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Pode-se afirmar que o valor da pressão disponível em uma torneira, que se localiza a 7 metros abaixo do N.A. de um reservatório e possui perda de carga total ao longo da extensão da tubulação de 5 mca, é:
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Seu apartamento é feliz?
Dia desses fui acompanhar uma amiga que estava procurando um apartamento para comprar. Ela selecionou cinco imóveis para visitar, todos ainda ocupados por seus donos, e pediu que eu fosse com ela dar uma olhada. Minha amiga, claro, estava interessada em avaliar o tamanho das peças, o estado de conservação do prédio, a orientação solar, a vizinhança. Já eu, que estava ali de graça, fiquei observando o jeito que as pessoas moram.
Li em algum lugar que só há uma regra de decoração que merece ser obedecida: para onde quer que se olhe, deve haver algo que nos faça feliz. O referido é verdade e dou fé. Não existe um único objeto na minha casa que não me faça feliz, pelas mais variadas razões: ou porque esse objeto me lembra de uma viagem, ou porque foi um presente de uma pessoa bacana, ou porque está comigo desde muitos endereços atrás, ou porque me faz reviver o momento em que o comprei, ou simplesmente porque é algo divertido e descompromissado, sem qualquer função prática a não ser agradar aos olhos.
Essa regra não tem nada a ver com elitismo. Pessoas riquíssimas muitas vezes vivem em palácios totalmente impessoais, aristocráticos e maçantes com suas torneiras de ouro, quadros soturnos que valem fortunas e enfeites arrematados em leilões. São locais classudos, sem dúvida, e que devem fazer seus monarcas felizes, mas eu não conseguiria morar num lugar em que eu não me sentisse à vontade para colocar os pés em cima da mesinha de centro.
A beleza de uma sala, de um quarto ou de uma cozinha não está no valor gasto para decorá-los, e sim na intenção do proprietário em dar a esses ambientes uma cara que traduza o espírito de quem ali vive. E é isso que me espantou nas várias visitas que fizemos: a total falta de espírito festivo daqueles moradores. Gente que se conforma em ter um sofá, duas poltronas, uma tevê e um arranjo medonho em cima da mesa, e não se fala mais nisso. Onde é que estão os objetos que os fazem felizes? Sei que a felicidade não exige isso, mas pra que ser tão franciscano? Um estímulo visual torna o ambiente mais vivo e aconchegante, e isso pode existir em cabanas no meio do mato e em casinhas de pescadores que, aliás, transpiram mais felicidade do que muito apê cinco estrelas. Mas grande parte das pessoas não está interessada em se informar e em investir na beleza das coisas simples. E quando tentam, erram feio, reproduzindo em suas casas aquele estilo showroom de megaloja que só vende móveis laqueados e forrados com produtos sintéticos, tudo metido a chique, o suprassumo da falta de gosto. Onde o toque da natureza? Madeira, plantas, flores, tecidos crus e, principalmente, onde o bom humor? Como ser feliz numa casa que se leva a sério?
Não me recrimine, estou apenas passando adiante o que li: pra onde quer que se olhe, é preciso alguma coisa que nos deixe feliz. Se você está na sua casa agora, consegue ter seu prazer despertado pelo que lhe cerca? Ou sua casa é um cativeiro com o conforto necessário e fim?
Minha amiga ainda não encontrou seu novo lar, mas segue procurando, só que agora está visitando, de preferência, imóveis já desabitados, vazios, onde ela possa avaliar não só o tamanho das peças, a orientação solar, o estado geral de conservação, mas também o potencial de alegria que ela pretende explorar.
(MEDEIROS, Martha. Feliz por nada. 9. ed. Porto Alegre: L&PM, 2011. p.126)
Analise as proposições a seguir e indique (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) Ao se adquirir um imóvel, não é importante observar aspectos práticos, como tamanho, localização e estado de conservação.
( ) O êxito de uma decoração está relacionado à dedicação e à afetividade do proprietário ao fazê-la.
( ) O objetivo de uma decoração de ambientes é promover a felicidade dos moradores.
( ) Observar os aspectos funcionais é condição suficiente para morar bem.
( ) O êxito de uma decoração está relacionado à dedicação e à afetividade do proprietário ao fazê-la.
( ) O objetivo de uma decoração de ambientes é promover a felicidade dos moradores.
( ) Observar os aspectos funcionais é condição suficiente para morar bem.
A opção CORRETA é:
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Ao Município de Betim, compete, EXCETO:
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Para responder à questão, assinale a alternativa em que os termos destacados desempenham a mesma função daqueles sublinhados nos fragmentos.
“Sentenças e acórdãos, apesar da pompa que os embala, contêm uma boa dose de aleatoriedade.”
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Seu apartamento é feliz?
