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Respondida
É um critério contra indicativo absoluto para transplante renal:
Respondida
Quando o diagnóstico presuntivo é de infecção crônica, pode-se realizar a coleta de quatro amostras (ou teste de Stamey). Sobre elas é CORRETO afirmar que:
Respondida
Os parâmetros propostos pela Organização Mundial de Saúde (OMS-1999) para a análise seminal são:
A
Volume ejaculado: 2-5 ml; pH: 6,0-8,0; Concentração de espermatozoides: 20 milhões/ml; Motilidade A+B: >50%; Morfologia: >14% (Kruger)b > 30% (OMS) e Concentração de leucócitos: <1 milhão/ml.
B
Volume ejaculado: 2-5 ml; pH: 7,2-8,0; Concentração de espermatozoides: 20 milhões/ml; Motilidade A+B: >50%; Morfologia: >14% (Kruger)b > 30% (OMS) e Concentração de leucócitos: <1 milhão/ml.
C
Volume ejaculado: 2-5 ml; pH: 6,8-8,0; Concentração de espermatozoides: 20 milhões/ml; Motilidade A+B: >90%; Morfologia: >25% (Kruger)b > 50% (OMS) e Concentração de leucócitos: <1 milhão/ml.
D
Volume ejaculado: 2-5 ml; pH: 7,2-8,0; Concentração de espermatozoides: 50 milhões/ml; Motilidade A+B: >50%; Morfologia: >14% (Kruger)b > 30% (OMS) e Concentração de leucócitos: <1 milhão/ml.
E
Volume ejaculado: 2-5 ml; pH: 7,2-8,0; Concentração de espermatozoides: 20 milhões/ml; Motilidade A+B: >90%; Morfologia: >25% (Kruger)b > 50% (OMS) e Concentração de leucócitos: <1 milhão/ml.
Respondida
Sobre a anatomia do ureter, da bexiga urinária e do trígono vesical é CORRETO afirmar que:
A
Sabe-se que a musculatura lisa vesical e uretral é inervada apenas pela divisão parassimpática do sistema nervoso autônomo, enquanto o músculo esfíncter estriado da uretra é inervado somaticamente pelo ramo perineal do nervo pudendo.
B
A porção inferior do ureter é irrigada por ramos da artéria renal que emergem próximos do seio renal, enquanto a porção superior é irrigada por ramos da artéria ilíaca interna. Todos os vasos que chegam ao ureter vêm através de sua camada adventícia.
C
Neurônios pré-ganglionares parassimpáticos originam-se na coluna intermédio-lateral da medula espinhal, localizada entre o décimo-segundo segmento torácico e o segundo segmento lombar. Através dos nervos esplâncnicos lombares, seus axônios chegam ao plexo hipogástrico superior após fazerem sinapses nos gânglios mesentéricos superior e inferior, em nível da terceira vértebra lombar. Nervos hipogástricos, com neurônios pós-ganglionares, chegam à parede vesical, onde inervam especialmente a musculatura lisa dos vasos vesicais.
D
Músculos do diafragma pélvico são inervados por nervos oriundos dos ramos primários ventrais de S2 a S4, mais exatamente pelo ramo perineal do nervo pudendo e pelo ramo perineal de S4. Músculos perineais - transverso profundo do períneo, bulbo-esponjosos, isquiocavernosos, transversos superficiais do períneo e esfíncter estriado da uretra - também são inervados através do ramo perineal do nervo pudendo.
E
Neurônios pré-ganglionares simpáticos para inervação da bexiga urinária originam-se na coluna intermédio-lateral do segundo, terceiro e quarto segmentos da medula sacral. Seus axônios constituem os nervos esplâncnicos pélvicos, fazendo sinapses em gânglios localizados próximos ou no interior da parede vesical.
Respondida
Sobre o Padrão histológico do carcinoma de células renais é CORRETO afirmar que:
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Sobre as displasias fibromusculares que originam a Hipertensão Renovascular é CORRETO afirmar que:
Respondida
Sobre a anatomia vascular do rim é CORRETO afirmar que:
Respondida
Sobre o tratamento para tumores renais localizados é CORRETO afirmar que:
Respondida
Sobre o Carcinoma de Pelve Renal e de Ureter é CORRETO afirmar que:
A
São mais comuns nos primeiros anos de vida e incidem três vezes mais nos homens. Nos Estados Unidos, ocorrem entre 0,69 a 0,73 casos por 100.000 habitantes e sua maior incidência é observada nos países da região dos Bálcãs, onde podem ser responsáveis por até 40% dos tumores renais.
B
Embora incomuns, alguns sinais e sintomas dos tumores uroteliais do trato urinário alto incluem hematúria macroscópica em 5 a 7,5% dos pacientes, dor lombar em 3,0 a 4,0% e comumente massa palpável.
C
As causas dos tumores uroteliais altos aparentam ser as mesmas dos tumores uroteliais de bexiga. Exposição a tabaco, analgésicos e agentes químicos industriais, como derivados de indústrias de borracha e de têxteis. Infecções crônicas, inflamações, obstruções e cálculos urinários são relacionados a adenocarcinomas e carcinomas de células escamosas, também no trato urinário alto.
D
Tumores uroteliais de pelve renal e de ureter são comuns e correspondem a aproximadamente 55% das neoplasias uroteliais, e entre 25 a 30% das renais, sendo 2 vezes menos frequentes do que tumores de bexiga.
E
A técnica aberta de Nefroureterectomia radical deve incluir ressecção do rim, do ureter e da porção vesical periureteral com aproximadamente 5 cm de extensão circundando a implantação do ureter, incluindo nessa ressecção a gordura perirrenal, a fáscia de Gerota e os linfonodos perirrenais.
Respondida
Sobre as Complicações vasculares que podem ocorrer durante um transplante renal é CORRETO afirmar que:
A
É a complicação ureteral menos investigada, porém pode ser uma das causas de perda do enxerto por predispor a infecções ascendentes e à dilatação. Tem como fatores predisponentes implantes em bexigas neurogênicas ou obstruções uretrais. Uretrocistografia miccional ou cistocintilografia podem esclarecer o diagnóstico. Deve-se realizar tratamento específico para evitar refluxo após tratamento da infecção.
B
Estenose arterial é a complicação vascular menos comum, com incidência de 0,9 a 3,5%, sendo que a maioria ocorre até três anos após transplante. O quadro clínico é de hipertensão, perda de função e, em alguns casos, sopro e frêmito sobre o enxerto.
C
Ruptura renal é uma complicação frequente. O quadro clínico é de dor, abaulamento no local do enxerto e queda de hematócrito com ou sem instabilidade hemodinâmica; exploração cirúrgica é obrigatória.
D
Trombose arterial é a complicação vascular mais comum do transplante renal, com incidência de 1,6 a 12%. É mais frequente em crianças devido ao calibre dos vasos e, em pacientes com distúrbios de coagulação, como aqueles com anticorpos anticardiolipina.
E
Obstruções ureterais podem variar de 2 a 7,5% e são classificadas em precoces, até 7 dias do pós-operatório, e tardias após esse período. Essa divisão ajuda na suspeita das possíveis causas, sendo as precoces geralmente causadas por erro técnico (torção e hematoma), edema e coágulo intraureteral. As tardias podem ser causadas por fibrose periureteral, rejeição crônica, isquemia ureteral distal, linfoceles e cálculos.