Foram encontradas 340 questões.
No contexto da segurança da informação,
atualmente a Lei Geral de Proteção de Dados
(LGPD) possui um papel de suma importância.
Para os fins dessa Lei, de acordo com o art. 5º,
enquanto um termo define a pessoa natural a
quem se referem os dados pessoais que são
objeto de tratamento, outro define a pessoa
natural ou jurídica, de direito público ou privado, a
quem competem as decisões referentes ao
tratamento de dados pessoais.
Esses termos são conhecidos, respectivamente, como:
Esses termos são conhecidos, respectivamente, como:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para exibir na tela do monitor de vídeo de um
microcomputador a apresentação dos slides
existentes no arquivo PALESTRA.PPTX a partir
do começo, que se encontra em modo de edição
no Powerpoint da plataforma MICROSOFT 365
BR, deve-se executar um atalho de teclado
suportado pelo aplicativo.
Esse atalho de teclado é:
Esse atalho de teclado é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A planilha da figura foi criada no Excel do pacote
MS Office 2024 BR, em português, em um
notebook Intel com Windows 10 BR (x64).
Nessa planilha, foram executados os procedimentos descritos a seguir.
I. Em D5, foi inserida uma fórmula, que determina o maior valor dentre todos os números mostrados nas células A5, A6, A7, A8 e A9.
II. Em D7, foi inserida a fórmula =MÉDIA(A5:A9).
III. Em D9, foi inserida a fórmula =SOMA(A5;A9).
IV. Em D11, foi inserida a fórmula =SE(MOD(D5;2)=0;"EDUCAÇÃO";"SEGU RANÇA")
Nesse contexto, a fórmula inserida em D5 e os conteúdos das células D7, D9 e D11 são, respectivamente:
Nessa planilha, foram executados os procedimentos descritos a seguir.
I. Em D5, foi inserida uma fórmula, que determina o maior valor dentre todos os números mostrados nas células A5, A6, A7, A8 e A9.
II. Em D7, foi inserida a fórmula =MÉDIA(A5:A9).
III. Em D9, foi inserida a fórmula =SOMA(A5;A9).
IV. Em D11, foi inserida a fórmula =SE(MOD(D5;2)=0;"EDUCAÇÃO";"SEGU RANÇA")
Nesse contexto, a fórmula inserida em D5 e os conteúdos das células D7, D9 e D11 são, respectivamente:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No uso dos recursos do processador de textos
Writer da suíte LibreOffice 25.8.2.2 (x86_64), em
português, instalado em um notebook Intel com
sistema operacional Windows 11 BR, para salvar
um texto digitado em um documento, deve-se
acionar um ícone existente na Faixa de Opções
ou, como alternativa, executar um atalho de
teclado suportado pelo editor.
O ícone e o atalho de teclado são, respectivamente:
O ícone e o atalho de teclado são, respectivamente:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
3977707
Ano: 2025
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
Provas:
No que diz respeito ao Linux, a hierarquia de
diretórios baseia-se na convenção FHS
(“Filesystem Hierarchy Standard”). Nesse
contexto, um diretório armazena todos os
arquivos globais de configuração do sistema,
enquanto em outro estão os programas utilizados
pelos usuários desse sistema operacional.
Esses diretórios são referenciados, respectivamente, como:
Esses diretórios são referenciados, respectivamente, como:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No uso dos recursos do sistema operacional
Windows 11 BR, em um notebook com
microprocessador Intel, a execução de um atalho
de teclado tem por significado abrir ou ocultar a
Área de Trabalho.
Esse atalho de teclado está indicado na seguinte opção de resposta:
Esse atalho de teclado está indicado na seguinte opção de resposta:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No que se refere ao hardware dos notebooks e
microcomputadores, as impressoras constituem
um dispositivo bastante empregado,
particularmente as que suportam a impressão
colorida, baseada em quatro cores fundamentais
associadas a um padrão universal.
Esse padrão é referenciado por uma sigla, conhecida por:
Esse padrão é referenciado por uma sigla, conhecida por:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto I
Quantas vezes você mudou de opinião sobre o
que quer ser quando crescer?
Luana Génot
Muitas vezes, perguntamos às crianças o
que querem ser quando crescer. E, por mais
inocente que pareça, essa pergunta carrega
muitas nuances: ela faz com que a gente projete
o futuro, mas também perceba o quanto os
nossos sonhos mudam com o tempo. Quanto
mais repertório acumulamos, mais atualizamos nossos desejos. O sonho de ontem pode não
fazer mais sentido hoje, e está tudo bem.
Um executivo, certa vez, me contou algo
que jamais esqueci. Ele saiu do interior da Bahia
sonhando em ser caminhoneiro, como o pai.
