem dessa agressividade está na falta de família, de educação por parte dos pais. A grande questão de hoje em dia é que os pais estão meio perdidos e os filhos se aproveitam disso”, detalha.
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(Francisco Lima – Jornal Meio Norte, Teresina- quinta-feira, 19 de março de 2009)
Em: “Só o que eles não percebem é que só a turminha deles acha isso legal,” , sem prejuízo para o sentido do texto, a palavra destacada poderia ser substituída por:
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Leia o TEXTO I, abaixo, para responder a questão.
OS BAD BOYS
Eles são personagens fáceis em noticiários, muito conhecidos nas escolas e, na maior parte das vezes, os queridinhos de papai e mamãe. Rebeldes e sem noções de limites, os jovens que praticam atos violentos e agressivos estão no foco das atenções, não somente por serem tema de discussão no horário nobre da televisão, mas também pelo grande número de adolescentes que estão pegando essa onda.
Como é fácil constatar, o mais prejudicado nessa situação é o próprio adolescente, que muitas vezes segue em um rumo difícil de trilhar. “O que mais me intriga é perceber que essas pessoas gostam de fazer isso. Ou seja, eles batem em pessoas que nem conhecem direito simplesmente porque acham bom! Só o que eles não percebem é que só a turminha deles acha isso legal”, afirma o estudante Ludgero Marques, de 16 anos.
É claro que muita gente, ao ouvir falar desse tipo de pessoa, logo faz referência aos jovens de classe média (os famosos playboys e patricinhas), mas também há uma grande incidência desse tipo de comportamento em adolescentes menos abastados, mas com modos e locais de ação um pouco diferentes.
De acordo com a psicopedagoga Aderlane Neves Maia esse comportamento ainda está associado ao chamado Bullying, a violência nas escolas que antes estava restrita somente aos alunos, que passou a afligir também professores e que agora rompeu os limites das escolas. “A origem dessa agressividade está na falta de família, de educação por parte dos pais. A grande questão de hoje em dia é que os pais estão meio perdidos e os filhos se aproveitam disso”, detalha.
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(Francisco Lima – Jornal Meio Norte, Teresina- quinta-feira, 19 de março de 2009)
Em: “Ou seja, eles batem em pessoas que nem conhecem direito simplesmente porque acham bom!” , a expressão destacada introduz uma seqüência que indica:
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Leia o TEXTO I, abaixo, para responder a questão.
Delegada admite que alertou advogado sobre busca na casa de suspeito de pedofilia
A delegada Rosana da Silva Vanni admitiu ontem, em interrogatório à CPI da Pedofilia, ter cometido “falha grave” ao avisar o advogado de um dos suspeitos de integrar rede de pedofilia em Catanduva (SP) sobre a busca de um computador na residência de luxo apontada por parte das crianças como cenário de alguns abusos. Até segunda-feira, ela presidia o inquérito sobre uma rede que abusou de cerca de 40 crianças, segundo as investigações.
A CPU sumiu quando a delegada chegou à casa do suspeito, em 18 de fevereiro, embora modem, monitor e estabilizador ainda estivessem ligados. A delegada pediu intervenção do advogado para entrar na casa porque não tinha mandado.
Advogado e delegada foram em carros diferentes para a casa. “Ele poderia ter feito o contato por telefone celular [com o suspeito]. Reconheço o erro, até infantil”, afirmou.
No primeiro dia de interrogatórios feitos pelos senadores da CPI, na Câmara, as falhas da polícia, Justiça e Conselho Tutelar locais ficaram em evidência. Pelo menos dez delas foram identificadas, entre elas o sumiço de uma caixa com fotografias e vídeos apreendida pela polícia na casa do borracheiro José Barra Nova de Melo, 46, primeiro preso pelo caso. A apreensão foi negada pela delegada à frente do caso na época, Maria Cecília Sanches. A CPI questionou também se a mesma delegada teria tentado acobertar alguns suspeitos.
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(Folha de São Paulo – Quinta –feira, 19 de março de 2009.)
Se no trecho: “... embora modem, monitor e estabilizador ainda estivessem ligados.”, substituíssemos a palavra destacada pela palavra mas, a forma verbal “estivessem” passaria, contextualmente, a:
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Leia o TEXTO I, abaixo, para responder a questão.
OS BAD BOYS
Eles são personagens fáceis em noticiários, muito conhecidos nas escolas e, na maior parte das vezes, os queridinhos de papai e mamãe. Rebeldes e sem noções de limites, os jovens que praticam atos violentos e agressivos estão no foco das atenções, não somente por serem tema de discussão no horário nobre da televisão, mas também pelo grande número de adolescentes que estão pegando essa onda.
Como é fácil constatar, o mais prejudicado nessa situação é o próprio adolescente, que muitas vezes segue em um rumo difícil de trilhar. “O que mais me intriga é perceber que essas pessoas gostam de fazer isso. Ou seja, eles batem em pessoas que nem conhecem direito simplesmente porque acham bom! Só o que eles não percebem é que só a turminha deles acha isso legal”, afirma o estudante Ludgero Marques, de 16 anos.
É claro que muita gente, ao ouvir falar desse tipo de pessoa, logo faz referência aos jovens de classe média (os famosos playboys e patricinhas), mas também há uma grande incidência desse tipo de comportamento em adolescentes menos abastados, mas com modos e locais de ação um pouco diferentes.
De acordo com a psicopedagoga Aderlane Neves Maia esse comportamento ainda está associado ao chamado Bullying, a violência nas escolas que antes estava restrita somente aos alunos, que passou a afligir também professores e que agora rompeu os limites das escolas. “A origem dessa agressividade está na falta de família, de educação por parte dos pais. A grande questão de hoje em dia é que os pais estão meio perdidos e os filhos se aproveitam disso”, detalha.
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(Francisco Lima – Jornal Meio Norte, Teresina- quinta-feira, 19 de março de 2009)
Considere o trecho: “...a violência nas escolas que antes estava restrita somente aos alunos, que passou a afligir também professores e que agora rompeu os limites das escolas. “A origem dessa agressividade está na falta de família, de educação por parte dos pais.” Dentre as palavras destacadas, aquela que exprime idéia de tempo é:
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