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Foram encontradas 45 questões.

576241 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: UECE
Orgão: Pref. Amontada-CE
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Seja (x + a)n. Sabendo-se que a > 0 e o quinto termo, no desenvolvimento de (x + a)n, ordenado segundo as potências decrescentes de x é 1120x4, os valores de a e n são respectivamente
 

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575935 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: UECE
Orgão: Pref. Amontada-CE
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Sejam p1(x) = nx5 + 3x4 + (n – p)x3 – x2 e p2(x) = (m – p)x4 + 2x3 + (m + p)x2. Os valores respectivos de m, n e p que tornam os polinômios p1(x) e p2(x) idênticos são:
 

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554850 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: UECE
Orgão: Pref. Amontada-CE
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Sabendo que o termo c da proporção !$ \dfrac{a}{b}=\dfrac{c}{d} !$ é o dobro da razão de a por b e a sétima parte de a, e que o produto dos quatro termos da proporção é 4900, pode-se afirmar corretamente que o valor do termo a na proporção é
 

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543861 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: UECE
Orgão: Pref. Amontada-CE
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Sabendo-se que um quadrilátero cujos lados estão em PA, sendo o maior desses lados igual ao menor acrescido de 3 unidades e que a soma dos quadrados de todos os quatro lados é igual a 54 unidades, pode-se afirmar corretamente que o perímetro desse quadrilátero é igual a
 

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Texto – Nós, os brasileiros
Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.
Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade.
Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos.
– A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!
Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos:
– Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas!
Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo:
– Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras?
A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”.
Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.
Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa, e televisões mostrando carnaval, futebol, praias e... matos.
E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, me senti tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais.
Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso.
E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, me fazem menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.
(Lya Luft. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro:
Record, 2009, pág. 49 – 51)
Na frase: “A culminância foi a observação de uma crítica berlinense...”, o termo destacado exprime
 

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Texto – Nós, os brasileiros
Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.
Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade.
Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos.
– A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!
Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos:
– Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas!
Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo:
– Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras?
A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”.
Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.
Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa, e televisões mostrando carnaval, futebol, praias e... matos.
E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, me senti tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais.
Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso.
E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, me fazem menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.
(Lya Luft. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro:
Record, 2009, pág. 49 – 51)
De acordo com o texto, a opção em que todos os termos estão associados semanticamente ao “Brasil” (e a tudo que dele se fala e se conhece) é
 

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O aluno indisciplinado, por meio de seu comportamento, está tentando dizer alguma coisa para o(a) professor(a). É preciso saber ouvir e compreender a mensagem que se esconde por trás do comportamento visto como indisciplina.
Atente às seguintes afirmações sobre o tema indisciplina escolar e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O professor precisa ajudar a construir a disciplina ativa e coletiva.
( ) A criança que participa em uma atividade que a apaixona disciplina-se automaticamente.
( ) Problemas de indisciplina devem ser tratados como problemas de indisciplina: devem ser sufocados com atribuição de nota ou com perda de pontos no aproveitamento escolar.
( ) Uma proposta adequada para trabalhar a indisciplina é a construção coletiva das normas punitivas a serem utilizadas.
( ) A indisciplina passiva (o permanente silêncio do aluno) é tão grave quanto a indisciplina ativa.
A sequência correta, de cima para baixo é:
 

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Com base no que estabelece a Lei Nº 8.069/1990, Estatuto da Criança e do Adolescente, sobre o direito à profissionalização e à proteção ao trabalho, assinale a opção que completa corretamente as lacunas do seguinte texto:
É proibido qualquer ____________1 a menores de ____________2 anos de idade, sendo assegurado ao adolescente ____________3 os direitos
____________4 e ____________5.
 

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459309 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: UECE
Orgão: Pref. Amontada-CE
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Considerando-se que uma placa no formato de um triângulo equilátero possui um perímetro de !$ 6\sqrt{3} !$ m, é correto afirmar que a altura dessa placa é
 

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Texto – Nós, os brasileiros
Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.
Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade.
Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos.
– A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!
Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos:
– Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas!
Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo:
– Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras?
A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”.
Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.
Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa, e televisões mostrando carnaval, futebol, praias e... matos.
E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, me senti tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais.
Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso.
E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, me fazem menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.
(Lya Luft. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro:
Record, 2009, pág. 49 – 51)
O ponto central comentado na crônica “Nós, os brasileiros” é
 

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