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Nos termos da Lei nº 1.182/2006 − Regime Jurídico dos
Servidores Públicos do Município, a aceitação expressa das
atribuições, deveres e responsabilidades inerentes ao cargo
público, com o compromisso de bem servir, formalizada com
a assinatura de termo pela autoridade competente e pelo
nomeado denomina-se:
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Segundo a Lei Orgânica Municipal, sobre a cultura,
analisar os itens.
I. O Município estimulará a cultura em suas múltiplas manifestações, garantindo o pleno e efetivo exercício dos direitos culturais e o acesso às fontes da cultura nacional e regional, apoiando e incentivando a produção, a valorização e a difusão das manifestações culturais.
II. É dever do Município proteger e estimular as manifestações culturais dos diferentes grupos étnicos formadores da sociedade rio-grandense.
Está CORRETO o que se afirma:
I. O Município estimulará a cultura em suas múltiplas manifestações, garantindo o pleno e efetivo exercício dos direitos culturais e o acesso às fontes da cultura nacional e regional, apoiando e incentivando a produção, a valorização e a difusão das manifestações culturais.
II. É dever do Município proteger e estimular as manifestações culturais dos diferentes grupos étnicos formadores da sociedade rio-grandense.
Está CORRETO o que se afirma:
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De acordo com a Lei Orgânica do Município, cabe ao
Município, no exercício de sua autonomia:
I. Instituir e arrecadar os tributos de sua competência e aplicar as suas rendas.
II. Estabelecer diferença tributária entre bens e serviços, de qualquer natureza, em razão de sua procedência ou destino.
III. Administrar seus bens, adquiri-los e aliená-los, aceitar doações, legados e heranças e dispor de sua aplicação.
Está CORRETO o que se afirma:
I. Instituir e arrecadar os tributos de sua competência e aplicar as suas rendas.
II. Estabelecer diferença tributária entre bens e serviços, de qualquer natureza, em razão de sua procedência ou destino.
III. Administrar seus bens, adquiri-los e aliená-los, aceitar doações, legados e heranças e dispor de sua aplicação.
Está CORRETO o que se afirma:
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O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se
para o plural para preencher de modo CORRETO a lacuna
em:
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Em “Fui ensinada a ter paciência, pois a vida é cheia de
surpresas boas e ruins.”, a palavra sublinhada expressa ideia
de:
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Em qual das alternativas o uso de crase está INCORRETO?
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Pechada
O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o
aluno novo já estava sendo chamado de “Gaúcho”. Porque
era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um
sotaque carregado.
— Aí, Gaúcho!
— Fala, Gaúcho!
Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava
diferente. A professora explicou que cada região tinha seu
idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim.
Afinal, todos falavam português. Variava a pronúncia, mas a
língua era uma só. E os alunos não achavam formidável que
num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma
língua, só com pequenas variações?
— Mas o Gaúcho fala “tu”! — disse o gordo Jorge, que
era quem mais implicava com o novato.
— E fala certo — disse a professora. — Pode-se dizer “tu”
e pode-se dizer “você”. Os dois estão certos. Os dois são
português.
O gordo Jorge fez cara de quem não se entregara.
Um dia, o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a
professora o que acontecera.
— O pai atravessou a sinaleira e pechou.
— O quê?
— O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.
A professora sorriu. Depois achou que não era caso para
sorrir. Afinal, o pai do menino atravessara uma sinaleira e
pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital.
Gravemente pechado. Com pedaços de sinaleira sendo
retirados do seu corpo.
— O que foi que ele disse, tia?
— quis saber o gordo
Jorge.
— Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
— E o que é isso?
— Gaúcho... Quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o
que aconteceu.
— Nós vinha...
— Nós vínhamos.
— Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira
fechada, passou no vermelho e deu uma pechada noutro
auto.
A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro
o que acontecera? Ao mesmo tempo, procurava uma
tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que
não o entendera. Não com o gordo Jorge rindo daquele
jeito.
“Sinaleira”, obviamente, era sinal, semáforo. “Auto” era
automóvel, carro. Mas “pechar” o que era? Bater, claro. Mas
de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias
depois a professora descobriu que “pechar” vinha do
espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que
se esforçar para convencer o gordo Jorge de que era mesmo
brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara outro
apelido. Pechada.
— Aí, Pechada!
— Fala, Pechada!
Fonte: Revista Nova. Luis Fernando Veríssimo.
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Pechada
O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o
aluno novo já estava sendo chamado de “Gaúcho”. Porque
era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um
sotaque carregado.
— Aí, Gaúcho!
— Fala, Gaúcho!
Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava
diferente. A professora explicou que cada região tinha seu
idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim.
Afinal, todos falavam português. Variava a pronúncia, mas a
língua era uma só. E os alunos não achavam formidável que
num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma
língua, só com pequenas variações?
— Mas o Gaúcho fala “tu”! — disse o gordo Jorge, que
era quem mais implicava com o novato.
— E fala certo — disse a professora. — Pode-se dizer “tu”
e pode-se dizer “você”. Os dois estão certos. Os dois são
português.
O gordo Jorge fez cara de quem não se entregara.
Um dia, o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a
professora o que acontecera.
— O pai atravessou a sinaleira e pechou.
