Foram encontradas 750 questões.
Nas sociedades de controle, que cada vez mais parecem
materializar-se diante de nossos olhos, a tônica dominante é,
portanto, o controle permanente sobre os fluxos de informação,
sobre os padrões de comportamento dos indivíduos, gerando
relações de poder mais difusas e descentradas, mas, mesmo
por isso, mais abrangentes e mais eficientes no processo de
regulação social.
GALLO, S.; ASPIS, R. L. Ensino de filosofia e cidadania nas “sociedades de
controle”: resistência e linhas de fuga.
Pró-posições, n. 1, jan.-abr. 2010.
Com base no texto, uma intervenção pedagógica no contexto de sala de aula, como forma de resistência à sociedade de controle, deve estimular o(a)
GALLO, S.; ASPIS, R. L. Ensino de filosofia e cidadania nas “sociedades de
controle”: resistência e linhas de fuga.
Pró-posições, n. 1, jan.-abr. 2010.
Com base no texto, uma intervenção pedagógica no contexto de sala de aula, como forma de resistência à sociedade de controle, deve estimular o(a)
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As relações interpessoais, as relações intersubjetivas e as
relações grupais aparecem com a função de ocultar ou
de dissimular as relações sociais enquanto sociais e as
relações políticas enquanto políticas, uma vez que a marca
das relações sociais e políticas é serem determinadas
pelas instituições sociais e políticas, ou seja, são relações
mediatas, diferentemente das relações pessoais, que são
imediatas, isto é, definidas pelo relacionamento direto entre
pessoas, e por isso mesmo nelas os sentimentos, as emoções,
as preferências e os gostos têm papel decisivo.
CHAUÍ, M. Simulacro e poder: uma análise da mídia.
São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2006.
Um professor que pretende abordar criticamente o conteúdo desse texto em sala de aula escolhe a seguinte metodologia didático-pedagógica:
CHAUÍ, M. Simulacro e poder: uma análise da mídia.
São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2006.
Um professor que pretende abordar criticamente o conteúdo desse texto em sala de aula escolhe a seguinte metodologia didático-pedagógica:
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TEXTO 1
E por que, não obstante, constitui a guerra um problema? Porque ela não é somente o homicídio institucionalizado; mais exatamente porque o homicídio do inimigo coincide com o sacrifício do indivíduo à sobrevivência física de seu próprio Estado. É com efeito nesse ponto que a guerra propõe aquilo que eu chamaria o problema de uma “ética da angústia”. Se a guerra só me pusesse em face de um problema: matarei o inimigo ou não o matarei? – só o medo e a idolatria de um Estado divinizado explicariam minha submissão ao Estado maléfico, e esses dois motivos me condenariam totalmente; meu dever estrito seria ser objetante de consciência. Mas a guerra também me propõe uma outra questão: deverei arriscar minha vida para que meu Estado sobreviva? A guerra é essa situação-limite, essa situação absurda, que faz coincidir o homicídio com o sacrifício. Promover a guerra é, para o indivíduo, ao mesmo tempo matar o próximo, o cidadão de outro Estado, e pôr sua vida em jogo para que o Estado respectivo continue a existir.
RICOEUR, P. História e verdade.
Rio de Janeiro: Forense, 1968.
TEXTO 2
O Estado somos nós, ele não é nada mais do que o representante e promotor da rousseauniana vontade geral, e cabe ao conjunto da sociedade fazer com que o Estado promova e implemente a educação pública que queremos.
GALLO, S. A escola pública numa perspectiva
anarquista. Verve, n. 1, 2002 (adaptado).
O Texto 1 remete ao conflito entre interesses individuais e interesses públicos em uma situação de guerra. Esse conflito, porém, pode ser constatado em situações menos dramáticas que a guerra, como a tensão entre o comportamento dos estudantes e as regras da escola, como apontado no Texto 2. Com base na angústia mencionada com a situação de guerra abordada no Texto 1, do ponto de vista institucional, como se interpreta o Texto 2 numa situação conflituosa no ambiente escolar?
