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Foram encontradas 750 questões.

3928816 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: INEP
Orgão: PND
Com o avanço das tecnologias digitais, a inteligência artificial (IA) vem sendo usada nas escolas como recurso pedagógico ou tema para reflexão filosófica. Capaz de gerar textos, imagens e simular interações, essa tecnologia chama atenção por seu potencial de personalização e pelas questões éticas que levanta ao produzir conteúdos enganosos. Na rede pública, dois professores de filosofia exploram abordagens distintas desse tópico. Uma professora de 9º ano do Ensino Fundamental emprega uma IA com recursos multissensoriais para adaptar conteúdos a uma turma com defasagem de aprendizagem, observando avanços na atenção e na participação. Na 3ª série do Ensino Médio, um professor apresenta casos de desinformação gerada por IA, relaciona o tema à pós-verdade e propõe o debate: em que medida podemos confiar no conhecimento produzido por tecnologias que não distinguem verdade de invenção?
Qual intervenção didática a seguir desenvolve a reflexão crítica dos estudantes diante dos desafios éticos relacionados ao uso da IA em ambientes educacionais?
 

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3928815 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: INEP
Orgão: PND
Com o avanço das tecnologias digitais, a inteligência artificial (IA) vem sendo usada nas escolas como recurso pedagógico ou tema para reflexão filosófica. Capaz de gerar textos, imagens e simular interações, essa tecnologia chama atenção por seu potencial de personalização e pelas questões éticas que levanta ao produzir conteúdos enganosos. Na rede pública, dois professores de filosofia exploram abordagens distintas desse tópico. Uma professora de 9º ano do Ensino Fundamental emprega uma IA com recursos multissensoriais para adaptar conteúdos a uma turma com defasagem de aprendizagem, observando avanços na atenção e na participação. Na 3ª série do Ensino Médio, um professor apresenta casos de desinformação gerada por IA, relaciona o tema à pós-verdade e propõe o debate: em que medida podemos confiar no conhecimento produzido por tecnologias que não distinguem verdade de invenção?
Qual proposta, a seguir, representa uma intervenção pedagógica adequada para essa professora de 9º ano do Ensino Fundamental enfrentar as disparidades de aprendizagem?
 

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3928814 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: INEP
Orgão: PND
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação afirma, no artigo 35-D, que a Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio estabelece direitos e objetivos de aprendizagem e denomina Ciências Humanas e Sociais Aplicadas (CHSA) a área integrada por Filosofia, Geografia, História e Sociologia, destacando habilidades e competências como elementos fundamentais. No entanto, pesquisas apontam que a implantação do Novo Ensino Médio (NEM) implicou a redução da carga horária destinada a esses componentes curriculares. Segundo o Jornal da Unesp, “entre o anos de 2020 e 2025, no estado de São Paulo, Filosofia e Sociologia perderam 62,9% da carga horária; Geografia, 25,9%. No total, as Ciências Humanas foram reduzidas em 35,1%”.
SAMPAIO, N. Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária critica
a redução da carga horária das disciplinas de Ciências Humanas para
estudantes paulistas. Jornal da Unesp, mar. 2025 (adaptado).

A integração da área CHSA presente no Novo Ensino Médio, além de contradizer as teorias do currículo que preconizam a disciplinaridade para que a (inter/trans)disciplinaridade ou a transversalidade seja efetivada, promove a redução da carga horária dos componentes curriculares que a compõe. Como a Filosofia foi afetada pelo Novo Ensino Médio (NEM)?
 

