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O HOMEM E A GALINHA

Era uma vez um homem que tinha uma galinha. Era uma galinha como as outras.

Um dia a galinha botou um ovo de ouro. O homem ficou contente. Chamou a mulher:

– Olha o ovo que a galinha botou.

A mulher ficou contente:

– Vamos ficar ricos!

E a mulher começou a tratar bem da galinha.

Todos os dias a mulher dava mingau para a galinha. Dava pão-de-ló, dava até sorvete. E a galinha todos os dias botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Pra que este luxo todo com a galinha? Nunca vi galinha comer pão-de-ló… Muito menos sorvete!

Vai que a mulher falou:

– É, mas esta é diferente. Ela bota ovos de ouro!

O marido não quis conversa:

– Acaba com isso, mulher. Galinha come é farelo.

Aí a mulher disse:

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim! – o marido respondeu.

A mulher todos os dias dava farelo à galinha. E a galinha botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Farelo está muito caro, mulher, um dinheirão! A galinha pode muito bem comer milho.

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim. – respondeu o marido.

Aí a mulher começou a dar milho pra galinha. E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Pra que este luxo de dar milho pra galinha? Ela que cate o de-comer no quintal!

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim – o marido falou.

Aí a mulher soltou a galinha no quintal. Ela catava sozinha a comida dela. Todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.

Um dia a galinha encontrou o portão aberto.

Foi embora e não voltou mais.

Dizem, eu não sei, que ela agora está numa boa casa onde tratam dela a pão-de-ló.

(ROCHA, Ruth. Enquanto o mundo pega fogo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984)

“Dígrafo é a reunião de duas letras para a transcrição de um fonema. Trata-se de uma grafia composta para um som simples.”

Assinale a alternativa em que todas as palavras atendem a essa definição:

 

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O HOMEM E A GALINHA

Era uma vez um homem que tinha uma galinha. Era uma galinha como as outras.

Um dia a galinha botou um ovo de ouro. O homem ficou contente. Chamou a mulher:

– Olha o ovo que a galinha botou.

A mulher ficou contente:

– Vamos ficar ricos!

E a mulher começou a tratar bem da galinha.

Todos os dias a mulher dava mingau para a galinha. Dava pão-de-ló, dava até sorvete. E a galinha todos os dias botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Pra que este luxo todo com a galinha? Nunca vi galinha comer pão-de-ló… Muito menos sorvete!

Vai que a mulher falou:

– É, mas esta é diferente. Ela bota ovos de ouro!

O marido não quis conversa:

– Acaba com isso, mulher. Galinha come é farelo.

Aí a mulher disse:

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim! – o marido respondeu.

A mulher todos os dias dava farelo à galinha. E a galinha botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Farelo está muito caro, mulher, um dinheirão! A galinha pode muito bem comer milho.

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim. – respondeu o marido.

Aí a mulher começou a dar milho pra galinha. E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Pra que este luxo de dar milho pra galinha? Ela que cate o de-comer no quintal!

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim – o marido falou.

Aí a mulher soltou a galinha no quintal. Ela catava sozinha a comida dela. Todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.

Um dia a galinha encontrou o portão aberto.

Foi embora e não voltou mais.

Dizem, eu não sei, que ela agora está numa boa casa onde tratam dela a pão-de-ló.

(ROCHA, Ruth. Enquanto o mundo pega fogo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984)

A alternativa que apresenta todos os verbos no passado é:

 

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O HOMEM E A GALINHA

Era uma vez um homem que tinha uma galinha. Era uma galinha como as outras.

Um dia a galinha botou um ovo de ouro. O homem ficou contente. Chamou a mulher:

– Olha o ovo que a galinha botou.

A mulher ficou contente:

– Vamos ficar ricos!

E a mulher começou a tratar bem da galinha.

Todos os dias a mulher dava mingau para a galinha. Dava pão-de-ló, dava até sorvete. E a galinha todos os dias botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Pra que este luxo todo com a galinha? Nunca vi galinha comer pão-de-ló… Muito menos sorvete!

Vai que a mulher falou:

– É, mas esta é diferente. Ela bota ovos de ouro!

O marido não quis conversa:

– Acaba com isso, mulher. Galinha come é farelo.

Aí a mulher disse:

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim! – o marido respondeu.

A mulher todos os dias dava farelo à galinha. E a galinha botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Farelo está muito caro, mulher, um dinheirão! A galinha pode muito bem comer milho.

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim. – respondeu o marido.

Aí a mulher começou a dar milho pra galinha. E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Pra que este luxo de dar milho pra galinha? Ela que cate o de-comer no quintal!

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim – o marido falou.

Aí a mulher soltou a galinha no quintal. Ela catava sozinha a comida dela. Todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.

Um dia a galinha encontrou o portão aberto.

Foi embora e não voltou mais.

Dizem, eu não sei, que ela agora está numa boa casa onde tratam dela a pão-de-ló.

(ROCHA, Ruth. Enquanto o mundo pega fogo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984)

A respeito deste texto, pode afirmar-se que:

 

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O HOMEM E A GALINHA

Era uma vez um homem que tinha uma galinha. Era uma galinha como as outras.

