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1710885 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
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TEXTO II
O DIPLOMA
Olha o diploma da mamãe! Quem tem sua mamãe, deve lhe oferecer este diploma! Era atrás do edifício da Noite, na passagem lamacenta onde se aglomeram vendedores de canetas automáticas de dez cores, e outros artigos. O rapaz aproximou-se da banca onde se exibiam os diplomas. Pediu licença para pegar um deles, enquanto o vendedor continuava gritando a mercadoria sentimental. Mirou e remirou o papel com atenção. – Onde é que bota o retrato? – Que retrato? – inquiriu o camelô. – O meu, para oferecer a ela... – Ah, compreendo, o cavalheiro quer dar um retratinho a sua mamãe. Muito bem, pode colocar sua bonita estampa nas costas do diploma, está vendo? Timidamente, o rapaz formulou a objeção: – Mas!$ ^{(A)} !$, se ela enquadrar o diploma e pendurar na parede, o retrato fica escondido nas costas. – Perfeitamente, nesse caso, ela pode pendurar o quadro de costas e o amigo fica aparecendo. – Isso não. Eu queria botar meu retrato na frente do diploma, junto disso tudo que está aí escrito. – Não tem problema, cola aqui neste canto, fica mais interessante. O rapaz tirou um embrulhinho do bolso, tirou do embrulhinho sua fotografia em tamanho postal, aplicou-a sobre o diploma, no lugar indicado pelo vendedor. Reconheceu aborrecido: – Cabe não. – Cabe sim. Com licença, cavalheiro. Olhe como ficou bacana. – Assim ele tapa as letras da escrita. – Ora, só umas letrinhas. A maioria das palavras continua visível. Que!$ ^{(B)} !$ importância tem tapar algumas palavras? O cavalheiro cobre elas com o carinho de sua fotografia. O rapaz continuava indeciso. Dar um diploma a sua mãe, no dia das Mães, era ideia nova, excitante. Não entendia bem o que fosse diploma, porém, certamente, sua mãe o merecia; e se o diploma levasse o retrato dele, deixava de ser um diploma qualquer, oferecido a qualquer mãe. Mas, como!$ ^{(C)} !$, se não tinham previsto o lugar para o retrato do filho? – Vai levar? – perguntou o camelô, desejoso de fechar o negócio e voltar à pregação oratória – pois!$ ^{(D)} !$ eles gostam ainda mais de falar à multidão do que de vender. – Bem… eu levo. Corto o peito do meu retrato, assim ele cabe sem ofender as palavras. E como eu faço para mandar para Inajaroba? – Onde fica isso, meu chapa? – Sergipe, então não sabe? – Até este momento não sabia, mas não tem problema. Enrola, bota no Correio, vai de avião. – Chega todo esbandalhado. – Então, passa ali na papelaria e pede para botar enchimento, fazer um embrulho bem legal. – Mais um favorzinho, moço – e o rapaz baixou a voz e a cabeça. – Vai dizendo, vai dizendo. – Pode ler para mim o que está escrito aí? Eu não gostava que minha mãe recebesse o diploma sem eu saber o que estou mandando dizer nele... – Como todo prazer - ele leu com ênfase, para o rapaz e para o grupo em redor, a declaração de amor de um filho à sua mãe, em forma de diploma.
Fonte: ANDRADE, C. Drummond de, et al. Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1980. v. 2.
Aponte o item cuja descrição corresponde ao modo como os elementos de coesão contribuem para a construção do sentido do Texto II:
 

