Foram encontradas 750 questões.
Com o avanço das tecnologias digitais, a inteligência artificial (IA) vem sendo usada nas escolas como recurso pedagógico ou tema
para reflexão filosófica. Capaz de gerar textos, imagens e simular interações, essa tecnologia chama atenção por seu potencial
de personalização e pelas questões éticas que levanta ao produzir conteúdos enganosos. Na rede pública, dois professores
de filosofia exploram abordagens distintas desse tópico. Uma professora de 9º ano do Ensino Fundamental emprega uma IA
com recursos multissensoriais para adaptar conteúdos a uma turma com defasagem de aprendizagem, observando avanços na
atenção e na participação. Na 3ª série do Ensino Médio, um professor apresenta casos de desinformação gerada por IA, relaciona
o tema à pós-verdade e propõe o debate: em que medida podemos confiar no conhecimento produzido por tecnologias que
não distinguem verdade de invenção?
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Com o avanço das tecnologias digitais, a inteligência artificial (IA) vem sendo usada nas escolas como recurso pedagógico ou tema
para reflexão filosófica. Capaz de gerar textos, imagens e simular interações, essa tecnologia chama atenção por seu potencial
de personalização e pelas questões éticas que levanta ao produzir conteúdos enganosos. Na rede pública, dois professores
de filosofia exploram abordagens distintas desse tópico. Uma professora de 9º ano do Ensino Fundamental emprega uma IA
com recursos multissensoriais para adaptar conteúdos a uma turma com defasagem de aprendizagem, observando avanços na
atenção e na participação. Na 3ª série do Ensino Médio, um professor apresenta casos de desinformação gerada por IA, relaciona
o tema à pós-verdade e propõe o debate: em que medida podemos confiar no conhecimento produzido por tecnologias que
não distinguem verdade de invenção?
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- Currículo (Teoria e Prática)Teorias curriculares
- Ensino Médio
- LegislaçãoLei 9.394/1996: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação afirma, no artigo 35-D,
que a Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio
estabelece direitos e objetivos de aprendizagem e denomina
Ciências Humanas e Sociais Aplicadas (CHSA) a área integrada
por Filosofia, Geografia, História e Sociologia, destacando
habilidades e competências como elementos fundamentais.
No entanto, pesquisas apontam que a implantação do Novo
Ensino Médio (NEM) implicou a redução da carga horária
destinada a esses componentes curriculares. Segundo o
Jornal da Unesp, “entre o anos de 2020 e 2025, no estado
de São Paulo, Filosofia e Sociologia perderam 62,9% da carga
horária; Geografia, 25,9%. No total, as Ciências Humanas
foram reduzidas em 35,1%”.
SAMPAIO, N. Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária critica
a redução da carga horária das disciplinas de Ciências Humanas para
estudantes paulistas. Jornal da Unesp, mar. 2025 (adaptado).
A integração da área CHSA presente no Novo Ensino Médio, além de contradizer as teorias do currículo que preconizam a disciplinaridade para que a (inter/trans)disciplinaridade ou a transversalidade seja efetivada, promove a redução da carga horária dos componentes curriculares que a compõe. Como a Filosofia foi afetada pelo Novo Ensino Médio (NEM)?
SAMPAIO, N. Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária critica
a redução da carga horária das disciplinas de Ciências Humanas para
estudantes paulistas. Jornal da Unesp, mar. 2025 (adaptado).
A integração da área CHSA presente no Novo Ensino Médio, além de contradizer as teorias do currículo que preconizam a disciplinaridade para que a (inter/trans)disciplinaridade ou a transversalidade seja efetivada, promove a redução da carga horária dos componentes curriculares que a compõe. Como a Filosofia foi afetada pelo Novo Ensino Médio (NEM)?
