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748099 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FURB
Orgão: Pref. Benedito Novo-SC
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Benedito Novo foi emancipado e elevado à categoria de Município, desligando-se de Rodeio, em 1961. O Município tem como símbolos:

 

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748097 Ano: 2015
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: FURB
Orgão: Pref. Benedito Novo-SC
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A Resolução 1/1990 do CONAMA, que dispõe sobre critérios de padrões de emissão de ruídos decorrentes de quaisquer atividades industriais, comerciais, sociais ou recreativas em todo o Território Nacional, considera que são prejudiciais à saúde e ao sossego público os ruídos com níveis superiores aos considerados aceitáveis pela NBR-10.151 - Avaliação do Ruído em Áreas Habitadas Visando o Conforto da Comunidade, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A NBR-10.151 estabelece como Nível de Critério de Avaliação (NCA) para ambientes externos, nas áreas estritamente residenciais urbanas, os seguintes valores, expressos em decibéis:
 

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744264 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: Pref. Benedito Novo-SC
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Leia atentamente o texto a seguir:
A OVELHA NEGRA
Havia um país onde todos eram ladrões.
À noite, cada habitante saía, com a gazua* e a lanterna, e ia arrombar a casa um vizinho. Voltava de madrugada, carregado e encontrava a sua casa arrombada.
E assim todos viviam em paz e sem prejuízo, pois um roubava o outro, e este, um terceiro, e assim por diante, até que se chegava ao último que roubava o primeiro. O comércio naquele país só era praticado como trapaça, tanto por quem vendia como por quem comprava. O governo era uma associação de delinquentes vivendo à custa dos súditos, e os súditos, por sua vez, só se preocupavam em fraudar o governo. Assim a vida prosseguia sem tropeços, e não havia nem ricos nem pobres.
Ora, não se sabe como, ocorre que no país apareceu um homem honesto. À noite, em vez de sair com o saco e a lanterna, ficava em casa fumando e lendo romances.
Vinham os ladrões, viam a luz acesa e não subiam.
Essa situação durou algum tempo: depois foi preciso fazê-lo compreender que, se quisesse viver sem fazer nada, não era essa uma boa razão para não deixar os outros fazerem. Cada noite que ele passava em casa era uma família que não comia no dia seguinte.
Diante desses argumentos, o homem honesto não tinha o que objetar. Também começou a sair de noite para voltar de madrugada, mas não ia roubar. Era honesto, não havia nada a fazer. Andava até a ponte e ficava vendo a água passar embaixo. Voltava para casa e a encontrava roubada.
Em menos de uma semana o homem honesto ficou sem um tostão, sem o que comer, com a casa vazia. Mas, até aí, tudo bem, porque era culpa sua; o problema era que seu comportamento criava uma grande confusão. Ele deixava que lhe roubassem tudo e, ao mesmo tempo, não roubava ninguém. Assim sempre havia alguém que, voltando para casa de madrugada, achava a casa intacta: a casa que o homem honesto devia ter roubado. O fato é que, pouco depois, os que não eram roubados acabaram ficando mais ricos que os outros e passaram a não querer mais roubar. E, além disso, os que vinham para roubar a casa do homem honesto sempre a encontravam vazia; assim iam ficando pobres.
Enquanto isso, os que tinham se tornado ricos pegaram o costume, eles também, de ir à noite até a ponte para ver a água que passava embaixo. Isso aumentou a confusão, pois muitos outros ficaram ricos e muitos outros ficaram pobres.
Ora, os ricos perceberam que, indo à noite até a ponte, mais tarde ficariam pobres. E pensaram: “Paguemos aos pobres para irem roubar para nós”. Fizeram-se os contratos, estabeleceram-se os salários, as percentagens: naturalmente, continuavam a ser ladrões e procuravam enganar-se uns aos outros. Mas, como acontece, os ricos tornavam-se cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres.
Havia ricos tão ricos que não precisavam mais roubar e que mandavam roubar para continuarem a ser ricos. Mas, se paravam de roubar, ficavam pobres porque os pobres os roubavam. Então pagaram aos mais pobres dos pobres para defenderem as suas coisas contra os outros pobres, e assim instituíram a polícia e constituíram as prisões.
Dessa forma, já poucos anos depois do episódio do homem honesto, não se falava mais de roubar ou de ser roubado, mas só de ricos ou de pobres; e no entanto todos continuavam a ser pobres. Honesto só tinha havido aquele sujeito, e morrera logo, de fome.
(CALVINO, Italo. Um general na biblioteca. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.)
________________________________________________
*gazua: ferro torto ou gancho, de arame, com a ponta chanfrada, utilizado para abrir fechaduras.
O fato principal, responsável pela quebra da ordem naquele país (essencial para o desenrolar das ações posteriores), é:
 

