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Vaca Estrela e Boi Fubá

Seu doutor, me dê licença pra minha história contar
Hoje eu tô na terra estranha, é bem triste o meu penar
Mas já fui muito feliz vivendo no meu lugar
Eu tinha cavalo bom e gostava de campear
E todo dia aboiava na porteira do curral
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Eu sou fio do Nordeste, não nego meu natural
Mas uma seca medonha me tangeu de lá pra cá
Lá eu tinha o meu gadinho, num é bom nem imaginar
Minha linda Vaca Estrela e o meu belo Boi Fubá
Quando era de tardezinha eu começava a aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Aquela seca medonha fez tudo se atrapaiar
Não nasceu capim no campo para o gado sustentar
O sertão esturricou, fez os açude secar
Morreu minha Vaca Estrela, já acabou meu Boi Fubá
Perdi tudo quanto tinha, nunca mais pude aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Hoje nas terra do sul, longe do torrão natá
Quando eu vejo em minha frente uma boiada passar
As água corre dos óio, começo logo a chorá
Lembro a minha Vaca Estrela e o meu lindo Boi Fubá
Com saudade do Nordeste, dá vontade de aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá

(Patativa do Assaré)

“… fez os açude secar. Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam o fonema sibilante /s/ igual aos destacados, independentemente da grafia.

 

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Vaca Estrela e Boi Fubá

Seu doutor, me dê licença pra minha história contar
Hoje eu tô na terra estranha, é bem triste o meu penar
Mas já fui muito feliz vivendo no meu lugar
Eu tinha cavalo bom e gostava de campear
E todo dia aboiava na porteira do curral
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Eu sou fio do Nordeste, não nego meu natural
Mas uma seca medonha me tangeu de lá pra cá
Lá eu tinha o meu gadinho, num é bom nem imaginar
Minha linda Vaca Estrela e o meu belo Boi Fubá
Quando era de tardezinha eu começava a aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Aquela seca medonha fez tudo se atrapaiar
Não nasceu capim no campo para o gado sustentar
O sertão esturricou, fez os açude secar
Morreu minha Vaca Estrela, já acabou meu Boi Fubá
Perdi tudo quanto tinha, nunca mais pude aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Hoje nas terra do sul, longe do torrão natá
Quando eu vejo em minha frente uma boiada passar
As água corre dos óio, começo logo a chorá
Lembro a minha Vaca Estrela e o meu lindo Boi Fubá
Com saudade do Nordeste, dá vontade de aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá

(Patativa do Assaré)

Dado o excerto, marque a opção em que não apareça a mesma regra de acentuação gráfica da palavra destacada:

“Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela / Ô ô ô ô Boi Fubá.”

 

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Vaca Estrela e Boi Fubá

Seu doutor, me dê licença pra minha história contar
Hoje eu tô na terra estranha, é bem triste o meu penar
Mas já fui muito feliz vivendo no meu lugar
Eu tinha cavalo bom e gostava de campear
E todo dia aboiava na porteira do curral
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Eu sou fio do Nordeste, não nego meu natural
Mas uma seca medonha me tangeu de lá pra cá
Lá eu tinha o meu gadinho, num é bom nem imaginar
Minha linda Vaca Estrela e o meu belo Boi Fubá
Quando era de tardezinha eu começava a aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Aquela seca medonha fez tudo se atrapaiar
Não nasceu capim no campo para o gado sustentar
O sertão esturricou, fez os açude secar
Morreu minha Vaca Estrela, já acabou meu Boi Fubá
Perdi tudo quanto tinha, nunca mais pude aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Hoje nas terra do sul, longe do torrão natá
Quando eu vejo em minha frente uma boiada passar
As água corre dos óio, começo logo a chorá
Lembro a minha Vaca Estrela e o meu lindo Boi Fubá
Com saudade do Nordeste, dá vontade de aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá

(Patativa do Assaré)

No excerto “…fez os açude secar…” ocorre um desvio da norma culta que também é encontrado em:
 

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Vaca Estrela e Boi Fubá

Seu doutor, me dê licença pra minha história contar
Hoje eu tô na terra estranha, é bem triste o meu penar
Mas já fui muito feliz vivendo no meu lugar
Eu tinha cavalo bom e gostava de campear
E todo dia aboiava na porteira do curral
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Eu sou fio do Nordeste, não nego meu natural
Mas uma seca medonha me tangeu de lá pra cá
Lá eu tinha o meu gadinho, num é bom nem imaginar
Minha linda Vaca Estrela e o meu belo Boi Fubá
Quando era de tardezinha eu começava a aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Aquela seca medonha fez tudo se atrapaiar
Não nasceu capim no campo para o gado sustentar
O sertão esturricou, fez os açude secar
Morreu minha Vaca Estrela, já acabou meu Boi Fubá
Perdi tudo quanto tinha, nunca mais pude aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Hoje nas terra do sul, longe do torrão natá
Quando eu vejo em minha frente uma boiada passar
As água corre dos óio, começo logo a chorá
Lembro a minha Vaca Estrela e o meu lindo Boi Fubá
Com saudade do Nordeste, dá vontade de aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá

(Patativa do Assaré)

Ao dizer que “O sertão esturricou”, o eu lírico afirma que:

 

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Vaca Estrela e Boi Fubá

Seu doutor, me dê licença pra minha história contar
Hoje eu tô na terra estranha, é bem triste o meu penar
Mas já fui muito feliz vivendo no meu lugar
Eu tinha cavalo bom e gostava de campear
E todo dia aboiava na porteira do curral
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Eu sou fio do Nordeste, não nego meu natural
Mas uma seca medonha me tangeu de lá pra cá
Lá eu tinha o meu gadinho, num é bom nem imaginar
Minha linda Vaca Estrela e o meu belo Boi Fubá
Quando era de tardezinha eu começava a aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Aquela seca medonha fez tudo se atrapaiar
Não nasceu capim no campo para o gado sustentar
O sertão esturricou, fez os açude secar
Morreu minha Vaca Estrela, já acabou meu Boi Fubá
Perdi tudo quanto tinha, nunca mais pude aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Hoje nas terra do sul, longe do torrão natá
Quando eu vejo em minha frente uma boiada passar
As água corre dos óio, começo logo a chorá
Lembro a minha Vaca Estrela e o meu lindo Boi Fubá
Com saudade do Nordeste, dá vontade de aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá

(Patativa do Assaré)

“Não nasceu capim no campo para o gado sustentar.”

A expressão destacada na sequência funciona sintaticamente como:

 

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Vaca Estrela e Boi Fubá

Seu doutor, me dê licença pra minha história contar
Hoje eu tô na terra estranha, é bem triste o meu penar
Mas já fui muito feliz vivendo no meu lugar
Eu tinha cavalo bom e gostava de campear
E todo dia aboiava na porteira do curral
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Eu sou fio do Nordeste, não nego meu natural
Mas uma seca medonha me tangeu de lá pra cá
Lá eu tinha o meu gadinho, num é bom nem imaginar
Minha linda Vaca Estrela e o meu belo Boi Fubá
Quando era de tardezinha eu começava a aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Aquela seca medonha fez tudo se atrapaiar
Não nasceu capim no campo para o gado sustentar
O sertão esturricou, fez os açude secar
Morreu minha Vaca Estrela, já acabou meu Boi Fubá
Perdi tudo quanto tinha, nunca mais pude aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Hoje nas terra do sul, longe do torrão natá
Quando eu vejo em minha frente uma boiada passar
As água corre dos óio, começo logo a chorá
Lembro a minha Vaca Estrela e o meu lindo Boi Fubá
Com saudade do Nordeste, dá vontade de aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá

(Patativa do Assaré)

Ainda sobre o texto, com base na compreensão, qual é o tema central abordado pelo eu lírico e como a linguagem contribui para essa mensagem?
 

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Seu doutor, me dê licença pra minha história contar
Hoje eu tô na terra estranha, é bem triste o meu penar
Mas já fui muito feliz vivendo no meu lugar
Eu tinha cavalo bom e gostava de campear
E todo dia aboiava na porteira do curral
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Eu sou fio do Nordeste, não nego meu natural
Mas uma seca medonha me tangeu de lá pra cá
Lá eu tinha o meu gadinho, num é bom nem imaginar
Minha linda Vaca Estrela e o meu belo Boi Fubá
Quando era de tardezinha eu começava a aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Aquela seca medonha fez tudo se atrapaiar
Não nasceu capim no campo para o gado sustentar
O sertão esturricou, fez os açude secar
Morreu minha Vaca Estrela, já acabou meu Boi Fubá
Perdi tudo quanto tinha, nunca mais pude aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Hoje nas terra do sul, longe do torrão natá
Quando eu vejo em minha frente uma boiada passar
As água corre dos óio, começo logo a chorá
Lembro a minha Vaca Estrela e o meu lindo Boi Fubá
Com saudade do Nordeste, dá vontade de aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá

(Patativa do Assaré)

No verso “Eu sou filho do Nordeste, não nego meu naturá, / Mas uma seca medonha me tangeu de lá pra cá...”, a palavra naturá e a expressão “me tangeu” exemplificam qual fenômeno da língua portuguesa?
 

