Foram encontradas 260 questões.
O alinhamento de texto é um recurso muito utilizado, está demonstrado na imagem
a seguir. Recurso disponível na versão on-line do Microsoft Word. Na formatação dos 2
(dois) parágrafos a seguir, sinopse e dados bibliográficos do livro, quais são,
respectivamente, os alinhamentos utilizados?


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Usando o editor de textos Microsoft Word, a coordenadora de Educação Infantil
digitou uma lista de alunos. Eles irão participar de um evento na escola. Ao mesmo tempo
a educadora atendeu uma ligação telefônica. Por diversas vezes ela apertou uma
combinação de teclas, para salvar os dados e não os perder. Qual é a combinação
CORRETA de teclas usada?


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Na imagem a seguir há um gráfico criado pela educadora de Educação Infantil, usando
o Microsoft Excel. O objetivo é visualizar e compreender informações da unidade escolar.
Qual é o nome do gráfico utilizado?


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A reunião da Coordenação Pedagógica de Educação Infantil irá ocorrer
excepcionalmente em formato virtual (on-line). Na pauta estão as atividades pedagógicas
desenvolvidas na unidade escolar. Para participar do encontro, é necessária uma
plataforma de videoconferência. Qual ferramenta a seguir deve ser utilizada?
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Nas imagens a seguir, há o arquivo Relatório Coord Pedagógica de Educ Infantil
2024, em formato PDF (Documento Portátil). Está selecionado. É necessário apagá-lo
com exclusão permanente. Qual é a combinação de teclas CORRETA para excluir o
arquivo?


