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Preocupações com os temas ambientais estarão presentes
na 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas
(COP30), a ser realizada em Belém (PA), em novembro de 2025.
A COP30 tratará de assuntos como a redução de emissões de
gases de efeito estufa, adaptação às mudanças climáticas,
financiamento climático para países em desenvolvimento,
tecnologias de energia renovável e soluções de baixo
carbono, preservação de florestas e biodiversidade e justiça
climática e os impactos sociais das mudanças climáticas.
Essas preocupações se justificam pelos efeitos que vimos
sentindo. Por exemplo, nas últimas décadas, a intensificação
do consumo de materiais plásticos e seu descarte inadequado
geraram um grave problema ambiental: a formação de grandes
ilhas de lixo nos oceanos. A mais conhecida, chamada de
Grande Porção de Lixo do Pacífico (Great Pacific Garbage
Patch), localiza-se entre o Havaí e a Califórnia, com uma área
estimada em 1,6 milhão de km² — aproximadamente três
vezes o território da França — e contém cerca de 1,8 trilhão de
pedaços de plástico. Esses resíduos são mantidos em suspensão
ou agrupados por ação de sistemas de correntes oceânicas
conhecidas como giros subtropicais, fenômenos que podem
ser modelados por conceitos da mecânica dos fluidos e da
dinâmica de sistemas complexos.
LEBRETON, L., SLAT, B., FERRARI, F. et al. Evidence that
the Great Pacific Garbage Patch is Rapidly Accumulating
Plastic. Sci Rep, n. 8, 2018 (adaptado)
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O Ensino de Física com base na exposição verbal e na memorização contribui para o desinteresse dos estudantes e limita
a compreensão crítica da disciplina. Em resposta a isso, surgem propostas que defendem a diversificação das estratégias
didáticas como forma de tornar a aprendizagem mais significativa e contextualizada. Marco Antônio Moreira propõe uma
reformulação profunda do ensino, alinhada à ideia de combinar diferentes abordagens, como aulas dialogadas, resolução
de problemas, investigações, simulações e experimentos, promovendo a construção ativa do conhecimento e a articulação
entre teoria e prática. O autor também destaca a importância de considerar o contexto dos estudantes, utilizar tecnologias
digitais e valorizar o papel do professor como mediador e pesquisador. O Ensino de Física, nesse modelo, deve ser planejado
de forma intencional, com foco no engajamento, na autonomia intelectual e na formação crítica e cidadã dos estudantes.
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O Ensino de Física com base na exposição verbal e na memorização contribui para o desinteresse dos estudantes e limita
a compreensão crítica da disciplina. Em resposta a isso, surgem propostas que defendem a diversificação das estratégias
didáticas como forma de tornar a aprendizagem mais significativa e contextualizada. Marco Antônio Moreira propõe uma
reformulação profunda do ensino, alinhada à ideia de combinar diferentes abordagens, como aulas dialogadas, resolução
de problemas, investigações, simulações e experimentos, promovendo a construção ativa do conhecimento e a articulação
entre teoria e prática. O autor também destaca a importância de considerar o contexto dos estudantes, utilizar tecnologias
digitais e valorizar o papel do professor como mediador e pesquisador. O Ensino de Física, nesse modelo, deve ser planejado
de forma intencional, com foco no engajamento, na autonomia intelectual e na formação crítica e cidadã dos estudantes.
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O Ensino de Física com base na exposição verbal e na memorização contribui para o desinteresse dos estudantes e limita
a compreensão crítica da disciplina. Em resposta a isso, surgem propostas que defendem a diversificação das estratégias
didáticas como forma de tornar a aprendizagem mais significativa e contextualizada. Marco Antônio Moreira propõe uma
reformulação profunda do ensino, alinhada à ideia de combinar diferentes abordagens, como aulas dialogadas, resolução
de problemas, investigações, simulações e experimentos, promovendo a construção ativa do conhecimento e a articulação
entre teoria e prática. O autor também destaca a importância de considerar o contexto dos estudantes, utilizar tecnologias
digitais e valorizar o papel do professor como mediador e pesquisador. O Ensino de Física, nesse modelo, deve ser planejado
de forma intencional, com foco no engajamento, na autonomia intelectual e na formação crítica e cidadã dos estudantes.