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1710212 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
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TEXTO II
O DIPLOMA
Olha o diploma da mamãe! Quem tem sua mamãe, deve lhe oferecer este diploma! Era atrás do edifício da Noite, na passagem lamacenta onde se aglomeram vendedores de canetas automáticas de dez cores, e outros artigos. O rapaz aproximou-se da banca onde se exibiam os diplomas. Pediu licença para pegar um deles, enquanto o vendedor continuava gritando a mercadoria sentimental. Mirou e remirou o papel com atenção. – Onde é que bota o retrato? – Que retrato? – inquiriu o camelô. – O meu, para oferecer a ela... – Ah, compreendo, o cavalheiro quer dar um retratinho a sua mamãe. Muito bem, pode colocar sua bonita estampa nas costas do diploma, está vendo? Timidamente, o rapaz formulou a objeção: – Mas, se ela enquadrar o diploma e pendurar na parede, o retrato fica escondido nas costas. – Perfeitamente, nesse caso, ela pode pendurar o quadro de costas e o amigo fica aparecendo. – Isso não. Eu queria botar meu retrato na frente do diploma, junto disso tudo que está aí escrito. – Não tem problema, cola aqui neste canto, fica mais interessante. O rapaz tirou um embrulhinho do bolso, tirou do embrulhinho sua fotografia em tamanho postal, aplicou-a sobre o diploma, no lugar indicado pelo vendedor. Reconheceu aborrecido: – Cabe não. – Cabe sim. Com licença, cavalheiro. Olhe como ficou bacana. – Assim ele tapa as letras da escrita. – Ora, só umas letrinhas. A maioria das palavras continua visível. Que importância tem tapar algumas palavras? O cavalheiro cobre elas com o carinho de sua fotografia. O rapaz continuava indeciso. Dar um diploma a sua mãe, no dia das Mães, era ideia nova, excitante. Não entendia bem o que fosse diploma, porém, certamente, sua mãe o merecia; e se o diploma levasse o retrato dele, deixava de ser um diploma qualquer, oferecido a qualquer mãe. Mas, como, se não tinham previsto o lugar para o retrato do filho? – Vai levar? – perguntou o camelô, desejoso de fechar o negócio e voltar à pregação oratória – pois eles gostam ainda mais de falar à multidão do que de vender. – Bem… eu levo. Corto o peito do meu retrato, assim ele cabe sem ofender as palavras. E como eu faço para mandar para Inajaroba? – Onde fica isso, meu chapa? – Sergipe, então não sabe? – Até este momento não sabia, mas não tem problema. Enrola, bota no Correio, vai de avião. – Chega todo esbandalhado. – Então, passa ali na papelaria e pede para botar enchimento, fazer um embrulho bem legal. – Mais um favorzinho, moço – e o rapaz baixou a voz e a cabeça. – Vai dizendo, vai dizendo. – Pode ler para mim o que está escrito aí? Eu não gostava que minha mãe recebesse o diploma sem eu saber o que estou mandando dizer nele... – Como todo prazer - ele leu com ênfase, para o rapaz e para o grupo em redor, a declaração de amor de um filho à sua mãe, em forma de diploma.
Fonte: ANDRADE, C. Drummond de, et al. Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1980. v. 2.
Marque a alternativa correta, considerando o ponto de vista da norma ortográfica da Língua Portuguesa.
 

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1710001 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
Os fenícios caracterizavam-se por serem, essencialmente, mercadores que exportavam pescado, vinhos, ouro e prata, armas; praticavam a pirataria e desenvolviam um intenso comércio de escravos no Mediterrâneo. Contudo, deixaram uma grande contribuição para a civilização ocidental, pela criação:
 

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1708951 Ano: 2018
Disciplina: Geografia
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
A Geografia se caracteriza pelo estudo da superfície, do clima, da vegetação do planeta e de sua ocupação pelo homem.
Sobre Espaço Geográfico, pode se afirmar que:
 