Dia desses fui acompanhar uma amiga que estava procurando um apartamento para comprar. Ela selecionou cinco imóveis para visitar, todos ainda ocupados por seus donos, e pediu que eu fosse com ela dar uma olhada. Minha amiga, claro, estava interessada em avaliar o tamanho das peças, o estado de conservação do prédio, a orientação solar, a vizinhança. Já eu, que estava ali de graça, fiquei observando o jeito que as pessoas moram.
Li em algum lugar que só há uma regra de decoração que merece ser obedecida: para onde quer que se olhe, deve haver algo que nos faça feliz. O referido é verdade e dou fé. Não existe um único objeto na minha casa que não me faça feliz, pelas mais variadas razões: ou porque esse objeto me lembra de uma viagem, ou porque foi um presente de uma pessoa bacana, ou porque está comigo desde muitos endereços atrás, ou porque me faz reviver o momento em que o comprei, ou simplesmente porque é algo divertido e descompromissado, sem qualquer função prática a não ser agradar aos olhos.
Essa regra não tem nada a ver com elitismo. Pessoas riquíssimas muitas vezes vivem em palácios totalmente impessoais, aristocráticos e maçantes com suas torneiras de ouro, quadros soturnos que valem fortunas e enfeites arrematados em leilões. São locais classudos, sem dúvida, e que devem fazer seus monarcas felizes, mas eu não conseguiria morar num lugar em que eu não me sentisse à vontade para colocar os pés em cima da mesinha de centro.
A beleza de uma sala, de um quarto ou de uma cozinha não está no valor gasto para decorá-los, e sim na intenção do proprietário em dar a esses ambientes uma cara que traduza o espírito de quem ali vive. E é isso que me espantou nas várias visitas que fizemos: a total falta de espírito festivo daqueles moradores. Gente que se conforma em ter um sofá, duas poltronas, uma tevê e um arranjo medonho em cima da mesa, e não se fala mais nisso. Onde é que estão os objetos que os fazem felizes?(A) Sei que a felicidade não exige isso, mas pra que ser tão franciscano? Um estímulo visual torna o ambiente mais vivo e aconchegante, e isso pode existir em cabanas no meio do mato e em casinhas de pescadores que, aliás, transpiram mais felicidade do que muito apê cinco estrelas. Mas grande parte das pessoas não está interessada em se informar e em investir na beleza das coisas simples. E quando tentam, erram feio, reproduzindo em suas casas aquele estilo showroom de megaloja que só vende móveis laqueados e forrados com produtos sintéticos, tudo metido a chique, o suprassumo da falta de gosto. Onde o toque da natureza?(B) Madeira, plantas, flores, tecidos crus e, principalmente, onde o bom humor? Como ser feliz numa casa que se leva a sério?(D)
Não me recrimine, estou apenas passando adiante o que li: pra onde quer que se olhe, é preciso alguma coisa que nos deixe feliz. Se você está na sua casa agora, consegue ter seu prazer despertado pelo que lhe cerca? Ou sua casa é um cativeiro com o conforto necessário e fim?(C)
Minha amiga ainda não encontrou seu novo lar, mas segue procurando, só que agora está visitando, de preferência, imóveis já desabitados, vazios, onde ela possa avaliar não só o tamanho das peças, a orientação solar, o estado geral de conservação, mas também o potencial de alegria que ela pretende explorar.
(MEDEIROS, Martha. Feliz por nada. 9. ed. Porto Alegre: L&PM, 2011. p.126)
No texto há o predomínio da subjetividade e, em determinado trecho, a autora questiona seu potencial leitor.
Isso ocorre em:
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Considere que determinado produto é vendido por uma loja com entrada de R$ 1.200,00 e mais uma parcela de R$ 1.320,00 a ser paga em 60 dias. Na mesma loja, pode-se comprar o mesmo produto por R$ 2.400,00 à vista.
A taxa de juros cobrada e o regime de capitalização considerado na venda a prazo são:
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De acordo com os conceitos relacionados aos Demonstrativos Contábeis, analise as afirmativas a seguir e marque a alternativa CORRETA:
I – A Demonstração do Fluxo de Caixa procura evidenciar as modificações ocorridas no saldo de disponibilidades da companhia em determinado período. Pelo método direto, estrutura-se a Demonstração do Fluxo de Caixa a partir das movimentações efetivadas financeiramente e constantes nos relatórios contábeis do caixa e equivalentes de caixa.
II – Ao apresentar um Balanço Patrimonial, em 31 de dezembro, todas as contas a receber e a pagar no próximo exercício devem ser classificadas a curto prazo. Quando o ciclo operacional de determinada empresa for superior a um ano, as obrigações com prazos de vencimentos superiores a um ano devem ser classificadas a longo prazo. A exceção ocorre apenas em empresas do setor agropecuário, desde que comprovado que o ciclo operacional da empresa é superior a um ano.
III – Na apuração do Demonstrativo de Resultado do Exercício, o Lucro Bruto é a diferença entre a Receita Líquida e os custos dos produtos ou serviços vendidos pela empresa, sem considerar despesas administrativas, de vendas e financeiras. O Lucro Bruto é destinado à remuneração das despesas de vendas, administrativas e financeiras, bem como a remuneração do governo (Imposto de Renda) e dos proprietários da empresa (Lucro Líquido).
