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Leia o seguinte trecho.
Estudos indicam que ruídos com intensidade acima de 80 decibéis __________ à orelha humana. Avião decolando, buzina, martelo pneumático, serra mecânica e máquina perfuradora são alguns exemplos de geradores de ruídos com intensidade acima desse limiar.
O crescimento das cidades ___________ as pessoas cada dia mais vulneráveis a esses ruídos prejudiciais, de tal forma que a poluição sonora passou a ser uma constante na vida das pessoas e é vista como um dos problemas a serem combatidos nos grandes centros urbanos.
(Bonjorno, Giovanni Jr.; Câmara, Paulo. Matemática, Ensino Médio. FTD, 2020)
De acordo com a norma-padrão de concordância, as lacunas desse texto devem ser preenchidas, respectivamente, por
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Leia o texto para responder à questão.
Árvore vira escola no interior do Ceará
Os moradores da Floresta Nacional do Araripe, em Barbalha (CE), usaram a criatividade para suprir a falta de escolas. Desde o início do ano, a sombra de um pequizeiro (árvore típica da região) serve de abrigo para três salas de aula.
(Folha de S.Paulo, 31.03.1992. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho destacado está reescrito de forma a manter o sentido original do texto.
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O amor de Tumitinha era pouco e se acabou
Você também deve ter alguma palavra que aprendeu na infância, achava que tinha um certo significado e aquilo ficou impregnado na sua cabeça para sempre. Só anos depois veio a descobrir que a palavra não era bem aquela e nem significava aquilo.
Um exemplo clássico é a frase – Hoje é domingo, pé de cachimbo. Na verdade, não é Pé de Cachimbo, mas sim pede (do verbo pedir) cachimbo. Ou seja, pede paz, tranquilidade, moleza, pede uma cervejinha. E a gente sempre a imaginar um pé de cachimbo no quintal, todo florido, com cachimbos pendurados, soltando fumaça. E assim existem várias palavras.
Tumitinha – Todo mundo conhece a música Ciranda Cirandinha.
Uma amiga me confessou que, durante anos e anos, entendia um verso completamente diferente. Quando a letra fala “o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou”, ela achava que era “o amor de Tumitinha era pouco e se acabou”. Tumitinha era um menino, coitado. Ficava com dó do Tumitinha toda vez que cantava a música, porque o amor dele tinha acabado. E mais, achava que o Tumitinha era um japonesinho. Devia se chamar, na verdade, Tumita. Quando ela descobriu que o Tumitinha não existia, sofreu muito. Faz análise até hoje. […]
(Mário Prata, O Estado de S. Paulo, 25.01.1995. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a expressão em destaque na frase está substituída nos parênteses, de acordo com a norma-padrão de emprego e colocação pronominal.
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O amor de Tumitinha era pouco e se acabou
Você também deve ter alguma palavra que aprendeu na infância, achava que tinha um certo significado e aquilo ficou impregnado na sua cabeça para sempre. Só anos depois veio a descobrir que a palavra não era bem aquela e nem significava aquilo.
Um exemplo clássico é a frase – Hoje é domingo, pé de cachimbo. Na verdade, não é Pé de Cachimbo, mas sim pede (do verbo pedir) cachimbo. Ou seja, pede paz, tranquilidade, moleza, pede uma cervejinha. E a gente sempre a imaginar um pé de cachimbo no quintal, todo florido, com cachimbos pendurados, soltando fumaça. E assim existem várias palavras.
Tumitinha – Todo mundo conhece a música Ciranda Cirandinha.
Uma amiga me confessou que, durante anos e anos, entendia um verso completamente diferente. Quando a letra fala “o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou”, ela achava que era “o amor de Tumitinha era pouco e se acabou”. Tumitinha era um menino, coitado. Ficava com dó do Tumitinha toda vez que cantava a música, porque o amor dele tinha acabado. E mais, achava que o Tumitinha era um japonesinho. Devia se chamar, na verdade, Tumita. Quando ela descobriu que o Tumitinha não existia, sofreu muito. Faz análise até hoje. […]
(Mário Prata, O Estado de S. Paulo, 25.01.1995. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho “Ficava com dó do Tumitinha toda vez que cantava a música…” foi reescrito mantendo o sentido do texto.