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3928813 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: INEP
Orgão: PND
No planejamento de uma sequência didática para uma turma de Educação de Jovens e Adultos (EJA), um professor de filosofia necessita incluir dois estudantes surdos recém-integrados à escola. Com o apoio da intérprete de Libras, ele busca reorganizar suas estratégias de ensino, de modo a garantir a participação efetiva de todos os estudantes no processo de aprendizagem filosófica. Seu objetivo é possibilitar a apropriação conceitual do conhecimento filosófico por meio de estratégias que respeitem a diversidade linguística e cultural da turma, promovendo a autonomia e a valorização das experiências dos estudantes surdos. Em um dos encontros, propõe o tema da liberdade, considerando sua complexidade e pertinência para a realidade dos estudantes. Na aula seguinte, que tratou de Estética e Filosofia da Arte, o professor exibiu a pintura O naufrágio, de Wiliam Turner, como ponto de partida para uma discussão filosófica, articulando esse tema da liberdade à tensão entre a fragilidade humana e as forças da natureza.
  Enunciado 4880443-1
 TURNER, W. O naufrágio. Óleo sobre tela, 171 × 240 cm.
Tate Gallery, Londres, 1805.
Disponível em: www.tate.org.uk. Acesso em: 25 maio 2025.
Em uma aula de Estética, considerando as especificidades de estudantes surdos em uma turma de EJA, a abordagem didática adequada para favorecer a compreensão conceitual e a participação no processo de ensino e de aprendizagem consiste em
 

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3928812 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: INEP
Orgão: PND
No planejamento de uma sequência didática para uma turma de Educação de Jovens e Adultos (EJA), um professor de filosofia necessita incluir dois estudantes surdos recém-integrados à escola. Com o apoio da intérprete de Libras, ele busca reorganizar suas estratégias de ensino, de modo a garantir a participação efetiva de todos os estudantes no processo de aprendizagem filosófica. Seu objetivo é possibilitar a apropriação conceitual do conhecimento filosófico por meio de estratégias que respeitem a diversidade linguística e cultural da turma, promovendo a autonomia e a valorização das experiências dos estudantes surdos. Em um dos encontros, propõe o tema da liberdade, considerando sua complexidade e pertinência para a realidade dos estudantes. Na aula seguinte, que tratou de Estética e Filosofia da Arte, o professor exibiu a pintura O naufrágio, de Wiliam Turner, como ponto de partida para uma discussão filosófica, articulando esse tema da liberdade à tensão entre a fragilidade humana e as forças da natureza.
  Enunciado 4880442-1
 TURNER, W. O naufrágio. Óleo sobre tela, 171 × 240 cm.
Tate Gallery, Londres, 1805.
Disponível em: www.tate.org.uk. Acesso em: 25 maio 2025.
A inclusão dos estudantes surdos no processo de ensino e aprendizagem do conceito trabalhado nessa turma de EJA é promovida por meio do(a)
 

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3928811 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: INEP
Orgão: PND
Usualmente, na linguagem ordinária, verdade e validade são tomadas como sinônimos. Diante de um bom argumento, diz-se que este é válido ou verdadeiro. Essa associação, contudo, não é correta do ponto de vista lógico, isso porque verdade é propriedade de sentenças e validade, de argumentos. Podemos então afirmar que um certo argumento é válido, dado que a suposta verdade das premissas nos obriga a aceitar a conclusão como verdadeira. Dito de outra forma, é impossível que as premissas sejam verdadeiras e a conclusão, falsa.
VELASCO, P. N. Educando para argumentação: contribuições do ensino da Lógica. Belo Horizonte: Autêntica, 2010 (adaptado).

Uma professora de filosofia elaborou com seu colega de Biologia uma avaliação interdisciplinar na qual uma das questões pedia aos estudantes que utilizassem esse texto a fim de identificar um argumento válido. Qual alternativa apresenta a questão a ser assinalada pelos estudantes?
 

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3928810 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: INEP
Orgão: PND
É rigorosamente necessário separar da moral os princípios de toda religião particular, e não admitir na instrução pública o ensino de qualquer culto religioso. Cada um deles deve ser ensinado nos templos, por seus ministros. Os pais, qualquer que seja sua crença, qualquer que seja sua opinião sobre a necessidade de tal ou qual religião, poderão então, sem repugnância, enviar seus filhos aos estabelecimentos nacionais, e o poder público não terá usurpado os direitos de consciência sob pretexto de esclarecê-la e de conduzi-la.
CONDORCET. Cinco memórias sobre a instrução pública. São Paulo: Unesp, 2008.

