No início do século XIX, no extenso Vale do Rio Paraíba, teve início o surgimento da produção de café em níveis comerciais. Mesmo com a ausência de adubos e outros cuidados, a produção de café na região foi muito grande considerando-se as técnicas de produção e beneficiamento precárias. Os instrumentos de trabalho básicos da grande lavoura cafeeira foram a enxada e a foice, que os escravos sabiam usar muito bem. As condições topográficas do Vale do Paraíba também favoreceram as plantações em curvas de nível.
O fato das plantações cafeeiras do Vale do Paraíba terem sido realizadas, em grande parte, através de curvas de nível representou uma vantagem significativa porque:
Durante muito tempo repetiu-se à exaustão que "a Amazônia é o pulmão do mundo". Com isso queria-se dizer que nossa atmosfera dependia fortemente dos processos de trocas gasosas que ocorriam nas imensas árvores das florestas tropicais.
Isso não é verdade. Se por um lado essa notícia servia como justificativa maior para a defesa da floresta amazônica, o que era muito bom, por outro fazia com que as pessoas repetissem algo que a ciência já havia comprovado não ser verdadeiro.
Na verdade, a maior parte do oxigênio que forma a nossa atmosfera é produzido:
Numa perspectiva crítica de educação, a instituição escolar tem o significado de local de acesso ao saber sistematizado historicamente acumulado. Nesse sentido, para propiciar esse acesso, os conteúdos devem ser conduzidos de forma que:
Vem aí o mundo dos homens e mulheres centenários. Alguns cientistas defendem que a ciência deve colocar todos os instrumentos possíveis a serviço do objetivo de estender a vida e de retardar o envelhecimento, mesmo que o ser humano não tenha sido planejado para isso. A medicina do século XX identificou e eliminou as causas das doenças infecciosas, o que, junto com uma série de mudanças no estilo de vida, como trabalhos menos pesados, ajudou a aumentar a média de vida da população. A medicina do século XXI procura a solução para as doenças vasculares, o câncer, as patologias degenerativas e as inflamações crônicas, males que acometem com frequência pessoas idosas. A engenharia genética promete ser a chave para curá-los e, portanto, para ampliar o limite da longevidade humana. Já se conseguiu localizar o gene que determina o prolongamento da vida em ratos. Em experimentos, o tempo de vida desses animais foi aumentado em até 30%. Os pesquisadores acham que no futuro será possível fazer o mesmo com os seres humanos. A questão é saber quais são limites para a extensão da vida humana.
Cientistas americanos fizeram um exercício de imaginar como teria de ser o corpo de uma pessoa centenária e totalmente saudável, construído para a longevidade. O resultado é uma figura grotesca, que nem a mais avançada das engenharias genéticas poderia conceber. Nós seríamos criaturas mais baixas, mais cabeçudas, mais orelhudas, encurvadas, de coxas e quadris mais largos. Tudo para evitar o desgaste natural causado pelo uso prolongado do corpo. Sem essas e outras mudanças, os idosos continuariam sofrendo com ossos frágeis, discos da coluna gastos, ligamentos destruídos, varizes, cataratas, perda de audição e hérnias. Uma das características estruturais mais importantes que precisariam ser modificadas é a coluna vertebral, que costuma apresentar os primeiros sinais de desgaste muito cedo.
Além da adaptação fisiológica, em uma sociedade em que o número de aposentados é maior que o de pessoas em atividade, o sistema poderia entrar em colapso, pois, em muitos países, as pessoas param de trabalhar quando entram na faixa dos 60 anos. Se fosse possível superar as limitações estruturais do corpo humano, controlar a degeneração dos órgãos e estender a vida para além dos 120 anos, ainda teríamos de reorganizar o sistema econômico e social.
(Revista Veja, 03/03/2004. Com adaptações)
A medicina do século XX identificou e eliminou as causas das doenças infecciosas.
Está INCORRETA a análise sintática do seguinte termo desse período:
Quando se buscam princípios que sustentem um caminho concreto da didática, a metodologia do ensino, por paradoxal que possa parecer, deve evitar o uso de métodos que façam da ação didática uma rotina pedagógica.
