Foram encontradas 750 questões.
Dois compassos mudos, desenhados com a batuta do maestro, antecedem o primeiro ataque. Então, o ar, inspirado profundamente,
é liberado de uma só vez, e a expiração vira som. Sopro que perpassa oboés, flautas, clarinetes… Impulso que faz deslizar a
crina sobre as cordas de violinos, violas, cellos… Um e dois, e um e dois, e… O ritmo inescapável, estranhamente, suspende a
temporalidade ditada por relógios e calendários. Durante os 30 compassos, esqueceremos os minutos, horas, dias. Agora há
pouco, alguém desejou “merda!”. Poderia ter dito “boa sorte”, mas sabe que essas são palavras indizíveis na coxia do teatro. Um
e dois, e um e dois, e… O maestro sorri. Fortíssimo: sol, dóooo. Aplausos. Teatro cheio. Nos olhamos. Todos sorriem. Vontade
de rir. Felicidade.
HIKIJI, R. S. G. A etnografia da performance instrumental. Horizontes Antropológicos, n. 24, jul.-dez. 2005.
A performance pode ser um locus de apresentação do que foi aprendido, ensaiado, assimilado ao longo do processo pedagógico do ensino de música, seja ele na Educação Básica ou em outros espaços de aprendizagem musical. Qual alternativa apresenta aspectos da formação humana que podem ser trabalhados em um projeto de prática instrumental coletiva?
HIKIJI, R. S. G. A etnografia da performance instrumental. Horizontes Antropológicos, n. 24, jul.-dez. 2005.
A performance pode ser um locus de apresentação do que foi aprendido, ensaiado, assimilado ao longo do processo pedagógico do ensino de música, seja ele na Educação Básica ou em outros espaços de aprendizagem musical. Qual alternativa apresenta aspectos da formação humana que podem ser trabalhados em um projeto de prática instrumental coletiva?
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A educação musical voltada para pessoas com deficiência parte dos mesmos princípios e conceitos básicos da educação musical
geral, porém, nela, o professor deve se atentar para características de cada indivíduo e de cada deficiência, adaptando as atividades
musicais propostas com o objetivo de desenvolver suas potencialidades de aprendizagem. No caso de estudantes com Transtorno do
Espectro Autista (TEA), além das adaptações nas atividades, o professor deve se atentar às possíveis diferentes formas de comunicação
utilizadas por eles.
MORATO, C. T.; COSTA, M. C. S. Ensino de música para pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo. Orfeu, n. 1, jun. 2023 (adaptado).
Uma escolha de repertório do cancioneiro popular no contexto da educação musical infantil que promova a inclusão de uma criança com TEA e que contribua para a aprendizagem musical deve priorizar
MORATO, C. T.; COSTA, M. C. S. Ensino de música para pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo. Orfeu, n. 1, jun. 2023 (adaptado).
Uma escolha de repertório do cancioneiro popular no contexto da educação musical infantil que promova a inclusão de uma criança com TEA e que contribua para a aprendizagem musical deve priorizar
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Em uma aula de canto coral, para uma interpretação contextualizada, um professor de Música apresenta a gravação da
Cantata 162, de J. S. Bach. Em seguida, disponibiliza a partitura aos estudantes e solicita a eles que analisem características
referentes aos elementos musicais.
18. Alle Menschen müssen sterben
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Em uma aula de canto coral, para uma interpretação contextualizada, um professor de Música apresenta a gravação da
Cantata 162, de J. S. Bach. Em seguida, disponibiliza a partitura aos estudantes e solicita a eles que analisem características
referentes aos elementos musicais.
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Em uma aula de canto coral, para uma interpretação contextualizada, um professor de Música apresenta a gravação da
Cantata 162, de J. S. Bach. Em seguida, disponibiliza a partitura aos estudantes e solicita a eles que analisem características
referentes aos elementos musicais.
18. Alle Menschen müssen sterben
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A beleza do projeto Orquestra Mundana Refugi está no fato de que, apesar de não falarem o mesmo idioma, os imigrantes
e refugiados sabem muito bem como se comunicar por meio da música, utilizando seus instrumentos para semear a paz.
É uma iniciativa que busca a integração de todos, em que cada um pode cantar em sua língua materna, se reconectar com suas
raízes e também entrar em contato com outras culturas.
MORAES, R. Sabia que existe uma orquestra formada por refugiados aqui no Brasil? Projeto Retrato Social.