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O amor de Tumitinha era pouco e se acabou
Você também deve ter alguma palavra que aprendeu na infância, achava que tinha um certo significado e aquilo ficou impregnado na sua cabeça para sempre. Só anos depois veio a descobrir que a palavra não era bem aquela e nem significava aquilo.
Um exemplo clássico é a frase – Hoje é domingo, pé de cachimbo. Na verdade, não é Pé de Cachimbo, mas sim pede (do verbo pedir) cachimbo. Ou seja, pede paz, tranquilidade, moleza, pede uma cervejinha. E a gente sempre a imaginar um pé de cachimbo no quintal, todo florido, com cachimbos pendurados, soltando fumaça. E assim existem várias palavras.
Tumitinha – Todo mundo conhece a música Ciranda Cirandinha.
Uma amiga me confessou que, durante anos e anos, entendia um verso completamente diferente. Quando a letra fala “o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou”, ela achava que era “o amor de Tumitinha era pouco e se acabou”. Tumitinha era um menino, coitado. Ficava com dó do Tumitinha toda vez que cantava a música, porque o amor dele tinha acabado. E mais, achava que o Tumitinha era um japonesinho. Devia se chamar, na verdade, Tumita. Quando ela descobriu que o Tumitinha não existia, sofreu muito. Faz análise até hoje. […]
(Mário Prata, O Estado de S. Paulo, 25.01.1995. Adaptado)
Assinale a alternativa em que as duas palavras do texto pertencem, respectivamente, à mesma classe gramatical das palavras destacadas na seguinte frase:
Você também deve ter alguma palavra que aprendeu na infância…
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O amor de Tumitinha era pouco e se acabou
Você também deve ter alguma palavra que aprendeu na infância, achava que tinha um certo significado e aquilo ficou impregnado na sua cabeça para sempre. Só anos depois veio a descobrir que a palavra não era bem aquela e nem significava aquilo.
Um exemplo clássico é a frase – Hoje é domingo, pé de cachimbo. Na verdade, não é Pé de Cachimbo, mas sim pede (do verbo pedir) cachimbo. Ou seja, pede paz, tranquilidade, moleza, pede uma cervejinha. E a gente sempre a imaginar um pé de cachimbo no quintal, todo florido, com cachimbos pendurados, soltando fumaça. E assim existem várias palavras.
Tumitinha – Todo mundo conhece a música Ciranda Cirandinha.
Uma amiga me confessou que, durante anos e anos, entendia um verso completamente diferente. Quando a letra fala “o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou”, ela achava que era “o amor de Tumitinha era pouco e se acabou”. Tumitinha era um menino, coitado. Ficava com dó do Tumitinha toda vez que cantava a música, porque o amor dele tinha acabado. E mais, achava que o Tumitinha era um japonesinho. Devia se chamar, na verdade, Tumita. Quando ela descobriu que o Tumitinha não existia, sofreu muito. Faz análise até hoje. […]
(Mário Prata, O Estado de S. Paulo, 25.01.1995. Adaptado)
Segundo a amiga do autor,
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Leia o texto para responder à questão abaixo.
O amor de Tumitinha era pouco e se acabou
Você também deve ter alguma palavra que aprendeu na infância, achava que tinha um certo significado e aquilo ficou impregnado na sua cabeça para sempre. Só anos depois veio a descobrir que a palavra não era bem aquela e nem significava aquilo.
Um exemplo clássico é a frase – Hoje é domingo, pé de cachimbo. Na verdade, não é Pé de Cachimbo, mas sim pede (do verbo pedir) cachimbo. Ou seja, pede paz, tranquilidade, moleza, pede uma cervejinha. E a gente sempre a imaginar um pé de cachimbo no quintal, todo florido, com cachimbos pendurados, soltando fumaça. E assim existem várias palavras.
