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Foram encontradas 210 questões.

2238509 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
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What Brazil's protests mean
(By Jeffrey Lesser CNN August 18, 2015)
What does it mean when hundreds of thousands of Brazilians take to the streets shouting "out with the President"? After countrywide protests this weekend, the answer is still not clear.
Sunday's protests in São Paulo were peaceful and mostly in the spirit of modern democracies. Many different groups helped organize the march, representing diverse political positions united by anti-President Oilma Rousseff, antiWorkers' Party rhetoric.
Numerous groups had rented their own loudspeakerequipped trucks and positioned them at different locations along the Avenida Paulista, where protests traditionally take place in São Paulo. The movements that represented fringe positions had few interested listeners. For example, only a couple of hundred people (in the midst of an estimated crowd of 135.000) were paying attention to an organization demanding a military coup and claiming that only the army could stop the "homosexualization" of Brazil.
Much larger crowds were massed in front of the trucks of the main organizers, Acorda Brasil (Wake Up Brazil) and Vem Pra Rua Brasil (Take to the Streets, Brazil). Their orators used music and anthems to rouse the crowd and, as is often the case in Brazil, soccer team chants were reworded with political slogans. The anti-Workers' Party movementAcorda Brasil changed the old leftist saying "Um povo unido, nunca será vencido" ("A people united will never be defeated") to "O povo anseia, Lula para a cadeia" ("The people demand (exPresident) Lula in prison"). Many marchers held signs proclaiming Sérgio Moro, the judge leading Brazil's corruption investigations, the hero ofthe day.
Yet Sunday's protests still drew smaller crowds than had been expected. True, the raw numbers cannot on their own be read as broad satisfaction with the ruling party. But the reality is that the chants of "out with Oilma" masked disagreement about what exactly the protesters wanted to see happen - most seemed to want Dilma to resign, many wanted her impeached, and others simply sought fresh elections.
Will the protesters get any ofthese wishes?
Oilma's resignation or impeachment are both unlikely scenarios, and the protests against the President and her party don't provide solutions to the current corruption crisis or to the continuing problems of social and economic inequality. What the protests do highlight, though, is the continued vibrancy of democracy in the country.
Like many Brazilian protests, the line between street fair and political action was quite fluid. On Sundays, Avenida Paulista is always filled with people eating, strolling and shopping. And while the march clearly drew more people than you would expect to find out on a typical Sunday, there were also more upscale food trucks, water and drink carts than usual mixed in with the anti-Oilma T-shirts styled to Brazil's national soccer jerseys.
But three moments stood out to me as fascinating examples ofthe particularly Brazilian way of doing politics.
The first was early in the day, when a few hundred of Brazil's Hells Angels were granted a police escort to roar down the Avenue in a way impossible on a regular Sunday (or any day). The second was the public hero-making of the military riot police who smilingly encouraged children to pet their horses (and thus encouraged their parents to forget continuing claims of police violence, especially in areas outside of the center of the city). Finally, there was the complexity of a group of eight smiling female military police officers in makeup, lined up together (presumably on command) and taking photographs with whistling mal e admirers.
Other issues were also apparent.
For a start, the numbers of college age protesters was modest -- the crowd appeared to be mainly families and those 50 and over. Meanwhile, the diversity ofthe crowd was equally modest - the protesters predominantly fell along the "white" end of the color spectrum (although in Brazil the terms for race vary widely, and rarely is the blacklwhite approach of the United States employed). Indeed, it was noticeable that the vendors, and the military police themselves, were of different colors -- and seemingly different classes - than many of the protesters.
Still, Sunday's protests are part of a continuum in modern Brazil that has been apparent since the 1960s. Two years ago, demonstrations started with young people opposing increases in public transportation fares. On Sunday, the street marches were led by different groups, ali protesting government corruption and united in opposition to Brazil's democratically elected president and the Workers' Party.
One of the many joys of being a historian is that I do not have to predict the future. But seeing the weekend's demonstrations close up, one thing was very clear - the use of the street as a location for making political points looks set to continue. And in doing so, it suggests a healthy democracy in Brazil - even during these times of political, economic, and social uncertainty.
Na frase "Vet Sunday's protests still drew smaller crowds than had been expected." Aexpressão "smaller ... than" expressa:
 

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2238508 Ano: 2015
Disciplina: Estatística
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
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Três candidatos A, B e C estão disputando uma única vaga para professor em uma Escola Municipal. A tabela a seguir registra o resultado das notas dos candidatos.
Candidatos Matemátíca Português Didática C.Gerais Total
A 9,0 7,0 7,5 8,5 32
B 9,0 8,0 6 9,0 32
C 9,5 6,0 7,5 9,0 32
Segundo o Edital do Concurso, no caso de empate, a classificação será feita através da mediana calculada entre as quatro notas obtidas pelos candidatos. Quem conquistou o primeiro lugar?
 