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744132 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: Pref. Benedito Novo-SC
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Leia atentamente o texto a seguir:
A OVELHA NEGRA
Havia um país onde todos eram ladrões.
À noite, cada habitante saía, com a gazua* e a lanterna, e ia arrombar a casa um vizinho. Voltava de madrugada, carregado e encontrava a sua casa arrombada.
E assim todos viviam em paz e sem prejuízo, pois um roubava o outro, e este, um terceiro, e assim por diante, até que se chegava ao último que roubava o primeiro. O comércio naquele país só era praticado como trapaça, tanto por quem vendia como por quem comprava. O governo era uma associação de delinquentes vivendo à custa dos súditos, e os súditos, por sua vez, só se preocupavam em fraudar o governo. Assim a vida prosseguia sem tropeços, e não havia nem ricos nem pobres.
Ora, não se sabe como, ocorre que no país apareceu um homem honesto. À noite, em vez de sair com o saco e a lanterna, ficava em casa fumando e lendo romances.
Vinham os ladrões, viam a luz acesa e não subiam.
Essa situação durou algum tempo: depois foi preciso fazê-lo compreender que, se quisesse viver sem fazer nada, não era essa uma boa razão para não deixar os outros fazerem. Cada noite que ele passava em casa era uma família que não comia no dia seguinte.
Diante desses argumentos, o homem honesto não tinha o que objetar. Também começou a sair de noite para voltar de madrugada, mas não ia roubar. Era honesto, não havia nada a fazer. Andava até a ponte e ficava vendo a água passar embaixo. Voltava para casa e a encontrava roubada.
Em menos de uma semana o homem honesto ficou sem um tostão, sem o que comer, com a casa vazia. Mas, até aí, tudo bem, porque era culpa sua; o problema era que seu comportamento criava uma grande confusão. Ele deixava que lhe roubassem tudo e, ao mesmo tempo, não roubava ninguém. Assim sempre havia alguém que, voltando para casa de madrugada, achava a casa intacta: a casa que o homem honesto devia ter roubado. O fato é que, pouco depois, os que não eram roubados acabaram ficando mais ricos que os outros e passaram a não querer mais roubar. E, além disso, os que vinham para roubar a casa do homem honesto sempre a encontravam vazia; assim iam ficando pobres.
Enquanto isso, os que tinham se tornado ricos pegaram o costume, eles também, de ir à noite até a ponte para ver a água que passava embaixo. Isso aumentou a confusão, pois muitos outros ficaram ricos e muitos outros ficaram pobres.
Ora, os ricos perceberam que, indo à noite até a ponte, mais tarde ficariam pobres. E pensaram: “Paguemos aos pobres para irem roubar para nós”. Fizeram-se os contratos, estabeleceram-se os salários, as percentagens: naturalmente, continuavam a ser ladrões e procuravam enganar-se uns aos outros. Mas, como acontece, os ricos tornavam-se cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres.
Havia ricos tão ricos que não precisavam mais roubar e que mandavam roubar para continuarem a ser ricos. Mas, se paravam de roubar, ficavam pobres porque os pobres os roubavam. Então pagaram aos mais pobres dos pobres para defenderem as suas coisas contra os outros pobres, e assim instituíram a polícia e constituíram as prisões.
Dessa forma, já poucos anos depois do episódio do homem honesto, não se falava mais de roubar ou de ser roubado, mas só de ricos ou de pobres; e no entanto todos continuavam a ser pobres. Honesto só tinha havido aquele sujeito, e morrera logo, de fome.
(CALVINO, Italo. Um general na biblioteca. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.)
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*gazua: ferro torto ou gancho, de arame, com a ponta chanfrada, utilizado para abrir fechaduras.
Releia atentamente os quatro períodos abaixo:
“Havia um país onde todos eram ladrões”.
“Era honesto, não havia nada a fazer.”
“Havia ricos tão ricos que não precisavam mais roubar e que mandavam roubar para continuarem a ser ricos.”
“Honesto só tinha havido aquele sujeito, e morrera logo, de fome.”
Assinale a alternativa correta:
 