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No planejamento de uma sequência didática para uma turma
de Educação de Jovens e Adultos (EJA), um professor de filosofia
necessita incluir dois estudantes surdos recém-integrados
à escola. Com o apoio da intérprete de Libras, ele busca
reorganizar suas estratégias de ensino, de modo a garantir a
participação efetiva de todos os estudantes no processo de
aprendizagem filosófica. Seu objetivo é possibilitar a apropriação
conceitual do conhecimento filosófico por meio de estratégias
que respeitem a diversidade linguística e cultural da turma,
promovendo a autonomia e a valorização das experiências
dos estudantes surdos. Em um dos encontros, propõe o tema
da liberdade, considerando sua complexidade e pertinência
para a realidade dos estudantes. Na aula seguinte, que tratou
de Estética e Filosofia da Arte, o professor exibiu a pintura
O naufrágio, de Wiliam Turner, como ponto de partida para
uma discussão filosófica, articulando esse tema da liberdade
à tensão entre a fragilidade humana e as forças da natureza.

TURNER, W. O naufrágio. Óleo sobre tela, 171 × 240 cm.
Tate Gallery, Londres, 1805.
Disponível em: www.tate.org.uk. Acesso em: 25 maio 2025.
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- Planejamento na EducaçãoNíveis e tipos de planejamentoPlanejamento Educacional
- Temas Educacionais Pedagógicos
No planejamento de uma sequência didática para uma turma
de Educação de Jovens e Adultos (EJA), um professor de filosofia
necessita incluir dois estudantes surdos recém-integrados
à escola. Com o apoio da intérprete de Libras, ele busca
reorganizar suas estratégias de ensino, de modo a garantir a
participação efetiva de todos os estudantes no processo de
aprendizagem filosófica. Seu objetivo é possibilitar a apropriação
conceitual do conhecimento filosófico por meio de estratégias
que respeitem a diversidade linguística e cultural da turma,
promovendo a autonomia e a valorização das experiências
dos estudantes surdos. Em um dos encontros, propõe o tema
da liberdade, considerando sua complexidade e pertinência
para a realidade dos estudantes. Na aula seguinte, que tratou
de Estética e Filosofia da Arte, o professor exibiu a pintura
O naufrágio, de Wiliam Turner, como ponto de partida para
uma discussão filosófica, articulando esse tema da liberdade
à tensão entre a fragilidade humana e as forças da natureza.

TURNER, W. O naufrágio. Óleo sobre tela, 171 × 240 cm.
Tate Gallery, Londres, 1805.
Disponível em: www.tate.org.uk. Acesso em: 25 maio 2025.
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Usualmente, na linguagem ordinária, verdade e validade são tomadas como sinônimos. Diante de um bom argumento,
diz-se que este é válido ou verdadeiro. Essa associação, contudo, não é correta do ponto de vista lógico, isso porque
verdade é propriedade de sentenças e validade, de argumentos. Podemos então afirmar que um certo argumento é
válido, dado que a suposta verdade das premissas nos obriga a aceitar a conclusão como verdadeira. Dito de outra forma,
é impossível que as premissas sejam verdadeiras e a conclusão, falsa.
VELASCO, P. N. Educando para argumentação: contribuições do ensino da Lógica. Belo Horizonte: Autêntica, 2010 (adaptado).
Uma professora de filosofia elaborou com seu colega de Biologia uma avaliação interdisciplinar na qual uma das questões pedia aos estudantes que utilizassem esse texto a fim de identificar um argumento válido. Qual alternativa apresenta a questão a ser assinalada pelos estudantes?
VELASCO, P. N. Educando para argumentação: contribuições do ensino da Lógica. Belo Horizonte: Autêntica, 2010 (adaptado).
Uma professora de filosofia elaborou com seu colega de Biologia uma avaliação interdisciplinar na qual uma das questões pedia aos estudantes que utilizassem esse texto a fim de identificar um argumento válido. Qual alternativa apresenta a questão a ser assinalada pelos estudantes?
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É rigorosamente necessário separar da moral os princípios de toda religião particular, e não admitir na instrução pública o
ensino de qualquer culto religioso. Cada um deles deve ser ensinado nos templos, por seus ministros. Os pais, qualquer que
seja sua crença, qualquer que seja sua opinião sobre a necessidade de tal ou qual religião, poderão então, sem repugnância,
enviar seus filhos aos estabelecimentos nacionais, e o poder público não terá usurpado os direitos de consciência sob pretexto
de esclarecê-la e de conduzi-la.