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Leia as seguintes asserções a respeito da interdisciplinaridade (FAZENDA, 2002) e observe a relação entre elas.
Todo projeto interdisciplinar competente nasce de um loeus bem delimitado; portanto, é fundamental contextualizá-Io para poder conhecer.
POIS
A contextualização exige que se recupere a memória em suas diferentes potencialidades, resgatando assim o tempo e o espaço no qual se aprende.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
 

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2238506 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
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Analise o texto seguinte e responda a questão:
"Quero que a estrofe cristalina
Dobrada ao jeito
Do ourives, saia da oficina
Sem um defeito:
Assim procedo. Minha pena
Segue esta norma,
Porte servir, Deusa serena,
Serena Forma!"
As figuras de linguagem presentes em: "Assim procedo. Minha pena / Segue esta norma", são:
 

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2238505 Ano: 2015
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
O mais universal dos valores
A vida é um valor. É a fonte que dá sentido e suporte para a significação de todos outros valores. Sem a vida, os valores não existiriam; sem os valores, a vida seria destituída de sentido.
A vida é o mais universal dos valores e o mais precioso bem da humanidade e não há, portando, uma vida que seja mais valiosa que outra, assim como não existe um momento em que a nossa vida valha mais e em outro, menos. O valor da vida é o mesmo na saúde ou na doença, na infância ou na velhice, do início ao fim, aqui ou em qualquer outro lugar do planeta. O valor da vida é o mesmo para homens e mulheres, para pais e filhos, para negros ou brancos, para cristãos ou judeus. A pessoa tem valor pelo fato de ser pessoa.
Contudo, diante de tantos episódios de desrespeito e de violência contra a vida, registrados nos diferentes segmentos da sociedade, colocamo-nos a refletir e nos questionar sobre o valor atribuído à vida humana. Seja pela ação ou omissão, a humanidade inteira se contorna como vítima quando testemunha silenciosamente o desrespeito à vida humana. Um desrespeito que não poupa pais e filhos; professores e alunos; um desrespeito que não está só nas ruas, mas, por vezes, corrompe as relações humanas na escola e na família - espaços que deveriam ser sagrados e destinados à proteção da vida.
Fonte: ROVERE, Maria Helena Marques. Escola de valor. 2. ed. São Paulo: Paulus, 2009. pp. 57 e 58.
O texto faz uma relação entre vida e valor. Analise as alternativas abaixo e marque a alternativa INCORRETA sobre esta relação.
 

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O Caso do vestido
(Norma Couri)

Viral que explodiu na internet no fim de semana (27/2- 1/3) com 16 milhões de acessos e 11 milhões de mensagens pelo Twitter, em menos de um dia o vestido passou em importância à frente de guerras, estupros, sequestros, corrupções. "Me ajudem. Este vestido é branco ou dourado? Ou azul e preto?", a cantora escocesa Caitlin McNeill perguntou na quinta-feira (26). Internautas do mundo todo vieram ajudar. Qual a cor do vestido? A marca britânica Roman Originais da peça apresentada apenas como "O Vestido" teve de aumentar o estoque depois que a procura subiu em 347%. Informou a todos "é azul!", mas cogita confeccionar o modelo em dourado e branco, como algumas pessoas enxergaram a cor.

Na rádio CBN (sexta, 27/2), Carlos Alberto Sardenberg gastou um bom tempo apresentando versões desencontradas de ouvintes sobre a cor do vestido, e ainda ouviu um oftalmologista explicando que o fundo muda a cor e o olho humano cai em armadilhas frequentes. O portal G1 incluiu a polêmica cor do vestido entre as matérias mais lidas da semana. A edição de domingo (1/3) do Estado de S.Paulo ("Azul-Pretinho Básico?") e O Globo de sábado (28/2, "Ciência explica mistério do vestido") deram chamadas de capa e ouviram psicólogos,neurologistas, filósofos, sem chegar a uma conclusão. Truque de luzes. Truque de ilusão de ótica. Células divergentes que interpretam cores. Cones dissonantes de cada pessoa que induzem mais ao vermelho, ao verde ou ao azul.