Tumitinha – Todo mundo conhece a música Ciranda Cirandinha.
Uma amiga me confessou que, durante anos e anos, entendia um verso completamente diferente. Quando a letra fala “o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou”, ela achava que era “o amor de Tumitinha era pouco e se acabou”. Tumitinha era um menino, coitado. Ficava com dó do Tumitinha toda vez que cantava a música, porque o amor dele tinha acabado. E mais, achava que o Tumitinha era um japonesinho. Devia se chamar, na verdade, Tumita. Quando ela descobriu que o Tumitinha não existia, sofreu muito. Faz análise até hoje. […]
(Mário Prata, O Estado de S. Paulo, 25.01.1995. Adaptado)
No texto, a expressão “pede cachimbo” foi empregada
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O amor de Tumitinha era pouco e se acabou
Você também deve ter alguma palavra que aprendeu na infância, achava que tinha um certo significado e aquilo ficou impregnado na sua cabeça para sempre. Só anos depois veio a descobrir que a palavra não era bem aquela e nem significava aquilo.
Um exemplo clássico é a frase – Hoje é domingo, pé de cachimbo. Na verdade, não é Pé de Cachimbo, mas sim pede (do verbo pedir) cachimbo. Ou seja, pede paz, tranquilidade, moleza, pede uma cervejinha. E a gente sempre a imaginar um pé de cachimbo no quintal, todo florido, com cachimbos pendurados, soltando fumaça. E assim existem várias palavras.
Tumitinha – Todo mundo conhece a música Ciranda Cirandinha.
Uma amiga me confessou que, durante anos e anos, entendia um verso completamente diferente. Quando a letra fala “o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou”, ela achava que era “o amor de Tumitinha era pouco e se acabou”. Tumitinha era um menino, coitado. Ficava com dó do Tumitinha toda vez que cantava a música, porque o amor dele tinha acabado. E mais, achava que o Tumitinha era um japonesinho. Devia se chamar, na verdade, Tumita. Quando ela descobriu que o Tumitinha não existia, sofreu muito. Faz análise até hoje. […]
(Mário Prata, O Estado de S. Paulo, 25.01.1995. Adaptado)
Leia as frases:
I. Hoje é domingo, pé de cachimbo.
II. Hoje é domingo, pede cachimbo.
Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta a respeito das frases.
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Leia o texto para responder à questão abaixo.
O amor de Tumitinha era pouco e se acabou
Você também deve ter alguma palavra que aprendeu na infância, achava que tinha um certo significado e aquilo ficou impregnado na sua cabeça para sempre. Só anos depois veio a descobrir que a palavra não era bem aquela e nem significava aquilo.
Um exemplo clássico é a frase – Hoje é domingo, pé de cachimbo. Na verdade, não é Pé de Cachimbo, mas sim pede (do verbo pedir) cachimbo. Ou seja, pede paz, tranquilidade, moleza, pede uma cervejinha. E a gente sempre a imaginar um pé de cachimbo no quintal, todo florido, com cachimbos pendurados, soltando fumaça. E assim existem várias palavras.
Tumitinha – Todo mundo conhece a música Ciranda Cirandinha.
Uma amiga me confessou que, durante anos e anos, entendia um verso completamente diferente. Quando a letra fala “o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou”, ela achava que era “o amor de Tumitinha era pouco e se acabou”. Tumitinha era um menino, coitado. Ficava com dó do Tumitinha toda vez que cantava a música, porque o amor dele tinha acabado. E mais, achava que o Tumitinha era um japonesinho. Devia se chamar, na verdade, Tumita. Quando ela descobriu que o Tumitinha não existia, sofreu muito. Faz análise até hoje. […]
(Mário Prata, O Estado de S. Paulo, 25.01.1995. Adaptado)
De acordo com as informações do texto, é correto afirmar que
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Leia a tirinha.

(Níquel Náusea. Fernando Gonsalez. https://deposito-de-tirinhas.tumblr.com/post/139554811157/por-fernando-gonsales)
Mantendo a correlação verbal e a regência de acordo com a norma padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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