Em uma aula de filosofia no Ensino Médio, uma professora explica as relações entre escola, Estado e sociedade. Na perspectiva do Iluminismo francês, compreende-se que
 

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3928809 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: INEP
Orgão: PND
Se retomo o diálogo com o meu suposto leitor e lhe pergunto agora: “Quais os nomes de cada uma das ilhas que compõem o arquipélago das Filipinas?” (cerca de 7 100 ilhas). Ou: “Quais os nomes de cada uma das Ilhas Virgens (cerca de 53), território do Mar das Antilhas incorporado aos EE.UU.?”. Com certeza, o referido leitor não saberá responder a estas perguntas e, mesmo, é possível que sequer soubesse da existência das tais Ilhas Virgens. É evidente, contudo, que essa situação não se configura como problemática. E quando o não saber é levado a um grau extremo, implicando a impossibilidade absoluta do saber, configura-se, como já se disse, o mistério. Mistério, porém, não é sinônimo de problema. É, ao contrário e frequentemente, a solução do problema, e, quiçá, de todos os problemas.
SAVIANI, D. Educação: do senso comum à consciência filosófica. São Paulo: Autores Associados, 1996.

Uma professora da 3ª série do Ensino Médio solicitou à turma que fizesse a leitura do trecho em voz alta e, em seguida, questionou que tipo de noção se poderia extrair da ótica de Saviani. Após discutirem em grupo, os estudantes concluíram que:
 

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3928808 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: INEP
Orgão: PND
O conceito, criação racional, pode ser apreendido. Já o problema que mobiliza o pensamento, por ser sensível, pré-racional, não pode ser compreendido. A proposta contida neste capítulo é a de um “método regressivo”: a partir de um conceito ou conjunto de conceitos criados por um filósofo, regredir ao problema ou problemas que o levou(aram) a criá-lo. E, mediante a realização desse movimento regressivo com os estudantes, dar a eles o “direito a seus próprios problemas”, habilitando-os a fazerem eles mesmos o movimento de pensamento e criação de conceitos. Em outras palavras, propõe-se aqui um método para o ensino de filosofia que seja emancipador, que ofereça a cada um as ferramentas para pensar por si mesmo.
GALLO, S. Metodologia do ensino de Filosofia: uma didática para o Ensino Médio. São Paulo: Papirus, 2012.
A pedagogia histórico-crítica propõe um método no qual o estudante, com base em sua prática social, problematize-a, seja instruído com o saber sistematizado, promova a catarse e realize sua prática social sob nova condição. Há aspectos que dialogam com o movimento “regressivo”, proposto por Silvio Gallo, que parte da problematização (afetação) em direção à apropriação crítica do conhecimento filosófico, visando o desenvolvimento do pensar por si próprio. Qual procedimento pedagógico é coerente com o diálogo entre a pedagogia histórico-crítica e a pedagogia do conceito?
 

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3928807 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: INEP
Orgão: PND
O conceito, criação racional, pode ser apreendido. Já o problema que mobiliza o pensamento, por ser sensível, pré-racional, não pode ser compreendido. A proposta contida neste capítulo é a de um “método regressivo”: a partir de um conceito ou conjunto de conceitos criados por um filósofo, regredir ao problema ou problemas que o levou(aram) a criá-lo. E, mediante a realização desse movimento regressivo com os estudantes, dar a eles o “direito a seus próprios problemas”, habilitando-os a fazerem eles mesmos o movimento de pensamento e criação de conceitos. Em outras palavras, propõe-se aqui um método para o ensino de filosofia que seja emancipador, que ofereça a cada um as ferramentas para pensar por si mesmo.
GALLO, S. Metodologia do ensino de Filosofia: uma didática para o Ensino Médio. São Paulo: Papirus, 2012.
A metodologia de ensino proposta por Silvio Gallo enfatiza a relação entre problema e conceito como o cerne do filosofar. Nesse sentido, estrutura-se em quatro momentos didáticos: sensibilização (afetação); problematização; investigação; e conceitualização. Quais das seguintes estratégias de problematização são apropriadas para que os estudantes de uma turma da 1ª série do Ensino Médio desenvolvam o “direito a seus próprios problemas” e experimentem o filosofar?
 

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