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Seu doutor, me dê licença pra minha história contar
Hoje eu tô na terra estranha, é bem triste o meu penar
Mas já fui muito feliz vivendo no meu lugar
Eu tinha cavalo bom e gostava de campear
E todo dia aboiava na porteira do curral
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Eu sou fio do Nordeste, não nego meu natural
Mas uma seca medonha me tangeu de lá pra cá
Lá eu tinha o meu gadinho, num é bom nem imaginar
Minha linda Vaca Estrela e o meu belo Boi Fubá
Quando era de tardezinha eu começava a aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Aquela seca medonha fez tudo se atrapaiar
Não nasceu capim no campo para o gado sustentar
O sertão esturricou, fez os açude secar
Morreu minha Vaca Estrela, já acabou meu Boi Fubá
Perdi tudo quanto tinha, nunca mais pude aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Hoje nas terra do sul, longe do torrão natá
Quando eu vejo em minha frente uma boiada passar
As água corre dos óio, começo logo a chorá
Lembro a minha Vaca Estrela e o meu lindo Boi Fubá
Com saudade do Nordeste, dá vontade de aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá

(Patativa do Assaré)

Dadas as assertivas a seguir, marque a opção correta:

I. O texto em estudo reflete uma realidade do povo nordestino que, desprovido de subsistência, migra em busca de melhores salários e de uma vida digna.

II. O texto é um exemplo de um hábito tão antigo quanto a humanidade: o desejo de conhecer novos lugares, novas culturas.

III. Reflexo de êxodo rural, Vaca Estrela e Boi Fubá apresenta sequelas de questões sobre o conflito pela posse de terras.

IV. Expatriado, o eu lírico lamenta das condições climáticas que o impeliram a distanciar-se da sua essência.

V. O aboiar é manifesto de lembrança, expressão de sentimentos, espaço simbólico de pertencimento.

 

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Seu doutor, me dê licença pra minha história contar
Hoje eu tô na terra estranha, é bem triste o meu penar
Mas já fui muito feliz vivendo no meu lugar
Eu tinha cavalo bom e gostava de campear
E todo dia aboiava na porteira do curral
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Eu sou fio do Nordeste, não nego meu natural
Mas uma seca medonha me tangeu de lá pra cá
Lá eu tinha o meu gadinho, num é bom nem imaginar
Minha linda Vaca Estrela e o meu belo Boi Fubá
Quando era de tardezinha eu começava a aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Aquela seca medonha fez tudo se atrapaiar
Não nasceu capim no campo para o gado sustentar
O sertão esturricou, fez os açude secar
Morreu minha Vaca Estrela, já acabou meu Boi Fubá
Perdi tudo quanto tinha, nunca mais pude aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Hoje nas terra do sul, longe do torrão natá
Quando eu vejo em minha frente uma boiada passar
As água corre dos óio, começo logo a chorá
Lembro a minha Vaca Estrela e o meu lindo Boi Fubá
Com saudade do Nordeste, dá vontade de aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá

(Patativa do Assaré)

Com base nos versos a seguir, de Vaca Estrela e Boi Fubá, analise a situação da voz narrativa e assinale a alternativa correta:
“Eu sou filho do Nordeste, não nego meu natural /
Mas uma seca medonha me tangeu de lá pra cá /
Lá eu tinha o meu gadinho, num é bom nem imaginar /
Minha linda Vaca Estrela e o meu belo Boi Fubá /
Quando era de tardezinha eu começava a aboiar”
 

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Seu doutor, me dê licença pra minha história contar
Hoje eu tô na terra estranha, é bem triste o meu penar
Mas já fui muito feliz vivendo no meu lugar
Eu tinha cavalo bom e gostava de campear
E todo dia aboiava na porteira do curral
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Eu sou fio do Nordeste, não nego meu natural
Mas uma seca medonha me tangeu de lá pra cá
Lá eu tinha o meu gadinho, num é bom nem imaginar
Minha linda Vaca Estrela e o meu belo Boi Fubá
Quando era de tardezinha eu começava a aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Aquela seca medonha fez tudo se atrapaiar
Não nasceu capim no campo para o gado sustentar
O sertão esturricou, fez os açude secar
Morreu minha Vaca Estrela, já acabou meu Boi Fubá
Perdi tudo quanto tinha, nunca mais pude aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
Hoje nas terra do sul, longe do torrão natá
Quando eu vejo em minha frente uma boiada passar
As água corre dos óio, começo logo a chorá
Lembro a minha Vaca Estrela e o meu lindo Boi Fubá
Com saudade do Nordeste, dá vontade de aboiar
Ê ê ê ê lá a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá

(Patativa do Assaré)

Acerca da primeira estrofe do texto, o eu lírico expressa um sentimento de nostalgia e deslocamento. A partir da analise dos versos, o principal motivo da tristeza e:
 

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