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Desmatamento pode elevar temperatura na Amazônia em 1,45°C
Se o desmatamento na Amazônia continuar no ritmo atual, a perda da floresta pode levar, até 2050, a um aumento médio da temperatura da região de 1,45°C, o que, além de afetar a biodiversidade local, poderá ter impactos econômicos e sociais, incluindo o aumento da ocorrência de algumas doenças infecciosas e da demanda por energia elétrica e água.
Além disso, haverá redução na produtividade de cultivos. O alerta está em um estudo publicado na revista PLoS ONE por pesquisadores da Universidade Estadual do Rio (Uerj), da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade da Califórnia em Santa Cruz.
O grupo analisou o impacto já sentido da retirada da cobertura vegetal na reflexão da luz solar e na capacidade de evapotranspiração da floresta (perda de água do solo por evaporação e da planta por transpiração) sobre a temperatura do solo em regiões tropicais e o que pode ocorrer no futuro na Amazônia.
De acordo com o trabalho, o desmatamento já promoveu, em áreas tropicais da Terra, um aumento de 0,38°C entre 2000 e 2010. Mas esse valor é uma média para todas as regiões, considerando um desmatamento também médio para essas de 26% no período. A maioria das áreas analisadas (67%) sofreu menos de 20% de desmatamento. Onde a perda florestal foi mais intensa, o aquecimento observado também é maior.
“Quando olhamos áreas tropicais que taxas maiores de desmatamento, o aumento de temperatura foi muito maior. Por exemplo, em áreas que perderam 50% de sua cobertura florestal, o aumento médio de 1,08°C. Em áreas com 100% de desmatamento, o aumento pode chegar a quase 2°C. Isso provavelmente ocorreu em áreas ao longo do arco do desmatamento da Amazônia”, disse o ecólogo Jayme Prevedello, da Uerj – o primeiro autor do trabalho.
O pesquisador explica que esses valores de aquecimento são uma média entre as temperaturas diurna e noturna. “Se considerarmos apenas a temperatura durante o dia, os aumentos são ainda mais dramáticos. Na média, o aumento foi 0,87°C. Para locais com 50% de desmatamento, foi de 1,7°C, e para 100% de desmatamento, foi de 3°C em média, podendo chegar a 5,1°C”, afirma.
https://exame.abril.com.br... - adaptado.
No período “Se o desmatamento na Amazônia continuar no ritmo atual, a perda da floresta pode levar...” (primeiro parágrafo), a conjunção sublinhada introduz circunstância de:
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Desmatamento pode elevar temperatura na Amazônia em 1,45°C
Se o desmatamento na Amazônia continuar no ritmo atual, a perda da floresta pode levar, até 2050, a um aumento médio da temperatura da região de 1,45°C, o que, além de afetar a biodiversidade local, poderá ter impactos econômicos e sociais, incluindo o aumento da ocorrência de algumas doenças infecciosas e da demanda por energia elétrica e água.
Além disso, haverá redução na produtividade de cultivos. O alerta está em um estudo publicado na revista PLoS ONE por pesquisadores da Universidade Estadual do Rio (Uerj), da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade da Califórnia em Santa Cruz.
O grupo analisou o impacto já sentido da retirada da cobertura vegetal na reflexão da luz solar e na capacidade de evapotranspiração da floresta (perda de água do solo por evaporação e da planta por transpiração) sobre a temperatura do solo em regiões tropicais e o que pode ocorrer no futuro na Amazônia.
De acordo com o trabalho, o desmatamento já promoveu, em áreas tropicais da Terra, um aumento de 0,38°C entre 2000 e 2010. Mas esse valor é uma média para todas as regiões, considerando um desmatamento também médio para essas de 26% no período. A maioria das áreas analisadas (67%) sofreu menos de 20% de desmatamento. Onde a perda florestal foi mais intensa, o aquecimento observado também é maior.
“Quando olhamos áreas tropicais que taxas maiores de desmatamento, o aumento de temperatura foi muito maior. Por exemplo, em áreas que perderam 50% de sua cobertura florestal, o aumento médio de 1,08°C. Em áreas com 100% de desmatamento, o aumento pode chegar a quase 2°C. Isso provavelmente ocorreu em áreas ao longo do arco do desmatamento da Amazônia”, disse o ecólogo Jayme Prevedello, da Uerj – o primeiro autor do trabalho.