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734300 Ano: 2015
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: FURB
Orgão: Pref. Benedito Novo-SC
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A Lei Complementar 60/2008, que dispõe sobre a Política Municipal de Saneamento Básico de Benedito Novo, definiu a terminologia das atividades de saneamento básico. Uma das atividades definidas nessa lei, também presente na Lei Federal 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, é um instrumento de desenvolvimento econômico e social, caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios, destinados a facilitar a coleta e a restituição dos resíduos aos seus geradores para que sejam tratados ou reaproveitados em novos produtos, na forma de novos insumos, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, visando à não geração de rejeitos. Trata-se da:
 

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732923 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: Pref. Benedito Novo-SC
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Leia atentamente o texto a seguir:
A OVELHA NEGRA
Havia um país onde todos eram ladrões.
À noite, cada habitante saía, com a gazua* e a lanterna, e ia arrombar a casa um vizinho. Voltava de madrugada, carregado e encontrava a sua casa arrombada.
E assim todos viviam em paz e sem prejuízo, pois um roubava o outro, e este, um terceiro, e assim por diante, até que se chegava ao último que roubava o primeiro. O comércio naquele país só era praticado como trapaça, tanto por quem vendia como por quem comprava. O governo era uma associação de delinquentes vivendo à custa dos súditos, e os súditos, por sua vez, só se preocupavam em fraudar o governo. Assim a vida prosseguia sem tropeços, e não havia nem ricos nem pobres.
Ora, não se sabe como, ocorre que no país apareceu um homem honesto. À noite, em vez de sair com o saco e a lanterna, ficava em casa fumando e lendo romances.
Vinham os ladrões, viam a luz acesa e não subiam.
Essa situação durou algum tempo: depois foi preciso fazê-lo compreender que, se quisesse viver sem fazer nada, não era essa uma boa razão para não deixar os outros fazerem. Cada noite que ele passava em casa era uma família que não comia no dia seguinte.
Diante desses argumentos, o homem honesto não tinha o que objetar. Também começou a sair de noite para voltar de madrugada, mas não ia roubar. Era honesto, não havia nada a fazer. Andava até a ponte e ficava vendo a água passar embaixo. Voltava para casa e a encontrava roubada.
Em menos de uma semana o homem honesto ficou sem um tostão, sem o que comer, com a casa vazia. Mas, até aí, tudo bem, porque era culpa sua; o problema era que seu comportamento criava uma grande confusão. Ele deixava que lhe roubassem tudo e, ao mesmo tempo, não roubava ninguém. Assim sempre havia alguém que, voltando para casa de madrugada, achava a casa intacta: a casa que o homem honesto devia ter roubado. O fato é que, pouco depois, os que não eram roubados acabaram ficando mais ricos que os outros e passaram a não querer mais roubar. E, além disso, os que vinham para roubar a casa do homem honesto sempre a encontravam vazia; assim iam ficando pobres.
Enquanto isso, os que tinham se tornado ricos pegaram o costume, eles também, de ir à noite até a ponte para ver a água que passava embaixo. Isso aumentou a confusão, pois muitos outros ficaram ricos e muitos outros ficaram pobres.
Ora, os ricos perceberam que, indo à noite até a ponte, mais tarde ficariam pobres. E pensaram: “Paguemos aos pobres para irem roubar para nós”. Fizeram-se os contratos, estabeleceram-se os salários, as percentagens: naturalmente, continuavam a ser ladrões e procuravam enganar-se uns aos outros. Mas, como acontece, os ricos tornavam-se cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres.
Havia ricos tão ricos que não precisavam mais roubar e que mandavam roubar para continuarem a ser ricos. Mas, se paravam de roubar, ficavam pobres porque os pobres os roubavam. Então pagaram aos mais pobres dos pobres para defenderem as suas coisas contra os outros pobres, e assim instituíram a polícia e constituíram as prisões.
Dessa forma, já poucos anos depois do episódio do homem honesto, não se falava mais de roubar ou de ser roubado, mas só de ricos ou de pobres; e no entanto todos continuavam a ser pobres. Honesto só tinha havido aquele sujeito, e morrera logo, de fome.
(CALVINO, Italo. Um general na biblioteca. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.)
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*gazua: ferro torto ou gancho, de arame, com a ponta chanfrada, utilizado para abrir fechaduras.
Considere as afirmações a seguir.
I- As palavras “país”, “instituíram” e “constituíram” são acentuadas graficamente, de acordo com a mesma regra de acentuação.
II- No final do décimo parágrafo, é preciso colocar mais duas vírgulas em: “Mas, como acontece, os ricos tornavam- se cada vez mais ricos, e os pobres, cada vez mais pobres”.
III- No trecho “de ir à noite até à ponte para ver a água que passava embaixo” (nono parágrafo), mais um acento grave (de crase), obrigatório, foi colocado.
IV- O emprego do verbo “pagar” (norma culta) admite duas regências: “Paguemos aos pobres para irem roubar para nós” e “Paguemos os pobres para irem roubar para nós”.
A alternativa correta é:
 