O Fantástico fez um alentado quadro no domingo sobre as zonas de sombra calibradas pelo cérebro para perceber cores. A Folha de S.Paulo publicou a matéria em página quase inteira na rubrica "Ciência" (sábado, 28), "Debate sobre cor de vestido expõe sutis diferenças nos olhos e cérebros". O psicólogo e neurocientista da New York University, Pascal Wallisch, em artigo traduzido para o caderno "Aliás" do Estadão de domingo, conclui filosoficamente que devemos manter a mente aberta, "algo para lembrar da próxima vez que você discordar de alguém".

O enigma do vestido quebrou a internet e a nossa compreensão de como atrair leitores para os assuntos do dia, o que colocar na primeira página, qual o interesse real das pessoas no mundo inteiro. Nem dá para criticar o Brasil pelas banalidades e celebridades cotidianas porque a respeitadíssima revista de tecnologia americana Wired, com sede em São Francisco, entrevistou um neurologista para explicar que a luz que enxergamos durante o dia muda de cor e a compensação é feita pelo cérebro.

Até a melhor rede pública de TV do Mundo, a britânica BBC entrou na charada: publicou uma avaliação da expert Emma Lynch para concluir que a cor do vestido é azulou preta. Ou dourado e branco?

Muito antes, em 1945, a polêmica pré-internet, pré-computador, foi em torno do maravilhoso poema de Carlos Drummond de Andrade publicado em A Rosa do Povo. "O caso do vestido" virou peça de projetos escolares, como o da professora Lucy Nakamura (o vestido era preto). Foi encenado e declamado no Brasil inteiro. Serviu a dissertações de mestrado e a teses de doutorado em várias universidades, foi tema de discussão em mesas redondas, dissecado por semiólogos, psicólogos, críticos literários. Em 2004 virou filme de Paulo Thiago interpretado por Gabriela Duarte, Daniel Dantas, Renato Borghi , Paulo José e o excelente ator Othon Bastos, que já foi o cangaceiro Corisco no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e hoje o conhecem apenas como o mordomo da novela Império. No filme, o vestido era rosa.

Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.

"A edição de domingo (1/3) do Estado de S. Paulo ( ... )". Na frase, a locução "de domingo", por admitir sua substituição pelo adjetivo dominical, funciona como:

 

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2238503 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Em algum momento da vida, praticamente todo ser humano pergunta a si mesmo: "Quem sou eu?" Tanto a mitologia quanto a religião se preocuparam em buscar respostas para essa inquietação, assim como a filosofia também. Leia o texto que segue e responda a questão.
Corpo e alma.
A partir do século V a.C., Sócrates põe o ser humano sob o foco do pensamento filosófico grego. Afirma-se que ele adotou como lema de sua prática filosófica a inscrição que ficava no portal do famoso Oráculo de Delfos, templo dedicado ao deus Apolo: "Conhece-te a ti mesmo e conhecerás os homens, o mundo e os deuses". Essa inscrição considera o ser humano como a fonte de todo o conhecimento e o meio pelo qual é possível conhecer os outros, o mundo e até os deuses, uma vez que aquela exigência única fosse cumprida por meio da prática filosófica para Sócrates, uma forma de autoconhecimento, a vida, examinada e investigada se tornaria mais digna de ser vivida.
Ainda na Antiguidade, dois filósofos deram importantes contribuições para a incógnita em torno do ser humano: Platão e Aristóteles.
Platão afirmava que o ser humano é composto de um corpo físico, material, imperfeito e mortal, e de uma alma, imaterial, perfeita e imortal. Não se pode pensar no ser humano apenas como um corpo, nem apenas como alma; ele é a ligação indissolúvel entre os dois. Precisa, no entanto, ser conduzido pela alma, sede da razão e do pensamento, para que sua vida não se perca nas imperfeições. Platão adverte que a ideia de sermos guiados pela alma não significa uma negação do corpo, por isso, deve-se cuidar dele. É a ginástica do corpo que possibilita a ginástica da alma, proporcionadas pelas reflexões filosóficas. Além disso, uma vez controlados os instintos e as paixões do corpo, a alma pode dedicar-se às ideias.
Sem se afastar do dualismo corpo-alma exposto por Platão, Aristóteles avançou bastante nos estudos filosóficos sobre o ser humano. Desenvolveu uma teoria na qual distingue os vários atributos da alma, sendo a razão o mais importante deles, por ser encontrada apenas nos seres humanos. Definiu o ser humano como um "animal racional' e um 'animal político". Ao afirmar isso, Aristóteles quer dizer que o homem é dotado de pensamento e de linguagem. Para designar tal característica, ele usava a palavra grega lagos, que tanto significa 'razão', 'pensamento', quanto 'palavra', 'linguagem'. Isso porque os gregos antigos afirmavam que o ser humano pensa por meio da linguagem, que pensamento e linguagem estão entrelaçados.
Dessa primeira definição decorre a segunda: se somos seres de linguagem, se nos comunicamos com aqueles que são iguais a nós, então com eles compartilhamos a vida. Por isso, somos seres sociais, políticos, que não apenas vivemos em comunidade, mas que só nos realizamos plenamente na vida política.
Na Idade Média, a filosofia estava profundamente ligada à religião. A Igreja utilizava argumentos filosóficos para reforçar os ensinamentos cristãos. O ser humano era considerado criação e instrumento de Deus. Sendo assim, o mais importante era conhecer aquilo que o criador esperava da criatura. A pergunta então não era "quem sou eu"?, Porém, "como Deus quer que eu seja?".
Fonte: GALLO, Silvio. Filosofia: experiência do pensamento. São Paulo: Scipione, 2013. pp. 66 e 67.
A frase lema da filosofia socrática: Conhece-te a ti mesmo e conheceras os homens, o mundo e os deuses", afirma que:
 