CONDORCET. Cinco memórias sobre a instrução pública. São Paulo: Unesp, 2008.
Em uma aula de filosofia no Ensino Médio, uma professora explica as relações entre escola, Estado e sociedade. Na perspectiva do Iluminismo francês, compreende-se que
CONDORCET. Cinco memórias sobre a instrução pública. São Paulo: Unesp, 2008.
Em uma aula de filosofia no Ensino Médio, uma professora explica as relações entre escola, Estado e sociedade. Na perspectiva do Iluminismo francês, compreende-se que
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Se retomo o diálogo com o meu suposto leitor e lhe pergunto agora: “Quais os nomes de cada uma das ilhas que compõem o
arquipélago das Filipinas?” (cerca de 7 100 ilhas). Ou: “Quais os nomes de cada uma das Ilhas Virgens (cerca de 53), território
do Mar das Antilhas incorporado aos EE.UU.?”. Com certeza, o referido leitor não saberá responder a estas perguntas e, mesmo,
é possível que sequer soubesse da existência das tais Ilhas Virgens. É evidente, contudo, que essa situação não se configura
como problemática. E quando o não saber é levado a um grau extremo, implicando a impossibilidade absoluta do saber,
configura-se, como já se disse, o mistério. Mistério, porém, não é sinônimo de problema. É, ao contrário e frequentemente,
a solução do problema, e, quiçá, de todos os problemas.
SAVIANI, D. Educação: do senso comum à consciência filosófica. São Paulo: Autores Associados, 1996.
Uma professora da 3ª série do Ensino Médio solicitou à turma que fizesse a leitura do trecho em voz alta e, em seguida, questionou que tipo de noção se poderia extrair da ótica de Saviani. Após discutirem em grupo, os estudantes concluíram que:
SAVIANI, D. Educação: do senso comum à consciência filosófica. São Paulo: Autores Associados, 1996.
Uma professora da 3ª série do Ensino Médio solicitou à turma que fizesse a leitura do trecho em voz alta e, em seguida, questionou que tipo de noção se poderia extrair da ótica de Saviani. Após discutirem em grupo, os estudantes concluíram que:
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O conceito, criação racional, pode ser apreendido. Já o problema que mobiliza o pensamento, por ser sensível, pré-racional,
não pode ser compreendido. A proposta contida neste capítulo é a de um “método regressivo”: a partir de um conceito ou
conjunto de conceitos criados por um filósofo, regredir ao problema ou problemas que o levou(aram) a criá-lo. E, mediante
a realização desse movimento regressivo com os estudantes, dar a eles o “direito a seus próprios problemas”, habilitando-os
a fazerem eles mesmos o movimento de pensamento e criação de conceitos. Em outras palavras, propõe-se aqui um método
para o ensino de filosofia que seja emancipador, que ofereça a cada um as ferramentas para pensar por si mesmo.
GALLO, S. Metodologia do ensino de Filosofia: uma didática para o Ensino Médio. São Paulo: Papirus, 2012.
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O conceito, criação racional, pode ser apreendido. Já o problema que mobiliza o pensamento, por ser sensível, pré-racional,
não pode ser compreendido. A proposta contida neste capítulo é a de um “método regressivo”: a partir de um conceito ou
conjunto de conceitos criados por um filósofo, regredir ao problema ou problemas que o levou(aram) a criá-lo. E, mediante
a realização desse movimento regressivo com os estudantes, dar a eles o “direito a seus próprios problemas”, habilitando-os
a fazerem eles mesmos o movimento de pensamento e criação de conceitos. Em outras palavras, propõe-se aqui um método
para o ensino de filosofia que seja emancipador, que ofereça a cada um as ferramentas para pensar por si mesmo.
GALLO, S. Metodologia do ensino de Filosofia: uma didática para o Ensino Médio. São Paulo: Papirus, 2012.
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