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Foram encontradas 750 questões.

3928886 Ano: 2025
Disciplina: Física
Banca: INEP
Orgão: PND
Preocupações com os temas ambientais estarão presentes na 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), a ser realizada em Belém (PA), em novembro de 2025. A COP30 tratará de assuntos como a redução de emissões de gases de efeito estufa, adaptação às mudanças climáticas, financiamento climático para países em desenvolvimento, tecnologias de energia renovável e soluções de baixo carbono, preservação de florestas e biodiversidade e justiça climática e os impactos sociais das mudanças climáticas. Essas preocupações se justificam pelos efeitos que vimos sentindo. Por exemplo, nas últimas décadas, a intensificação do consumo de materiais plásticos e seu descarte inadequado geraram um grave problema ambiental: a formação de grandes ilhas de lixo nos oceanos. A mais conhecida, chamada de Grande Porção de Lixo do Pacífico (Great Pacific Garbage Patch), localiza-se entre o Havaí e a Califórnia, com uma área estimada em 1,6 milhão de km² — aproximadamente três vezes o território da França — e contém cerca de 1,8 trilhão de pedaços de plástico. Esses resíduos são mantidos em suspensão ou agrupados por ação de sistemas de correntes oceânicas conhecidas como giros subtropicais, fenômenos que podem ser modelados por conceitos da mecânica dos fluidos e da dinâmica de sistemas complexos.
LEBRETON, L., SLAT, B., FERRARI, F. et al. Evidence that
the Great Pacific Garbage Patch is Rapidly Accumulating
Plastic. Sci Rep, n. 8, 2018 (adaptado)
Um professor planeja uma aula sobre o fenômeno físico do empuxo, utilizando como contexto a formação das ilhas de lixo plástico nos oceanos. Para promover a aprendizagem, o professor busca recursos que combinem diferentes linguagens (imagética, textual, verbal, gestual etc.) que favoreçam a construção conceitual do empuxo mais conectada com a realidade. Qual recurso didático mobiliza diferentes linguagens, promovendo um ensino que articule o conceito de empuxo com questões socioambientais?
 

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3928885 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: INEP
Orgão: PND
O Ensino de Física com base na exposição verbal e na memorização contribui para o desinteresse dos estudantes e limita a compreensão crítica da disciplina. Em resposta a isso, surgem propostas que defendem a diversificação das estratégias didáticas como forma de tornar a aprendizagem mais significativa e contextualizada. Marco Antônio Moreira propõe uma reformulação profunda do ensino, alinhada à ideia de combinar diferentes abordagens, como aulas dialogadas, resolução de problemas, investigações, simulações e experimentos, promovendo a construção ativa do conhecimento e a articulação entre teoria e prática. O autor também destaca a importância de considerar o contexto dos estudantes, utilizar tecnologias digitais e valorizar o papel do professor como mediador e pesquisador. O Ensino de Física, nesse modelo, deve ser planejado de forma intencional, com foco no engajamento, na autonomia intelectual e na formação crítica e cidadã dos estudantes.
Com base nesse texto, considere uma proposta de intervenção para estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental, apoiada na habilidade EF09CI07 da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que orienta o ensino de aplicações tecnológicas das radiações na medicina diagnóstica e terapêutica. Qual alternativa apresenta uma aula adequada a essa etapa da Educação Básica, coerente com o pluralismo metodológico?
 