O pesquisador explica que esses valores de aquecimento são uma média entre as temperaturas diurna e noturna. “Se considerarmos apenas a temperatura durante o dia, os aumentos são ainda mais dramáticos. Na média, o aumento foi 0,87°C. Para locais com 50% de desmatamento, foi de 1,7°C, e para 100% de desmatamento, foi de 3°C em média, podendo chegar a 5,1°C”, afirma.
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Segundo seu sentido no texto, a palavra “promoveu” (quarto parágrafo) encontra um sinônimo em:
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Desmatamento pode elevar temperatura na Amazônia em 1,45°C
Se o desmatamento na Amazônia continuar no ritmo atual, a perda da floresta pode levar, até 2050, a um aumento médio da temperatura da região de 1,45°C, o que, além de afetar a biodiversidade local, poderá ter impactos econômicos e sociais, incluindo o aumento da ocorrência de algumas doenças infecciosas e da demanda por energia elétrica e água.
Além disso, haverá redução na produtividade de cultivos. O alerta está em um estudo publicado na revista PLoS ONE por pesquisadores da Universidade Estadual do Rio (Uerj), da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade da Califórnia em Santa Cruz.
O grupo analisou o impacto já sentido da retirada da cobertura vegetal na reflexão da luz solar e na capacidade de evapotranspiração da floresta (perda de água do solo por evaporação e da planta por transpiração) sobre a temperatura do solo em regiões tropicais e o que pode ocorrer no futuro na Amazônia.
De acordo com o trabalho, o desmatamento já promoveu, em áreas tropicais da Terra, um aumento de 0,38°C entre 2000 e 2010. Mas esse valor é uma média para todas as regiões, considerando um desmatamento também médio para essas de 26% no período. A maioria das áreas analisadas (67%) sofreu menos de 20% de desmatamento. Onde a perda florestal foi mais intensa, o aquecimento observado também é maior.
“Quando olhamos áreas tropicais que taxas maiores de desmatamento, o aumento de temperatura foi muito maior. Por exemplo, em áreas que perderam 50% de sua cobertura florestal, o aumento médio de 1,08°C. Em áreas com 100% de desmatamento, o aumento pode chegar a quase 2°C. Isso provavelmente ocorreu em áreas ao longo do arco do desmatamento da Amazônia”, disse o ecólogo Jayme Prevedello, da Uerj – o primeiro autor do trabalho.
O pesquisador explica que esses valores de aquecimento são uma média entre as temperaturas diurna e noturna. “Se considerarmos apenas a temperatura durante o dia, os aumentos são ainda mais dramáticos. Na média, o aumento foi 0,87°C. Para locais com 50% de desmatamento, foi de 1,7°C, e para 100% de desmatamento, foi de 3°C em média, podendo chegar a 5,1°C”, afirma.
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De acordo com o texto, analisar os itens abaixo:
I. Além do impacto à biodiversidade local, o aumento da temperatura poderá afetar economicamente.
II. O aumento de temperatura local está ligado às taxas de desmatamento. Sendo assim, locais que tiveram uma maior taxa de desmatamento sofreram com um aumento maior da temperatura.
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Desmatamento pode elevar temperatura na Amazônia em 1,45°C
Se o desmatamento na Amazônia continuar no ritmo atual, a perda da floresta pode levar, até 2050, a um aumento médio da temperatura da região de 1,45°C, o que, além de afetar a biodiversidade local, poderá ter impactos econômicos e sociais, incluindo o aumento da ocorrência de algumas doenças infecciosas e da demanda por energia elétrica e água.
Além disso, haverá redução na produtividade de cultivos. O alerta está em um estudo publicado na revista PLoS ONE por pesquisadores da Universidade Estadual do Rio (Uerj), da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade da Califórnia em Santa Cruz.
O grupo analisou o impacto já sentido da retirada da cobertura vegetal na reflexão da luz solar e na capacidade de evapotranspiração da floresta (perda de água do solo por evaporação e da planta por transpiração) sobre a temperatura do solo em regiões tropicais e o que pode ocorrer no futuro na Amazônia.
