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Foram encontradas 340 questões.

3977711 Ano: 2025
Disciplina: Direito Digital
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
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No contexto da segurança da informação, atualmente a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) possui um papel de suma importância. Para os fins dessa Lei, de acordo com o art. 5º, enquanto um termo define a pessoa natural a quem se referem os dados pessoais que são objeto de tratamento, outro define a pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, a quem competem as decisões referentes ao tratamento de dados pessoais.

Esses termos são conhecidos, respectivamente, como:
 

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3977710 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
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Para exibir na tela do monitor de vídeo de um microcomputador a apresentação dos slides existentes no arquivo PALESTRA.PPTX a partir do começo, que se encontra em modo de edição no Powerpoint da plataforma MICROSOFT 365 BR, deve-se executar um atalho de teclado suportado pelo aplicativo.

Esse atalho de teclado é:
 

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3977709 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
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A planilha da figura foi criada no Excel do pacote MS Office 2024 BR, em português, em um notebook Intel com Windows 10 BR (x64).

Enunciado 4910821-1

Nessa planilha, foram executados os procedimentos descritos a seguir.

I. Em D5, foi inserida uma fórmula, que determina o maior valor dentre todos os números mostrados nas células A5, A6, A7, A8 e A9.
II. Em D7, foi inserida a fórmula =MÉDIA(A5:A9).
III. Em D9, foi inserida a fórmula =SOMA(A5;A9).
IV. Em D11, foi inserida a fórmula =SE(MOD(D5;2)=0;"EDUCAÇÃO";"SEGU RANÇA") 

Nesse contexto, a fórmula inserida em D5 e os conteúdos das células D7, D9 e D11 são, respectivamente:
 

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3977708 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
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No uso dos recursos do processador de textos Writer da suíte LibreOffice 25.8.2.2 (x86_64), em português, instalado em um notebook Intel com sistema operacional Windows 11 BR, para salvar um texto digitado em um documento, deve-se acionar um ícone existente na Faixa de Opções ou, como alternativa, executar um atalho de teclado suportado pelo editor. 

O ícone e o atalho de teclado são, respectivamente:
 

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3977707 Ano: 2025
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
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No que diz respeito ao Linux, a hierarquia de diretórios baseia-se na convenção FHS (“Filesystem Hierarchy Standard”). Nesse contexto, um diretório armazena todos os arquivos globais de configuração do sistema, enquanto em outro estão os programas utilizados pelos usuários desse sistema operacional.

Esses diretórios são referenciados, respectivamente, como:
 

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3977706 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
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No uso dos recursos do sistema operacional Windows 11 BR, em um notebook com microprocessador Intel, a execução de um atalho de teclado tem por significado abrir ou ocultar a Área de Trabalho.

Esse atalho de teclado está indicado na seguinte opção de resposta:
 

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3977705 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
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No que se refere ao hardware dos notebooks e microcomputadores, as impressoras constituem um dispositivo bastante empregado, particularmente as que suportam a impressão colorida, baseada em quatro cores fundamentais associadas a um padrão universal.

Esse padrão é referenciado por uma sigla, conhecida por:
 