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3928884 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: INEP
Orgão: PND
O Ensino de Física com base na exposição verbal e na memorização contribui para o desinteresse dos estudantes e limita a compreensão crítica da disciplina. Em resposta a isso, surgem propostas que defendem a diversificação das estratégias didáticas como forma de tornar a aprendizagem mais significativa e contextualizada. Marco Antônio Moreira propõe uma reformulação profunda do ensino, alinhada à ideia de combinar diferentes abordagens, como aulas dialogadas, resolução de problemas, investigações, simulações e experimentos, promovendo a construção ativa do conhecimento e a articulação entre teoria e prática. O autor também destaca a importância de considerar o contexto dos estudantes, utilizar tecnologias digitais e valorizar o papel do professor como mediador e pesquisador. O Ensino de Física, nesse modelo, deve ser planejado de forma intencional, com foco no engajamento, na autonomia intelectual e na formação crítica e cidadã dos estudantes.
Durante uma atividade investigativa, em grupos, sobre formação de imagens em espelhos planos do cotidiano, um professor observa que um dos grupos demonstra mais disposição a ouvir argumentos dos colegas e a revisar suas ideias. Qual é a natureza da habilidade observada nos participantes do grupo em questão?
 

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3928883 Ano: 2025
Disciplina: Física
Banca: INEP
Orgão: PND
O Ensino de Física com base na exposição verbal e na memorização contribui para o desinteresse dos estudantes e limita a compreensão crítica da disciplina. Em resposta a isso, surgem propostas que defendem a diversificação das estratégias didáticas como forma de tornar a aprendizagem mais significativa e contextualizada. Marco Antônio Moreira propõe uma reformulação profunda do ensino, alinhada à ideia de combinar diferentes abordagens, como aulas dialogadas, resolução de problemas, investigações, simulações e experimentos, promovendo a construção ativa do conhecimento e a articulação entre teoria e prática. O autor também destaca a importância de considerar o contexto dos estudantes, utilizar tecnologias digitais e valorizar o papel do professor como mediador e pesquisador. O Ensino de Física, nesse modelo, deve ser planejado de forma intencional, com foco no engajamento, na autonomia intelectual e na formação crítica e cidadã dos estudantes.
Uma professora elabora um plano de aula sobre óptica geométrica para uma turma do Ensino Médio. Considerando como objetivo favorecer a produção de conhecimentos e a autonomia dos estudantes, as estratégias devem estar focadas
 

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3928882 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: INEP
Orgão: PND
O Sirius, acelerador de partículas brasileiro instalado no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), representa uma das maiores infraestruturas científicas do Hemisfério Sul. Com financiamento público e participação de pesquisadores nacionais, o projeto contribui para avanços na pesquisa em saúde, materiais e meio ambiente. O Sirius também pode inspirar propostas de ensino que aproximem os estudantes da ciência brasileira e valorizem a Física como campo de atuação profissional e cidadã.
No Sirius, as partículas são aceleradas, adquirem elevadas energias, com velocidades próximas à da luz, percorrem trajetórias circulares e sua radiação é analisada em trajetórias tangentes à circunferência, chamadas linhas de luz. Isso permite o estudo de estruturas atômico-moleculares dos materiais, além de acompanhar a evolução temporal de processos físicos, químicos e biológicos que ocorrem em frações de segundo.
Em uma linha de luz é possível acompanhar também como essas características microscópicas são alteradas quando o material é submetido a diversas condições, como temperaturas elevadas, tensão mecânica, pressão, campos elétricos ou magnéticos, ambientes corrosivos, entre outras. Essa capacidade é uma das principais vantagens das fontes de luz síncroton, quando comparadas a outras técnicas experimentais de alta resolução.
Acelerador de partículas brasileiro realiza primeiras imagens

do coronavírus. Disponível em: www.gov.br.
Acesso em: 17 maio 2025
Com base nesse texto, qual proposta pedagógica articula a importância do investimento público em ciência e o ensino de Física na Educação Básica?
 

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3928881 Ano: 2025
Disciplina: Física
Banca: INEP
Orgão: PND
O Sirius, acelerador de partículas brasileiro instalado no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), representa uma das maiores infraestruturas científicas do Hemisfério Sul. Com financiamento público e participação de pesquisadores nacionais, o projeto contribui para avanços na pesquisa em saúde, materiais e meio ambiente. O Sirius também pode inspirar propostas de ensino que aproximem os estudantes da ciência brasileira e valorizem a Física como campo de atuação profissional e cidadã.
No Sirius, as partículas são aceleradas, adquirem elevadas energias, com velocidades próximas à da luz, percorrem trajetórias circulares e sua radiação é analisada em trajetórias tangentes à circunferência, chamadas linhas de luz. Isso permite o estudo de estruturas atômico-moleculares dos materiais, além de acompanhar a evolução temporal de processos físicos, químicos e biológicos que ocorrem em frações de segundo.
Em uma linha de luz é possível acompanhar também como essas características microscópicas são alteradas quando o material é submetido a diversas condições, como temperaturas elevadas, tensão mecânica, pressão, campos elétricos ou magnéticos, ambientes corrosivos, entre outras. Essa capacidade é uma das principais vantagens das fontes de luz síncroton, quando comparadas a outras técnicas experimentais de alta resolução.
Acelerador de partículas brasileiro realiza primeiras imagens

do coronavírus. Disponível em: www.gov.br.
Acesso em: 17 maio 2025
Em sala de aula, uma professora propôs que os estudantes criassem uma atividade prática que representasse o movimento das partículas e a emissão de radiação no Sirius. Uma das turmas sugeriu girar, no escuro, uma lanterna presa a um barbante, filmando o rastro de luz com o celular em modo de longa exposição.
Considerando o texto e na analogia proposta, a atividade é
 

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3928880 Ano: 2025
Disciplina: Física
Banca: INEP
Orgão: PND
O Sirius, acelerador de partículas brasileiro instalado no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), representa uma das maiores infraestruturas científicas do Hemisfério Sul. Com financiamento público e participação de pesquisadores nacionais, o projeto contribui para avanços na pesquisa em saúde, materiais e meio ambiente. O Sirius também pode inspirar propostas de ensino que aproximem os estudantes da ciência brasileira e valorizem a Física como campo de atuação profissional e cidadã.
No Sirius, as partículas são aceleradas, adquirem elevadas energias, com velocidades próximas à da luz, percorrem trajetórias circulares e sua radiação é analisada em trajetórias tangentes à circunferência, chamadas linhas de luz. Isso permite o estudo de estruturas atômico-moleculares dos materiais, além de acompanhar a evolução temporal de processos físicos, químicos e biológicos que ocorrem em frações de segundo.
Em uma linha de luz é possível acompanhar também como essas características microscópicas são alteradas quando o material é submetido a diversas condições, como temperaturas elevadas, tensão mecânica, pressão, campos elétricos ou magnéticos, ambientes corrosivos, entre outras. Essa capacidade é uma das principais vantagens das fontes de luz síncroton, quando comparadas a outras técnicas experimentais de alta resolução.
Acelerador de partículas brasileiro realiza primeiras imagens

do coronavírus. Disponível em: www.gov.br.
Acesso em: 17 maio 2025
Após uma visita com estudantes ao Sirius, uma professora propõe uma atividade didática inspirada no funcionamento do acelerador, na qual discutem o movimento dos elétrons em seu interior. Os estudantes calculam o raio da trajetória dos elétrons com base na equação r = mv/qB, em que r é o raio da trajetória, m é a massa do elétron, v é módulo de sua velocidade, q é sua carga e B é a intensidade do campo magnético ao qual está submetido. O valor obtido por eles, contudo, é significativamente menor do que o raio real da trajetória dos elétrons no acelerador.