Para tanto, é imprescindível que a ação didática seja:
I - guiada pela perspectiva histórica;
II - norteada pela dialética dos fatos e fenômenos sócio-educativos;
III - rotineira e centrada nos conteúdos propostos pelo currículo escolar;
O ensino, como fenômeno da realidade concreta, é um processo que se desenvolve dialeticamente. Para tanto, torna-se premente na ação didática do professor:
Vem aí o mundo dos homens e mulheres centenários. Alguns cientistas defendem que a ciência deve colocar todos os instrumentos possíveis a serviço do objetivo de estender a vida e de retardar o envelhecimento, mesmo que o ser humano não tenha sido planejado para isso. A medicina do século XX identificou e eliminou as causas das doenças infecciosas, o que, junto com uma série de mudanças no estilo de vida, como trabalhos menos pesados, ajudou a aumentar a média de vida da população. A medicina do século XXI procura a solução para as doenças vasculares, o câncer, as patologias degenerativas e as inflamações crônicas, males que acometem com frequência pessoas idosas. A engenharia genética promete ser a chave para curá-los e, portanto, para ampliar o limite da longevidade humana. Já se conseguiu localizar o gene que determina o prolongamento da vida em ratos. Em experimentos, o tempo de vida desses animais foi aumentado em até 30%. Os pesquisadores acham que no futuro será possível fazer o mesmo com os seres humanos. A questão é saber quais são limites para a extensão da vida humana.
Cientistas americanos fizeram um exercício de imaginar como teria de ser o corpo de uma pessoa centenária e totalmente saudável, construído para a longevidade. O resultado é uma figura grotesca, que nem a mais avançada das engenharias genéticas poderia conceber. Nós seríamos criaturas mais baixas, mais cabeçudas, mais orelhudas, encurvadas, de coxas e quadris mais largos. Tudo para evitar o desgaste natural causado pelo uso prolongado do corpo. Sem essas e outras mudanças, os idosos continuariam sofrendo com ossos frágeis, discos da coluna gastos, ligamentos destruídos, varizes, cataratas, perda de audição e hérnias. Uma das características estruturais mais importantes que precisariam ser modificadas é a coluna vertebral, que costuma apresentar os primeiros sinais de desgaste muito cedo.
Além da adaptação fisiológica, em uma sociedade em que o número de aposentados é maior que o de pessoas em atividade, o sistema poderia entrar em colapso, pois, em muitos países, as pessoas param de trabalhar quando entram na faixa dos 60 anos. Se fosse possível superar as limitações estruturais do corpo humano, controlar a degeneração dos órgãos e estender a vida para além dos 120 anos, ainda teríamos de reorganizar o sistema econômico e social.
(Revista Veja, 03/03/2004. Com adaptações)
O item em que se representa uma oposição central ao desenvolvimento do tema é:
Uma das formas de desmitificar a avaliação, fugindo ao modelo tradicional classificatório, é a utilização da modalidade de elaboração de questões, pelos alunos, acerca de um determinado assunto. Esse procedimento permite ao professor:
I - perceber se o aluno valoriza a memorização pelo tipo de questão que elabora;
II - diminuir sua responsabilidade no processo de avaliação;
III - responsabilizar o aluno para a leitura de um texto e considerar o assunto encerrado;
IV - perceber se o aluno está atento ao essencial e se realizar a reflexão e o raciocínio.
Pedro, morador de Barra Mansa, foi passar as férias na cidade paulista de Campos de Jordão que é considerada a cidade brasileira de maior altitude. Logo que chegou à cidade, Pedro foi acometido de uma forte dor de ouvido, sem apresentar nenhum outro sintoma de qualquer doença infecciosa. Provavelmente, a dor de ouvido sentida pelo rapaz ocorreu porque:
O cerrado ocupa grande parte da Região Centro-Oeste e vem sendo ocupado há décadas por grandes empreendimentos agropecuários. Dos empreendimentos listados a seguir, os de maior expressão econômica do cerrado no Centro-Oeste são os: