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Foram encontradas 210 questões.

2238531 Ano: 2015
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
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Leia o excerto e assinale a alternativa incorreta:
Carta 1 (fragmento)
Não cuides, Doroteu, que vou contar-te
por verdadeira história uma novela
da classe das patranhas, que nos contam
verbosos navegantes, que já deram
ao globo deste mundo volta inteira.
Uma velha madrasta me persiga,
uma mulher zelosa me atormente
e tenha um bando de gatunos filhos,
que um chavo não me deixem, se este chefe
não fez ainda mais do que eu refiro.
 

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2238530 Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Conforme Silva (2014, p. 14), a Educação Inclusiva encontra seu fundamento:
 

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2238529 Ano: 2015
Disciplina: Educação Artística
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
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Assinale a alternativa que postula uma postura inadequada no ensino de Artes.
 

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2238528 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
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Três volumes foram pesados na balança de um Aeroporto de dois em dois:
O peso do volume (A) mais o peso do volume (B) somaram 30Kg
O peso do volume (B) mais o peso do volume (C) somaram 28Kg
O peso do volume (A) mais o peso do volume (C) somaram 34Kg
Qual o peso do volume C)?
 

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2238527 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Leia as duas asserções sobre a inclusão das crianças de seis anos no Ensino Fundamental (CORSINO, 2007) e observe a relação entre elas.
A inclusão das crianças de seis anos no Ensino Fundamental provoca uma série de indagações sobre o que e como se deve ou "1 não ensiná- Ias nas diferentes áreas do currículo.
PORQUE
É na padronização de comportamentos e ações e não na singularidade que cada sujeito, nas suas interações com o mundo sociocultural e natural, vai tecendo os seus conhecimentos.
 

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2238526 Ano: 2015
Disciplina: Educação Artística
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
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Um dos objetivos do ensino de Artes é desenvolver no aluno a capacidade de olhar criticamente as produções artistas em suas várias manifestações. A comparação de imagens é um rico filão para ser explorado. Observe estas duas imagens e responda o que se pede no comando da questão:
Imagem I:
Enunciado 3210088-1
Imagem 11:
Enunciado 3210088-2
(Fonte: Le Monde diplomatique Ano 9, número 98)
Analise as afirmações a seguir e marque a alternativa correta:
I- A realidade do escravo africano e seus senhores é um tema frequente em Debret, pintor que esteve no Brasil no séc. XIX.(Imagem I).
II- A capa da revista Le Monde diplomatique (Imagem II) apresenta um releitura da obra retratada na imagem I.
III- Em Le Diner (Imagem I), somente, observa-se a tensão presente na concepção de superioridade dos brancos em relação aos negros.
IV- A postura da sinhá mostra o carinho desta em relação aos pequenos escravos.(lmagem I)
Assinale a alternativa que apresenta análise correta das afirmações.
 

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O Caso do vestido
(Norma Couri)
Viral que explodiu na internet no fim de semana (27/2- 1/3) com 16 milhões de acessos e 11 milhões de mensagens pelo Twitter, em menos de um dia o vestido passou em importância à frente de guerras, estupros, sequestros, corrupções. "Me ajudem. Este vestido é branco ou dourado? Ou azul e preto?", a cantora escocesa Caitlin McNeill perguntou na quinta-feira (26). Internautas do mundo todo vieram ajudar. Qual a cor do vestido? A marca britânica Roman Originais da peça apresentada apenas como "O Vestido" teve de aumentar o estoque depois que a procura subiu em 347%. Informou a todos "é azul!", mas cogita confeccionar o modelo em dourado e branco, como algumas pessoas enxergaram a cor.
Na rádio CBN (sexta, 27/2), Carlos Alberto Sardenberg gastou um bom tempo apresentando versões desencontradas de ouvintes sobre a cor do vestido, e ainda ouviu um oftalmologista explicando que o fundo muda a cor e o olho humano cai em armadilhas frequentes. O portal G1 incluiu a polêmica cor do vestido entre as matérias mais lidas da semana. A edição de domingo (1/3) do Estado de S.Paulo ("Azul-Pretinho Básico?") e O Globo de sábado (28/2, "Ciência explica mistério do vestido") deram chamadas de capa e ouviram psicólogos,neurologistas, filósofos, sem chegar a uma conclusão. Truque de luzes. Truque de ilusão de ótica. Células divergentes que interpretam cores. Cones dissonantes de cada pessoa que induzem mais ao vermelho, ao verde ou ao azul.
O Fantástico fez um alentado quadro no domingo sobre as zonas de sombra calibradas pelo cérebro para perceber cores. A Folha de S.Paulo publicou a matéria em página quase inteira na rubrica "Ciência" (sábado, 28), "Debate sobre cor de vestido expõe sutis diferenças nos olhos e cérebros". O psicólogo e neurocientista da New York University, Pascal Wallisch, em artigo traduzido para o caderno "Aliás" do Estadão de domingo, conclui filosoficamente que devemos manter a mente aberta, "algo para lembrar da próxima vez que você discordar de alguém".
O enigma do vestido quebrou a internet e a nossa compreensão de como atrair leitores para os assuntos do dia, o que colocar na primeira página, qual o interesse real das pessoas no mundo inteiro. Nem dá para criticar o Brasil pelas banalidades e celebridades cotidianas porque a respeitadíssima revista de tecnologia americana Wired, com sede em São Francisco, entrevistou um neurologista para explicar que a luz que enxergamos durante o dia muda de cor e a compensação é feita pelo cérebro.
Até a melhor rede pública de TV do Mundo, a britânica BBC entrou na charada: publicou uma avaliação da expert Emma Lynch para concluir que a cor do vestido é azulou preta. Ou dourado e branco?
Muito antes, em 1945, a polêmica pré-internet, pré-computador, foi em torno do maravilhoso poema de Carlos Drummond de Andrade publicado em A Rosa do Povo. "O caso do vestido" virou peça de projetos escolares, como o da professora Lucy Nakamura (o vestido era preto). Foi encenado e declamado no Brasil inteiro. Serviu a dissertações de mestrado e a teses de doutorado em várias universidades, foi tema de discussão em mesas redondas, dissecado por semiólogos, psicólogos, críticos literários. Em 2004 virou filme de Paulo Thiago interpretado por Gabriela Duarte, Daniel Dantas, Renato Borghi , Paulo José e o excelente ator Othon Bastos, que já foi o cangaceiro Corisco no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e hoje o conhecem apenas como o mordomo da novela Império. No filme, o vestido era rosa.
Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.
A frase de Pascal Wallisch, no terceiro parágrafo, pode ser resumida no provérbio ou máxima sentenciosa.
 

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2238524 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
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Em um grupo de 50 jovens, verificou-se que: 30 jogam Futebol e 35 jogam Vôlei. A probabilidade de um jovem escolhido ao acaso jogar Futebol e Vôlei é de:
 

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2238523 Ano: 2015
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
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Analise o texto seguinte e responda a questão:
"Quero que a estrofe cristalina
Dobrada ao jeito
Do ourives, saia da oficina
Sem um defeito:
Assim procedo. Minha pena
Segue esta norma,
Porte servir, Deusa serena,
Serena Forma!"
As estrofes são a Profissão de Fé da escola:
 

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O Caso do vestido
(Norma Couri)

Viral que explodiu na internet no fim de semana (27/2- 1/3) com 16 milhões de acessos e 11 milhões de mensagens pelo Twitter, em menos de um dia o vestido passou em importância à frente de guerras, estupros, sequestros, corrupções. "Me ajudem. Este vestido é branco ou dourado? Ou azul e preto?", a cantora escocesa Caitlin McNeill perguntou na quinta-feira (26). Internautas do mundo todo vieram ajudar. Qual a cor do vestido? A marca britânica Roman Originais da peça apresentada apenas como "O Vestido" teve de aumentar o estoque depois que a procura subiu em 347%. Informou a todos "é azul!", mas cogita confeccionar o modelo em dourado e branco, como algumas pessoas enxergaram a cor.

Na rádio CBN (sexta, 27/2), Carlos Alberto Sardenberg gastou um bom tempo apresentando versões desencontradas de ouvintes sobre a cor do vestido, e ainda ouviu um oftalmologista explicando que o fundo muda a cor e o olho humano cai em armadilhas frequentes. O portal G1 incluiu a polêmica cor do vestido entre as matérias mais lidas da semana. A edição de domingo (1/3) do Estado de S.Paulo ("Azul-Pretinho Básico?") e O Globo de sábado (28/2, "Ciência explica mistério do vestido") deram chamadas de capa e ouviram psicólogos,neurologistas, filósofos, sem chegar a uma conclusão. Truque de luzes. Truque de ilusão de ótica. Células divergentes que interpretam cores. Cones dissonantes de cada pessoa que induzem mais ao vermelho, ao verde ou ao azul.

O Fantástico fez um alentado quadro no domingo sobre as zonas de sombra calibradas pelo cérebro para perceber cores. A Folha de S.Paulo publicou a matéria em página quase inteira na rubrica "Ciência" (sábado, 28), "Debate sobre cor de vestido expõe sutis diferenças nos olhos e cérebros". O psicólogo e neurocientista da New York University, Pascal Wallisch, em artigo traduzido para o caderno "Aliás" do Estadão de domingo, conclui filosoficamente que devemos manter a mente aberta, "algo para lembrar da próxima vez que você discordar de alguém".

O enigma do vestido quebrou a internet e a nossa compreensão de como atrair leitores para os assuntos do dia, o que colocar na primeira página, qual o interesse real das pessoas no mundo inteiro. Nem dá para criticar o Brasil pelas banalidades e celebridades cotidianas porque a respeitadíssima revista de tecnologia americana Wired, com sede em São Francisco, entrevistou um neurologista para explicar que a luz que enxergamos durante o dia muda de cor e a compensação é feita pelo cérebro.

Até a melhor rede pública de TV do Mundo, a britânica BBC entrou na charada: publicou uma avaliação da expert Emma Lynch para concluir que a cor do vestido é azulou preta. Ou dourado e branco?

Muito antes, em 1945, a polêmica pré-internet, pré-computador, foi em torno do maravilhoso poema de Carlos Drummond de Andrade publicado em A Rosa do Povo. "O caso do vestido" virou peça de projetos escolares, como o da professora Lucy Nakamura (o vestido era preto). Foi encenado e declamado no Brasil inteiro. Serviu a dissertações de mestrado e a teses de doutorado em várias universidades, foi tema de discussão em mesas redondas, dissecado por semiólogos, psicólogos, críticos literários. Em 2004 virou filme de Paulo Thiago interpretado por Gabriela Duarte, Daniel Dantas, Renato Borghi , Paulo José e o excelente ator Othon Bastos, que já foi o cangaceiro Corisco no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e hoje o conhecem apenas como o mordomo da novela Império. No filme, o vestido era rosa.

Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.

Houve substituição incorreta do objeto pelo pronome oblíquo em:

 

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