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A beleza do projeto Orquestra Mundana Refugi está no fato de que, apesar de não falarem o mesmo idioma, os imigrantes
e refugiados sabem muito bem como se comunicar por meio da música, utilizando seus instrumentos para semear a paz.
É uma iniciativa que busca a integração de todos, em que cada um pode cantar em sua língua materna, se reconectar com suas
raízes e também entrar em contato com outras culturas.
MORAES, R. Sabia que existe uma orquestra formada por refugiados aqui no Brasil? Projeto Retrato Social.
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Quadro de artistas musicais indígenas contemporâneos elaborado a partir de Ferreira Camargo (2021)

FERREIRA CAMARGO, L. Contemporary Brazilian Indigenous Artists’ Discourse:
Music, Survival, and Linguistic Resistance. Cadernos de Linguística, n. 2, 2021.
Considerando o quadro de artistas indígenas, selecione a afirmação que proponha uma prática pedagógica para o ensino da música que valorize histórias, culturas e produções artísticas dos povos indígenas.
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O projeto Podáali — valorização da música Baniwa — tem como objetivo criar oportunidades para a valorização e transmissão
de conhecimentos de músicas e danças tradicionais dos Baniwa residentes em São Gabriel da Cachoeira. O projeto enfatiza
a importância dos instrumentos musicais tradicionais, como as flautas sagradas, que são confeccionadas a partir de materiais
naturais, como madeira e bambu. Esses instrumentos não apenas produzem sons, mas também carregam significados culturais
e espirituais profundos, sendo utilizados em rituais e cerimônias que reforçam a identidade e a cosmovisão do povo Baniwa.
MONTARDO, D. L. O. A música indígena no mundo dos projetos: etnografia do projeto Podáali — valorização da música Baniwa. Trans — Revista Transcultural de Música, n. 15, 2011. Disponível em: www.sibetrans.com. Acesso em: 9 maio 2025.
Qual ação avaliativa valoriza os saberes dos povos indígenas apresentados nesse texto?
MONTARDO, D. L. O. A música indígena no mundo dos projetos: etnografia do projeto Podáali — valorização da música Baniwa. Trans — Revista Transcultural de Música, n. 15, 2011. Disponível em: www.sibetrans.com. Acesso em: 9 maio 2025.
Qual ação avaliativa valoriza os saberes dos povos indígenas apresentados nesse texto?
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TEXTO 1
A canção Po Hamek nos deu as boas-vindas! Na mesma hora, fomos fisgados por aquela música animada, entoada pelas crianças como se fosse uma brincadeira. Mais tarde descobrimos que essa canção faz parte do ritual Taru Andek, quando os Krenak invocam os Maret, espíritos da natureza que ligam o céu e a terra e comandam os relâmpagos. Ailton Krenak contou que eles costumam cantar Po Hamek em reuniões no quintal das casas ou no pátio das escolas, como se fosse uma cantiga de roda.
PUCCI, M.; ALMEIDA, B. A floresta canta: uma expedição sonora por terras indígenas do Brasil. São Paulo: Peirópolis, 2014 (adaptado).
TEXTO 2
Quando despersonalizamos o rio, a montanha, quando tiramos deles os seus sentidos, considerando que isso é atributo exclusivo dos humanos, nós liberamos esses lugares para que se tornem resíduos da atividade industrial e extrativista.
KRENAK, A. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2020.
Considerando esses textos, qual alternativa apresenta uma ação músico-pedagógica que dialogue com a concepção socioambiental?
A canção Po Hamek nos deu as boas-vindas! Na mesma hora, fomos fisgados por aquela música animada, entoada pelas crianças como se fosse uma brincadeira. Mais tarde descobrimos que essa canção faz parte do ritual Taru Andek, quando os Krenak invocam os Maret, espíritos da natureza que ligam o céu e a terra e comandam os relâmpagos. Ailton Krenak contou que eles costumam cantar Po Hamek em reuniões no quintal das casas ou no pátio das escolas, como se fosse uma cantiga de roda.
PUCCI, M.; ALMEIDA, B. A floresta canta: uma expedição sonora por terras indígenas do Brasil. São Paulo: Peirópolis, 2014 (adaptado).
TEXTO 2
Quando despersonalizamos o rio, a montanha, quando tiramos deles os seus sentidos, considerando que isso é atributo exclusivo dos humanos, nós liberamos esses lugares para que se tornem resíduos da atividade industrial e extrativista.
KRENAK, A. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2020.
Considerando esses textos, qual alternativa apresenta uma ação músico-pedagógica que dialogue com a concepção socioambiental?
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