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Foram encontradas 244 questões.

649716 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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Assinale a alternativa CORRETA
 

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644714 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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No âmbito do planejamento urbano, no que se refere ao uso do solo, uma das legislações brasileiras pertinente ao tema é o “Estatuto das Cidades” (Lei Nacional N.º 10.257/2001). Com fins de atender seus objetivos, o Estatuto das Cidades utiliza, dentre outros instrumentos os institutos jurídicos e políticos. Dentre outros, são instrumentos jurídicos e políticos utilizados na instrumentalização do Estatuto das Cidades, EXCETO
 

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623849 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
Assinale o item em que todos os substantivos compostos estão corretamente pluralizados.
 

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623619 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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Analise as proposições e responda:
I. método clínico de Reich preconiza a observação e a análise da manifestação das emoções e dos sentimentos, do comportamento não verbal, a fim de desvelar a estrutura inconsciente do Si Mesmo.
II. A psicoterapia psicanalítica ou psicoterapia psicodinâmica – ou simplesmente psicoterapia dinâmica – é procedimento derivado da psicanálise, que utiliza seu corpo teórico combinando-o com técnicas adaptadas às necessidades específicas do contexto particular em que se aplica o método psicanalítico. Abrange uma classe de intervenções que se baseiam em teorias psicológicas específicas do funcionamento humano (teoria freudiana, kleiniana, bioniana, winnicottiana, lacaniana, dentre outras). Concentra-se, basicamente, na interpretação de conflitos inconscientes, com o propósito de abrandar a tensão intrapsíquica decorrente da repressão das idéias intoleráveis pelo ego consciente. Trabalha-se para que as motivações inconscientes dos comportamentos possam ser reconhecidas e elaboradas, de modo que o sujeito encontre o sentido que o sintoma assume em sua vida. Considerando-se que cada história é singular, esse sentido construído é único.
III. A terapia comportamental é um processo que envolve a aplicação de procedimentos ou técnicas comportamentais específicos, utilizados com o objetivo de alterar exemplos particulares de comportamentos da queixa apresentada pelo cliente ou por pessoas relevantes do ambiente social em que ele está inserido.
IV. Perls, Hefferline e Goodman definem como tarefa principal da Gestalt-terapia “trabalhar a unidade e a desunidade dessa estrutura da experiência aqui e agora”. Consideramos que essa tarefa indica o foco na experiência que tem a Gestalt-terapia: experimentar a ação no campo aqui-agora e trabalhar com aquilo que ela expressa.
 

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623027 Ano: 2012
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. No trabalho de controle vetorial desta doença, qual das alternativas abaixo NÃO apresenta uma Atribuição do Agente de Controle de Endemias (ACE).
 

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609910 Ano: 2012
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
Conforme a NR-6 (MTE), o Respirador de fuga é um dos EPIs para a proteção respiratória. É um equipamento para proteção das vias respiratórias contra agentes químicos em condições de escape de atmosferas Imediatamente Perigosa à Vida e à Saúde ou com concentração de oxigênio menor que
 

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601401 Ano: 2012
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
É a estratégia prioritária para expansão e consolidação da atenção básica, segundo a Política Nacional de Atenção Básica.
 

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588915 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
Em caso de acidente com escorpiões, que medida(s) deve(m) ser adotada(s) de imediato.
 

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587574 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
Leia o seguinte poema de Alberto de Oliveira para responder à questão.
Enfim!
Enfim... Nas verdes pêndulas ramadas
Cantai, pássaros! vinde ouvi-lo! rosas,
Abri-vos! lírios, recendei! medrosas
Miosótis e acácias perfumadas,
Prestai-me ouvido! Saibam-no as cheirosas
Balças e as leiras úmidas plantadas,
Aves e flores, flores e alvoradas,
Alvoradas e estrelas luminosas
Saibam-no, saiba o céu com a esfera toda
Que, enfim, sua mão, enfim, sua mão de leve...
Borboletas, que pressa! andais-me em roda!
Auras, silêncio! Enfim, sua mãozinha,
Sua mão de jaspe, sua mão de neve,
Sua alva mão pude apertar na minha!
(OLIVEIRA, Alberto de. Enfim!. In:
AZEVEDO, Sânzio de (Org.). Parnasianismo.
São Paulo: Global, 2006, p.18-19).
Em: “vinde ouvi-lo! rosas”, o termo destacado funciona morfossintaticamente como:
 

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575849 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Instituto Ludus
Orgão: Pref. Araguaína-TO
Para responder à questão, leia o excerto abaixo, extraído da obra “O Cortiço”, de autoria de Aluísio Azevedo:
João Romão foi, dos treze aos vinte e cinco anos, empregado de um vendeiro que enriqueceu entre as quatro paredes de uma suja e obscura taverna nos refolhos do bairro do Botafogo; e tanto economizou do pouco que ganhara nessa dúzia de anos, que, ao retirar-se o patrão para a terra, lhe deixou, em pagamento de ordenados vencidos, nem só a venda com o que estava dentro, como ainda um conto e quinhentos em dinheiro.
Proprietário e estabelecido por sua conta, o rapaz atirou-se à labutação ainda com mais ardor, possuindo-se de tal delírio de enriquecer, que afrontava resignado as mais duras privações. Dormia sobre o balcão da própria venda, em cima de uma esteira, fazendo travesseiro de um saco de estopa cheio de palha. A comida arranjava-lha, mediante quatrocentos réis por dia, uma quitandeira sua vizinha, a Bertoleza, crioula trintona, escrava de um velho cego residente em Juiz de Fora e amigada com um português que tinha uma carroça de mão e fazia fretes na cidade.
Bertoleza também trabalhava forte; a sua quitanda era a mais bem afreguesada do bairro. De manhã vendia angu, e à noite peixe frito e iscas de fígado; pagava de jornal a seu dono vinte mil-réis por mês, e, apesar disso, tinha de parte quase que o necessário para a alforria. Um dia, porém, o seu homem, depois de correr meia légua, puxando uma carga superior às suas forças, caiu morto na rua, ao lado da carroça, estrompado como uma besta.
João Romão mostrou grande interesse por esta desgraça, fez-se até participante direto dos sofrimentos da vizinha, e com tamanho empenho a lamentou, que a boa mulher o escolheu para confidente das suas desventuras. Abriu-se com ele, contou-lhe a sua vida de amofinações e dificuldades. “Seu senhor comia-lhe a pele do corpo! Não era brinquedo para uma pobre mulher ter de escarrar pr’ali, todos os meses, vinte mil-réis em dinheiro!” E segredou-lhe então o que tinha juntado para a sua liberdade e acabou pedindo ao vendeiro que lhe guardasse as economias, porque já de certa vez fora roubada por gatunos que lhe entraram na quitanda pelos fundos.
Daí em diante, João Romão tornou-se o caixa, o procurador e o conselheiro da crioula. No fim de pouco tempo era ele quem tomava conta de tudo que ela produzia e era também quem punha e dispunha dos seus pecúlios, e quem se encarregava de remeter ao senhor os vinte mil-réis mensais. Abriu-lhe logo uma conta corrente, e a quitandeira, quando precisava de dinheiro para qualquer coisa, dava um pulo até à venda e recebia-o das mãos do vendeiro, de “Seu João”, como ela dizia. Seu João debitava metodicamente essas pequenas quantias num caderninho, em cuja capa de papel pardo lia-se, mal escrito e em letras cortadas de jornal: “Ativo e passivo de Bertoleza”.
E por tal forma foi o taverneiro ganhando confiança no espírito da mulher, que esta afinal nada mais resolvia só por si, e aceitava dele, cegamente, todo e qualquer arbítrio. Por último, se alguém precisava tratar com ela qualquer negócio, nem mais se dava ao trabalho de procurá-la, ia logo direito a João Romão.
Quando deram fé estavam amigados.
Em “...ganhara nessa dúzia de anos...” (primeiro parágrafo), o vocábulo “dúzia” recebe acentuação gráfica. Assinale a opção cuja palavra retirada do texto recebe acentuação pela mesma razão do vocábulo “dúzia”:
 

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