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Respondida
Segundo Libâneo (1994, p. 16-17), “a prática educativa é um fenômeno social e
universal, sendo uma atividade humana necessária à existência e ao funcionamento
de todas as sociedades”. Nesse sentido, qual é o papel fundamental da escola na
formação dos indivíduos?
Respondida
O relatório Delors considera que “a educação é um bem coletivo que deve ser
acessível a todos” e “não pode ser objeto de uma simples regulação do mercado”.
Cabe à política da educação “iluminar o futuro por uma visão a longo prazo”.
(DELORS et al, 1996, p. 28, 182, 175).
Considerando esse documento, a política da educação deve alcançar dois
objetivos. São eles:
Respondida
O padrão culto escrito foi observado em:
Respondida
O padrão culto escrito foi observado em:
Respondida
A posição do pronome sublinhado NÃO está de acordo com o padrão culto
escrito formal em:
Respondida
Assinale a alternativa em que o emprego do verbo no futuro do pretérito sugere
dúvida ou incerteza.
Respondida
Nem sempre reagimos à nossa condição de mortais com uma atitude de absoluto
inconformismo, como sinalizam todos os trechos a seguir transcritos,
EXCETO:
Respondida
Em todas as alternativas, as alterações na pontuação do trecho, cuja versão
original se encontra reproduzida entre parênteses, implica erro ou mudança
de sentido, EXCETO:
A
O filósofo romano Sêneca, contemporâneo do nascimento do cristianismo,
afirmou em uma de suas Cartas a Lucílio que “a hora final, quando cessamos
de existir, não nos traz a morte. Ela simplesmente completa o processo
de morrer. (...).”
(O filósofo romano Sêneca, contemporâneo do nascimento do cristianismo,
afirmou, em uma de suas “Cartas a Lucílio”, que “a hora final, quando cessamos
de existir, não nos traz a morte; ela simplesmente completa o processo
de morrer. (...).” – 4º §)
B
Todos os seres vivos morrem. No entanto, é provável, que o humano seja
o único que sabe que vai morrer; mesmo assim a rejeição a esse fato natural
é exuberante.
(Todos os seres vivos morrem; no entanto, é provável que o humano seja o
único que sabe que vai morrer. Mesmo assim, a rejeição a esse fato natural
é exuberante. – 6º §)
C
É claro que, também, se dá à morte um caráter positivo. É possível racionalizá-
la, supondo que, a imortalidade, seria insuportável; que morrer é
descansar, ou partir para uma situação melhor.
(É claro que também se dá à morte um caráter positivo; é possível racionalizá-
la supondo que a imortalidade seria insuportável, que morrer é descansar
ou partir para uma situação melhor. – 9º §)
D
O mesmo faz o poeta Rimbaud quando – nos seus deliciosos delírios présimbolistas
–, exclama: “Ó morte misteriosa! Ó irmã de caridade!”. É a “boa
morte” (eutanásia), como desejo freqüente.
(O mesmo faz o poeta Rimbaud quando, nos seus deliciosos delírios présimbolistas,
exclama: “Ó, morte misteriosa, ó, irmã de caridade!”. É a “boa
morte” (eutanásia) como desejo freqüente. – 11º §)
Respondida
Assinale a alternativa em que a reformulação proposta para o trecho que se
encontra transcrito nos parênteses implique mudança de sentido.
A
Por acaso Pessoa se inspirou no provérbio inglês que diz que a morte é
uma sombra sempre a acompanhar o corpo?
(Teria Pessoa se inspirado no provérbio inglês que diz ser a morte uma
sombra que sempre acompanha o corpo? – 3º §)
B
Será que Fernando Pessoa não tem razão ao sugerir que o homem é meramente
um cadáver adiado, mais do que o bípede sem plumas de Platão
ou o animal racional de Aristóteles?
(Não estaria certo Fernando Pessoa ao sugerir que o humano é somente
um cadáver adiado, mais do que o bípede implume platônico ou o animal
racional aristotélico? – 2º §)
C
São logo corrigidas pelos adultos, para que troquem o quando pelo se: “Se
eu morrer”, “se você morrer” etc., como se a substituição do elemento gramatical
alterasse a concretude do fenômeno e afastasse sua ocorrência.
(São corrigidas rapidamente pelos adultos, de modo a substituírem o advérbio
de tempo por uma conjunção condicional: “Se eu morrer”, “se você
morrer” etc., como se a alteração morfológica mudasse a substantividade
do fenômeno e afastasse a ocorrência. – 8º §)
D
No século XVII, o prelado e historiador francês Jacques Bossuet, alcançou
a fama devido a suas orações fúnebres, numa das quais explicitou uma inquietante
verificação do óbvio: “Nos funerais, são ouvidas apenas palavras
de surpresa por aquele mortal estar morto.”
(Jacques Bossuet, prelado e historiador francês do século 17, ficou famoso
por suas orações fúnebres; numa delas, enunciou uma intrigante constatação
do óbvio: “Nos funerais, só se ouvem palavras de surpresa por aquele
mortal estar morto”. – 1º §)
Respondida
O homem é o único ser vivo que se sabe finito. Este, no entanto, recusa-se a
aceitar sua finitude. Todos os trechos abaixo aludem a essa atitude de recusa
da morte, EXCETO:
A
As crianças, antes de serem por nós adulteradas, têm por hábito mencionar
a morte dizendo: “Quando eu morrer...”, “quando você morrer...” etc.
(7º §)
B
O tremendo esforço das religiões para dar à morte uma lógica e a busca
por integrá-la em um sentido mais unitário são acompanhados de perto
pelas ciências em seu trabalho cotidiano de procurar retardá-la. (13º §)
C
O mesmo ocorre nas artes, com suas expressões catárticas, quando intentam
circunscrever a mortalidade nos parâmetros da imortalidade estética.
(14º §)
D
O ateniense, pregando a calma felicidade, disse não temer a morte porque
nunca iria encontrá-la, pois “enquanto sou, a morte não é; e, desde que
ela seja, não sou mais”. (16º §)