E por que, não obstante, constitui a guerra um problema? Porque ela não é somente o homicídio institucionalizado; mais exatamente porque o homicídio do inimigo coincide com o sacrifício do indivíduo à sobrevivência física de seu próprio Estado. É com efeito nesse ponto que a guerra propõe aquilo que eu chamaria o problema de uma “ética da angústia”. Se a guerra só me pusesse em face de um problema: matarei o inimigo ou não o matarei? – só o medo e a idolatria de um Estado divinizado explicariam minha submissão ao Estado maléfico, e esses dois motivos me condenariam totalmente; meu dever estrito seria ser objetante de consciência. Mas a guerra também me propõe uma outra questão: deverei arriscar minha vida para que meu Estado sobreviva? A guerra é essa situação-limite, essa situação absurda, que faz coincidir o homicídio com o sacrifício. Promover a guerra é, para o indivíduo, ao mesmo tempo matar o próximo, o cidadão de outro Estado, e pôr sua vida em jogo para que o Estado respectivo continue a existir.
RICOEUR, P. História e verdade.
Rio de Janeiro: Forense, 1968.
TEXTO 2
O Estado somos nós, ele não é nada mais do que o representante e promotor da rousseauniana vontade geral, e cabe ao conjunto da sociedade fazer com que o Estado promova e implemente a educação pública que queremos.
GALLO, S. A escola pública numa perspectiva
anarquista. Verve, n. 1, 2002 (adaptado).
O Texto 1 remete ao conflito entre interesses individuais e interesses públicos em uma situação de guerra. Esse conflito, porém, pode ser constatado em situações menos dramáticas que a guerra, como a tensão entre o comportamento dos estudantes e as regras da escola, como apontado no Texto 2. Com base na angústia mencionada com a situação de guerra abordada no Texto 1, do ponto de vista institucional, como se interpreta o Texto 2 numa situação conflituosa no ambiente escolar?
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Examinei todas as outras coisas que estão abaixo de vós. Por um lado, provêm de vós; por outro, não existem, pois não são
aquilo que vós sois. Já vi claramente que todas as coisas que se corrompem são boas; não se poderiam corromper se fossem
sumamente boas. De que modo criastes o céu e a terra, se não procedesses como o artífice que forma um corpo de outro
corpo, impondo-lhe, segundo a concepção de sua mente, a imagem que vê com os olhos do espírito? É necessário concluir que
falastes e os seres foram criados. Vemos o homem, criado à vossa imagem e semelhança, constituído em dignidade acima de
todos os viventes irracionais. E assim como na sua alma há uma parte que impera por sua reflexão e outra que se submete para
obedecer, assim também a mulher foi criada, quanto ao corpo, para o homem.
AGOSTINHO. Confissões. São Paulo: Nova Cultural, 2000.
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Examinei todas as outras coisas que estão abaixo de vós. Por um lado, provêm de vós; por outro, não existem, pois não são
aquilo que vós sois. Já vi claramente que todas as coisas que se corrompem são boas; não se poderiam corromper se fossem
sumamente boas. De que modo criastes o céu e a terra, se não procedesses como o artífice que forma um corpo de outro
corpo, impondo-lhe, segundo a concepção de sua mente, a imagem que vê com os olhos do espírito? É necessário concluir que
falastes e os seres foram criados. Vemos o homem, criado à vossa imagem e semelhança, constituído em dignidade acima de
todos os viventes irracionais. E assim como na sua alma há uma parte que impera por sua reflexão e outra que se submete para
obedecer, assim também a mulher foi criada, quanto ao corpo, para o homem.
AGOSTINHO. Confissões. São Paulo: Nova Cultural, 2000.
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Examinei todas as outras coisas que estão abaixo de vós. Por um lado, provêm de vós; por outro, não existem, pois não são
aquilo que vós sois. Já vi claramente que todas as coisas que se corrompem são boas; não se poderiam corromper se fossem
sumamente boas. De que modo criastes o céu e a terra, se não procedesses como o artífice que forma um corpo de outro
corpo, impondo-lhe, segundo a concepção de sua mente, a imagem que vê com os olhos do espírito? É necessário concluir que
falastes e os seres foram criados. Vemos o homem, criado à vossa imagem e semelhança, constituído em dignidade acima de
todos os viventes irracionais. E assim como na sua alma há uma parte que impera por sua reflexão e outra que se submete para
obedecer, assim também a mulher foi criada, quanto ao corpo, para o homem.
AGOSTINHO. Confissões. São Paulo: Nova Cultural, 2000.