Achava que aquele era o topo. Não porque
faltasse ambição, mas porque faltavam
referências. Ao se mudar para estudar, porém,
descobriu outros mundos. Passou a almejar um
trabalho como auxiliar, depois, novos postos, e foi
galgando degraus até virar diretor. Hoje, mais do que cargos, sonha em ter tempo. Tempo para si,
para a família, para ver o sol se pôr.
Sonhos mudam de roupa conforme a
estação da vida. Às vezes, crescem; outras
vezes, se simplificam. Já quisemos o palco e,
depois, queremos o sossego. Já almejamos o
sucesso financeiro a todo custo e, em seguida,
queremos a saúde mental acima de tudo. E tudo
isso faz parte do mesmo caminho e pode até
coexistir em muitas medidas.
O que me intriga é que também há
aqueles que não se permitem sonhar. Gente que
aprendeu cedo que isso é luxo, coisa de quem
tem tempo ou dinheiro. Sonhar, porém, é
ferramenta de sobrevivência, especialmente para
quem sempre precisou lutar para existir. É uma
forma de hackear o sistema, de furar a bolha do
“impossível”, de encontrar brechas nas estruturas
que dizem “não”.
O sonho é ancestral. É herança das
nossas avós que sonhavam em liberdade
enquanto lavavam roupa no rio. É a centelha que
moveu quem veio antes, que acreditou num
amanhã que talvez nunca tenha visto, mas
plantou para que a gente colhesse. Por isso,
deixar o sonho morrer é como cortar o fio que liga
o passado ao futuro.
Manter os desejos em dia é um ato de
resistência. É como revisar um documento
importante da alma: precisa ser atualizado,
revisitado, cuidado. Porque o mundo muda, e a
gente muda junto. E, se há dias em que algo
almejado parece distante, que isso vire farol,
mesmo que fraquinho, para iluminar o caminho.
Às vezes, o sonho não é mais ser
astronauta, é só dormir melhor. Não é mais ser
presidente, mas conseguir pagar as contas e
sorrir. E está tudo certo. A beleza existe em
continuar sonhando, mesmo que isso varie
conforme o fôlego do momento.
O importante é não deixar que o peso do
real atropele a leveza do que parece impossível,
que nos projeta. Que a pressa não atropele o
propósito. Que o medo não atropele a esperança.
Então, se hoje você não souber responder “o que
quer ser quando crescer”, relaxa. Talvez o que
você precise é só se perguntar: o que ainda quero
sonhar?
Fonte: https://oglobo.globo.com/ela/luanagenot/coluna/2025/11/quantas-vezes-voce-mudou-deopiniao-sobre-o-que-quer-ser-quando-crescer.ghtml.
Acesso em 15/11/2025. Adaptado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto I
Quantas vezes você mudou de opinião sobre o
que quer ser quando crescer?
Luana Génot
Muitas vezes, perguntamos às crianças o
que querem ser quando crescer. E, por mais
inocente que pareça, essa pergunta carrega
muitas nuances: ela faz com que a gente projete
o futuro, mas também perceba o quanto os
nossos sonhos mudam com o tempo. Quanto
mais repertório acumulamos, mais atualizamos nossos desejos. O sonho de ontem pode não
fazer mais sentido hoje, e está tudo bem.
Um executivo, certa vez, me contou algo
que jamais esqueci. Ele saiu do interior da Bahia
sonhando em ser caminhoneiro, como o pai.
Achava que aquele era o topo. Não porque
faltasse ambição, mas porque faltavam
referências. Ao se mudar para estudar, porém,
descobriu outros mundos. Passou a almejar um
trabalho como auxiliar, depois, novos postos, e foi
galgando degraus até virar diretor. Hoje, mais do que cargos, sonha em ter tempo. Tempo para si,
para a família, para ver o sol se pôr.
Sonhos mudam de roupa conforme a
estação da vida. Às vezes, crescem; outras
vezes, se simplificam. Já quisemos o palco e,
depois, queremos o sossego. Já almejamos o
sucesso financeiro a todo custo e, em seguida,
queremos a saúde mental acima de tudo. E tudo
isso faz parte do mesmo caminho e pode até
coexistir em muitas medidas.
O que me intriga é que também há
aqueles que não se permitem sonhar. Gente que
aprendeu cedo que isso é luxo, coisa de quem
tem tempo ou dinheiro. Sonhar, porém, é
ferramenta de sobrevivência, especialmente para
quem sempre precisou lutar para existir. É uma
forma de hackear o sistema, de furar a bolha do
“impossível”, de encontrar brechas nas estruturas
que dizem “não”.
O sonho é ancestral. É herança das
nossas avós que sonhavam em liberdade
enquanto lavavam roupa no rio. É a centelha que
moveu quem veio antes, que acreditou num
amanhã que talvez nunca tenha visto, mas
plantou para que a gente colhesse. Por isso,
deixar o sonho morrer é como cortar o fio que liga
o passado ao futuro.