Com base nesse texto, a diferença entre o raio real e o raio calculado ocorre porque
 

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3928879 Ano: 2025
Disciplina: Física
Banca: INEP
Orgão: PND
A Etnoastronomia visa compreender as diferentes formas com as quais culturas e povos interpretam os fenômenos celestes, valorizando o saber tradicional passado de geração em geração e sua relação com o ambiente natural. Os primeiros astrônomos brasileiros foram os indígenas, e seus conhecimentos sobre astronomia incluem observações dos movimentos dos astros celestes, contextualizados à biodiversidade de onde viviam.
Entretanto, nas aulas de Física, tipicamente, há pouco espaço para outras visões, que não a eurocêntrica. Preocupações dessa natureza estão presentes na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e na Lei n. 11 645/08 que torna obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.
FREITAS, N. C.; ROMEU, M. C.; BARROSO, M. C. S. Os contributos da
etnoastronomia para o ensino de Ciências da Natureza: panorama
e reflexões (2013-2023). Revista Ensino em Debate,
v. 3, 2024 (adaptado).
Durante o planejamento de uma aula para o Ensino Médio, um professor de Física busca articular os conceitos de astronomia com saberes dos povos indígenas, em consonância com a BNCC e a Lei n. 11 645/08. A proposta é discutir a Terceira Lei de Kepler por meio de uma abordagem contextualizada e investigativa, integrando conhecimentos científicos e concepções de tempo e espaço presentes nas culturas indígenas, partindo do seguinte problema: um satélite artificial orbita a Terra a uma distância equivalente a 1/4 da distância do centro da Terra à Lua. Considerando que o período orbital da Lua em torno da Terra é de 28 dias, calcule o período de revolução desse satélite.
Qual alternativa apresenta o período orbital, em dias, do satélite e reflete a prática pedagógica planejada?
 

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3928878 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: INEP
Orgão: PND
A Etnoastronomia visa compreender as diferentes formas com as quais culturas e povos interpretam os fenômenos celestes, valorizando o saber tradicional passado de geração em geração e sua relação com o ambiente natural. Os primeiros astrônomos brasileiros foram os indígenas, e seus conhecimentos sobre astronomia incluem observações dos movimentos dos astros celestes, contextualizados à biodiversidade de onde viviam.
Entretanto, nas aulas de Física, tipicamente, há pouco espaço para outras visões, que não a eurocêntrica. Preocupações dessa natureza estão presentes na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e na Lei n. 11 645/08 que torna obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.
FREITAS, N. C.; ROMEU, M. C.; BARROSO, M. C. S. Os contributos da
etnoastronomia para o ensino de Ciências da Natureza: panorama
e reflexões (2013-2023). Revista Ensino em Debate,
v. 3, 2024 (adaptado).
Um professor de Física no Ensino Médio está planejando uma aula considerando a BNCC e a Lei n. 11 645/08. Visando garantir equidade entre os saberes indígenas e os conhecimentos produzidos pela ciência ocidental, qual proposta de aula deve ser utilizada?
 

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3928877 Ano: 2025
Disciplina: Astronomia
Banca: INEP
Orgão: PND
A Etnoastronomia visa compreender as diferentes formas com as quais culturas e povos interpretam os fenômenos celestes, valorizando o saber tradicional passado de geração em geração e sua relação com o ambiente natural. Os primeiros astrônomos brasileiros foram os indígenas, e seus conhecimentos sobre astronomia incluem observações dos movimentos dos astros celestes, contextualizados à biodiversidade de onde viviam.
Entretanto, nas aulas de Física, tipicamente, há pouco espaço para outras visões, que não a eurocêntrica. Preocupações dessa natureza estão presentes na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e na Lei n. 11 645/08 que torna obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.
FREITAS, N. C.; ROMEU, M. C.; BARROSO, M. C. S. Os contributos da
etnoastronomia para o ensino de Ciências da Natureza: panorama
e reflexões (2013-2023). Revista Ensino em Debate,
v. 3, 2024 (adaptado).
Em uma atividade interdisciplinar, estudantes discutem diferentes explicações para o eclipse lunar. Algumas respostas apresentam ideias como energias cósmicas ou castigos espirituais. Após observações astronômicas orientadas por professores de diferentes áreas, a turma é convidada a registrar a explicação sobre o eclipse utilizando conceitos da Física. Qual alternativa representa a explicação fisicamente correta?
 

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