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E isto porque a experiência é conhecimento dos singulares, e a ciência, dos universais; e, por outro lado, porque as operações
e as gerações todas dizem respeito ao singular. Não é o Homem, com efeito, a quem o médico cura, se não por acidente,
mas Cálias ou Sócrates, ou a qualquer um outro assim designado, ao qual aconteceu também ser homem. Portanto, quem
possua a noção sem a experiência, e conheça o universal ignorando o particular nele contido, enganar-se-á muitas vezes no
tratamento, porque o objeto da cura é, de preferência, o singular.
ARISTÓTELES. Metafísica. São Paulo: Abril Cultural, 1973 (adaptado).
Esse trecho pode ser usado como modelo em sala de aula, visto que o ensino da filosofia
ARISTÓTELES. Metafísica. São Paulo: Abril Cultural, 1973 (adaptado).
Esse trecho pode ser usado como modelo em sala de aula, visto que o ensino da filosofia
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A hermenêutica interna a uma religião não pode tender a se igualar a uma fenomenologia universal do fenômeno religioso senão
a favor de uma extensão segunda, regida por um procedimento de transferência analogizante, conduzida aproximativamente,
a partir do lugar em que se está no início. Oponho esse procedimento ao da história comparada das religiões, que supõe ao
menos idealmente adoção de um lugar fora de lugar, de um lugar de onde o sujeito epistemológico não interessado consideraria
com um olho neutro e simplesmente curioso o campo disperso das crenças religiosas. Se certa descrição externa é acessível
a esse olhar de parte alguma, a compreensão do que se trata, do que está em jogo, do Woraufhin, é inacessível. Não entrarei
aqui nessa via de transferência agonizante e da compreensão aproximativa que esta última permite. Limitar-me-ei a fundar a
sua simples possibilidade sobre a atitude de suspense fenomenológico praticado a respeito de minhas próprias convicções.
Pedem-me então que eu pratique, em relação às religiões diferentes da minha, a mesma assunção imaginativa e simpática que
peço aos meus ouvintes quando procede diante deles a hermenêutica da fé hebraica e cristã.
RICOEUR, P. Leituras 3: nas fronteiras da filosofia. São Paulo: Loyola, 1996.
Conforme esse texto, ao promover um debate acerca da diversidade cultural religiosa em sala de aula, cabe ao professor de filosofia direcionar o debate para
RICOEUR, P. Leituras 3: nas fronteiras da filosofia. São Paulo: Loyola, 1996.
Conforme esse texto, ao promover um debate acerca da diversidade cultural religiosa em sala de aula, cabe ao professor de filosofia direcionar o debate para
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Sem o reconhecimento da diversidade religiosa, em muitas escolas públicas, currículos, ritos e ritmos escolares colaboram
para a manutenção dos rótulos e preconceitos perante algumas expressões religiosas e não religiosas. O calendário escolar
restringe-se à comemoração das datas e festas previstas na liturgia cristã, contando, frequentemente, com a presença de
seus líderes na realização de celebrações, comemorações e formaturas. A reprodução de tais relações e práticas perpetua
uma cosmovisão padronizadora de comportamentos, ritmos, aprendizagens e identidades, em que a diversidade religiosa é
caracterizada mais por ausências do que presenças.
CECCHETTI, E. Diversidade religiosa e currículo escolar: presenças, ausências e desafios.
Disponível em: www.ucs.br. Acesso em: 5 maio 2025 (adaptado).
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Sem o reconhecimento da diversidade religiosa, em muitas escolas públicas, currículos, ritos e ritmos escolares colaboram
para a manutenção dos rótulos e preconceitos perante algumas expressões religiosas e não religiosas. O calendário escolar
restringe-se à comemoração das datas e festas previstas na liturgia cristã, contando, frequentemente, com a presença de
seus líderes na realização de celebrações, comemorações e formaturas. A reprodução de tais relações e práticas perpetua
uma cosmovisão padronizadora de comportamentos, ritmos, aprendizagens e identidades, em que a diversidade religiosa é
caracterizada mais por ausências do que presenças.
CECCHETTI, E. Diversidade religiosa e currículo escolar: presenças, ausências e desafios.
Disponível em: www.ucs.br. Acesso em: 5 maio 2025 (adaptado).
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