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1708319 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
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TEXTO II
O DIPLOMA
Olha o diploma da mamãe! Quem tem sua mamãe, deve lhe oferecer este diploma! Era atrás do edifício da Noite, na passagem lamacenta onde se aglomeram vendedores de canetas automáticas de dez cores, e outros artigos. O rapaz aproximou-se da banca onde se exibiam os diplomas. Pediu licença para pegar um deles, enquanto o vendedor continuava gritando a mercadoria sentimental. Mirou e remirou o papel com atenção. – Onde é que bota o retrato? – Que retrato? – inquiriu o camelô. – O meu, para oferecer a ela... – Ah, compreendo, o cavalheiro quer dar um retratinho a sua mamãe. Muito bem, pode colocar sua bonita estampa nas costas do diploma, está vendo? Timidamente, o rapaz formulou a objeção: – Mas se ela enquadrar o diploma e pendurar na parede, o retrato fica escondido nas costas. – Perfeitamente, nesse caso, ela pode pendurar o quadro de costas e o amigo fica aparecendo. – Isso não. Eu queria botar meu retrato na frente do diploma, junto disso tudo que está aí escrito. – Não tem problema, cola aqui neste canto, fica mais interessante. O rapaz tirou um embrulhinho do bolso, tirou do embrulhinho sua fotografia em tamanho postal, aplicou-a sobre o diploma, no lugar indicado pelo vendedor. Reconheceu aborrecido: – Cabe não. – Cabe sim. Com licença, cavalheiro. Olhe como ficou bacana. – Assim ele tapa as letras da escrita. – Ora, só umas letrinhas. A maioria das palavras continua visível. Queimportância tem tapar algumas palavras? O cavalheiro cobre elas com o carinho de sua fotografia. O rapaz continuava indeciso. Dar um diploma a sua mãe, no dia das Mães, era ideia nova, excitante. Não entendia bem o que fosse diploma, porém, certamente, sua mãe o merecia; e se o diploma levasse o retrato dele, deixava de ser um diploma qualquer, oferecido a qualquer mãe. Mas, como se não tinham previsto o lugar para o retrato do filho? – Vai levar? – perguntou o camelô, desejoso de fechar o negócio e voltar à pregação oratória – pois eles gostam ainda mais de falar à multidão do que de vender. – Bem… eu levo. Corto o peito do meu retrato, assim ele cabe sem ofender as palavras. E como eu faço para mandar para Inajaroba? – Onde fica isso, meu chapa? – Sergipe, então não sabe? – Até este momento não sabia, mas não tem problema. Enrola, bota no Correio, vai de avião. – Chega todo esbandalhado. – Então, passa ali na papelaria e pede para botar enchimento, fazer um embrulho bem legal. – Mais um favorzinho, moço – e o rapaz baixou a voz e a cabeça. – Vai dizendo, vai dizendo. – Pode ler para mim o que está escrito aí? Eu não gostava que minha mãe recebesse o diploma sem eu saber o que estou mandando dizer nele... – Como todo prazer - ele leu com ênfase, para o rapaz e para o grupo em redor, a declaração de amor de um filho à sua mãe, em forma de diploma.
Fonte: ANDRADE, C. Drummond de, et al. Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1980. v. 2.
Para Marcuschi (2001, p. 136), “As diferenças entre fala e escrita se dão dentro do continuum tipológico das práticas sociais de produção textual e não na relação dicotômica de dois polos opostos. Assinale a resposta correta, relativamente ao modo como são utilizadas características da oralidade e da escrita nos dois textos em estudo.
 

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TEXTO
É mesmo importante saber fazer contas?
Você tem facilidade com números?
Antes de fechar esta página, horrorizado com a ideia de ler voluntariamente sobre matemática, espere.
Para a maioria de nós, a matemática básica é algo que usamos o dia todo com sucesso, seja em casa ou no trabalho.
Decisões com base em cálculos nos ajudam a cuidar de contas bancárias, avaliar itens no supermercado, fazer estimativas e apontar erros. Confiamos em nosso senso numérico quando decoramos um quarto, assamos um bolo, saímos para comer ou vamos a uma loja. Cada uma dessas tarefas requer numeracia: a habilidade de entender e trabalhar com números no dia a dia.
"O que precisamos na rotina é de uma matemática muito simples", diz Mike Ellicock, diretor-executivo da instituição britânica National Numeracy. "Mas também precisamos de uma compreensão conceitual aplicada a situações complexas".
Essa compreensão se aplica a uma ampla gama de informações matemáticas que podem ser intrincadas, abstratas ou incorporadas a contextos desconhecidos.
Por exemplo, pode ser necessário calcular o custo de comprar versus o de alugar um carro; usar milhas ou dinheiro para comprar uma passagem de avião ou como ajustar uma receita para alimentar seis pessoas em vez de quatro. Frações, porcentagens, aproximações, compreensão espacial, taxas de variação, gráficos e aritmética básica são parte do sentido numérico, mas a numeracia não é igual à matemática de sala de aula - nem é o mesmo que resolver cálculos complexos.
Na verdade, a numeracia é a forma como interpretamos e aplicamos o conhecimento matemático ao mundo ao nosso redor.
Fonte: Adrienne Bernhard. BBC. https://www.bbc.com/portuguese/vert-cap-45304168 Acesso em 01/09/2018.
Assinale a opção correta quanto à classificação das orações em destaque: ”Antes de fechar esta página, horrorizado com a ideia de ler voluntariamente sobre matemática, espere.”
 