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730254 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: Pref. Benedito Novo-SC
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Leia atentamente o texto a seguir:
A OVELHA NEGRA
Havia um país onde todos eram ladrões.
À noite, cada habitante saía, com a gazua* e a lanterna, e ia arrombar a casa um vizinho. Voltava de madrugada, carregado e encontrava a sua casa arrombada.
E assim todos viviam em paz e sem prejuízo, pois um roubava o outro, e este, um terceiro, e assim por diante, até que se chegava ao último que roubava o primeiro. O comércio naquele país só era praticado como trapaça, tanto por quem vendia como por quem comprava. O governo era uma associação de delinquentes vivendo à custa dos súditos, e os súditos, por sua vez, só se preocupavam em fraudar o governo. Assim a vida prosseguia sem tropeços, e não havia nem ricos nem pobres.
Ora, não se sabe como, ocorre que no país apareceu um homem honesto. À noite, em vez de sair com o saco e a lanterna, ficava em casa fumando e lendo romances.
Vinham os ladrões, viam a luz acesa e não subiam.
Essa situação durou algum tempo: depois foi preciso fazê-lo compreender que, se quisesse viver sem fazer nada, não era essa uma boa razão para não deixar os outros fazerem. Cada noite que ele passava em casa era uma família que não comia no dia seguinte.
Diante desses argumentos, o homem honesto não tinha o que objetar. Também começou a sair de noite para voltar de madrugada, mas não ia roubar. Era honesto, não havia nada a fazer. Andava até a ponte e ficava vendo a água passar embaixo. Voltava para casa e a encontrava roubada.
Em menos de uma semana o homem honesto ficou sem um tostão, sem o que comer, com a casa vazia. Mas, até aí, tudo bem, porque era culpa sua; o problema era que seu comportamento criava uma grande confusão. Ele deixava que lhe roubassem tudo e, ao mesmo tempo, não roubava ninguém. Assim sempre havia alguém que, voltando para casa de madrugada, achava a casa intacta: a casa que o homem honesto devia ter roubado. O fato é que, pouco depois, os que não eram roubados acabaram ficando mais ricos que os outros e passaram a não querer mais roubar. E, além disso, os que vinham para roubar a casa do homem honesto sempre a encontravam vazia; assim iam ficando pobres.
Enquanto isso, os que tinham se tornado ricos pegaram o costume, eles também, de ir à noite até a ponte para ver a água que passava embaixo. Isso aumentou a confusão, pois muitos outros ficaram ricos e muitos outros ficaram pobres.
Ora, os ricos perceberam que, indo à noite até a ponte, mais tarde ficariam pobres. E pensaram: “Paguemos aos pobres para irem roubar para nós”. Fizeram-se os contratos, estabeleceram-se os salários, as percentagens: naturalmente, continuavam a ser ladrões e procuravam enganar-se uns aos outros. Mas, como acontece, os ricos tornavam-se cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres.