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2238502 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Analise a questão da Prova Brasil- Matemática, para 5° ano do Ensino Fundamental (INEP, 2015) e marque a alternativa com o descritor referente à questão.
Enunciado 3052179-1
 

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2238501 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Os valores éticos e morais
Os valores humanos são tão antigos quanto à própria espécie humana. A origem do valor humano está na origem dos seres humanos. Valor humano e seres humanos são duas composições que se acordam primeiro na estrutura moral e, mais tarde, na estrutura ética, ou seja, nascemos num ambiente moral e nos tornamos éticos com a maturidade e a consciência dos nossos atos.
Desde que o homem percebeu que sua sobrevivência estava condicionada à vida com outros de mesma espécie, as normas de comportamento moral têm sido necessárias para o bem-estar do grupo. Essa percepção, ainda que meio instintiva, já aparecia na pré-história e foi evoluindo e se tornando consciente à medida que os conhecimentos foram se acumulando e novas descobertas sobre a vida foram surgindo. Por sua especial inteligência em relação aos animais, a mente humana preocupou-se também com a construção de princípios (valores) que lhe permitissem estabelecer uma distinção entre o bem e o mal, o certo e o errado, como uma forma de fundar um caminho para a busca de seu ideal de realização. O juízo de valor está em contínua evolução e transformação, pois acompanha a evolução da cultura, da sociedade, da humanidade. Observamos que, de uma geração para outra, novos juízos de valores são inseridos, outros abandonados, outros substituídos.
A palavra ética vem do grego ethos e significa comportamento. Moral vem do latim mores e significa costumes. A moral refere-se aos costumes das pessoas, dos povos em determinado tempo e espaço. O que é imoral para determinada pessoa pode não ser para outra. O conceito de moralidade se altera de acordo com a influência dos ambientes morais em que estamos colocados. É, portanto um valor variável. A ética surge mais tarde para especular, para estudar, para filosofar sobre a moral, constituindo-se como ciência da moral.
Todos nós, seres humanos, precisamos fazer escolhas ao longo de toda a nossa vida e necessitamos justificá-Ias com base nos valores, nem que seja para explicar o feito alicerçado na reprodução ou imitação das nossas ações: "Eu faço assim porque meus avós sempre fizeram assim." "Eu ensino desta maneira, porque foi assim que aprendi nos bancos escolares." Uma opção que se apresenta moralmente correta para quem a segue, mas não, necessariamente, eticamente aceitável, pois denota um baixo nível de consciência para justificar tal escolha. O comportamento ético é resultado do nível de consciência, de maturidade e de crescimento individual e moral, a fim de julgar o comportamento humano.
Fonte: ROVERE, Maria Helena
Marques. Escola de valor. 2. ed. São Paulo: Paulus. 2009. pp. 143 a 145.
Após a leitura, marque a resposta CORRETA sobre a origem dos valores.
 

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2238500 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Considerando o conteúdo do relato da professora sobre a atividade de desenho em uma aula de Arte, é correto afirmar que:
Uma professora observava as
crianças de sua turma desenhando.
Ocasionalmente passeava pela sala para
ver os trabalhos de cada criança.
Quando chegou perto de uma menina que
trabalhava intensamente, perguntou o
que desenhava.Amenina respondeu:
- "Estou desenhando Deus".
A professora parou e disse:
- "Mas ninguém sabe como é Deus".
Sem piscar e sem levantar os olhos de seu
desenho, a menina respondeu:
- "Saberão dentro de um minuto".
(Adaptado de Pedro Bloch)
 

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