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Seu apartamento é feliz?
Dia desses fui acompanhar uma amiga que estava procurando um apartamento para comprar. Ela selecionou cinco imóveis para visitar, todos ainda ocupados por seus donos, e pediu que eu fosse com ela dar uma olhada. Minha amiga, claro, estava interessada em avaliar o tamanho das peças, o estado de conservação do prédio, a orientação solar, a vizinhança. Já eu, que estava ali de graça, fiquei observando o jeito que as pessoas moram.
Li em algum lugar que só há uma regra de decoração que merece ser obedecida: para onde quer que se olhe, deve haver algo que nos faça feliz. O referido é verdade e dou fé. Não existe um único objeto na minha casa que não me faça feliz, pelas mais variadas razões: ou porque esse objeto me lembra de uma viagem, ou porque foi um presente de uma pessoa bacana, ou porque está comigo desde muitos endereços atrás, ou porque me faz reviver o momento em que o comprei, ou simplesmente porque é algo divertido e descompromissado, sem qualquer função prática a não ser agradar aos olhos.
Essa regra não tem nada a ver com elitismo. Pessoas riquíssimas muitas vezes vivem em palácios totalmente impessoais, aristocráticos e maçantes com suas torneiras de ouro, quadros soturnos que valem fortunas e enfeites arrematados em leilões. São locais classudos, sem dúvida, e que devem fazer seus monarcas felizes, mas eu não conseguiria morar num lugar em que eu não me sentisse à vontade para colocar os pés em cima da mesinha de centro.
A beleza de uma sala, de um quarto ou de uma cozinha não está no valor gasto para decorá-los, e sim na intenção do proprietário em dar a esses ambientes uma cara que traduza o espírito de quem ali vive. E é isso que me espantou nas várias visitas que fizemos: a total falta de espírito festivo daqueles moradores. Gente que se conforma em ter um sofá, duas poltronas, uma tevê e um arranjo medonho em cima da mesa, e não se fala mais nisso. Onde é que estão os objetos que os fazem felizes? Sei que a felicidade não exige isso, mas pra que ser tão franciscano? Um estímulo visual torna o ambiente mais vivo e aconchegante, e isso pode existir em cabanas no meio do mato e em casinhas de pescadores que, aliás, transpiram mais felicidade do que muito apê cinco estrelas. Mas grande parte das pessoas não está interessada em se informar e em investir na beleza das coisas simples. E quando tentam, erram feio, reproduzindo em suas casas aquele estilo showroom de megaloja que só vende móveis laqueados e forrados com produtos sintéticos, tudo metido a chique, o suprassumo da falta de gosto. Onde o toque da natureza? Madeira, plantas, flores, tecidos crus e, principalmente, onde o bom humor? Como ser feliz numa casa que se leva a sério?
Não me recrimine, estou apenas passando adiante o que li: pra onde quer que se olhe, é preciso alguma coisa que nos deixe feliz. Se você está na sua casa agora, consegue ter seu prazer despertado pelo que lhe cerca? Ou sua casa é um cativeiro com o conforto necessário e fim?
Minha amiga ainda não encontrou seu novo lar, mas segue procurando, só que agora está visitando, de preferência, imóveis já desabitados, vazios, onde ela possa avaliar não só o tamanho das peças, a orientação solar, o estado geral de conservação, mas também o potencial de alegria que ela pretende explorar.
(MEDEIROS, Martha. Feliz por nada. 9. ed. Porto Alegre: L&PM, 2011. p.126)
As afirmações a seguir referem-se a este trecho: “Li em algum lugar que só há uma regra de decoração que merece ser obedecida: para onde quer que se olhe, deve haver algo que nos faça feliz. O referido é verdade e dou fé.”
I- Há referência à linguagem cartorial, porém o trecho grifado não surte efeito, pois está desvinculada de seu contexto de uso.
II- A autora se utiliza de linguagem cartorial, porém relaciona o conteúdo do trecho grifado a elementos afetivos do seu cotidiano.
III- A seriedade do contexto em que normalmente é usado o trecho grifado contrasta com a linguagem adotada no restante do texto.
II- A autora se utiliza de linguagem cartorial, porém relaciona o conteúdo do trecho grifado a elementos afetivos do seu cotidiano.
III- A seriedade do contexto em que normalmente é usado o trecho grifado contrasta com a linguagem adotada no restante do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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A PNAS/2004 estabelece como funções da Assistência Social:
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Em um sistema ABC, trifásico a 04 condutores, conforme figura a seguir, onde !$ VAB = 381 \angle 120^\circ !$, sendo VBC referência, estão representadas 03 cargas, sendo R1=110 Ω, R2=55Ω e R3=220Ω.
Supondo que partiu a fase C, nesse caso, o valor da corrente no neutro será:

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