— O quê?
— O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.
A professora sorriu. Depois achou que não era caso para
sorrir. Afinal, o pai do menino atravessara uma sinaleira e
pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital.
Gravemente pechado. Com pedaços de sinaleira sendo
retirados do seu corpo.
— O que foi que ele disse, tia?
— quis saber o gordo
Jorge.
— Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
— E o que é isso?
— Gaúcho... Quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o
que aconteceu.
— Nós vinha...
— Nós vínhamos.
— Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira
fechada, passou no vermelho e deu uma pechada noutro
auto.
A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro
o que acontecera? Ao mesmo tempo, procurava uma
tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que
não o entendera. Não com o gordo Jorge rindo daquele
jeito.
“Sinaleira”, obviamente, era sinal, semáforo. “Auto” era
automóvel, carro. Mas “pechar” o que era? Bater, claro. Mas
de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias
depois a professora descobriu que “pechar” vinha do
espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que
se esforçar para convencer o gordo Jorge de que era mesmo
brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara outro
apelido. Pechada.
— Aí, Pechada!
— Fala, Pechada!
Fonte: Revista Nova. Luis Fernando Veríssimo.
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Pechada
O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o
aluno novo já estava sendo chamado de “Gaúcho”. Porque
era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um
sotaque carregado.
— Aí, Gaúcho!
— Fala, Gaúcho!
Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava
diferente. A professora explicou que cada região tinha seu
idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim.
Afinal, todos falavam português. Variava a pronúncia, mas a
língua era uma só. E os alunos não achavam formidável que
num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma
língua, só com pequenas variações?
— Mas o Gaúcho fala “tu”! — disse o gordo Jorge, que
era quem mais implicava com o novato.
— E fala certo — disse a professora. — Pode-se dizer “tu”
e pode-se dizer “você”. Os dois estão certos. Os dois são
português.
O gordo Jorge fez cara de quem não se entregara.
Um dia, o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a
professora o que acontecera.
— O pai atravessou a sinaleira e pechou.
— O quê?
— O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.
A professora sorriu. Depois achou que não era caso para
sorrir. Afinal, o pai do menino atravessara uma sinaleira e
pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital.
Gravemente pechado. Com pedaços de sinaleira sendo
retirados do seu corpo.
— O que foi que ele disse, tia?
— quis saber o gordo
Jorge.
— Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
— E o que é isso?
— Gaúcho... Quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o
que aconteceu.
— Nós vinha...
— Nós vínhamos.
— Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira
fechada, passou no vermelho e deu uma pechada noutro
auto.
A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro
o que acontecera? Ao mesmo tempo, procurava uma
tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que
não o entendera. Não com o gordo Jorge rindo daquele
jeito.
“Sinaleira”, obviamente, era sinal, semáforo. “Auto” era
automóvel, carro. Mas “pechar” o que era? Bater, claro. Mas
de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias
depois a professora descobriu que “pechar” vinha do
espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que
se esforçar para convencer o gordo Jorge de que era mesmo
brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara outro
apelido. Pechada.
— Aí, Pechada!
— Fala, Pechada!
Fonte: Revista Nova. Luis Fernando Veríssimo.
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Questão presente nas seguintes provas
Pechada
O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o
aluno novo já estava sendo chamado de “Gaúcho”. Porque
era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um
sotaque carregado.
— Aí, Gaúcho!
— Fala, Gaúcho!
Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava
diferente. A professora explicou que cada região tinha seu
idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim.
Afinal, todos falavam português. Variava a pronúncia, mas a
língua era uma só. E os alunos não achavam formidável que
num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma
língua, só com pequenas variações?
— Mas o Gaúcho fala “tu”! — disse o gordo Jorge, que
era quem mais implicava com o novato.
— E fala certo — disse a professora. — Pode-se dizer “tu”
e pode-se dizer “você”. Os dois estão certos. Os dois são
português.
O gordo Jorge fez cara de quem não se entregara.
Um dia, o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a
professora o que acontecera.
— O pai atravessou a sinaleira e pechou.
— O quê?
— O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.
A professora sorriu. Depois achou que não era caso para
sorrir. Afinal, o pai do menino atravessara uma sinaleira e
pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital.
Gravemente pechado. Com pedaços de sinaleira sendo
retirados do seu corpo.
— O que foi que ele disse, tia?
— quis saber o gordo
Jorge.
— Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
— E o que é isso?
— Gaúcho... Quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o
que aconteceu.
— Nós vinha...
— Nós vínhamos.
— Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira
fechada, passou no vermelho e deu uma pechada noutro
auto.
A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro
o que acontecera? Ao mesmo tempo, procurava uma
tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que
não o entendera. Não com o gordo Jorge rindo daquele
jeito.
“Sinaleira”, obviamente, era sinal, semáforo. “Auto” era
automóvel, carro. Mas “pechar” o que era? Bater, claro. Mas
de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias
depois a professora descobriu que “pechar” vinha do
espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que
se esforçar para convencer o gordo Jorge de que era mesmo
brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara outro
apelido. Pechada.
— Aí, Pechada!
— Fala, Pechada!
Fonte: Revista Nova. Luis Fernando Veríssimo.
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