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A questão se refere ao texto a seguir:
Eletrizante, nova série expõe a crueldade da sobrecarga mental de mães
Nova sensação das redes sociais, a série "All Her Fault" ("É Tudo Culpa Dela"
numa tradução literal), disponível no Prime Video, é uma história bem elaborada e com
reviravoltas surpreendentes que fazem o espectador ansiar pelo próximo episódio.
A série, entretanto, não é apenas um ótimo produto de entretenimento. Além de
hipnotizar o público, a produção tem a qualidade de esmiuçar, ainda que de maneira
discreta, uma questão que vem sendo muito debatida nos últimos anos e que, muitas
vezes, é subestimada: a sobrecarga mental das mulheres.
Todo o conflito é disparado quando a empresária Marissa não checa se o número
que lhe enviou uma mensagem de texto realmente pertence a Jenny, mãe de um dos
colegas de escola de seu filho, Milo. Essa desatenção faz com que ela caia numa
armadilha e tenha o filho sequestrado pela babá que trabalhava para Jenny, que, por sua
vez, começa a ser questionada por não ter investigado com mais profundidade o histórico
da profissional que contratou.
A partir do sequestro de Milo, Marissa e Jenny são alvo de cobranças, insinuações
e julgamentos precipitados, que desconsideram o excesso de responsabilidades que elas
possuem e a falta de participação de seus respectivos maridos nas decisões relativas à
família. Tudo recai sobre as costas de Marissa e Jenny, que não são vistas como vítimas
da situação, mas como parte do problema.
Essa dimensão humana das personagens, que é muito bem explorada, torna “É
Tudo Culpa Dela” ainda mais angustiante. A minissérie mostra que mães estão sempre a
um passo de vivenciarem um filme de terror e que, para isso, nem precisam ter os filhos
sequestrados. Basta não darem conta das expectativas alheias ou não agirem como os
outros esperam que elas se comportem.
(Autoria de Ricky Hiraoka. Texto adaptado. Disponível em: https://www.uol.com.br/splash/colunas/rickyhiraoka/2026/01/16/all-her-fault.htm?cmpid=copiaecola Acesso em 16 jan. 2026)
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A questão se refere ao texto a seguir:
Eletrizante, nova série expõe a crueldade da sobrecarga mental de mães
Nova sensação das redes sociais, a série "All Her Fault" ("É Tudo Culpa Dela"
numa tradução literal), disponível no Prime Video, é uma história bem elaborada e com
reviravoltas surpreendentes que fazem o espectador ansiar pelo próximo episódio.
A série, entretanto, não é apenas um ótimo produto de entretenimento. Além de
hipnotizar o público, a produção tem a qualidade de esmiuçar, ainda que de maneira
discreta, uma questão que vem sendo muito debatida nos últimos anos e que, muitas
vezes, é subestimada: a sobrecarga mental das mulheres.
Todo o conflito é disparado quando a empresária Marissa não checa se o número
que lhe enviou uma mensagem de texto realmente pertence a Jenny, mãe de um dos
colegas de escola de seu filho, Milo. Essa desatenção faz com que ela caia numa
armadilha e tenha o filho sequestrado pela babá que trabalhava para Jenny, que, por sua
vez, começa a ser questionada por não ter investigado com mais profundidade o histórico
da profissional que contratou.
A partir do sequestro de Milo, Marissa e Jenny são alvo de cobranças, insinuações
e julgamentos precipitados, que desconsideram o excesso de responsabilidades que elas
possuem e a falta de participação de seus respectivos maridos nas decisões relativas à
família. Tudo recai sobre as costas de Marissa e Jenny, que não são vistas como vítimas
da situação, mas como parte do problema.
Essa dimensão humana das personagens, que é muito bem explorada, torna “É
Tudo Culpa Dela” ainda mais angustiante. A minissérie mostra que mães estão sempre a
um passo de vivenciarem um filme de terror e que, para isso, nem precisam ter os filhos
sequestrados. Basta não darem conta das expectativas alheias ou não agirem como os
outros esperam que elas se comportem.
(Autoria de Ricky Hiraoka. Texto adaptado. Disponível em: https://www.uol.com.br/splash/colunas/rickyhiraoka/2026/01/16/all-her-fault.htm?cmpid=copiaecola Acesso em 16 jan. 2026)
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A questão se refere ao texto a seguir:
Eletrizante, nova série expõe a crueldade da sobrecarga mental de mães
Nova sensação das redes sociais, a série "All Her Fault" ("É Tudo Culpa Dela"
numa tradução literal), disponível no Prime Video, é uma história bem elaborada e com
reviravoltas surpreendentes que fazem o espectador ansiar pelo próximo episódio.
A série, entretanto, não é apenas um ótimo produto de entretenimento. Além de
hipnotizar o público, a produção tem a qualidade de esmiuçar, ainda que de maneira
discreta, uma questão que vem sendo muito debatida nos últimos anos e que, muitas
vezes, é subestimada: a sobrecarga mental das mulheres.
Todo o conflito é disparado quando a empresária Marissa não checa se o número
que lhe enviou uma mensagem de texto realmente pertence a Jenny, mãe de um dos
colegas de escola de seu filho, Milo. Essa desatenção faz com que ela caia numa
armadilha e tenha o filho sequestrado pela babá que trabalhava para Jenny, que, por sua
vez, começa a ser questionada por não ter investigado com mais profundidade o histórico
da profissional que contratou.
A partir do sequestro de Milo, Marissa e Jenny são alvo de cobranças, insinuações
e julgamentos precipitados, que desconsideram o excesso de responsabilidades que elas
possuem e a falta de participação de seus respectivos maridos nas decisões relativas à
família. Tudo recai sobre as costas de Marissa e Jenny, que não são vistas como vítimas
da situação, mas como parte do problema.
Essa dimensão humana das personagens, que é muito bem explorada, torna “É
Tudo Culpa Dela” ainda mais angustiante. A minissérie mostra que mães estão sempre a
um passo de vivenciarem um filme de terror e que, para isso, nem precisam ter os filhos
sequestrados. Basta não darem conta das expectativas alheias ou não agirem como os
outros esperam que elas se comportem.
(Autoria de Ricky Hiraoka. Texto adaptado. Disponível em: https://www.uol.com.br/splash/colunas/rickyhiraoka/2026/01/16/all-her-fault.htm?cmpid=copiaecola Acesso em 16 jan. 2026)
I. O texto sustenta que a série constrói seu conflito central a partir de um erro pontual de Marissa, mas amplia essa situação para discutir a sobrecarga mental enfrentada pelas mulheres.
II. As reações sociais ao sequestro de Milo revelam julgamentos que ignoram a desigual divisão de responsabilidades familiares entre homens e mulheres.
III. O texto defende que as personagens femininas são retratadas como vítimas da situação, recebendo compreensão e empatia por parte da sociedade representada na série.
Assinale a alternativa CORRETA:
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Observe a figura a seguir:

Na charge, a fala do personagem “Acho que apareceu a primeira boa notícia de 2026!” produz um efeito de sentido porque:
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A questão se refere ao texto a seguir.
Bem-estar nas escolas: desafios estruturais e caminhos para fortalecer estudantes e educadores
As escolas ocupam um papel central no desenvolvimento integral de crianças e
adolescentes. Mais do que espaços de aprendizagem acadêmica, são ambientes de
convivência, construção de vínculos e ampliação de repertórios sociais e emocionais.
Quando o bem-estar está presente, estudantes se engajam mais, permanecem na escola e
aprendem melhor.
Durante muito tempo, a saúde mental e o bem-estar foram tratados como temas
secundários nas políticas educacionais. Nos últimos anos, o avanço das evidências
científicas tem reforçado que aprendizagem, bem-estar físico e saúde mental caminham
juntos. Ambientes seguros, relações de cuidado e práticas pedagógicas intencionais estão
diretamente associados ao engajamento escolar e ao enfrentamento da evasão, um dos
grandes desafios da educação pública brasileira.
Estudos recentes ajudam a dimensionar esse desafio. Em 2025, uma pesquisa
conduzida pelo Instituto Educbank, em parceria com o Great Place to Study, mostrou que
57% dos estudantes não percebem a escola ou seus professores como atentos ao seu bem-estar. Apenas cerca de 20% afirmaram se sentir acolhidos no ambiente escolar.
Outro fator que passou a influenciar diretamente o clima escolar é o uso de
celulares. A regulamentação nacional, em vigor desde 2024, ao restringir o uso dos
aparelhos em sala de aula a fins pedagógicos, contribuiu para melhorias na atenção, na
participação dos estudantes e na redução de conflitos. A medida também estimulou
debates sobre cidadania digital, equilíbrio no uso de telas e práticas pedagógicas mais
intencionais.
Nos últimos anos, políticas públicas têm incorporado o bem-estar, a saúde mental
e o desenvolvimento socioemocional aos currículos escolares. Esse movimento
representa um avanço importante. No entanto, a simples inclusão do tema nos
documentos oficiais não garante mudanças sustentáveis, especialmente em redes públicas
marcadas por desigualdades estruturais.
Sem investimento consistente na formação continuada de educadores e em
condições institucionais que apoiem o trabalho pedagógico, iniciativas voltadas ao bem-estar tendem a permanecer no plano normativo. Evidências mostram que escolas que
fortalecem relações colaborativas, gestão participativa e práticas de cuidado apresentam
melhores resultados de aprendizagem e maior engajamento da comunidade escolar.
Avançar exige compreender o bem-estar como uma construção coletiva,
incluindo ações voltadas para o suporte de professores. Isso envolve fortalecer políticas
públicas integradas, investir na formação continuada, ampliar equipes multiprofissionais,
criar espaços reais de escuta nas escolas e promover práticas pedagógicas que enfrentem
as causas do bullying e da evasão escolar, com atenção especial à promoção da equidade
racial.
A aprovação da Política Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades
Escolares, em 2024, representa um marco importante ao reconhecer a saúde mental como
parte do direito à educação. O desafio agora está na implementação efetiva dessa política
nos estados e municípios, transformando marcos legais em ações concretas.
Nesse contexto, redes públicas de ensino, em articulação com organizações da
sociedade civil, têm demonstrado avanços relevantes. A Coalizão para Educação Integral para Adolescentes, por exemplo, reúne governos e organizações em torno da promoção
de ambientes escolares mais seguros, do fortalecimento da educação integral e do
enfrentamento das desigualdades raciais.
Fortalecer o bem-estar nas escolas é tratá-lo como um eixo estruturante das
políticas educacionais, integrado à formação docente, à gestão escolar e à promoção da
equidade. Esse é um esforço coletivo, que exige colaboração entre poder público,
organizações da sociedade civil e lideranças educacionais comprometidas com uma
escola que acolha, engaje e garanta o desenvolvimento integral de todas as pessoas.
(Texto adaptado Disponível em: https://fundacaolemann.org.br/noticias/bem-estar-nasescolas/ Acesso em 20 jan. 2026)
“Ambientes seguros, relações de cuidado e práticas pedagógicas intencionais estão diretamente associados ao engajamento escolar e ao enfrentamento da evasão.”
No trecho, as palavras “seguros”, “pedagógicas” e “diretamente” pertencem, respectivamente, às classes gramaticais:
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