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1707297 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
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TEXTO II
O DIPLOMA
Olha o diploma da mamãe! Quem tem sua mamãe, deve lhe oferecer este diploma! Era atrás do edifício da Noite, na passagem lamacenta onde se aglomeram vendedores de canetas automáticas de dez cores, e outros artigos. O rapaz aproximou-se da banca onde se exibiam os diplomas. Pediu licença para pegar um deles, enquanto o vendedor continuava gritando a mercadoria sentimental. Mirou e remirou o papel com atenção. – Onde é que bota o retrato? – Que retrato? – inquiriu o camelô. – O meu, para oferecer a ela... – Ah, compreendo, o cavalheiro quer dar um retratinho a sua mamãe. Muito bem, pode colocar sua bonita estampa nas costas do diploma, está vendo? Timidamente, o rapaz formulou a objeção: – Mas, se ela enquadrar o diploma e pendurar na parede, o retrato fica escondido nas costas. – Perfeitamente, nesse caso, ela pode pendurar o quadro de costas e o amigo fica aparecendo. – Isso não. Eu queria botar meu retrato na frente do diploma, junto disso tudo que está aí escrito. – Não tem problema, cola aqui neste canto, fica mais interessante. O rapaz tirou um embrulhinho do bolso, tirou do embrulhinho sua fotografia em tamanho postal, aplicou-a sobre o diploma, no lugar indicado pelo vendedor. Reconheceu aborrecido: – Cabe não. – Cabe sim. Com licença, cavalheiro. Olhe como ficou bacana. – Assim ele tapa as letras da escrita. – Ora, só umas letrinhas. A maioria das palavras continua visível. Que importância tem tapar algumas palavras? O cavalheiro cobre elas com o carinho de sua fotografia. O rapaz continuava indeciso. Dar um diploma a sua mãe, no dia das Mães, era ideia nova, excitante. Não entendia bem o que fosse diploma, porém, certamente, sua mãe o merecia; e se o diploma levasse o retrato dele, deixava de ser um diploma qualquer, oferecido a qualquer mãe. Mas, como, se não tinham previsto o lugar para o retrato do filho? – Vai levar? – perguntou o camelô, desejoso de fechar o negócio e voltar à pregação oratória – pois eles gostam ainda mais de falar à multidão do que de vender. – Bem… eu levo. Corto o peito do meu retrato, assim ele cabe sem ofender as palavras. E como eu faço para mandar para Inajaroba? – Onde fica isso, meu chapa? – Sergipe, então não sabe? – Até este momento não sabia, mas não tem problema. Enrola, bota no Correio, vai de avião. – Chega todo esbandalhado. – Então, passa ali na papelaria e pede para botar enchimento, fazer um embrulho bem legal. – Mais um favorzinho, moço – e o rapaz baixou a voz e a cabeça. – Vai dizendo, vai dizendo. – Pode ler para mim o que está escrito aí? Eu não gostava que minha mãe recebesse o diploma sem eu saber o que estou mandando dizer nele... – Como todo prazer - ele leu com ênfase, para o rapaz e para o grupo em redor, a declaração de amor de um filho à sua mãe, em forma de diploma.
Fonte: ANDRADE, C. Drummond de, et al. Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1980. v. 2.
Encontre as palavras que expressam o sentido do texto e faça a correspondência entre a coluna da direita e a da esquerda:
(1) exibiam ( ) imagem
(2) estampa ( ) discordância
(3) objeção ( ) afetação
(4) ênfase ( ) expunham
Indique a alternativa com a sequencia correta:
 

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1705682 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
O direito à educação das pessoas que apresentam necessidades educacionais especiais encontra-se ancorado em três princípios. O princípio que defende que toda e qualquer pessoa é digna e merecedora do respeito de seus semelhantes e tem direito a boas condições de vida e à oportunidade de realizar seus projetos é:
 

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1705348 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
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Texto I
A Diagnosis Update: A Young Woman’s Extreme Muscle Pain Persists
By Lisa Sanders, M.d.
In April, I shared the story of Angel, a 23-year-old woman who for nine years has suffered from repeated episodes of extreme muscle pain and injury. Although she has been hospitalized nearly 30 times and has seen numerous doctors, no one understands why this is happening to this otherwise-healthy young woman.
In an interview in the spring, Angel explained that she has had episodes of pain in her muscles for as long as she can remember. As a child, she was told that they were just growing pains. But one night, at age 14, she suddenly developed excruciating pain in the muscles of her leg, worse than anything she had ever experienced before. Her parents rushed her to the hospital in her hometown, Las Vegas. Doctors there found that the pain was caused by the destruction of her muscle fibers — something known medically as rhabdomyolysis, or rhabdo. During this episode, as well as most of those that followed, her urine turned as dark as Coca-Cola, from pigments that make muscle red. This pigment, along with other byproducts of the destroyed muscle, are removed from the body through the kidneys, a process that can damage these essential organs.
There was nothing the hospital could do to stop the muscle breakdown. That process stopped on its own. But the hospitalization was essential; she needed intravenous fluids to flush out these destructive pieces of broken-down muscle to prevent any permanent injury to her kidneys.
Rhabdomyolysis is not an uncommon problem. Anything that destroys muscle tissue, like trauma or even excessive exertion, can cause some degree of rhabdo. And after that initial hospitalization, she and her parents were told that it was unlikely to happen again. But it did — over and over. It took several hospital admissions for her doctors to acknowledge that these episodes of muscle pain may represent some underlying disease.
Today, Angel has had dozens of admissions to her local hospital to be treated for her repeated episodes of muscle pain and rhabdomyolysis. She isn’t sure what triggers these painful crises. Sometimes it seems to be set off by illness. But other times, Angel has been ill and hasn’t been crippled by subsequent muscle pain. Other times, strenuous exercise might bring on the muscle pain and blackened urine. And yet she has been able to run and hike and play soccer many times without that happening.
I told Angel’s story four months ago and asked New York Times readers to help us find the cause of these terrible episodes of rhabdomyolysis. The results were amazing. Within hours, hundreds of individuals submitted their thoughts on possible diagnoses for Angel. Others offered sympathy and advice on how to manage her symptoms. Still others heard echoes of their own experiences in Angel’s story and wrote to share their stories and reassure Angel that she was not alone. Over the next few weeks more than 2,000 suggestions came to us.
Many readers offered recommendations on where to look for the underlying disease process. One of the most common observations was that this disorder, whatever it was, seemed to be genetic, as the first symptoms started so early in life. Others suggested that Angel’s symptoms could be a reaction to her environment — either her physical environment, or a food she ate or medications she was exposed to. Another popular approach was to suggest possible mechanisms underlying her disorder, of which autoimmune disease was the most common suggestion. And finally, a significant number of you suggested either specific diseases or classes of diseases. Of these, diseases affecting the processes that provide energy to muscles, disorders known as metabolic myopathies, were the most popular. Disorders caused by difficulties getting rid of the waste products of cells, including diseases like porphyria, were also suggested.
Angel was surprised and moved by the response. She reached out to several individuals whose stories touched her. She also spoke with doctors and patients who suggested diseases they knew well through professional or personal experience.
I spoke to Angel recently, and she confessed that getting a diagnosis still seemed to her like a long shot. Until this year there were so many doctors, and so few answers. But she was excited by the many strong leads the crowdsourcing process brought to her. She is still following up on several with her doctors and the documentary team. It has been a nerve-racking process — so many ideas, so many possible answers — but she has been buoyed by the support she has had from everyone she has talked to. The results of Angel’s search and all the diagnostic twists and turns will be featured in the Netflix documentaries when they air next year.
In the meantime, life goes on. Just weeks after her story appeared here, Angel completed her studies to become a nurse. Her friends and family joined her as she received her nursing pin from Altierus College.
This Summer she passed the exam to get her nursing license, and she is now a nurse at Montevista Hospital in Las Vegas. Being a nurse is a goal she has worked toward for years, and she is relieved and proud. She is determined that the episodes of pain in her legs, arms and back will not keep her from being the nurse she has dreamed of becoming. She and her boyfriend, Mac, continue to work toward having a normal life. Recently they traveled to Seattle to visit friends and family. She will not allow this disease to limit her or define her. Still, she wants a diagnosis. She longs to understand what’s going on in her body and, if possible, to prevent the pain and destruction of her muscles.
If you have any suggestions, please share them in the comments section. Let me know what you think, and see if you can help Angel on her medical journey.
Available at:< https://www.nytimes.com/2018/08/10/magazine/a-diagnosis-update-a-young-womans-extreme-muscle-pain-persists.html>.
Acess on: Aug. 10, 2018
De acordo com as informações do texto, Lisa Sanders:
 

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1705090 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
No dia 07 de abril de 1831, D. Pedro I abdicou do trono de Imperador do Brasil em favor do seu filho, de apenas cinco anos. Esta data também é considerada:
 

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