De acordo com o trabalho, o desmatamento já promoveu, em áreas tropicais da Terra, um aumento de 0,38°C entre 2000 e 2010. Mas esse valor é uma média para todas as regiões, considerando um desmatamento também médio para essas de 26% no período. A maioria das áreas analisadas (67%) sofreu menos de 20% de desmatamento. Onde a perda florestal foi mais intensa, o aquecimento observado também é maior.
“Quando olhamos áreas tropicais que taxas maiores de desmatamento, o aumento de temperatura foi muito maior. Por exemplo, em áreas que perderam 50% de sua cobertura florestal, o aumento médio de 1,08°C. Em áreas com 100% de desmatamento, o aumento pode chegar a quase 2°C. Isso provavelmente ocorreu em áreas ao longo do arco do desmatamento da Amazônia”, disse o ecólogo Jayme Prevedello, da Uerj – o primeiro autor do trabalho.
O pesquisador explica que esses valores de aquecimento são uma média entre as temperaturas diurna e noturna. “Se considerarmos apenas a temperatura durante o dia, os aumentos são ainda mais dramáticos. Na média, o aumento foi 0,87°C. Para locais com 50% de desmatamento, foi de 1,7°C, e para 100% de desmatamento, foi de 3°C em média, podendo chegar a 5,1°C”, afirma.
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Considerando-se a concordância, assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
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De acordo com o Caderno de Atenção Básica nº 21 - Vigilância em Saúde: Dengue, Esquistossomose, Hanseníase, Malária, Tracoma e Tuberculose, sobre a esquistossomose, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) É doença de veiculação hídrica.
( ) A esquistossomose na fase crônica pode apresentar distintas manifestações. Nessa fase, o coração é o órgão mais frequentemente comprometido.
( ) Dentre as condições que favorecem a ocorrência de casos e a instalação de focos de transmissão da doença, destacam-se a deficiência de saneamento domiciliar e ambiental.
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Sobre a visita domiciliar, analisar a sentença abaixo:
Na vigilância e controle de vetores, a visita domiciliar, realizada pelo Agente e pelo supervisor, é uma atividade fundamental para verificar a presença de criadouros, orientar os residentes sobre a eliminação dos mesmos e sobre medidas preventivas, identificação de foco e tratamento (biológico, químico, mecânico etc.) (1ª parte). A visita domiciliar é utilizada também para realizar levantamento de índices de infestação (2ª parte).
A sentença está:
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Segundo as Diretrizes Nacionais para a Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue, no trabalho de controle vetorial, o Agente de Combate a Endemias é o profissional responsável pela execução das atividades de combate ao vetor realizadas nos imóveis, devendo, EXCETO:
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Com base nas Diretrizes Nacionais para a Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue, sobre os métodos de controle vetorial mecânico, é mencionado que diversas iniciativas de controle mecânico em larga escala podem ser incorporadas pelo gestor municipal, dentre as quais enfatiza-se:
I. Coleta, armazenamento e destinação final em terrenos baldios de pneumáticos.
II. Reforço na coleta de resíduos sólidos, com destino final adequado, em áreas com altos índices de infestação.
III. Vedação de depósitos de armazenamento de água.
Estão CORRETOS:
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Sobre o reconhecimento geográfico (RG), marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) O RG procura conhecer como é a referida moradia (número de anexos, sua distância da moradia, número de cômodos, tipo de cobertura, de parede, condições sanitárias do imóvel, etc.).
( ) O RG procura conhecer as vias de acesso à moradia e ainda os acidentes geográficos situados nas cercanias da mesma: lagoas, pântanos, matas, rios etc. Tudo isso pode estar relacionado com a incidência de doenças.
( ) O RG se propõe a registrar informações sobre o número de quarteirões e imóveis existentes, a situação de cada localidade em relação às vizinhas, facilitando a localização dos imóveis e o deslocamento dentro da localidade.
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De acordo com a Portaria nº 1.378/2013, a vigilância em saúde constitui um processo contínuo e sistemático de coleta, consolidação, análise e disseminação de dados sobre eventos relacionados à saúde, visando ao planejamento e à implementação de medidas de saúde pública para:
I. A proteção da saúde da população.
II. A prevenção e controle de riscos, agravos e doenças.
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