Havia ricos tão ricos que não precisavam mais roubar e que mandavam roubar para continuarem a ser ricos. Mas, se paravam de roubar, ficavam pobres porque os pobres os roubavam. Então pagaram aos mais pobres dos pobres para defenderem as suas coisas contra os outros pobres, e assim instituíram a polícia e constituíram as prisões.
Dessa forma, já poucos anos depois do episódio do homem honesto, não se falava mais de roubar ou de ser roubado, mas só de ricos ou de pobres; e no entanto todos continuavam a ser pobres. Honesto só tinha havido aquele sujeito, e morrera logo, de fome.
(CALVINO, Italo. Um general na biblioteca. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.)
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*gazua: ferro torto ou gancho, de arame, com a ponta chanfrada, utilizado para abrir fechaduras.
A palavra “um” pode ser classificada como:
1. Artigo indefinido (quando se antepõe ao substantivo que designa um ser de modo indefinido).
2. Numeral cardinal (quando remete à ideia de quantidade).
3. Pronome indefinido (quando se refere a um ser de modo vago, impreciso).
Verifique a palavra “um” nos períodos e, a seguir, numere a segunda coluna de acordo com a primeira:
( ) “[...], pois um roubava o outro, [...].”
( ) “Havia um país onde todos eram ladrões.”
( ) “[...] ocorre que no país apareceu um homem honesto.”
( ) “[...] e este, (roubava) um terceiro, e assim por diante,[...].”
( ) “[...] o homem honesto ficou sem um tostão [...].”
A sequência correta é:
 

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729167 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FURB
Orgão: Pref. Benedito Novo-SC
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Acerca do Município de Benedito Novo analise as afirmativas que seguem:

I- Benedito Novo situa-se ao longo da bacia do Rio Benedito, numa área plana, com altitude inferior a 60 metros.

II- Benedito Novo limita-se ao Norte com os municípios de Doutor Pedrinho e Rio dos Cedros; ao Sul com os municípios de Ascurra, Ibirama e Rodeio; a Leste com os municípios de Rio dos Cedros, Rodeio e Timbó e a Oeste com os municípios de Doutor Pedrinho e José Boiteux.

III- Entre 2013 e 2014, Benedito Novo foi o município catarinense que apresentou o maior crescimento populacional.

Assinale a alternativa correta:

 

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724604 Ano: 2015
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: FURB
Orgão: Pref. Benedito Novo-SC
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Nos termos do Código de Posturas de Benedito Novo, Lei 29/1963, depende de alvará, ou de licença:
 

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1476924 Ano: 2015
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: FURB
Orgão: Pref. Benedito Novo-SC
Provas:
A construção dos passeios na frente dos imóveis urbanos, nos termos do Código de Posturas de Benedito Novo, Lei 29/1963, é:
Questão Desatualizada

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