Manter os desejos em dia é um ato de
resistência. É como revisar um documento
importante da alma: precisa ser atualizado,
revisitado, cuidado. Porque o mundo muda, e a
gente muda junto. E, se há dias em que algo
almejado parece distante, que isso vire farol,
mesmo que fraquinho, para iluminar o caminho.
Às vezes, o sonho não é mais ser
astronauta, é só dormir melhor. Não é mais ser
presidente, mas conseguir pagar as contas e
sorrir. E está tudo certo. A beleza existe em
continuar sonhando, mesmo que isso varie
conforme o fôlego do momento.
O importante é não deixar que o peso do
real atropele a leveza do que parece impossível,
que nos projeta. Que a pressa não atropele o
propósito. Que o medo não atropele a esperança.
Então, se hoje você não souber responder “o que
quer ser quando crescer”, relaxa. Talvez o que
você precise é só se perguntar: o que ainda quero
sonhar?
Fonte: https://oglobo.globo.com/ela/luanagenot/coluna/2025/11/quantas-vezes-voce-mudou-deopiniao-sobre-o-que-quer-ser-quando-crescer.ghtml.
Acesso em 15/11/2025. Adaptado.
Nesse trecho, os termos em destaque são classificados, respectivamente, como:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto I
Quantas vezes você mudou de opinião sobre o
que quer ser quando crescer?
Luana Génot
Muitas vezes, perguntamos às crianças o
que querem ser quando crescer. E, por mais
inocente que pareça, essa pergunta carrega
muitas nuances: ela faz com que a gente projete
o futuro, mas também perceba o quanto os
nossos sonhos mudam com o tempo. Quanto
mais repertório acumulamos, mais atualizamos nossos desejos. O sonho de ontem pode não
fazer mais sentido hoje, e está tudo bem.
Um executivo, certa vez, me contou algo
que jamais esqueci. Ele saiu do interior da Bahia
sonhando em ser caminhoneiro, como o pai.
Achava que aquele era o topo. Não porque
faltasse ambição, mas porque faltavam
referências. Ao se mudar para estudar, porém,
descobriu outros mundos. Passou a almejar um
trabalho como auxiliar, depois, novos postos, e foi
galgando degraus até virar diretor. Hoje, mais do que cargos, sonha em ter tempo. Tempo para si,
para a família, para ver o sol se pôr.
Sonhos mudam de roupa conforme a
estação da vida. Às vezes, crescem; outras
vezes, se simplificam. Já quisemos o palco e,
depois, queremos o sossego. Já almejamos o
sucesso financeiro a todo custo e, em seguida,
queremos a saúde mental acima de tudo. E tudo
isso faz parte do mesmo caminho e pode até
coexistir em muitas medidas.
O que me intriga é que também há
aqueles que não se permitem sonhar. Gente que
aprendeu cedo que isso é luxo, coisa de quem
tem tempo ou dinheiro. Sonhar, porém, é
ferramenta de sobrevivência, especialmente para
quem sempre precisou lutar para existir. É uma
forma de hackear o sistema, de furar a bolha do
“impossível”, de encontrar brechas nas estruturas
que dizem “não”.
O sonho é ancestral. É herança das
nossas avós que sonhavam em liberdade
enquanto lavavam roupa no rio. É a centelha que
moveu quem veio antes, que acreditou num
amanhã que talvez nunca tenha visto, mas
plantou para que a gente colhesse. Por isso,
deixar o sonho morrer é como cortar o fio que liga
o passado ao futuro.
Manter os desejos em dia é um ato de
resistência. É como revisar um documento
importante da alma: precisa ser atualizado,
revisitado, cuidado. Porque o mundo muda, e a
gente muda junto. E, se há dias em que algo
almejado parece distante, que isso vire farol,
mesmo que fraquinho, para iluminar o caminho.
Às vezes, o sonho não é mais ser
astronauta, é só dormir melhor. Não é mais ser
presidente, mas conseguir pagar as contas e
sorrir. E está tudo certo. A beleza existe em
continuar sonhando, mesmo que isso varie
conforme o fôlego do momento.
O importante é não deixar que o peso do
real atropele a leveza do que parece impossível,
que nos projeta. Que a pressa não atropele o
propósito. Que o medo não atropele a esperança.
Então, se hoje você não souber responder “o que
quer ser quando crescer”, relaxa. Talvez o que
você precise é só se perguntar: o que ainda quero
sonhar?
Fonte: https://oglobo.globo.com/ela/luanagenot/coluna/2025/11/quantas-vezes-voce-mudou-deopiniao-sobre-o-que-quer-ser-quando-crescer.ghtml.
Acesso em 15/11/2025. Adaptado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container