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O Sirius, acelerador de partículas brasileiro instalado no
Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM),
representa uma das maiores infraestruturas científicas do
Hemisfério Sul. Com financiamento público e participação
de pesquisadores nacionais, o projeto contribui para avanços
na pesquisa em saúde, materiais e meio ambiente. O Sirius
também pode inspirar propostas de ensino que aproximem
os estudantes da ciência brasileira e valorizem a Física como
campo de atuação profissional e cidadã.
No Sirius, as partículas são aceleradas, adquirem elevadas
energias, com velocidades próximas à da luz, percorrem
trajetórias circulares e sua radiação é analisada em trajetórias
tangentes à circunferência, chamadas linhas de luz. Isso
permite o estudo de estruturas atômico-moleculares dos
materiais, além de acompanhar a evolução temporal de
processos físicos, químicos e biológicos que ocorrem em
frações de segundo.
Em uma linha de luz é possível acompanhar também como essas
características microscópicas são alteradas quando o material é
submetido a diversas condições, como temperaturas elevadas,
tensão mecânica, pressão, campos elétricos ou magnéticos,
ambientes corrosivos, entre outras. Essa capacidade é uma
das principais vantagens das fontes de luz síncroton, quando
comparadas a outras técnicas experimentais de alta resolução.
Acelerador de partículas brasileiro realiza primeiras imagens
do coronavírus. Disponível em: www.gov.br.
Acesso em: 17 maio 2025
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O Sirius, acelerador de partículas brasileiro instalado no
Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM),
representa uma das maiores infraestruturas científicas do
Hemisfério Sul. Com financiamento público e participação
de pesquisadores nacionais, o projeto contribui para avanços
na pesquisa em saúde, materiais e meio ambiente. O Sirius
também pode inspirar propostas de ensino que aproximem
os estudantes da ciência brasileira e valorizem a Física como
campo de atuação profissional e cidadã.
No Sirius, as partículas são aceleradas, adquirem elevadas
energias, com velocidades próximas à da luz, percorrem
trajetórias circulares e sua radiação é analisada em trajetórias
tangentes à circunferência, chamadas linhas de luz. Isso
permite o estudo de estruturas atômico-moleculares dos
materiais, além de acompanhar a evolução temporal de
processos físicos, químicos e biológicos que ocorrem em
frações de segundo.
Em uma linha de luz é possível acompanhar também como essas
características microscópicas são alteradas quando o material é
submetido a diversas condições, como temperaturas elevadas,
tensão mecânica, pressão, campos elétricos ou magnéticos,
ambientes corrosivos, entre outras. Essa capacidade é uma
das principais vantagens das fontes de luz síncroton, quando
comparadas a outras técnicas experimentais de alta resolução.
Acelerador de partículas brasileiro realiza primeiras imagens
do coronavírus. Disponível em: www.gov.br.
Acesso em: 17 maio 2025
Considerando o texto e na analogia proposta, a atividade é
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O Sirius, acelerador de partículas brasileiro instalado no
Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM),
representa uma das maiores infraestruturas científicas do
Hemisfério Sul. Com financiamento público e participação
de pesquisadores nacionais, o projeto contribui para avanços
na pesquisa em saúde, materiais e meio ambiente. O Sirius
também pode inspirar propostas de ensino que aproximem
os estudantes da ciência brasileira e valorizem a Física como
campo de atuação profissional e cidadã.
No Sirius, as partículas são aceleradas, adquirem elevadas
energias, com velocidades próximas à da luz, percorrem
trajetórias circulares e sua radiação é analisada em trajetórias
tangentes à circunferência, chamadas linhas de luz. Isso
permite o estudo de estruturas atômico-moleculares dos
materiais, além de acompanhar a evolução temporal de
processos físicos, químicos e biológicos que ocorrem em
frações de segundo.