Um dia a galinha botou um ovo de ouro. O homem ficou contente. Chamou a mulher:

– Olha o ovo que a galinha botou.

A mulher ficou contente:

– Vamos ficar ricos!

E a mulher começou a tratar bem da galinha.

Todos os dias a mulher dava mingau para a galinha. Dava pão-de-ló, dava até sorvete. E a galinha todos os dias botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Pra que este luxo todo com a galinha? Nunca vi galinha comer pão-de-ló… Muito menos sorvete!

Vai que a mulher falou:

– É, mas esta é diferente. Ela bota ovos de ouro!

O marido não quis conversa:

– Acaba com isso, mulher. Galinha come é farelo.

Aí a mulher disse:

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim! – o marido respondeu.

A mulher todos os dias dava farelo à galinha. E a galinha botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Farelo está muito caro, mulher, um dinheirão! A galinha pode muito bem comer milho.

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim. – respondeu o marido.

Aí a mulher começou a dar milho pra galinha. E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Pra que este luxo de dar milho pra galinha? Ela que cate o de-comer no quintal!

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim – o marido falou.

Aí a mulher soltou a galinha no quintal. Ela catava sozinha a comida dela. Todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.

Um dia a galinha encontrou o portão aberto.

Foi embora e não voltou mais.

Dizem, eu não sei, que ela agora está numa boa casa onde tratam dela a pão-de-ló.

(ROCHA, Ruth. Enquanto o mundo pega fogo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984)

A sequência decrescente representada pela forma como a galinha era alimentada no decorrer do texto, de pão-de-ló, passando a farelo e, finalmente, a milho, demonstra que:

 

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O HOMEM E A GALINHA

Era uma vez um homem que tinha uma galinha. Era uma galinha como as outras.

Um dia a galinha botou um ovo de ouro. O homem ficou contente. Chamou a mulher:

– Olha o ovo que a galinha botou.

A mulher ficou contente:

– Vamos ficar ricos!

E a mulher começou a tratar bem da galinha.

Todos os dias a mulher dava mingau para a galinha. Dava pão-de-ló, dava até sorvete. E a galinha todos os dias botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Pra que este luxo todo com a galinha? Nunca vi galinha comer pão-de-ló… Muito menos sorvete!

Vai que a mulher falou:

– É, mas esta é diferente. Ela bota ovos de ouro!

O marido não quis conversa:

– Acaba com isso, mulher. Galinha come é farelo.

Aí a mulher disse:

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim! – o marido respondeu.

A mulher todos os dias dava farelo à galinha. E a galinha botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Farelo está muito caro, mulher, um dinheirão! A galinha pode muito bem comer milho.

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim. – respondeu o marido.

Aí a mulher começou a dar milho pra galinha. E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.

Vai que o marido disse:

– Pra que este luxo de dar milho pra galinha? Ela que cate o de-comer no quintal!

– E se ela não botar mais ovos de ouro?

– Bota sim – o marido falou.

Aí a mulher soltou a galinha no quintal. Ela catava sozinha a comida dela. Todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.

Um dia a galinha encontrou o portão aberto.

Foi embora e não voltou mais.

Dizem, eu não sei, que ela agora está numa boa casa onde tratam dela a pão-de-ló.

(ROCHA, Ruth. Enquanto o mundo pega fogo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984)

Um tema possível que pode ser depreendido do texto é:

 

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Uma malharia encaminhou para determinada escola uma tabela de valores dos uniformes escolares. Uma bermuda custa R$ 30,00 e uma camiseta custa R$ 20,00. Uma mãe comprou duas bermuda e três camisetas e, por ter comprado as cinco peças juntas, ganhou um desconto e pagou o total de R$ 98,40 pelas três peças. O desconto que essa mãe ganhou, em porcentagem, foi de:

Questão Anulada

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Assinale a alternativa incorreta quanto à concordância verbal:

Questão Anulada

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Assinale a alternativa em que a palavra apresenta oito letras e seis fonemas:

Questão Anulada

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Assinale a alternativa incorreta quanto ao uso da crase:

Questão Anulada

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2544316 Ano: 2017
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CONSCAM
Orgão: Pref. Bariri-SP

Quanto à obrigatoriedade de permanência do estudante na escola, principalmente no Ensino Fundamental, há, na LDB, exigências que se centram nas relações entre a escola, os pais ou responsáveis, e a comunidade, de tal modo que a escola e os sistemas de ensino tornam-se responsáveis por:

I. Notificar ao Conselho Tutelar do Município, ao juiz competente da Comarca e ao respectivo representante do Ministério Público a relação dos estudantes que apresentem quantidade de faltas acima de cinquenta por cento do percentual permitido em lei.

II. Zelar, junto aos pais ou responsáveis, pela frequência à escola.

III. Informar os pais e responsáveis sobre a frequência e o rendimento dos estudantes, bem como sobre a execução de sua proposta pedagógica.

Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de nove anos, está correto o que se afirma em:

Questão Desatualizada

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