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3977704 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
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Texto I
Quantas vezes você mudou de opinião sobre o que quer ser quando crescer?
Luana Génot
    Muitas vezes, perguntamos às crianças o que querem ser quando crescer. E, por mais inocente que pareça, essa pergunta carrega muitas nuances: ela faz com que a gente projete o futuro, mas também perceba o quanto os nossos sonhos mudam com o tempo. Quanto mais repertório acumulamos, mais atualizamos nossos desejos. O sonho de ontem pode não fazer mais sentido hoje, e está tudo bem.
    Um executivo, certa vez, me contou algo que jamais esqueci. Ele saiu do interior da Bahia sonhando em ser caminhoneiro, como o pai. Achava que aquele era o topo. Não porque faltasse ambição, mas porque faltavam referências. Ao se mudar para estudar, porém, descobriu outros mundos. Passou a almejar um trabalho como auxiliar, depois, novos postos, e foi galgando degraus até virar diretor. Hoje, mais do que cargos, sonha em ter tempo. Tempo para si, para a família, para ver o sol se pôr.
   Sonhos mudam de roupa conforme a estação da vida. Às vezes, crescem; outras vezes, se simplificam. Já quisemos o palco e, depois, queremos o sossego. Já almejamos o sucesso financeiro a todo custo e, em seguida, queremos a saúde mental acima de tudo. E tudo isso faz parte do mesmo caminho e pode até coexistir em muitas medidas.
    O que me intriga é que também há aqueles que não se permitem sonhar. Gente que aprendeu cedo que isso é luxo, coisa de quem tem tempo ou dinheiro. Sonhar, porém, é ferramenta de sobrevivência, especialmente para quem sempre precisou lutar para existir. É uma forma de hackear o sistema, de furar a bolha do “impossível”, de encontrar brechas nas estruturas que dizem “não”.
    O sonho é ancestral. É herança das nossas avós que sonhavam em liberdade enquanto lavavam roupa no rio. É a centelha que moveu quem veio antes, que acreditou num amanhã que talvez nunca tenha visto, mas plantou para que a gente colhesse. Por isso, deixar o sonho morrer é como cortar o fio que liga o passado ao futuro.
    Manter os desejos em dia é um ato de resistência. É como revisar um documento importante da alma: precisa ser atualizado, revisitado, cuidado. Porque o mundo muda, e a gente muda junto. E, se há dias em que algo almejado parece distante, que isso vire farol, mesmo que fraquinho, para iluminar o caminho.
    Às vezes, o sonho não é mais ser astronauta, é só dormir melhor. Não é mais ser presidente, mas conseguir pagar as contas e sorrir. E está tudo certo. A beleza existe em continuar sonhando, mesmo que isso varie conforme o fôlego do momento.
    O importante é não deixar que o peso do real atropele a leveza do que parece impossível, que nos projeta. Que a pressa não atropele o propósito. Que o medo não atropele a esperança. Então, se hoje você não souber responder “o que quer ser quando crescer”, relaxa. Talvez o que você precise é só se perguntar: o que ainda quero sonhar?
Fonte: https://oglobo.globo.com/ela/luanagenot/coluna/2025/11/quantas-vezes-voce-mudou-deopiniao-sobre-o-que-quer-ser-quando-crescer.ghtml. Acesso em 15/11/2025. Adaptado.
No trecho “Manter os desejos em dia é um ato de resistência. É como revisar um documento importante da alma: precisa ser atualizado, revisitado, cuidado” (6º parágrafo), o uso dos dois-pontos indica:
 

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3977703 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
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Texto I
Quantas vezes você mudou de opinião sobre o que quer ser quando crescer?
Luana Génot
    Muitas vezes, perguntamos às crianças o que querem ser quando crescer. E, por mais inocente que pareça, essa pergunta carrega muitas nuances: ela faz com que a gente projete o futuro, mas também perceba o quanto os nossos sonhos mudam com o tempo. Quanto mais repertório acumulamos, mais atualizamos nossos desejos. O sonho de ontem pode não fazer mais sentido hoje, e está tudo bem.
    Um executivo, certa vez, me contou algo que jamais esqueci. Ele saiu do interior da Bahia sonhando em ser caminhoneiro, como o pai. Achava que aquele era o topo. Não porque faltasse ambição, mas porque faltavam referências. Ao se mudar para estudar, porém, descobriu outros mundos. Passou a almejar um trabalho como auxiliar, depois, novos postos, e foi galgando degraus até virar diretor. Hoje, mais do que cargos, sonha em ter tempo. Tempo para si, para a família, para ver o sol se pôr.
   Sonhos mudam de roupa conforme a estação da vida. Às vezes, crescem; outras vezes, se simplificam. Já quisemos o palco e, depois, queremos o sossego. Já almejamos o sucesso financeiro a todo custo e, em seguida, queremos a saúde mental acima de tudo. E tudo isso faz parte do mesmo caminho e pode até coexistir em muitas medidas.
    O que me intriga é que também há aqueles que não se permitem sonhar. Gente que aprendeu cedo que isso é luxo, coisa de quem tem tempo ou dinheiro. Sonhar, porém, é ferramenta de sobrevivência, especialmente para quem sempre precisou lutar para existir. É uma forma de hackear o sistema, de furar a bolha do “impossível”, de encontrar brechas nas estruturas que dizem “não”.
    O sonho é ancestral. É herança das nossas avós que sonhavam em liberdade enquanto lavavam roupa no rio. É a centelha que moveu quem veio antes, que acreditou num amanhã que talvez nunca tenha visto, mas plantou para que a gente colhesse. Por isso, deixar o sonho morrer é como cortar o fio que liga o passado ao futuro.
    Manter os desejos em dia é um ato de resistência. É como revisar um documento importante da alma: precisa ser atualizado, revisitado, cuidado. Porque o mundo muda, e a gente muda junto. E, se há dias em que algo almejado parece distante, que isso vire farol, mesmo que fraquinho, para iluminar o caminho.
    Às vezes, o sonho não é mais ser astronauta, é só dormir melhor. Não é mais ser presidente, mas conseguir pagar as contas e sorrir. E está tudo certo. A beleza existe em continuar sonhando, mesmo que isso varie conforme o fôlego do momento.
    O importante é não deixar que o peso do real atropele a leveza do que parece impossível, que nos projeta. Que a pressa não atropele o propósito. Que o medo não atropele a esperança. Então, se hoje você não souber responder “o que quer ser quando crescer”, relaxa. Talvez o que você precise é só se perguntar: o que ainda quero sonhar?
Fonte: https://oglobo.globo.com/ela/luanagenot/coluna/2025/11/quantas-vezes-voce-mudou-deopiniao-sobre-o-que-quer-ser-quando-crescer.ghtml. Acesso em 15/11/2025. Adaptado.
“Gente que aprendeu cedo que isso é luxo, coisa de quem tem tempo ou dinheiro” (4º parágrafo).

Nesse trecho, os termos em destaque são classificados, respectivamente, como:
 

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3977702 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
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Texto I
Quantas vezes você mudou de opinião sobre o que quer ser quando crescer?
Luana Génot
    Muitas vezes, perguntamos às crianças o que querem ser quando crescer. E, por mais inocente que pareça, essa pergunta carrega muitas nuances: ela faz com que a gente projete o futuro, mas também perceba o quanto os nossos sonhos mudam com o tempo. Quanto mais repertório acumulamos, mais atualizamos nossos desejos. O sonho de ontem pode não fazer mais sentido hoje, e está tudo bem.
    Um executivo, certa vez, me contou algo que jamais esqueci. Ele saiu do interior da Bahia sonhando em ser caminhoneiro, como o pai. Achava que aquele era o topo. Não porque faltasse ambição, mas porque faltavam referências. Ao se mudar para estudar, porém, descobriu outros mundos. Passou a almejar um trabalho como auxiliar, depois, novos postos, e foi galgando degraus até virar diretor. Hoje, mais do que cargos, sonha em ter tempo. Tempo para si, para a família, para ver o sol se pôr.
   Sonhos mudam de roupa conforme a estação da vida. Às vezes, crescem; outras vezes, se simplificam. Já quisemos o palco e, depois, queremos o sossego. Já almejamos o sucesso financeiro a todo custo e, em seguida, queremos a saúde mental acima de tudo. E tudo isso faz parte do mesmo caminho e pode até coexistir em muitas medidas.
    O que me intriga é que também há aqueles que não se permitem sonhar. Gente que aprendeu cedo que isso é luxo, coisa de quem tem tempo ou dinheiro. Sonhar, porém, é ferramenta de sobrevivência, especialmente para quem sempre precisou lutar para existir. É uma forma de hackear o sistema, de furar a bolha do “impossível”, de encontrar brechas nas estruturas que dizem “não”.
    O sonho é ancestral. É herança das nossas avós que sonhavam em liberdade enquanto lavavam roupa no rio. É a centelha que moveu quem veio antes, que acreditou num amanhã que talvez nunca tenha visto, mas plantou para que a gente colhesse. Por isso, deixar o sonho morrer é como cortar o fio que liga o passado ao futuro.
    Manter os desejos em dia é um ato de resistência. É como revisar um documento importante da alma: precisa ser atualizado, revisitado, cuidado. Porque o mundo muda, e a gente muda junto. E, se há dias em que algo almejado parece distante, que isso vire farol, mesmo que fraquinho, para iluminar o caminho.
    Às vezes, o sonho não é mais ser astronauta, é só dormir melhor. Não é mais ser presidente, mas conseguir pagar as contas e sorrir. E está tudo certo. A beleza existe em continuar sonhando, mesmo que isso varie conforme o fôlego do momento.
    O importante é não deixar que o peso do real atropele a leveza do que parece impossível, que nos projeta. Que a pressa não atropele o propósito. Que o medo não atropele a esperança. Então, se hoje você não souber responder “o que quer ser quando crescer”, relaxa. Talvez o que você precise é só se perguntar: o que ainda quero sonhar?
Fonte: https://oglobo.globo.com/ela/luanagenot/coluna/2025/11/quantas-vezes-voce-mudou-deopiniao-sobre-o-que-quer-ser-quando-crescer.ghtml. Acesso em 15/11/2025. Adaptado.
A forma verbal destacada (“varie”), em seu contexto de uso, está flexionada no:
 

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