Em uma linha de luz é possível acompanhar também como essas
características microscópicas são alteradas quando o material é
submetido a diversas condições, como temperaturas elevadas,
tensão mecânica, pressão, campos elétricos ou magnéticos,
ambientes corrosivos, entre outras. Essa capacidade é uma
das principais vantagens das fontes de luz síncroton, quando
comparadas a outras técnicas experimentais de alta resolução.
Acelerador de partículas brasileiro realiza primeiras imagens
do coronavírus. Disponível em: www.gov.br.
Acesso em: 17 maio 2025
Com base nesse texto, a diferença entre o raio real e o raio calculado ocorre porque
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A Etnoastronomia visa compreender as diferentes formas com
as quais culturas e povos interpretam os fenômenos celestes,
valorizando o saber tradicional passado de geração em geração
e sua relação com o ambiente natural. Os primeiros astrônomos
brasileiros foram os indígenas, e seus conhecimentos sobre
astronomia incluem observações dos movimentos dos astros
celestes, contextualizados à biodiversidade de onde viviam.
Entretanto, nas aulas de Física, tipicamente, há pouco espaço
para outras visões, que não a eurocêntrica. Preocupações dessa
natureza estão presentes na Base Nacional Comum Curricular
(BNCC) e na Lei n. 11 645/08 que torna obrigatório o estudo
da história e cultura afro-brasileira e indígena.
FREITAS, N. C.; ROMEU, M. C.; BARROSO, M. C. S. Os contributos da
etnoastronomia para o ensino de Ciências da Natureza: panorama
e reflexões (2013-2023). Revista Ensino em Debate,
v. 3, 2024 (adaptado).
Qual alternativa apresenta o período orbital, em dias, do satélite e reflete a prática pedagógica planejada?
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A Etnoastronomia visa compreender as diferentes formas com
as quais culturas e povos interpretam os fenômenos celestes,
valorizando o saber tradicional passado de geração em geração
e sua relação com o ambiente natural. Os primeiros astrônomos
brasileiros foram os indígenas, e seus conhecimentos sobre
astronomia incluem observações dos movimentos dos astros
celestes, contextualizados à biodiversidade de onde viviam.
Entretanto, nas aulas de Física, tipicamente, há pouco espaço
para outras visões, que não a eurocêntrica. Preocupações dessa
natureza estão presentes na Base Nacional Comum Curricular
(BNCC) e na Lei n. 11 645/08 que torna obrigatório o estudo
da história e cultura afro-brasileira e indígena.
FREITAS, N. C.; ROMEU, M. C.; BARROSO, M. C. S. Os contributos da
etnoastronomia para o ensino de Ciências da Natureza: panorama
e reflexões (2013-2023). Revista Ensino em Debate,
v. 3, 2024 (adaptado).
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A Etnoastronomia visa compreender as diferentes formas com
as quais culturas e povos interpretam os fenômenos celestes,
valorizando o saber tradicional passado de geração em geração
e sua relação com o ambiente natural. Os primeiros astrônomos
brasileiros foram os indígenas, e seus conhecimentos sobre
astronomia incluem observações dos movimentos dos astros
celestes, contextualizados à biodiversidade de onde viviam.
Entretanto, nas aulas de Física, tipicamente, há pouco espaço
para outras visões, que não a eurocêntrica. Preocupações dessa
natureza estão presentes na Base Nacional Comum Curricular
(BNCC) e na Lei n. 11 645/08 que torna obrigatório o estudo
da história e cultura afro-brasileira e indígena.
FREITAS, N. C.; ROMEU, M. C.; BARROSO, M. C. S. Os contributos da
etnoastronomia para o ensino de Ciências da Natureza: panorama
e reflexões (2013-2023). Revista Ensino em Debate,
v. 3, 2024 (adaptado).
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